terça-feira, 1 de novembro de 2011

JOGO 31 - 04/10/2011

AZUL/PRETO 8X5 AMARELO

GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Vander (2º, 13º); Evandro (1º, 3º, 5º, 8º); Diogo (4º); Fábio; Veni (6º)
AMARELO: Everton; João Paulo; Jairo; Marcelo (11º); Cristhian (7º, 12º); Márcio (9º, 10º)

Uma das partidas mais tumultuadas da Junção dos últimos tempos. Problemas – como sempre – com a arbitragem. Jairo, Vander, Cristhian e Vilnei, campeões de choradeira, desta vez passaram dos limites. É preciso compreender uma coisa: ou se deixa o árbitro apitar (geralmente alguém que fica na suplência), ou se contrata alguém de fora para exercer tal função. Do jeito que está não podemos mais aturar. Pior que nem mesmo com alguém de fora teremos garantia de melhoras, pois NINGUÉM CONSEGUE ENXERGAR TUDO NUMA PARTIDA DE FUTEBOL, nem mesmo um árbitro, que seria o mais indicado para isso. Por vezes, parecemos um bando de criança do 4º ano do Ensino Fundamental, sempre a procura de tumulto com quem está no apito. Perdoem o desabafo, mas é que me estressei demais nesta partida, a ponto de quase desistir da Junção. No entanto, sou teimoso, e gosto muito deste espaço, e daqueles que lá se reúnem todas as terças-feiras. Pode parecer piegas, mas necessito da Junção, da mesma maneira que precisamos do ar.

Por outro lado, penso que tudo isso que ocorreu hoje é parte integrante da Junção. As choradeiras, as reclamações, as discussões... tudo é Junção. Tudo vibra e conspira e compõe com aquilo que temos de mais especial nesta existência: que é a própria VIDA.
E por falar em vida, sigamos fazendo nossas vidas com a Junção, uma bela composição.

Azuis e Amarelos travaram uma batalha pela disputa de bola. Jogo truncado, peleado e brigado. No primeiro tempo, o AZ/PR foi melhor; a equipe estava bem postada, com Evandro bastante inspirado. Tanto é que construíram um placar significativo: 4 a 0.

Márcio errou o passe lateral e Veni deixou Evandro (1º) na cara do gol: 1 a 0.

Os 2 a 0 chegaram com um bom desarme de Fábio no meio, seguido de passe certeiro para Vander (2º) livre marcar.

Em contra-ataque fulminante, Veni tabelou com Evandro (3º) para este bater no canto e ampliar em 3 a 0 o placar.

Para encerrar, Diogo (4º) recebeu passe de lateral e bateu no contrapé de Everton: 4 a 0.

No segundo tempo, a situação mudou e, embora o Amarelo não tenha conseguido reverter o marcador, salvou sua honra. Pressionou muito em busca do empate. Foi um tempo confuso, de muitas paralisações e reclamações.

Entretanto, quem marcou foi o Bicolor. E duas vezes! Em erro de João Paulo, Veni e Evandro (5º) voltaram a tabelar, sendo que o segundo novamente concluiu com perfeição: 5 a 0.

Em pênalti duvidoso de Everton sobre Veni (6º), este mesmo bateu forte para ampliar em 6 a 0.

Logo em seguida, Fábio cometeu penalidade máxima sobre Jairo. Vander, que estava com o apito, não marcou nada. Bem, não preciso nem dizer no que deu... O jogo que já estava pegado, ficou paralisado por mais de quatro minutos, com reclamações veementes do Amarelo, especialmente de Cristhian e Everton. O AZ/PR acuado, sentiu a pressão. Neste momento, eu (Fábio) me irritei com as reclamações, deixando o campo de jogo. Cristhian (7º), então, carrega seu time pra frente. Em passe de Jairo, desconta em 6 a 1.

Neste instante, muito desorganizado em quadra, o Bicolor recua demais. Porém, num lance que resumiria como fundamental para a vitória azul e preta, Evandro (8º) – e por essa e outras o melhor em quadra -, escapou pelo lado e num chute certeiro venceu Everton, fazendo mais do que 7 a 1, fazendo a garantia necessária para o resultado positivo de sua equipe.

Não tendo mais nada a perder, o Amarelo se jogou ao ataque. Márcio (9º), em triangulação perfeita com Jairo e João Paulo, descontou em 7 a 2. O mesmo Márcio (10º), Guerreiro por adoção, voltou a assinalar, amparando coorner de João: 7 a 3.

Empolgados, os Amarelos continuaram na pressão. O Bicolor, perdido, só se defendia, e mal. Márcio cobrou escanteio e Marcelo (11º) completou para as redes: 7 a 4. Em seguida, Marcelo tocou para Márcio que deixou Cristhian na cara do gol para marcar 7 a 5.

As chances foram sendo desperdiçadas por conta do Amarelo. E, assim, o velho ditado do futebol – o mais antigo e certeiro, “quem não faz, leva” -, voltou a comparecer na Junção. Em cobrança de escanteio, Vander (13º) mandou para as redes de Everton, matando a reação amarela e a partida em 8 a 5.

Com tumulto ou não, a Junção segue prevalecendo como a mais genuína batalha campal entre amigos do hemisfério sul (o delírio de grandeza fica por conta do escritor).

EVANDRO – 7,80
VENI – 7,00
MÁRCIO – 6,90
VILNEI – 6,90
FÁBIO – 6,80
EVERTON – 6,80
VANDER – 6,60
MARCELO – 6,50
CRISTHIAN – 6,50
JOÃO PAULO – 6,40
DIOGO – 6,40
JAIRO – 6,20

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

JOGO 32 – 11/10/2011

AZUL/PRETO 3X8 AMARELO

GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Diogo (11º); Cristhian; Filipe (2º, 7º); Charles
AMARELO: Everton; Veni (9º); Fábio (5º, 6º); Evandro (1º, 3º, 4º, 10º); Vander (8º)

Na véspera de feriado do Dia das Crianças quem brincou foi o Amarelo. Brincou de fazer gols no Bicolor que, por sua vez, chorou e se lamentou por não ter conseguido brincar.

Quem apareceu para brincar, digo, jogar novamente, foi Filipe. Este, assim como seus companheiros, teve que se contentar com a brincadeira de buscar a bola no fundo das redes. E olha que foi somente 8 a 3! Poderia ter sido bem mais elástico o placar caso Vilnei permitisse. A propósito, somente Vilnei é que jogou alguma coisa no AZ PR, o restante ficou devendo muito futebol.

Logo a um minuto de bola rolando, Fábio cobra lateral perfeito – quase um lançamento – nos pés de Evandro (1º) para, meio num semi-voleio, marcar 1 a 0.

O empate amarelo veio com Filipe (2º) que, com a moral elevada de quem está voltando, recebe cobrança de falta de Diogo e bate com calma no canto de Everton: 1 a 1.

Depois num lance de sorte e de esconde-esconde, Vander avança pela direita e solta um daqueles seus pombos sem asas, que explode no glúteo de Evandro (3º), ao lado do poste, e retorna de praticamente dentro do gol para tocar nas costas de Vilnei e entrar: 2 a 1.

No segundo tempo é que o Amarelo brincou de vez com seu adversário. Brincou até mesmo de errar gols!

Logo de início, em contra-ataque fulminante, Veni tabela com Evandro (4º) para este ampliar em 3 a 1.

Depois, veni escora na medida para Fábio (5º) chegar batendo de trás na gaveta de Vilnei: 4 a 1.

O mesmo Fábio (6º) partiu da defesa, deixou três adversários para trás e tocou com categoria no canto de Vilnei, marcando um golaço: 5 a 1.

O Bicolor até que tentou entrar na brincadeira, porém o máximo que conseguiu foi tirar uma casquinha. Em cobrança de escanteio, Filipe (7º) aproveita cruzamento na área para, livre, descontar em 5 a 2.

Mal deu tempo para o AZ PR comemorar... Na saída de centro, Vander (8º) arrisca de longe e acerta o canto de Vilnei: 6 a 2.

Brincar, para a criança, é algo sério. Pois assim o fez o Amarelo, ou seja, levou a sério sua brincadeira e, por consequência, seu brinquedo azul e preto.

Numa bem tramada troca de passes, Veni (9º) marca de cavadinha um golaço: 7 a 2. Em seguida, Evandro (10º), após passe açucarado de calcanhar de Veni, amplia em 8 a 2 o marcador. Por fim, Diogo (11º), tentando entrar na brincadeira meio sem jeito, bate duas vezes para acertar o alvo, finalizando em 8 a 3 o placar do confronto.

Na véspera do Dia das Crianças, o Bicolor serviu de brinquedo ao Amarelo que, por sua vez, divertiu-se muito sem perder a seriedade.

EVANDRO – 7,50
VENI – 7,10
FÁBIO – 7,0
VANDER – 7,0
EVERTON – 7,0
VILNEI – 6,90
DIOGO – 6,25
FILIPE – 6,10
CRISTHIAN – 6,0
CHARLES – 5,85

JOGO 30 - 27/09/2011

AMARELO 9X6 AZULPRETO

GOLS:
AMARELO: Vilnei; Cristhian (6º, 11º); Preto (3º, 4º); Diogo (7º, 15º); Evandro (9º, 13º); Jairo (10º)
AZUL PRETO: Fábio (12º); Márcio; Marcelo; Charles (1º); Veni (5º, 14º); Vander; Danilson (2º, 8º)

Outra vez faltou um goleiro oficial. Outra vez Fábio teve que, por amor a Junção, assumir a camisa de nº 1 do AZPR, uma vez que Charles, o terceiro arqueiro da Junção, somente em casos de emergência, contraiu uma tendinite na mão, impossibilitando-o de atuar sob as traves. Mas como já ocorrido em outras vezes, nesta também não tivemos uma má partida; pelo contrário, foi um bom e disputado jogo, com vitória amarela em noite inspirada (outra vez) de Cristhian.

O baixinho estava enfezado neste confronto. Assumiu pra ele a responsabilidade de organizar o time. Fez dois gols, além de efetuar boas assistências. Também participou com entusiasmo da marcação, sendo exemplo de eficácia para seus demais companheiros. Com uma defesa sólida e compacta, o Amarelo soube fazer valer seu melhor futebol, chegando à vitória não com facilidade, mas com tranquilidade.

Porém as coisas não começaram bem para o Amarelo. Assim que trilhou o apito para o início do jogo, Preto fez o passe errado, e Charles se aproveitou para, de bico, tocar no canto de Vilnei: 1 a 0.

Mais difícil ficou a situação quando Cristhian – talvez em sua única falha mais pontual na partida -, tentou sair driblando pela ala e Danilson (2º), mais ligeiro, roubou-lhe a bola para ampliar em 2 a 0 o marcador.

A reação amarela iniciou numa versão oposta ao da relatada acima. Ou seja, desta vez foi Danilson que forçou passe no meio, e Preto (3º) chutou para corta-luz providencial de Cristhian, o essencial para tirar Fábio da jogada: 2 a 1.

Preto (4º), pegando rebote da defesa parcial de Fábio em chute de Evandro, igualou em 2 a 2 o placar ainda no primeiro tempo, onde ocorreu o gol mais bonito do confronto. Gol marcado por Veni (5º) depois de belo drible pra cima de Cristhian na ala esquerda, seguido de toque magistral por cima de Vilnei, deixando o Bicolor em vantagem de 3 a 2.

Em nenhum momento do clássico pareceu que o Amarelo havia perdido o foco. Para eles, a vitória aconteceria de qualquer maneira. Já o Bicolor, não. Vander representava o nervosismo da equipe. Como já é notório, pegava a bola e... “bum”, lá mandava um daqueles seus bicões sem maiores preocupações para Vilnei. Essa atitude de Vander foi minando as forças de seus companheiros. A discussão entre estes então começou a imperar. Em entrevero dentro da área azul, Preto dividiu com Marcelo e a bola sobrou livre para Cristhian (6º) empatar em 3 a 3 o placar.

Num momento melhor, o Amarelo chegou à virada. Diogo (7º) foi levando pela ala e soltou um petardo para cima de Fábio: 4 a 3.

Em boa jogada de Veni, Danilson (8º) mostrou o porquê de ser um dos maiores goleadores da Junção. No lugar certo e na hora certa, embora numa jornada muito aquém de sua capacidade técnica, apenas completou para as redes: 4 a 4.

A vitória amarela começou a se desenhar a partir dos últimos minutos da primeira etapa, quando Vander grotescamente atrasou uma bola muito mal, e Jairo, em tabela com Evandro (9º), deixou este na cara de Fábio para vencê-lo: 5 a 4.

No segundo tempo, o Amarelo tomou conta de vez das ações. Já de início, Cristhian fez estupenda jogada pelo lado esquerdo de ataque e centrou na medida para Jairo (10º), sempre oportunista, apenas desviar para dentro: 6 a 4.

Em seguida, Fábio cometeu penalidade máxima sobre Evandro, em jogada que envolveu quase todo o time amarelo. De passe me passe chegaram à cara do gol. Cristhian (11º), como um legítimo capitão, ajeitou a bola e mandou forte, no alto: 7 a 4.

Para demonstrar de vez a péssima performance de Vander neste jogo, fechando com chave de ouro sua jornada, eis que surge, logo em seguida ao do adversário, um pênalti a favor de seu time, cometido por Vilnei sobre Márcio. Vander (não entendo até agora o porquê de o deixarem cobrar a penalidade) ajeitou a bola com carinho, tomou distância, correu e... isolou pra bem longe a redonda. Seria cômico, caso não fosse trágico. Para amenizar a situação, Fábio (12º) arrisca chute forte do meio da quadra e desconta a favor do AZ/PR: 7 a 5.

Contudo, em seguida, Evandro (13º), livre na área, recebe e toca no canto de Fábio: 8 a 5. Veni (14º), em tabela rápida com Danilson, desconta em 8 a 6. No entanto, Fábio, para encerrar o show de horrores do Bicolor, sai jogando mal com os pés, entregando a bola livre nos pés de Cristhian que, rapidamente, dribla o arqueiro improvisado e deixa Diogo (16º), livre, fazer o gol mais fácil da noite.

Placar final na Juncianeira: Amarelo 9x6 Azul/Preto. Numa noite de “outras vezes”, Cristhian jogou muito, Fábio foi improvisado como goleiro e Vander teve uma péssima jornada.

CRISTHIAN – 7,95
EVANDRO – 7,60
DIOGO – 7,52
VILNEI – 7,42
PRETO – 6,95
VENI – 6,60
DANILSON – 6,22
JAIRO – 6,17
MARCELO – 6,15
MÁRCIO GUERREIRO – 6,12
FÁBIO – 6,07
CHARLES – 5,87
VANDER – 4,97

domingo, 18 de setembro de 2011

JOGO 29 - 13/09/2011

AZUL/PRETO 3X13 AMARELO

GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Evandro (3º); Preto; Veni (7º, 14º); Danilson; Charles; Vander
AMARELO: Everton; Jairo (4º, 5º, 13º); Cristhian (1º, 6º, 9º, 12º, 15º); Estigarribia; Marcelo (2º, 8º, 10º, 16º); Fábio; Diogo (11º)

Nestlé, Lacta, Garoto. A marca pouco importa, pois qualquer uma delas expressa muito bem o que o Amarelo ofertou a seu tradicional rival neste jogo: um chocolate, com direito a cobertura (Diogo marcou um gol de cavadinha, tocando por cima de Vilnei).

Mesmo contando com Veni, Danilson e Evandro em seu time, o Bicolor não foi capaz de conter o futebol bem jogado pelo Amarelo, que contou, em primeiro lugar, com um forte sistema coletivo, implicando em marcação forte e saída rápida ao ataque. Depois, há que ser considerado algumas atuações individuais, entre estas, destaques para Everton, Cristhian, Marcelo e Diogo.

Everton praticou defesas importantes em momentos fundamentais da partida. Já Cristhian, além de ter marcado cinco gols, foi a válvula de escape de seu time. Infernizou a defesa inimiga com dribles e passes certeiros. Outro destaque foi Marcelo que saiu do sério ao assinalar quatro tentos. Projetou-se muito bem ao ataque, sendo um elemento surpresa. Manteve sua quase sempre segura postura defensiva com o plus da chegada decisiva à frente. Estigarribia, Diogo, Jairo e Fábio não destoaram dos demais; mantiveram a “pegada” forte, completando o potente senso de coletividade amarelo.

Coletividade essa que já nos primeiros minutos de bola rolando se fez eficiente. Fábio avançou pelo meio e, em profundidade, lançou Cristhian (1º) que, livrando-se de Evandro, bateu cruzado para abrir o placar.

Em outra participação de Fábio – desta vez desarmando Evandro no meio -, Marcelo (2º) ampliou em 2 a 0, avançando livre pela intermediária.

Danilson foi à linha de fundo e rolou para o meio da área onde Evandro (3º), às costas de Estigarribia, chegou batendo: 2 a 1.

A reação azul e preta parou por aí. Tentativas ocorreram, contudo de nada adiantaram, seja por conta de Everton, seja por conta do sistema defensivo amarelo. Por outro lado, o “chocolate” começou a ganhar textura...

Mal, mal entrou o “velhinho” da Junção apontou o doce caminho da vitória a seus companheiros. Cristhian levou para a esquerda e bateu cruzado. Jairo (4º) entrou dividindo com Vilnei para fazer a bola entrar: 3 a 1.

Ainda teve tempo para o quarto gol na primeira etapa. Estigarribia começou a jogada na direita, tocou no meio para Cristhian servir a Jairo (5º) que, emchute cruzado, fez 4 a 1.

Assim como iniciou o primeiro tempo, começou o segundo. Ou seja, com um gol amarelo. Numa defesa magistral de Everton, Cristhian (6º) armou o contra-ataque, concluindo com perfeição: 5 a 1.

Veni (7º), em drible seco pra cima de Fábio, mandou um balaço no ângulo de Everton: 5 a 2.

A alegria pouco durou. Cristhian chutou, Vilnei cedeu rebote e Marcelo (8º), como um matador nato, completou: 6 a 2.

A lógica, em seguida, inverteu. Marcelo aproveitou falha de Vander e tocou para Cristhian (9º) bater na saída de Vilnei: 7 a 2.

Em lance achocolatado, Fábio e Marcelo (10º) tabelam dentro da área azul, sobrando para o último assinalar 8 a 2, com Vilnei já deitado e batido.

A cobertura do chocolate veio através de Diogo (11º) que, em passe de Estigarribia, esperou a saída de Vilnei para tocar por cima, de cavadinha: 9 a 2.

Uma das maiores goleadas dos últimos tempos (em diferença de gols) da Junção ganhou forma quando Cristhian (12º) puxou pro meio, cortou Charles e bateu forte, elevando em 10 a 2 o marcador.

O AZ/PR bem que tentou diminuir o déficit, mas a bola, caprichosamente, não entrava. E mais: quando não era Everton para defender, ou um defensor para tirar, era as traves para amaldiçoar. O mesmo não se via a favor do Amarelo. Em lance de pura sorte, Diogo levou pela direita, deixou seu marcador para trás e num petardo cruzado e rasteiro, viu a bola desviar na ponta dos dedos de Vilnei, tocar no poste, em suas costas e nas pernas de Jairo antes de entrar: 11 a 2.

Estigarribia, em momento de doação, resolveu dividir com Veni (14º) o chocolate ao perder a bola dentro de sua área: 11 a 3.

Jairo mostra a Estigarribia que o chocolate só pode ser dividido entre seus companheiros. Assim, deixa Cristhian (15º) livre para ampliar em 12 a 3.

Por fim, em tabela elaborada, Marcelo (16º) põe números finais ao jogo após receber de Cristhian: 13 a 3.

Para o ano que vem a Páscoa AZ/PR já está garantida. Quanto à marca do chocolate, pouco importa. Só há uma exigência do cliente bicolor, neste caso, do freguês bicolor: que tenha a embalagem na cor amarela.

CRISTHIAN – 8,20
EVERTON – 8,05
DIOGO – 7,75
MARCELO – 7,25
JAIRO – 7,20
ESTIGARRIBIA – 7,20
FÁBIO – 7,00
VENI – 6,20
VILNEI – 6,05
CHARLES – 6,05
EVANDRO – 6,00
DANILSON – 6,00
PRETO – 5,90
VANDER – 5,60

terça-feira, 13 de setembro de 2011

JOGO 28 - 06/09/2011

AMARELO 6X6 AZUL/PRETO

GOLS:
AMARELO: Vilnei; Márcio Guerreiro; Cristhian; Danilson (4º, 12º); Estigarribia (7º, 9º); Vander (2º, 11º)
AZUL/PRETO: Everton; Marcelo; Fábio; Charles (1º); Evandro (3º, 5º); Preto (8º, 10º); Veni (6º)

Era para ter sido vitória do Bicolor por 7 a 6, caso o gol contra de Márcio fosse assinalado pela arbitragem (a bola entrou completamente). Contudo, como o árbitro teve a visão encoberta no lance, não foi possível validar o gol. Como o “se” não “joga”, a partida terminou empatada em 6 a 6.

Com exceção dos cinco minutos finais, o AZ/PR é quem comandou as melhores e maiores ações do confronto. Desde o início partiu pra cima. Preto, em jornada inspirada, foi não somente o destaque do seu time como também da partida. Além de marcar duas vezes (Evandro, de seu time, Danilson, Estigarribia e Vander, do Amarelo, também marcaram dois gols cada), foi quem dinamizou as ações azuis e pretas. Combateu na linha defensiva com energia. Mas, quando projetado ao ataque, destacou-se com maior eficiência.

Com o gol de Charles (1º - João atrasou mal a bola e Charles foi mais rápido que a defesa para tocar na saída de Vilnei) nos primeiros minutos de bola rolando, o AZ/PR mostrava a que veio. Antes Vander, por pouco, não entrega dois gols ao tentar sair driblando pelo lado da área. Se não deu atrás, deu certo na frente. Em passe de Vilnei no meio, Vander (2º) ajeita e manda de bico no ângulo de Everton: 1 a 1.

Veni avança pela esquerda e toca para Evandro (3º) bater cruzado e marcar 2 a 1. Ainda neste momento, o Bicolor mantinha o domínio da partida. Criava as melhores chances. O Amarelo vez que outra ensaiava um ataque perigoso. Cristhian (que jogou apenas o primeiro tempo, pois acusou seu estado gripal) e Danilson não se encontravam nas melhores condições físicas e técnicas. Márcio e Estigarribia asseguraram as pontas da equipe. E foi por meio de Estigarribia que o Amarelo chegou ao empate. Após pressão deste pra cima de Veni em saída de bola, Danilson (4º) se aproveitou da situação e igualou em 2 a 2 o escore.

No entanto, Cristhian, logo em seguida, perdeu a bola no meio e Evandro (5º) avançou para fazer 3 a 2, números finais da primeira etapa.

No segundo tempo a situação permaneceu a mesma. O Bicolor seguiu articulando melhor suas investidas e já nos minutos iniciais ampliou em 4 a 2 por meio de Veni (6º), que, em escapada rápida pela direita, mandou chute forte e cruzado de longe. Vilnei tentou chegar, mas foi tarde.

Em jogada individual, Estigarribia (7º) girou pra cima da marcação e em chute desviado (tocou no pé de Charles) a bola ganhou trajetória diferente, deixando Everton batido no lance: 4 a 3.

Preto (8º) mostrou por que foi escolhido o destaque maior do confronto. Num avanço rápido pela ala direita, deixou Estigarribia pra trás e mandou um balaço no ângulo de Vilnei: 5 a 3.

Estigarribia (9º), a fim de se redimir, apertou a marcação sobre Evandro, após este receber passe forçado de Marcelo, e voltou a descontar o marcador: 5 a 4.

Não tardou muito e Preto (10º) arriscou de muito longe para Vilnei aceitar: 6 a 4.

Quando tudo parecia definido, o Amarelo conseguiu o empate. Vander (11º) em cobrança de falta tirou vantagem da indecisão azul em afastar a bola para, de bico, descontar em 6 a 5. Depois foi a vez de Danilson (12º) se aproveitar da falha de Marcelo para igualar em 6 a 6 o escore, colocando, assim, números finais ao jogo.

Quanto ao resto, leem o primeiro parágrafo deste texto e saberão como o placar final deste jogo poderia ter sido diferente.

PRETO – 7,10
EVANDRO – 6,65
VENI – 6,60
ESTIGARRIBIA – 6,50
EVERTON – 6,45
MARCIO GUERREIRO – 6,40
CHARLES – 6,40
DANILSON – 6,30
VANDER – 6,20
JOÃO PAULO – 6,20
FÁBIO – 6,10
VILNEI – 6,00
CRISTHIAN – 5,95
MARCELO – 5,85

A estreia de Estigarribia, um descendente guarani [Jogo 27 - 30/08/2011]

AZUL/PRETO 7X6 AMARELO

GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Danilson (4º); Estigarribia (3º); João Paulo (6º, 12º); Evandro (9º, 10º, 13º)
AMARELO: Fábio (1º); Charles (2º, 7º); Veni (8º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º)

Em outra noite de estreia, a improvisação de Fábio no gol e o grande número de desfalques foi o que mais chamou a atenção, além, é claro, da chegada de Marcelo, melhor, de Estigarribia.

Marcelo, Vander, Preto, Everton, Cristhian, Fabrício, Fabiano e Diogo (mais Cristiano que segue lesionado) estiveram ausentes. Fábio assumiu o posto de goleiro improvisado, uma vez que Charles, o reserva imediato dos arqueiros, apresentava uma lesão na mão que lhe impedia de atuar nesta posição.

Mas, apesar destas dificuldades, tivemos uma partida bem movimentada. Fábio não só não comprometeu como também teve uma boa performance. Até mesmo gol anotou.

Se Fábio não comprometeu, Marcelo Estigarribia também não. Fez uma estreia tradicional. Ou seja, jogou na boa, mais para reconhecimento das dinâmicas juncianeiras. Convidado por Charles, Estigarribia começou a ganhar espaço na Junção já pelo nome. Melhor, pelo sobrenome. Descendente de paraguaios, Estigarribia veio trazer (assim esperamos) a garra guarani a Junção. Numa partida de tantos desfalques, Estigarribia (mais pelo nome, menos pela atuação) foi um alento. Antes fora Márcio Guerreiro. Agora, Estigarribia. A renovação da Junção segue seu processo. Seja bem-vindo, Guarani!

Num chute forte e bem colocado, Fábio (1º), do meio da quadra, venceu Vilnei, abrindo o marcador: 1 a 0.

Charles (2º) aproveitou rebote de Vilnei em chute de Veni e ampliou em 2 a 0.

O AZ/PR reagiu. Estigarribia (3º), o estreante, recebeu na esquerda, cortou para o meio se livrando de Charles e bateu no canto de Fábio, descontando em 2 a 1.

O empate chegou através de uma trama bem conduzida. Vilnei lançou com a mão por cima, João Paulo – destaque no confronto -, escorou com o peito para Danilson (4º), de primeira, afundar as redes amarelas: 2 a 2.

Jairo, de boa movimentação no primeiro tempo, escorou para a chegada de trás de Márcio: 3 a 2.

Não demorou nem dois minutos a vantagem amarela. Estigarribia e Danilson tabelaram e João Paulo (6º) completou: 3 a 3.

Num belo corta-luz de Márcio, na cobrança de escanteio de Veni, Charles (7º) chutou de bico cruzado e fez 4 a 3.

Logo depois, na saída de centro, o Bicolor se atrapalhou e Veni (8º) não: 5 a 3.

O AZ/PR passou a pressionar bastante. Assim, antes do final do primeiro tempo, chegou ao empate. Evandro (9º) chutou cruzado e Fábio aceitou. Depois, em bela tabela com Danilson, Evandro (10º) novamente marcou, só que desta vez num bonito gol de virada.

Na etapa final, o Amarelo é que tomou a iniciativa. No entanto, parou nas boas defesas de Vilnei. Fábio também salvou, mas não o suficiente para evitar a derrota.

Em lançamento de Fábio por cima e com a mão, Jairo (11º), de costas para o gol, mandou de letra no canto oposto de Vilnei: 6 a 5.

Não demorou muito para João Paulo (12º) decidir o jogo e mostrar por que foi um dos destaques da partida. Primeiro aproveitou lance tumultuado na área amarela e na raça igualou outra vez o placar: 6 a 6. Depois iniciou a jogada que culminou num passe certeiro para desfecho também certeiro de Evandro (13º), fechando em 7 a 6 o clássico. João foi sóbrio na defesa e decisivo quando subiu ao ataque. Veni teve poucas vantagens perante sua marcação. Ao lado de Vilnei segurou bem lá atrás.

Em noite inspirada, João e Vilnei mostraram a Estigarribia que não basta ter nome guarani, charrua ou platino para jogar na Junção. É preciso saber honrá-lo.

JOÃO PAULO – 7,10
VILNEI 7,10
EVANDRO – 7,05
MÁRCIO GUERREIRO – 6,80
DANILSON – 6,80
FÁBIO – 6,80
ESTIGARRIBIA – 6,60
VENI – 6,60
CHARLES – 6,60
JAIRO – 6,50

JOGO 26 - 23/08/2011

AMARELO 8X7 AZUL/PRETO

GOLS:
AMARELO: Everton; Diogo (2º, 15º); Evandro (3º, 14º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º, 7º, 9º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Preto (6º, 10º); Charles (1º); Vander; Veni (4º, 8º, 12º, 13º)

Por questões pessoais não pude comparecer a essa partida. O que tenho é o relato de Charles, que afirma ter sido um jogo disputado em que seu time “entregou” no final, após ter conseguido a vantagem (7 a 6) a custo de muito sacrifício.

Ainda segundo Charles, Vander, para variar, reclamou bastante, e Vilnei voltou a perder. Sem mais no momento, encerro por aqui meu relato.

DIOGO – 7,05
EVANDRO – 7,00
MÁRCIO GUERREIRO – 6,90
EVERTON – 6,75
VENI – 6,75
JAIRO – 6,70
PRETO – 6,65
CHARLES – 6,55
VILNEI – 6,50
VANDER – 6,50