AZUL/PRETO 5X5 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson (2º, 4º, 6º, 9º); Felipe; Diogo; Vander; Evandro (8º); Charles
Amarelo: Vilnei; Preto (1º); Marcelo (3º); João Paulo (7º); Fábio; Jairo; Veni (5º, 10º)
Fábio tem a posse da bola. A partida caminha de forma veloz para seu final. Veni, deslocado pela ala esquerda, incessantemente grita pelo passe. Fábio exita. Para. A defesa se fecha. Ele ensaia o chute. Veni grita de novo, acena, pede a bola. Em milésimos de segundo, Fábio muda de opção e rola a bola para seu desesperado companheiro. Veni ingressa com a bola dominada área adversária adentro. Prende-a na linha de fundo. Os dois times praticamente estão concentrados neste pequeno espaço da quadra, com exceção de Vilnei e de Marcelo. O atacante amarelo é cercado por Vander e Danilson, mas resiste a pressão. É o último lance do jogo. Não existe tempo para mais nada. Alex, notando a aproximação de Veni, fecha o ângulo. O empurra-empurra dentro da área se intensifica. A partida se transmuta num jogo de rúgbi, tamanha a intensidade de disputa. Quando Veni resolveu girar o corpo para o arremate, Charles, afobado, entrou na jogada puxando-o pelos ombros. Penalidade máxima assinalada. O Az/Pr cerca o árbitro. Reclama muito. Ameaça abandonar a quadra. Enquanto isso, o Amarelo vibra bastante. Após esse princípio de confusão, Veni coloca a bola na marca letal. Pergunta se Fábio não quer bater. Fábio, por sua vez, ordena que Veni bata. Ao fundo, vozes de indignação ressoam sobre a atmosfera do clássico, procurando tirar a concentração do goleador amarelo. O batedor se concentra. Toma distância. Respira fundo. Do outro lado, Alex também exibe sua concentração. Bate as mãos como se dissesse “essa é minha”. Veni sabe de sua responsabilidade: faz e empata o clássico, ou dá a vitória ao inimigo. Sem exitar, Veni corre seguro para a cobrança. Num chute forte à meia-altura, põe a bola longe do alcance de Alex, decretando a igualdade de 5x5 no placar. Os Amarillos comemoram como se fosse uma vitória. Já os Azuis saíram incrédulos e indignados com o resultado.
Comecei o relato deste jogo pelo seu final por uma questão de justiça. Um empate adequado num clássico equilibrado e emocionante: 3x2 no primeiro tempo para os Amarelos e 3x2 no segundo para os Azuis. Amarelos e Bicolores jamais abdicaram da vitória. Buscaram-na incessantemente, sem poupar esforços para isso.
Quem saiu na frente foi o Amarelo. Em lançamento de Vilnei, Alex, em saída precipitada, teve que se resignar ao ver a bola entrando logo após cabeçada de Preto (1º).
Danilson (2º), com seu faro impecável por gols, construiu o empate Bicolor. Na tabela com Evandro, desmarcou-se de Preto (que não o acompanhou) e bateu na saída de Vilnei: 1x1.
Em resposta instantânea, os Amarillos tomaram a dianteira outra vez. Jairo bateu forte na diagonal, Alex defendeu e no rebote Jairo rolou atrás para Marcelo (3º) marcar. Antes de entrar, a bola resvalou no pé de Danilson, tirando o arqueiro azul do lance: 2x1.
Alex, que havia falhado no primeiro gol, fez seu rival provar do mesmo veneno (até neste quesito – falhas de goleiros – a partida terminou empatada). Ao lançar Danilson (4º), viu este tocar, de cabeça e de costas para o gol, na mal saída de Vilnei: 2x2.
A fim de se redimir, Vilnei praticou uma grande defesa em chute à queima-roupa de Vander. Na sequência, armou um fatal contra-ataque ao ver Veni (5º) livre pela ala direita. Ao receber lançamento primoroso de seu guarda-metas, o atacante amarelo avançou pelo lado e tocou por cima de Alex. Um golaço que selava o primeiro tempo em 3x2.
Na segunda etapa, a partida seguiu movimentada. Os Azuis foram pra cima logo de início. Tamanha iniciativa gerou resultados significativos. O empate em 3x3 veio logo após nova falha de Vilnei em saída de bola. Evandro chutou e a bola bateu no poste. Na continuidade, Danilson (6º), sempre pronto para marcar, chutou rasteiro e forte para empatar o clássico.
No entanto, Veni não deixou por menos. Fez boa jogada, cavou a falta e, como se não bastasse tudo isso, rolou na medida para João Paulo (7º) acionar seu time à frente no escore outra vez: 4x3.
Na raça, Evandro (8º) provoca o empate. Vander mandou um balaço pra cima de Vilnei. No rebote, depois de grande defesa, a bola caminha sobre a linha do gol, e antes que o arqueiro a recupere, Evandro chega rasgando, na carrinhada, e empurra-a para as redes: 4x4.
Pela primeira vez no confronto os Azuis ficam em vantagem. Sentindo o bom momento chegam à virada logo depois do empate. Danilson (9º) recebe passe de Vander e toca por baixo de Vilnei: 5x4.
O que veio depois está registrado no primeiro parágrafo deste relato. Mais do que o registro, vale a intensidade da vivência. Amarelos e Azuis realmente se debruçaram sobre esse jogo, reforçando o que foi dito no início de março: o espírito da Junção voltou definitivamente. 2010 começou.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
quarta-feira, 31 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Veni e Evandro: uma dupla em sintonia (Jogo 7 - 16/03/2010)
AZUL/PRETO 12X9 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Evandro (13º, 15º, 18º, 21º); Veni (9º, 10º, 16º, 19º); Jairo (2º); Fábio; Charles (1º, 3º, 17º)
Amarelo: Vilnei; Erlon (5º, 8º, 12º, 20º); Danilson (6º, 7º, 11º, 14º); Marcelo; Preto (4º); Vander
Numa partida dura e bastante disputada, Bicolores e Amarelos travaram outra batalha pela vitória. Apesar do excesso de gols (21 no total), o jogo se definiu praticamente nos últimos dez minutos. Tempo este em que o Az/Pr, sem abdicar da técnica, mostrou-se bastante competitivo por virar um placar desfavorável em uma vitória consistente. Assim como na semana passada, nesta a dupla Veni e Evandro foi eficiente. Cada qual marcou quatro vezes (Danilson também fez quatro gols), fato que contribuiu de maneira significativa no resultado final. Destaque também para Charles, que, além de assinalar três vezes, jogou bem, especialmente no primeiro tempo.
Rápidos e ofensivamente agressivos, os Amarelos tomaram as ações iniciais do jogo. Chegavam bem à frente, mas defensivamente vazavam. Outra situação que os prejudicou foi a falta de comunicação. Ou falha na comunicação. Tanto é que, no mínimo, uns dois gols sofridos na primeira etapa foram fruto desta comunicação ruidosa.
Bem, se os Amarillos não aproveitaram suas oportunidades, os Azuis souberam como aproveitar as suas. Em escanteio cobrado por Evandro, Charles (1º), sem marcação alguma, entrou pelo meio da defesa e com um leve toque tirou Vilnei do lance, marcando 1x0 para seu time.
Em outra lateral, dessa vez no campo de defesa Bicolor, Erlon afirmou, depois, ter escutado Danilson avisar que a lateral seria deles. Contudo, na verdade, a lateral era do Az/Pr, que rapidamente a cobrou. Charles, ao receber a bola livre na frente, tocou-a para Jairo (2º), que, pela esquerda, chegou batendo e ampliando em 2x0 o placar.
Após perder duas boas chances, os Amarillos sofreram outro revés. João Paulo bateu fraco, Vilnei soltou e Charles (3º), como um goleador nato, completou para as redes: 3x0.
Se Vilnei falhou, Alex não deixou por menos. Em sua velha deficiência em sair jogando com os pés, o arqueiro azul entregou a bola de bandeja para Preto (4º) descontar em 3x1, encerrando, assim, o placar da primeira etapa.
No egundo tempo, os Amarillos corrigiram alguns erros de posicionamento. Conseguiram, então, não somente empatar mas também passar à frente no placar. O jogo, nesta etapa, ficou mais acirrado, aumentando as disputas e também o número de gols. Agora, quem passou a falhar foi o Az/Pr. Veni perdeu a bola na frente, no contra-ataque puxado por Danilson, este serviu, de calcanhar, a Erlon (5º) que não perdoou: 3x2. Fábio, ao tentar sair jogando, perdeu a bola na intermediária, e Danilson (6º) não perdeu o foco para empatar em 3x3.
Avassalador, o Amarelo seguiu marcando. Primeiro com Danilson (7º) - em outra falha defensiva Bicolor. Depois com Erlon (8º), escorando cobrança de escanteio: 5x3.
Por sorte, o Bicolor ajustou-se novamente. Veni (9º e 10º), em dois lances magistrais, declarou a igualdade no placar de La Bomobonera. No primeiro, assim como uma águia em busca de sua presa, antecipou-se a Vander, roubando-lhe a bola e tocando na saída de Vilnei. No segundo gol fez uma jogada sensacional ao aplicar uma janelinha em Vander, driblar Vilnei e rolar para as redes.
Nem bem havia comemorado seu quarto gol, o Bicolor já vibrava com o empate em 5x5. No entanto, o Amarelo voltou a abrir vantagem de dois gols novamente no placar. Vander fez falta em Fábio bem no círculo central da quadra (o árbitro mandou seguir) e tocou para Danilson (11º) marcar 6x5. Em toque de Danilson, Erlon (12º) ficou cara a cara com Alex. Resultado: 7x5.
Foi aí, então, que a partida pegou fogo. Em tabela com Veni, Evandro entrou área adentro e, sob marcação de Marcelo, passou por este para, em seguida, trombar com Vilnei. Diogo (lesionado), de árbitro, marcou a penalidade máxima. Bate-boca, catimba, discussão, nervos à flor da pele, bola chutada pra longe... Pênalti batido e convertido por Evandro (13º): 7x6.
Mas quando o Az/Pr parecia que iria engrenar, Alex voltou a falhar. Em chute de longe, na saída de bola amarela após o gol sofrido, Danilson (14º) fez 8x6. Estava tudo se encaminhando para uma conquista amarela. Quando o Bicolor arrancou, na raça, a vitória. Num lançamento em profundidade de Fábio, Evandro (15º) descontou em 8x7. Logo depois, Veni (16º) tabelou com Evandro para marcar e empatar o clássico em 8x8.
Embalados por uma raça descomunal (João Paulo deu carrinhada de tudo quanto era tipo), os Azuis chegaram à virada. Charles (17º) roubou a bola de Prewto e tocou no canto de VIlnei, deixando o escore em 9x8. Atônitos, os Amarelos viram Evandro (18º) assinalar um golaço de voleio após a bola ter sido espirrada mal pela defesa rival: 10x8. Para completar o bom momento e, praticamente, consolidar seu resultado positivo, os Bicolores ampliaram para 11x8, através de Veni (19º). Bola ao centro e Erlon (20º), em chute cruzado, descontou em 11x9. No entanto, Evandro (21º) recebeu livre no meio e mandou ver no canto inferior de Vilnei: 12x9.
Na raça, com todas as dificuldades possíveis, o Bicolor selou com uma vitória convicente o placar do clássico. Evandro e Veni fizeram um dueto em grande sintonia, contribuindo de maneira direta para tal resultado.
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Evandro (13º, 15º, 18º, 21º); Veni (9º, 10º, 16º, 19º); Jairo (2º); Fábio; Charles (1º, 3º, 17º)
Amarelo: Vilnei; Erlon (5º, 8º, 12º, 20º); Danilson (6º, 7º, 11º, 14º); Marcelo; Preto (4º); Vander
Numa partida dura e bastante disputada, Bicolores e Amarelos travaram outra batalha pela vitória. Apesar do excesso de gols (21 no total), o jogo se definiu praticamente nos últimos dez minutos. Tempo este em que o Az/Pr, sem abdicar da técnica, mostrou-se bastante competitivo por virar um placar desfavorável em uma vitória consistente. Assim como na semana passada, nesta a dupla Veni e Evandro foi eficiente. Cada qual marcou quatro vezes (Danilson também fez quatro gols), fato que contribuiu de maneira significativa no resultado final. Destaque também para Charles, que, além de assinalar três vezes, jogou bem, especialmente no primeiro tempo.
Rápidos e ofensivamente agressivos, os Amarelos tomaram as ações iniciais do jogo. Chegavam bem à frente, mas defensivamente vazavam. Outra situação que os prejudicou foi a falta de comunicação. Ou falha na comunicação. Tanto é que, no mínimo, uns dois gols sofridos na primeira etapa foram fruto desta comunicação ruidosa.
Bem, se os Amarillos não aproveitaram suas oportunidades, os Azuis souberam como aproveitar as suas. Em escanteio cobrado por Evandro, Charles (1º), sem marcação alguma, entrou pelo meio da defesa e com um leve toque tirou Vilnei do lance, marcando 1x0 para seu time.
Em outra lateral, dessa vez no campo de defesa Bicolor, Erlon afirmou, depois, ter escutado Danilson avisar que a lateral seria deles. Contudo, na verdade, a lateral era do Az/Pr, que rapidamente a cobrou. Charles, ao receber a bola livre na frente, tocou-a para Jairo (2º), que, pela esquerda, chegou batendo e ampliando em 2x0 o placar.
Após perder duas boas chances, os Amarillos sofreram outro revés. João Paulo bateu fraco, Vilnei soltou e Charles (3º), como um goleador nato, completou para as redes: 3x0.
Se Vilnei falhou, Alex não deixou por menos. Em sua velha deficiência em sair jogando com os pés, o arqueiro azul entregou a bola de bandeja para Preto (4º) descontar em 3x1, encerrando, assim, o placar da primeira etapa.
No egundo tempo, os Amarillos corrigiram alguns erros de posicionamento. Conseguiram, então, não somente empatar mas também passar à frente no placar. O jogo, nesta etapa, ficou mais acirrado, aumentando as disputas e também o número de gols. Agora, quem passou a falhar foi o Az/Pr. Veni perdeu a bola na frente, no contra-ataque puxado por Danilson, este serviu, de calcanhar, a Erlon (5º) que não perdoou: 3x2. Fábio, ao tentar sair jogando, perdeu a bola na intermediária, e Danilson (6º) não perdeu o foco para empatar em 3x3.
Avassalador, o Amarelo seguiu marcando. Primeiro com Danilson (7º) - em outra falha defensiva Bicolor. Depois com Erlon (8º), escorando cobrança de escanteio: 5x3.
Por sorte, o Bicolor ajustou-se novamente. Veni (9º e 10º), em dois lances magistrais, declarou a igualdade no placar de La Bomobonera. No primeiro, assim como uma águia em busca de sua presa, antecipou-se a Vander, roubando-lhe a bola e tocando na saída de Vilnei. No segundo gol fez uma jogada sensacional ao aplicar uma janelinha em Vander, driblar Vilnei e rolar para as redes.
Nem bem havia comemorado seu quarto gol, o Bicolor já vibrava com o empate em 5x5. No entanto, o Amarelo voltou a abrir vantagem de dois gols novamente no placar. Vander fez falta em Fábio bem no círculo central da quadra (o árbitro mandou seguir) e tocou para Danilson (11º) marcar 6x5. Em toque de Danilson, Erlon (12º) ficou cara a cara com Alex. Resultado: 7x5.
Foi aí, então, que a partida pegou fogo. Em tabela com Veni, Evandro entrou área adentro e, sob marcação de Marcelo, passou por este para, em seguida, trombar com Vilnei. Diogo (lesionado), de árbitro, marcou a penalidade máxima. Bate-boca, catimba, discussão, nervos à flor da pele, bola chutada pra longe... Pênalti batido e convertido por Evandro (13º): 7x6.
Mas quando o Az/Pr parecia que iria engrenar, Alex voltou a falhar. Em chute de longe, na saída de bola amarela após o gol sofrido, Danilson (14º) fez 8x6. Estava tudo se encaminhando para uma conquista amarela. Quando o Bicolor arrancou, na raça, a vitória. Num lançamento em profundidade de Fábio, Evandro (15º) descontou em 8x7. Logo depois, Veni (16º) tabelou com Evandro para marcar e empatar o clássico em 8x8.
Embalados por uma raça descomunal (João Paulo deu carrinhada de tudo quanto era tipo), os Azuis chegaram à virada. Charles (17º) roubou a bola de Prewto e tocou no canto de VIlnei, deixando o escore em 9x8. Atônitos, os Amarelos viram Evandro (18º) assinalar um golaço de voleio após a bola ter sido espirrada mal pela defesa rival: 10x8. Para completar o bom momento e, praticamente, consolidar seu resultado positivo, os Bicolores ampliaram para 11x8, através de Veni (19º). Bola ao centro e Erlon (20º), em chute cruzado, descontou em 11x9. No entanto, Evandro (21º) recebeu livre no meio e mandou ver no canto inferior de Vilnei: 12x9.
Na raça, com todas as dificuldades possíveis, o Bicolor selou com uma vitória convicente o placar do clássico. Evandro e Veni fizeram um dueto em grande sintonia, contribuindo de maneira direta para tal resultado.
terça-feira, 23 de março de 2010
Uma contratação e um retorno
Após tanta procura finalmente encontramos outro camisa 1. Chumbinho, alcunha não muito bem aceita na Junção, chama-se Fabiano – e por este nome será chamado. Diferente do que se esperava, Fabiano não vem para substituir Alex. Isso porque Alex, depois de refletir muito sobre sua decisão precipitada, voltou atrás e se reconciliou com a Junção.
Portanto, como já havia acontecido há algum tempo, a Junção passa a contar agora com três arqueiros, que farão um rodízio nas terças-feiras.
Fabiano, seja bem-vindo!
Alex, que bom poder voltar a contar contigo!
Portanto, como já havia acontecido há algum tempo, a Junção passa a contar agora com três arqueiros, que farão um rodízio nas terças-feiras.
Fabiano, seja bem-vindo!
Alex, que bom poder voltar a contar contigo!
Um jogo para ser esquecido (Jogo 6 - 09/03/2010)
AMARELO 14X8 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; João Paulo; Preto [3º]; Evandro [1º, 2º, 4º, 10º, 22º]; Veni [6º, 7º, 9º, 12º, 19º]; Vander [13º, 17º, 21º]
Azul/Preto: Vilnei; Erlon [8º, 14º, 15º, 16º, 20º]; Marcelo [11º]; Fábio; Charles [5º]; Jairo [5º, 18º]
No dia em que Alex, oficialmente, disse sim a Junção, o que presenciamos foi um não à diferença técnica gritante entre os dois times. Enquanto que os Amarelos contavam com Evandro e Veni inspirados, os Azuis, além de terem Vilnei em noite péssima (aceitou, no mínimo, quatro frangos), o time, como um todo, esteve ruim. Quem se salvou foi apenas Jairo, que, com muito esforço, evitou o pior. Nem mesmo Erlon, autor de cinco gols, salvou-se. O fato é que a dupla Veni e Evandro liquidou com o clássico. E só não fizeram mais porque relaxaram, sendo comovidos pelo sofrimento alheio.
Veni e Evandro, juntos, marcaram dez vezes (cinco cada). Vander fez três, e Preto, um. Alex quase não trabalhou. Os gols que sofreu não foram falhas suas. Já Vilnei... Numa jornada infeliz, o arqueiro azul foi a face da desgraça de seu time, que, assim como ele, errou muito.
Em lançamento de João, Evandro (1º) entrou pelas costas de Jairo e, de frente para Vilnei, teve que bater duas vezes antes de a bola entrar: 1x0. O mesmo Evandro (2º) voltou a marcar quando, numa bola fácil, Vilnei, depois de agarrá-la, deixou-a escapar, justamente nos pés do goleador amarelo. Este só teve o "trabalho" de empurrá-la para dentro, ampliando em 2x0 o placar.
O festival de gols aumentou com Preto (3º), que, após tabelar com Veni, bateu cruzado: 3x0. Prosseguiu com Evandro (4º), que, em passe de Preto às costas de Marcelo, assinalou 4x0.
O gol de Charles (5º), ao final do primeiro tempo, serviu apenas para minimizar os efeitos da goleada a qual estava sendo infringida a seu time.
No segundo tempo, Veni (6º e 7º), de cara, já guardou dois gols. O primeiro em nova falha de Vilnei; o segundo, por seus méritos, nascido num belo chute cruzado no ângulo, após boa investida pelo lado direito.
Aos trancos e barrancos, mais na base da força de vontade do que por qualquer outro motivo, o Bicolor chegava à frente. Numa destas chegadas, Fábio lançou Erlon (8º) na diagonal, que, na saída de Alex, bateu forte em seu canto: 6x2.
Num quase replay de seu último gol, Veni (9º), ingressando pela direita, bateu firme, desta vez, rasteiro, para ampliar em 7x2 o escore. Além do bom futebol, os Amarillos contavam com a sorte. Num lance despretensioso, Evandro (10º), após passe de Preto, bateu e Vilnei defendeu, contudo, no rebote dessa defesa, a bola espirrou nas pernas de Erlon, que vinha auxiliar na marcação, sobrando livre para Evandro fazer 8x2.
Numa inversão de lado, Jairo deixou Marcelo (11º) à vontade para descontar em 8x3 o vexame. Até mesmo Jairo, o "menos pior" do Az/Pr, sucumbiu aos erros de sua equipe. Em lance com Veni (12º), o "velhinho bom de bola da Junção" perdeu a bola para seu oponente, resultando em outro gol amarelo no jogo: 9x3.
Para completar, Vilnei, ao tentar4 o passe com os pés, deixou a bola escapar de seu domínio. Vander (13º), que por ali estava, também fez o seu: 10x3.
Numa sobrevida azul, Erlon (14º, 15º e 16º) recebeu três bons passes, não desperdiçando nenhum: 10x6. Mais desleixo e compaixão amrelo do que méritos azuis. A confirmação desta premissa veio através de um chute cruzado de Vander (17º), ampliando em 11x6 o escore.
O que veio a seguir, foi perfumaria. Nem mesmo a boa jogada de Charles servindo a Jairo (18º) foi acalentadora. Isso porque, logo em seguida, Evandro rolou para Veni (19º) afundar outra vez as redes de Vilnei: 12x7.
Erlon (20º) recebeu passe de Marcelo e descontou para 12x8. No entanto, sem maiores esforços, Vander (21º), de letra, e Evandro (22º), depois de roubar bola de Marcelo e driblar o arqueiro bicolor, encerraram a contagem do placar em 14x8. Isso tudo graças à compaixão.
Um jogo para ser esquecido. De bom apenas o retorno de Alex.
Gols:
Amarelo: Alex; João Paulo; Preto [3º]; Evandro [1º, 2º, 4º, 10º, 22º]; Veni [6º, 7º, 9º, 12º, 19º]; Vander [13º, 17º, 21º]
Azul/Preto: Vilnei; Erlon [8º, 14º, 15º, 16º, 20º]; Marcelo [11º]; Fábio; Charles [5º]; Jairo [5º, 18º]
No dia em que Alex, oficialmente, disse sim a Junção, o que presenciamos foi um não à diferença técnica gritante entre os dois times. Enquanto que os Amarelos contavam com Evandro e Veni inspirados, os Azuis, além de terem Vilnei em noite péssima (aceitou, no mínimo, quatro frangos), o time, como um todo, esteve ruim. Quem se salvou foi apenas Jairo, que, com muito esforço, evitou o pior. Nem mesmo Erlon, autor de cinco gols, salvou-se. O fato é que a dupla Veni e Evandro liquidou com o clássico. E só não fizeram mais porque relaxaram, sendo comovidos pelo sofrimento alheio.
Veni e Evandro, juntos, marcaram dez vezes (cinco cada). Vander fez três, e Preto, um. Alex quase não trabalhou. Os gols que sofreu não foram falhas suas. Já Vilnei... Numa jornada infeliz, o arqueiro azul foi a face da desgraça de seu time, que, assim como ele, errou muito.
Em lançamento de João, Evandro (1º) entrou pelas costas de Jairo e, de frente para Vilnei, teve que bater duas vezes antes de a bola entrar: 1x0. O mesmo Evandro (2º) voltou a marcar quando, numa bola fácil, Vilnei, depois de agarrá-la, deixou-a escapar, justamente nos pés do goleador amarelo. Este só teve o "trabalho" de empurrá-la para dentro, ampliando em 2x0 o placar.
O festival de gols aumentou com Preto (3º), que, após tabelar com Veni, bateu cruzado: 3x0. Prosseguiu com Evandro (4º), que, em passe de Preto às costas de Marcelo, assinalou 4x0.
O gol de Charles (5º), ao final do primeiro tempo, serviu apenas para minimizar os efeitos da goleada a qual estava sendo infringida a seu time.
No segundo tempo, Veni (6º e 7º), de cara, já guardou dois gols. O primeiro em nova falha de Vilnei; o segundo, por seus méritos, nascido num belo chute cruzado no ângulo, após boa investida pelo lado direito.
Aos trancos e barrancos, mais na base da força de vontade do que por qualquer outro motivo, o Bicolor chegava à frente. Numa destas chegadas, Fábio lançou Erlon (8º) na diagonal, que, na saída de Alex, bateu forte em seu canto: 6x2.
Num quase replay de seu último gol, Veni (9º), ingressando pela direita, bateu firme, desta vez, rasteiro, para ampliar em 7x2 o escore. Além do bom futebol, os Amarillos contavam com a sorte. Num lance despretensioso, Evandro (10º), após passe de Preto, bateu e Vilnei defendeu, contudo, no rebote dessa defesa, a bola espirrou nas pernas de Erlon, que vinha auxiliar na marcação, sobrando livre para Evandro fazer 8x2.
Numa inversão de lado, Jairo deixou Marcelo (11º) à vontade para descontar em 8x3 o vexame. Até mesmo Jairo, o "menos pior" do Az/Pr, sucumbiu aos erros de sua equipe. Em lance com Veni (12º), o "velhinho bom de bola da Junção" perdeu a bola para seu oponente, resultando em outro gol amarelo no jogo: 9x3.
Para completar, Vilnei, ao tentar4 o passe com os pés, deixou a bola escapar de seu domínio. Vander (13º), que por ali estava, também fez o seu: 10x3.
Numa sobrevida azul, Erlon (14º, 15º e 16º) recebeu três bons passes, não desperdiçando nenhum: 10x6. Mais desleixo e compaixão amrelo do que méritos azuis. A confirmação desta premissa veio através de um chute cruzado de Vander (17º), ampliando em 11x6 o escore.
O que veio a seguir, foi perfumaria. Nem mesmo a boa jogada de Charles servindo a Jairo (18º) foi acalentadora. Isso porque, logo em seguida, Evandro rolou para Veni (19º) afundar outra vez as redes de Vilnei: 12x7.
Erlon (20º) recebeu passe de Marcelo e descontou para 12x8. No entanto, sem maiores esforços, Vander (21º), de letra, e Evandro (22º), depois de roubar bola de Marcelo e driblar o arqueiro bicolor, encerraram a contagem do placar em 14x8. Isso tudo graças à compaixão.
Um jogo para ser esquecido. De bom apenas o retorno de Alex.
Águas de março (Jogo 5 - 02/03/2010)
AZUL/PRETO 6X11 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Vander; Charles (2º); Felipe; Veni; Diogo (3º, 4º, 8º, 12º)
Amarelo: Fabiano (14º); Marcelo (10º); Danilson (5º, 6º, 11º, 17º); Preto (9º, 16º); Fábio; João Paulo (1º, 7º - contra -, 13º, 15º)
Finalmente as férias acabaram. Janeiro e fevereiro passaram. O ano, como costumamos afirmar por estes pagos, só inicia em março. Pois se no ditado popular março é o mês das retomadas, na Junção a situação é a mesma. O terceiro mês do ano costuma ser aquele em que, de fato, a Junção pega no tranco. A temporada começa em março. Momento em que ajustamos as combinações às necessidades demandadas pelo início de ano.
Portanto, sem Eduardo (tentativa que não vingou) e Lucas (infelizmente teve que, por questões profissionais, deixar-nos), mas com um novo goleiro, Fabiano, acrescido da ótima notícia do retorno de Alex (reconsiderou sua decisão inicial de nos deixar), a temporada, finalmente, foi lançada.
Numa partida muito agitada, Fabiano, o novo goleiro da Junção, fez sua estreia. Eficaz e raçudo, Fabiano tem no lançamento sua maior potencialidade. Além de lançar muito bem, este arqueiro fala bastante durante o jogo, possibilitando aos seus companheiros um bom senso de orientação e posicionamento em quadra. Como se não bastasse tudo isso, alcançou uma marca histórica na Junção: foi o primeiro goleiro a marcar um gol logo em sua estreia. Para completar, seu time, o Amarelo, venceu uma partida em que mostrou muitas dificuldades no primeiro tempo, mas que no segundo, após ajustar-se taticamente, não tomou conhecimento de seu adversário, infringindo-lhe uma derrota pelo placar elástico de 11x6.
João Paulo (1º), de boa atuação, tabelou com Danilson antes de bater forte no canto baixo de Vilnei e abrir o placar em 1x0.
Numa pane geral coletiva, o Amarelo levou a virada em menos de cinco minutos. Charles (2º), em tabela com Felipe, ingressou pelo meio da área rival e tocou na saída de Fabiano, deixando o escore igualado em 1x1. Depois, na sequência, o Az/Pr, por intermédio de Diogo (3º e 4º), virou para 3x1 o confronto, aproveitando-se de, no primeiro gol, falha de Fábio em saída de bola, e, no segundo, de bom passe de Charles.
Contudo, aos poucos, os Amarillos entraram na disputa outra vez. E se Diogo marcou duas vezes para sua equipe, Danilson (5º e 6º) resolveu imitá-lo, só que pelo lado amarelo. No primeiro gol recebeu lançamento primoroso de Fabiano; no segundo, roubou a bola de Charles para marcar.
Quando, na intenção de afastar o cruzamento de Felipe, João Paulo (7º - contra) jogou a bola para dentro das próprias redes, parecia que os Azuis teriam a partida sob controle. Ainda mais depois que Diogo (8º), de boa atuação, ampliou em 5x3 o escore. Neste momento, o Az/Pr estava melhor, dando ideia de que, mantendo a média da primeira etapa, venceria o duelo contra seu rival. Enganou-se. Ainda na etapa inicial, Fábio desarmou Diogo no meio, lançou Preto que, por sua vez, serviu a Danilson, que devolveu para Preto (9º) marcar e descontar em 5x4.
Este gol deu forças para os Amarillos na segunda etapa. Sem permitir uma maior reação por parte de seu tradicional inimigo, fluíram rumo à vitória. Tanto é que o Az/Pr marcou somente um gol neste segundo tempo, ao passo que os Amarelos assinalaram sete vezes.
Em duas cobranças de lateral, o time ensolarado passou à frente do placar. Na primeira cobrança, Danilson encontrou Marcelo (10º) entrando livre pela direita: 5x5. Na segunda, foi a vez de Fábio rolar rápido para Danilson (11º) virar para 6x5 o clássico.
Se a chave para os gols estava nos arremessos laterais, eis que Vander também fez uso deste artifício. Em lance rápido, aproveitou desatenção defensiva azul para servir a Diogo (12º) chegar batendo e empatando em 6x6 a partida.
Depois só deu Amarelo. João Paulo (13º e 15º), duas vezes (uma na raça, de carrinhada, sua especialidade), Fernando (14º), num tirambaço da meia-cancha no ângulo de Vilnei, fazendo história na Junção, Preto (16º) e Danilson (17º) liquidaram com a fatura, fechando em 11x6 o escore final.
A junção (assim como a vida) segue. Independente de suas perdas ou de seus acréscimos, ela flui tal qual as águas de março que, como diz o poeta, fecham o verão.
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Vander; Charles (2º); Felipe; Veni; Diogo (3º, 4º, 8º, 12º)
Amarelo: Fabiano (14º); Marcelo (10º); Danilson (5º, 6º, 11º, 17º); Preto (9º, 16º); Fábio; João Paulo (1º, 7º - contra -, 13º, 15º)
Finalmente as férias acabaram. Janeiro e fevereiro passaram. O ano, como costumamos afirmar por estes pagos, só inicia em março. Pois se no ditado popular março é o mês das retomadas, na Junção a situação é a mesma. O terceiro mês do ano costuma ser aquele em que, de fato, a Junção pega no tranco. A temporada começa em março. Momento em que ajustamos as combinações às necessidades demandadas pelo início de ano.
Portanto, sem Eduardo (tentativa que não vingou) e Lucas (infelizmente teve que, por questões profissionais, deixar-nos), mas com um novo goleiro, Fabiano, acrescido da ótima notícia do retorno de Alex (reconsiderou sua decisão inicial de nos deixar), a temporada, finalmente, foi lançada.
Numa partida muito agitada, Fabiano, o novo goleiro da Junção, fez sua estreia. Eficaz e raçudo, Fabiano tem no lançamento sua maior potencialidade. Além de lançar muito bem, este arqueiro fala bastante durante o jogo, possibilitando aos seus companheiros um bom senso de orientação e posicionamento em quadra. Como se não bastasse tudo isso, alcançou uma marca histórica na Junção: foi o primeiro goleiro a marcar um gol logo em sua estreia. Para completar, seu time, o Amarelo, venceu uma partida em que mostrou muitas dificuldades no primeiro tempo, mas que no segundo, após ajustar-se taticamente, não tomou conhecimento de seu adversário, infringindo-lhe uma derrota pelo placar elástico de 11x6.
João Paulo (1º), de boa atuação, tabelou com Danilson antes de bater forte no canto baixo de Vilnei e abrir o placar em 1x0.
Numa pane geral coletiva, o Amarelo levou a virada em menos de cinco minutos. Charles (2º), em tabela com Felipe, ingressou pelo meio da área rival e tocou na saída de Fabiano, deixando o escore igualado em 1x1. Depois, na sequência, o Az/Pr, por intermédio de Diogo (3º e 4º), virou para 3x1 o confronto, aproveitando-se de, no primeiro gol, falha de Fábio em saída de bola, e, no segundo, de bom passe de Charles.
Contudo, aos poucos, os Amarillos entraram na disputa outra vez. E se Diogo marcou duas vezes para sua equipe, Danilson (5º e 6º) resolveu imitá-lo, só que pelo lado amarelo. No primeiro gol recebeu lançamento primoroso de Fabiano; no segundo, roubou a bola de Charles para marcar.
Quando, na intenção de afastar o cruzamento de Felipe, João Paulo (7º - contra) jogou a bola para dentro das próprias redes, parecia que os Azuis teriam a partida sob controle. Ainda mais depois que Diogo (8º), de boa atuação, ampliou em 5x3 o escore. Neste momento, o Az/Pr estava melhor, dando ideia de que, mantendo a média da primeira etapa, venceria o duelo contra seu rival. Enganou-se. Ainda na etapa inicial, Fábio desarmou Diogo no meio, lançou Preto que, por sua vez, serviu a Danilson, que devolveu para Preto (9º) marcar e descontar em 5x4.
Este gol deu forças para os Amarillos na segunda etapa. Sem permitir uma maior reação por parte de seu tradicional inimigo, fluíram rumo à vitória. Tanto é que o Az/Pr marcou somente um gol neste segundo tempo, ao passo que os Amarelos assinalaram sete vezes.
Em duas cobranças de lateral, o time ensolarado passou à frente do placar. Na primeira cobrança, Danilson encontrou Marcelo (10º) entrando livre pela direita: 5x5. Na segunda, foi a vez de Fábio rolar rápido para Danilson (11º) virar para 6x5 o clássico.
Se a chave para os gols estava nos arremessos laterais, eis que Vander também fez uso deste artifício. Em lance rápido, aproveitou desatenção defensiva azul para servir a Diogo (12º) chegar batendo e empatando em 6x6 a partida.
Depois só deu Amarelo. João Paulo (13º e 15º), duas vezes (uma na raça, de carrinhada, sua especialidade), Fernando (14º), num tirambaço da meia-cancha no ângulo de Vilnei, fazendo história na Junção, Preto (16º) e Danilson (17º) liquidaram com a fatura, fechando em 11x6 o escore final.
A junção (assim como a vida) segue. Independente de suas perdas ou de seus acréscimos, ela flui tal qual as águas de março que, como diz o poeta, fecham o verão.
Marcadores:
Estreia de Fabiano e marca histórica na Junção
segunda-feira, 22 de março de 2010
Terça de Carnaval (Jogo 4 - 16/02/2010)
AZUL/PRETO 11X9 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Charles; Vander; Jairo [3º, 10º]; Fábio [4º, 5º, 6º, 16º]; Danilson [13º 15º, 18º, 19º, 20º]
Amarelo: Vilnei; João Paulo [8º, 12º]; Erlon [11º, 14º]; Evandro [7º, 9º]; Diogo [1º, 2º, 17º]
Alegorias à parte, a Junção não parou nem na terça de Carnaval. Com um número reduzido de atletas (a maioria estava gozando do feriadão) e com Charles ainda de goleiro, botamos nosso bloco na avenida, ou, melhor, na quadra. Dez bravos arlequins suaram para manter o samba enredo em perfeita harmonia. A comissão de frente Bicolor tratou de ditar o ritmo dos passos (e dos passes também), sendo o grande destaque da noite futecarnavalesca.
Danilson, com cinco gols, e Fábio, com quatro, contribuiram de um modo especial para o resultado positivo azul e preto. Além de terem, juntos, realizados mais de 80% dos gols, organizaram e criaram as melhores possibilidades azuis na partida. Jairo, mesmo não totalmente recuperado da lesão do início da temporada, foi para o sacrifício. E não deixou a desejar. Charles também fez sua parte, assim como Vander. Em sintonia, o Az/Pr não desafinou e botou seu adversário para sambar.
No entanto, quem forneceu as primeiras batucadas foi Diogo (1º e 2º). Primeiro aproveitando passe errado de Fábio na intermediária, culminando num chute forte no centro do gol. Depois, completando com um toque sutil uma cobrança de escanteio, na qual seu ingresso pela área não sofreu marcação alguma.
Para não ver seu samba passar, o Bicolor improvisou. Num contra-ataque Vander lançou Jairo (3º) para, mesmo capenga, vencer Vilnei e descontar em 2x1 o placar. Em seguida foi a vez de Fábio (4º, 5º e 6º) brilhar em três acordes. No acorde um girou pra cima de João Paulo, batendo cruzado no canto esquerdo de Vilnei, empatando em 2x2 o clássico. No segundo, aproveitou-se da indecisão da defesa para marcar 3x2. Por último tabelou com Jairo e Danilson antes de completar e assinalar 4x2.
Sem perder o gingado, os Amarelos adiantaram seu bloco, retomando a avenida, melhor, o placar. Evandro (7º e 9º), duas vezes, uma de cabeça, aparando lançamento de Vilnei, e outra, após passe errado de Fábio na saída de bola, e João Paulo (8º), em falha de Charles, modificaram a sonoridade do escore em 5x4.
Antes que o primeiro tempo findasse, logo após ter sofrido seu quinto gol, o Az/Pr, na saída de centro, empatou em 5x5 o clássico. Jairo (10º), recebendo passe em profundidade, mandou um balaço cruzado no ângulo de Vilnei. Um belo gol que deixava o jogo em aberto para o segundo tempo.
Na etapa final a avenida, digo a quadra, foi praticamente de um passante só: Danilson. Em deslocamentos e velocidade surpreendentes, Danilson antecipou para os Amarelos a sua Quarta-Feira de Cinzas. Foi o Chico Buarque da Junção, refinado e arrebatador. Nem mesmo a suposta vantagem amarela, ampliada após os gols de Erlon (11º) e de João (12º) – situação que deixava o escore em 7x5 – foi suficiente para conter a densidade de seu futebol. A virada azul e preta foi digna de um samba de Cartola, impetuoso e marcante. Iniciou com Danilson (13º), que, ao receber passe de Fábio, tocou na saída de Vilnei: 7x6. Em desatenção defensiva Bicolor, Erlon (14º) ampliou para seu time: 8x6. Contudo Danilson (15º), em outro passe de Fábio, e o próprio Fábio (16º), em passe de Danilson, igualaram em 8x8 o escore, recolocando seu time na briga outra vez.
Quando Diogo (17º), livre pelo meio da área, marcou 9x8 para os Amarelos, pensava-se que a partida havia se encerrado, até mesmo porque o jogo se encaminhava para seu término. Porém, Danilson (18º, 19º e 20º), em três acordes letais, selou a avenida, melhor a quadra, tingindo de azul e preto o carnaval 2010 da Junção.
Gols:
Azul/Preto: Charles; Vander; Jairo [3º, 10º]; Fábio [4º, 5º, 6º, 16º]; Danilson [13º 15º, 18º, 19º, 20º]
Amarelo: Vilnei; João Paulo [8º, 12º]; Erlon [11º, 14º]; Evandro [7º, 9º]; Diogo [1º, 2º, 17º]
Alegorias à parte, a Junção não parou nem na terça de Carnaval. Com um número reduzido de atletas (a maioria estava gozando do feriadão) e com Charles ainda de goleiro, botamos nosso bloco na avenida, ou, melhor, na quadra. Dez bravos arlequins suaram para manter o samba enredo em perfeita harmonia. A comissão de frente Bicolor tratou de ditar o ritmo dos passos (e dos passes também), sendo o grande destaque da noite futecarnavalesca.
Danilson, com cinco gols, e Fábio, com quatro, contribuiram de um modo especial para o resultado positivo azul e preto. Além de terem, juntos, realizados mais de 80% dos gols, organizaram e criaram as melhores possibilidades azuis na partida. Jairo, mesmo não totalmente recuperado da lesão do início da temporada, foi para o sacrifício. E não deixou a desejar. Charles também fez sua parte, assim como Vander. Em sintonia, o Az/Pr não desafinou e botou seu adversário para sambar.
No entanto, quem forneceu as primeiras batucadas foi Diogo (1º e 2º). Primeiro aproveitando passe errado de Fábio na intermediária, culminando num chute forte no centro do gol. Depois, completando com um toque sutil uma cobrança de escanteio, na qual seu ingresso pela área não sofreu marcação alguma.
Para não ver seu samba passar, o Bicolor improvisou. Num contra-ataque Vander lançou Jairo (3º) para, mesmo capenga, vencer Vilnei e descontar em 2x1 o placar. Em seguida foi a vez de Fábio (4º, 5º e 6º) brilhar em três acordes. No acorde um girou pra cima de João Paulo, batendo cruzado no canto esquerdo de Vilnei, empatando em 2x2 o clássico. No segundo, aproveitou-se da indecisão da defesa para marcar 3x2. Por último tabelou com Jairo e Danilson antes de completar e assinalar 4x2.
Sem perder o gingado, os Amarelos adiantaram seu bloco, retomando a avenida, melhor, o placar. Evandro (7º e 9º), duas vezes, uma de cabeça, aparando lançamento de Vilnei, e outra, após passe errado de Fábio na saída de bola, e João Paulo (8º), em falha de Charles, modificaram a sonoridade do escore em 5x4.
Antes que o primeiro tempo findasse, logo após ter sofrido seu quinto gol, o Az/Pr, na saída de centro, empatou em 5x5 o clássico. Jairo (10º), recebendo passe em profundidade, mandou um balaço cruzado no ângulo de Vilnei. Um belo gol que deixava o jogo em aberto para o segundo tempo.
Na etapa final a avenida, digo a quadra, foi praticamente de um passante só: Danilson. Em deslocamentos e velocidade surpreendentes, Danilson antecipou para os Amarelos a sua Quarta-Feira de Cinzas. Foi o Chico Buarque da Junção, refinado e arrebatador. Nem mesmo a suposta vantagem amarela, ampliada após os gols de Erlon (11º) e de João (12º) – situação que deixava o escore em 7x5 – foi suficiente para conter a densidade de seu futebol. A virada azul e preta foi digna de um samba de Cartola, impetuoso e marcante. Iniciou com Danilson (13º), que, ao receber passe de Fábio, tocou na saída de Vilnei: 7x6. Em desatenção defensiva Bicolor, Erlon (14º) ampliou para seu time: 8x6. Contudo Danilson (15º), em outro passe de Fábio, e o próprio Fábio (16º), em passe de Danilson, igualaram em 8x8 o escore, recolocando seu time na briga outra vez.
Quando Diogo (17º), livre pelo meio da área, marcou 9x8 para os Amarelos, pensava-se que a partida havia se encerrado, até mesmo porque o jogo se encaminhava para seu término. Porém, Danilson (18º, 19º e 20º), em três acordes letais, selou a avenida, melhor a quadra, tingindo de azul e preto o carnaval 2010 da Junção.
Fabrício
Estamos todos torcendo pela recuperação de Fabrício. Nosso querido atleta passou, em fevereiro, por uma intervenção cirúrgica devido a alguns problemas de ordem pulmonar (os mesmo que o tiraram por alguns meses das quadras no ano passado). Por tudo isso, o capitão Nascimento da Junção ficará ausente por, no mínimo, seis meses de nosso convívio. Esperamos que em breve esteja novamente distribuindo suas carrinhadas pelos parquês soltos da Bombonera, assombrando nossos mais técnicos jogadores, e ganhando o respeito dos mais toscos.
Boa sorte, capitão!
Boa sorte, capitão!
Despedida e desistência
Informamos que, infelizmente, Lucas não participará mais da Junção. Por méritos dele e, consequentemente, azar nosso, o guri foi para São Paulo tentar a sorte como jogador profissional. O pequeno tempo que aqui conosco passou foi marcante, sendo que teria tudo para fazer história na Junção.
Boa sorte, Lucas!
Já Eduardo simplesmente desistiu. Abandonou. Sumiu. Não aguentou o peso da Junção. Uma tentativa que não deu certo. Sorte pra ele (e pra nós também).
Boa sorte, Lucas!
Já Eduardo simplesmente desistiu. Abandonou. Sumiu. Não aguentou o peso da Junção. Uma tentativa que não deu certo. Sorte pra ele (e pra nós também).
Sob um calor infernal, um jogo morno: resquícios de uma temporada que ainda não engrenou (Jogo 3 - 09/02/2010)
AMARELO 5X4 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei, Vander, Marcelo [1º, 5º, 9º]; Lucas; Danilson [4º, 7º]; João Paulo
Azul/Preto: Charles; Veni [2º, 3º, 6º]; Fábio; Evandro [8º]; Jairo; Diogo
Ainda sem a definição do novo camisa 1 da Junção (Alex decidiu abandonar de vez as quadras) que fará companhia a Vilnei, a bola rolou em mais um jogo da temporada 2010. Temporada que ainda não engrenou, visto que os dois primeiros meses do ano se dão em ritmo de férias, justificando a falta de alguns atletas, entre eles, Felipe e Preto, por exemplo. Soma-se a isso o calor infernal dos últimos dias, capaz de desanimar até o atleta mais inverterado da Junção. Apesar disso, ninguém se deu por vencido. Prova disso foi o jogo.
Após um primeiro tempo sem maiores emoções, a etapa final foi marcada pelo envolvimento das equipes em busca da vitória. Se no futebol - assim como na vida - a palavra "justiça" de fato prevalecesse, diríamos que o resultado deste confronto foi injusto. O resultado justo, então, seria o empate e não a vitória amarela. Felizmente ou infelizmente (depende do ponto de vista) isto não ocorreu. Numa infelicidade de Charles, Marcelo decretou, nos minutos finais de jogo, o gol que deu a vitória ao seu time. Logo ele, Charles, que em sua volta das férias teve que se deparar com seu passado, voltando a defender as traves que tantas alegrias lhe deram (e decepções também) em tempos idos de um Boca Jrs. que passou e que jamais voltará.
Nostalgia à parte, a verdade é que Charles, por ora, será o novo-velho goleiro da Junção. Fará dupla com Vilnei até encontrarmos um arqueiro que tenha um perfil próximo ao da Junção. Enquanto isso, seguimos com Charles no gol, fazendo o que pode em amor à causa juncianeira.
Mas se Marcelo (1º) encerrou o placar do clássico, foi quem, também, o abriu. Em passe errado de Veni, o fixo amarelo ficou com a bola, avançou e bateu forte no canto inferior de Charles.
Num primeiro tempo sonolento, os destaques não apareceram. Aliás, é notório destacarmos que, não só no primeiro tempo mas na partida toda não tivemos destaques maiores; todos os jogadores apresentaram uma performance mediana. Contudo, em termos de aplicação, o empenho foi geral, especialmente no segundo tempo.
Veni (2º), recuperando-se da falha anterior, marcou um golaço ao bater do meio da rua no alto (a bola bate no travessão antes de entrar), decretando o empate do Az/Pr.
Apesar do esforço, o primeiro tempo terminou mesmo em 1x1. Além do adversário, os jogadores sabiam que teriam que enfrentar outro inimigo pela frente, este um oponente em comum: o forte calor e a sensação de abafamento, fazendo da Bombonera um legítimo caldeirão.
No segundo tempo o jogo literalmente esquentou. E não foi só pelo calor. O empenho coletivo se sobrepôs às individualidades. Em tabela envolvente, Evandro largou Veni (3º) na cara do gol para marcar 2x1.
Embalados pela virada, os Azuis foram pra cima e por pouco não ampliaram para 3x1. Vilnei salvou. A arma dos Amarelos passou a ser o contra-ataque. E foi num destes que chegaram ao empate. Lucas desarmou Fábio bem no instante em que este se preparava para chutar. Na sequência lançou Danilson (4º) solto no lado esquerdo. Ao receber a bola, o artilheiro de 2009 tirou, com um leve drible de corpo, Charles da jogada, e com o gol aberto apenas empurrou a bola para as redes: 2x2.
Após o empate, os Amarillos passaram a ousar mais. Equilibrando o ritmo do jogo, apostaram na velocidade de Lucas e de Danilson para contrapor às investidas de Veni e de Evandro. Também contaram com a boa chegada de Marcelo de trás, como homem-surpresa (dessa maneira ganharam o clássico).
Numa destas chegadas de Marcelo (5º), os Amarillos fizeram 3x2. Foi numa cobrança de falta ensaiada, na qual Danilson rolou para seu fixo bater forte no canto baixo de Charles.
Mas se Marcelo marcava, Veni (6º), do lado Bicolor, também deixava sua marca nas redes inimigas. Num descuido defensivo, Evandro cobrou lateral rápido e Veni não perdoou: 3x3.
Em lance inusitado, Danilson (7º) disputou uma bola dentro da área com Charles e, mesmo caído, conseguiu tocar, na raça, para o fundo da meta: 4x3.
Mesmo cansados e sem suplentes (Jairo sentiu uma lesão no início da partida), os Bicolores conseguiram igualar o escore outra vez. Vilnei saiu jogando mal, Veni roubou a bola e tocou rapidamente para Evandro (8º) empatar em 4x4 o clássico.
Quando tudo indicava que o empate seria o resultado final desta partida, eis que surge Marcelo (9º), no minuto final, para, do meio da quadra, bater rasteiro no canto inferior esquerdo de Charles. Seria um bonito gol caso não houvesse a participação fundamental do arqueiro azul que, ao tentar a defesa, deixou a bola passar entre suas mãos, tomando um clássico (e fatal) frango. Vitória amarela por 5x4.
Sob um calor infernal, com Charles, provisoriamente, retornando às suas raízes e à procura de um novo goleiro, a Junção, aos poucos, vai encontrando seu melhor ritmo. Por ora, deixamos o Carnaval passar e o calor cessar para que nossas terças-feiras não sejam de cinzas.
Gols:
Amarelo: Vilnei, Vander, Marcelo [1º, 5º, 9º]; Lucas; Danilson [4º, 7º]; João Paulo
Azul/Preto: Charles; Veni [2º, 3º, 6º]; Fábio; Evandro [8º]; Jairo; Diogo
Ainda sem a definição do novo camisa 1 da Junção (Alex decidiu abandonar de vez as quadras) que fará companhia a Vilnei, a bola rolou em mais um jogo da temporada 2010. Temporada que ainda não engrenou, visto que os dois primeiros meses do ano se dão em ritmo de férias, justificando a falta de alguns atletas, entre eles, Felipe e Preto, por exemplo. Soma-se a isso o calor infernal dos últimos dias, capaz de desanimar até o atleta mais inverterado da Junção. Apesar disso, ninguém se deu por vencido. Prova disso foi o jogo.
Após um primeiro tempo sem maiores emoções, a etapa final foi marcada pelo envolvimento das equipes em busca da vitória. Se no futebol - assim como na vida - a palavra "justiça" de fato prevalecesse, diríamos que o resultado deste confronto foi injusto. O resultado justo, então, seria o empate e não a vitória amarela. Felizmente ou infelizmente (depende do ponto de vista) isto não ocorreu. Numa infelicidade de Charles, Marcelo decretou, nos minutos finais de jogo, o gol que deu a vitória ao seu time. Logo ele, Charles, que em sua volta das férias teve que se deparar com seu passado, voltando a defender as traves que tantas alegrias lhe deram (e decepções também) em tempos idos de um Boca Jrs. que passou e que jamais voltará.
Nostalgia à parte, a verdade é que Charles, por ora, será o novo-velho goleiro da Junção. Fará dupla com Vilnei até encontrarmos um arqueiro que tenha um perfil próximo ao da Junção. Enquanto isso, seguimos com Charles no gol, fazendo o que pode em amor à causa juncianeira.
Mas se Marcelo (1º) encerrou o placar do clássico, foi quem, também, o abriu. Em passe errado de Veni, o fixo amarelo ficou com a bola, avançou e bateu forte no canto inferior de Charles.
Num primeiro tempo sonolento, os destaques não apareceram. Aliás, é notório destacarmos que, não só no primeiro tempo mas na partida toda não tivemos destaques maiores; todos os jogadores apresentaram uma performance mediana. Contudo, em termos de aplicação, o empenho foi geral, especialmente no segundo tempo.
Veni (2º), recuperando-se da falha anterior, marcou um golaço ao bater do meio da rua no alto (a bola bate no travessão antes de entrar), decretando o empate do Az/Pr.
Apesar do esforço, o primeiro tempo terminou mesmo em 1x1. Além do adversário, os jogadores sabiam que teriam que enfrentar outro inimigo pela frente, este um oponente em comum: o forte calor e a sensação de abafamento, fazendo da Bombonera um legítimo caldeirão.
No segundo tempo o jogo literalmente esquentou. E não foi só pelo calor. O empenho coletivo se sobrepôs às individualidades. Em tabela envolvente, Evandro largou Veni (3º) na cara do gol para marcar 2x1.
Embalados pela virada, os Azuis foram pra cima e por pouco não ampliaram para 3x1. Vilnei salvou. A arma dos Amarelos passou a ser o contra-ataque. E foi num destes que chegaram ao empate. Lucas desarmou Fábio bem no instante em que este se preparava para chutar. Na sequência lançou Danilson (4º) solto no lado esquerdo. Ao receber a bola, o artilheiro de 2009 tirou, com um leve drible de corpo, Charles da jogada, e com o gol aberto apenas empurrou a bola para as redes: 2x2.
Após o empate, os Amarillos passaram a ousar mais. Equilibrando o ritmo do jogo, apostaram na velocidade de Lucas e de Danilson para contrapor às investidas de Veni e de Evandro. Também contaram com a boa chegada de Marcelo de trás, como homem-surpresa (dessa maneira ganharam o clássico).
Numa destas chegadas de Marcelo (5º), os Amarillos fizeram 3x2. Foi numa cobrança de falta ensaiada, na qual Danilson rolou para seu fixo bater forte no canto baixo de Charles.
Mas se Marcelo marcava, Veni (6º), do lado Bicolor, também deixava sua marca nas redes inimigas. Num descuido defensivo, Evandro cobrou lateral rápido e Veni não perdoou: 3x3.
Em lance inusitado, Danilson (7º) disputou uma bola dentro da área com Charles e, mesmo caído, conseguiu tocar, na raça, para o fundo da meta: 4x3.
Mesmo cansados e sem suplentes (Jairo sentiu uma lesão no início da partida), os Bicolores conseguiram igualar o escore outra vez. Vilnei saiu jogando mal, Veni roubou a bola e tocou rapidamente para Evandro (8º) empatar em 4x4 o clássico.
Quando tudo indicava que o empate seria o resultado final desta partida, eis que surge Marcelo (9º), no minuto final, para, do meio da quadra, bater rasteiro no canto inferior esquerdo de Charles. Seria um bonito gol caso não houvesse a participação fundamental do arqueiro azul que, ao tentar a defesa, deixou a bola passar entre suas mãos, tomando um clássico (e fatal) frango. Vitória amarela por 5x4.
Sob um calor infernal, com Charles, provisoriamente, retornando às suas raízes e à procura de um novo goleiro, a Junção, aos poucos, vai encontrando seu melhor ritmo. Por ora, deixamos o Carnaval passar e o calor cessar para que nossas terças-feiras não sejam de cinzas.
Assinar:
Comentários (Atom)