Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Chutando o balde; melhor, a bola
Ninguém comenta nada nesta porra deste blog! Será que alguém ao menos lê?
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A queda do último invicto e uma atuação para ficar na história [Jogo 25 – 16/08/2011]
AZUL/PRETO 3X2 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Veni; Evandro (2º, 3º); Marcelo; Preto (1º); João Paulo
AMARELO: Everton; Jairo; Fábio; Márcio Guerreiro (5º); Cristhian; Diogo (4º); Vander
Ele voltou sem maiores alardes. Retornou para substituir um ídolo das traves da Junção. Sabia que não seria nada fácil conquistar seu espaço. No entanto, não se intimidou frente às adversidades. Enfrentou-as com persistência e coragem. Foi bravo. Foi determinado. Everton agarrou uma das camisas número 1 da Junção. E, desde que retornou, ainda não havia perdido nenhuma vez.
Foram, neste percurso, 12 jogos disputados, com seis vitórias e seis empates. Mas essa longa invencibilidade ruiu nesta partida. Confronto que marcou, além da queda da invencibilidade de Everton, uma atuação de luxo do outro nº 1. Performance estupenda, que só não foi perfeita por dois detalhes nos últimos 4 minutos de bola rolando. Detalhes que se resumem a dois gols sofridos por Vilnei, o grande destaque da noite, nos quais não teve culpa alguma.
Vilnei fez uma jornada sensacional. Defendeu de tudo quanto foi jeito: com as mãos, com os pés, de cabeça, de cara e com a ponta dos dedos. Somente nos derradeiros quatro minutos é que não conseguiu evitar duas bolas batidas com violência e maestria, méritos de seus autores, Diogo e Márcio, respectivamente. Se caso tivesse realizado essas duas defesas, Vilnei conseguiria um feito inédito na Junção: a nota 10.
Foi por pouco que o veterano arqueiro da Junção não alcança o conceito máximo em termos de atuação. A vitória de seu time passa necessariamente por ele. Aliás, ambos os goleiros tiveram em noite inspirada. Everton também defendeu muito. É claro que Vilnei foi mais decisivo, visto que foi mais exigido. E quando não interviu, foi auxiliado pela sorte (todo bom guarda-metas tem que ter sorte) das bolas no poste.
Vilnei é um juncianeiro bipolar, isto é, tem partidas que fracassa vertiginosamente; em outras, quando tira para defender, sua meta vira quase que intransponível, como ocorreu neste confronto. No mínimo em três ocasiões foi perfeito. A primeira num petardo de Diogo à queima-roupa e o qual espalmou para escanteio. Depois foi no chute de Fábio que desviou num defensor e mesmo com a visão encoberta se esticou todo, como um gato, para, com a ponta dos dedos, defender. Por último, em outro lance com Fábio, onde este tentou tocar por cima e ele, não tendo outro recurso, defendeu corajosamente com o rosto, desviando a bola para a linha de fundo. Fora estas, tiveram outras importantes intervenções ao longo do jogo, nas quais todas foram interceptadas com qualidade e ousadia.
Numa partida marcada por defesas, nada mais justo do que salientar os sistemas defensivos. Em grande parte pelos goleiros, tivemos somente cinco gols marcados neste embate – e olha que não faltaram oportunidades... Era para ter ocorrido apenas três gols – todos do Bicolor, que abriu uma vantagem de 3 a 0. No entanto, nos quatro minutos finais, o Amarelo finalmente conseguiu romper as redes de Vilnei, selando em 3 a 2 o placar final de jogo.
Clássico pegado, de muita marcação e disputa pela bola. Em lance polêmico (Everton segurou recuo de Jairo), que resultou em tiro livre indireto frontal, Veni rolou de lado para Preto (1º) bater alto e forte e abrir o marcador em 1 a 0.
Depois, em lançamento de Veni (atravessou a bola de uma ala a outra), Evandro (2º) bateu certeiro, tirando do alcance de Everton e fechando em 2 a 0 o placar do primeiro tempo.
Na etapa final, a pressão amarela foi contínua. Vilnei, que já havia sido decisivo na primeira parte do jogo, foi mais ainda nesta. Defendeu as três bolas da partida, aquelas relatadas anteriormente. Por sua vez, Everton, também praticou belas defesas, não permitindo que a vantagem azul e preta se dilatasse naquele momento.
De tanto buscar o empate, o Amarelo se expôs demais aos contra-ataques inimigos. E justamente num destes é que Marcelo deu passe açucarado para Evandro (3º) bater forte e ampliar em 3 a 0 a vantagem bicolor.
Sem desistir de marcar ao menos um gol, o Amarelo não se rendeu. E finalmente, a poucos minutos do final, venceu a grande muralha da noite. Márcio recebeu a bola por cima e de costas para a meta adversária, escorou-a na medida exata para violento chute de Diogo no ângulo de Vilnei. Um golaço: 3 a 1.
Em seguida, Márcio tabelou com Cris pela ala esquerda e, ao receber de volta, ingressou na área e tocou, com maestria, fora do alcance de Vilnei. Outro belo gol azul e preto: 3 a 2.
Ainda, já nos descontos, Diogo teve a chance mais clara da partida para empatar. Porém, desperdiçou-a. De frente para o gol, sem marcação, pegou mal na bola e a mandou para fora. Reza a lenda que, ao avistar saída de Vilnei, Diogo se deparou não com um goleiro mas com um monstro.
Ao soar o apito final, três constatações emergiram dos escombros desta batalha: (1) a bipolaridade de Vilnei; (2) é quase impossível encerrar uma temporada invicto na Junção; (3) Márcio Guerreiro renovou a Junção.
VILNEI – 9,5
MÁRCIO – 7,9
EVERTON – 7,8
DIOGO – 7,7
VENI – 7,7
EVANDRO – 7,6
CRISTHIAN – 7,5
MARCELO – 7,4
PRETO – 7,0
FÁBIO – 6,6
VANDER – 6,4
JOÃO PAULO – 6,2
Os sentidos da Junção [Jogo 24 – 09/08/2011]
AMARELO 4X5 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Charles; Evandro; Fabiano; Diogo; João Paulo; Veni (4º, 7º, 8º, 9º)
AZUL/PRETO: Everton; Fábio (3º); Márcio Guerreiro; Marcelo; Cristhian (2º, 6º); Preto (5º, 10º)
Já fazia algum tempo. Talvez nem tanto tempo assim. Para ser sincero, algumas semanas, não mais do que dois meses, quiçá. No entanto, mais do que o tempo cronológico, o que realmente vale é o tempo das intensidades. Pois a Junção voltou a ter intensidade... Não que vinha, nos últimos jogos, faltando “pegada”. Mas havia algo que não deixava os jogos engrenarem, tornando-os comuns, sem maiores emoções. Creio que a chegada de Márcio – ou seja, desde o jogo passado – trouxe novos ares para a Junção. Já na última partida ficou clara essa evolução anímica. Nesta, então, a comprovação se fez evidente.
A estréia de Márcio trouxe, coincidentemente ou não, a seriedade, a disputa, a competitividade de volta a Junção. Voltaram também os sentidos da Junção: o olfato, traduzido no cheiro do adversário se aproximando com periga da área; a visão, traduzida no olhar do atacante frente à tenuidade do arqueiro; o paladar, refletido no gosto doce da vitória ou amargo da derrota; no tato, sentido no choque de forças no momento do chute entre o pé e a bola, ou entre as mãos e a bola no instante da defesa do goleiro; a escuta, traduzida no grito de alívio quando, depois de muito tentar, a bola encontra finalmente as redes inimigas.
Enfim, a intensidade está de volta. E com ela todos os sentidos da Junção. Sentidos que fizeram deste confronto uma disputa acirrada e equilibrada, na qual o Bicolor levou a melhor, vencendo por 6 a 4.
Após um primeiro tempo quase que perfeito, onde todas os sistemas funcionaram adequadamente, em especial o defensivo, o AZ/PR fez 5 a 2, com destaques para Everton (boas intervenções e defesas), Márcio e Cristhian. Na etapa final, entretanto, o Amarelo ajustou seus sentidos, e Veni tomou para si a responsabilidade das ações, marcando os quatro gols de seu time.
Cris tabelou com Fábio, foi à linha de fundo e centrou na medida para Marcelo (1º) abrir o placar em 1 a 0. O próprio Cris, em cobrança de penalidade máxima feita por Charles, ampliou em 2 a 0 o marcador. Num corta-luz magistral de Márcio, que tirou Vilnei do lance, Fábio (3º) fez 3 a 0.
O Amarelo descontou em 3 a 1 após Evandro tocar para Charles e este rolar para Veni (4º) marcar. Mas, no entanto, Charles, em noite infeliz, força o passe para Diogo, e Preto (5º) intercepta e amplia em 4 a 1.
As tentativas amarelas esbarravam no sistema defensivo bem estruturado do AZ/PR. E, quando por este passavam, havia Everton a interromper as oportunidades criadas. Para piorar a situação do Amarelo, Cristhian (6º) bate falta forte frontal e, com a colaboração de Vilnei, assinala 5 a 1.
Antes que o primeiro tempo se encerrasse, Veni (7º) apara chute cruzado de Evandro e desconta em 5 a 2, abrindo uma outra perspectiva para seu time na segunda etapa.
Com a saída de Cris, o AZ/PR passou a somente se defender, chamando seu adversário pra cima. A equipe se perdeu no posicionamento, e o Amarelo reconheceu que era o momento de se aproveitar da situação.
Veni (8º), num lance de genialidade, aplicou um elástico pra cima de Preto no flanco esquerdo, completando com um arremate certeiro no canto oposto de Everton: um golaço, que deixou o placar em 5 a 3.
Quando o Bicolor quis retomar o domínio, voltando com Cris para o jogo, Veni (9º) já fazia outro, deixando em 5 a 4 o confronto.
Neste instante, Everton foi fundamental. Praticou defesas importantes e corajosas intervenções, não permitindo, no momento mais crítico do jogo, que seu time sofresse o empate.
Quando o empate amarelo parecia ser uma questão de tempo, Preto (10º) recebeu no meio e bateu forte, porém defensável. Vileni tentou, mas não evitou: 6 a 4.
O gol de Preto foi um alívio para o Bicolor. Foi o gol que sacramentou a vitória de um time copero, que soube jogar pelo resultado. Mas, para além da vitória azul e preta, o que contou mesmo neste confronto foi a atitude dos jogadores em aguçar todos os sentidos da Junção. Espero que os gostos, cheiros, olhares, toques e sons da Junção reverberem por muito tempo ainda em cada um de nós, juncianeiros.
Que assim seja!
VENI – 7,90
CRISTHIAN – 7,60
EVERTON – 7,50
MÁRCIO GUERREIRO – 7,20
MARCELO – 6,85
DIOGO – 6,75
PRETO – 6,65
FABIANO – 6,30
EVANDRO – 6,25
JOÃO PAULO – 6,25
FÁBIO – 6,25
VILNEI – 5,95
CHARLES – 5,60
Cueca? Na Junção, nem pensar!!! [Jogo 23 – 02/08/2011]
AMARELO 6X5 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Everton; Fábio; Veni (1º, 6º); Diogo (2º, 4º - contra -, 7º); Cristhian; Fabiano (8º, 10º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Marcelo (3º); Danilson (9º, 11º); Jairo; Márcio; Evandro (5º)
Vallejo, Carniça, Cavalão, Capitão Raí. Nomes, sobrenomes e alcunhas que, ao longo destes 15 anos, honraram (e alguns ainda honram) o nome da Junção. Bravas nomenclaturas que na base da raça imprimiram os principais traços identificatórios da Junção. Nomes que para sempre ecoarão pelos quatro cantos de La Juncianeira (uma singela homenagem ao maior e mais mítico estádio de todos os tempos, o La Bombonera). Nomes que lembram histórias pautadas em noites de carrinhadas, sangue e suor; em terças de fibras despedaçadas e músculos postos aos limites de suportabilidade.
Escrevo-lhes tudo isso para justificar o porquê de não podermos aceitar na Junção qualquer nome ou algo que o valha. Nomes, volto a frisar, são brasões, escudos, honrarias, histórias veladas de dores e alegrias por vitórias emblemáticas e derrotas contidas. Portanto, caros juncianeiros, ao menos da minha parte, quero deixar registrado que Cueca deve ser um nome veementemente proibido de sequer ser proferido na Junção, sob pena de estarmos praticando blasfêmia contra todos os deuses juncianeiros. Será uma desonra inominável a Simon Bolívar, General – mor da Junção. Se permitirmos que tal nomenclatura passe a fazer parte de nossa história, estaremos sendo coniventes com o futebol arte, o de firulas e circense, uma praga que dizimou grande parte do potente futebol aguerrido e de resultados, o que procuramos ardentemente praticar na Junção.
Tudo isso escrito para dizer que o Cueca – ao menos na Junção – será chamado, e assim reconhecido, por, simplesmente, Márcio, seu nome de batismo.
Seu nome tem que condizer com suas credenciais, mostradas nesta sua estréia: marcação forte, bom posicionamento e o mais interessante: o aguerrimento necessário para ser um juncianeiro.
Tratativas feitas, seja bem-vindo, (agora) Márcio!
O Amarelo começou arrasador. Jairo errou o passe e Veni (1º) avançou para abrir o placar: 1 a 0.
Em seguida, Diogo (2º) driblou a marcação e fuzilou Vilnei : 2 a 0.
Com Cristhain, Diogo e Veni inspirados, o Amarelo ensaiava uma vitória tranqüila. Contudo, aos poucos, o Bicolor ajustou seu sistema defensivo e, ainda no primeiro tempo, igualou o marcador em 2 a2, com gols de Marcelo (3º - pegou de primeira um cruzamento de escanteio) e de Diogo (4º - contra, após confusão na área).
Na etapa final, Evandro (5º) colocou seu time na frente. Em drible seco, bateu forte no contrapé de Everton: 3 a 2.
O Amarelo tratou de se mexer. Furar o bloqueio azul era uma tarefa difícil. Vileni, Marcelo e Márcio fechavam um forte triângulo defensivo. O jeito foi apelar para a jogada individual. Assim, Veni (6º) passou por dois antes de soltar o canudo no ângulo de Vilnei: 3 a 3. Depois, em passe de Veni, Diogo (7º) mandou de primeira, virando o placar.
Vencendo por 4 a 3, os Amarillos retomaram as ações ofensivas do jogo. Após boa jogada de cristhain, Fabiano (8º), com muita calma, engana adversário e bate forte no canto: 5 a 3.
Danilson (9º), até então apagado, arrisca chute forte no canto baixo de Everton: 5 a 4.
Mas quando o Bicolor esboçou uma retomada, a defesa, o ponto forte do time, falhou na saída de bola e Fabiano (10º), após defesa parcial de Vilnei em chute de Cris, completou para as redes: 6 a 4.
O gol de Fabiano, já nos minutos finais da partida, esfriou o que seria a reação azul e preta. Danilson (11º) ainda marcou outra vez, numa falha de Everton. Depois, algumas defesas de Vilnei asseguraram o placar final em 6 a 5.
No confronto em que o Amarelo bateu o Bicolor, Márcio, de boa estréia, deixou os tempos de Cueca para trás e foi rebatizado na Junção de Márcio Guerreiro.
CRISTHIAN – 7,75
DIOGO 7,60
VENI – 7,25
VILNEI – 7,15
EVERTON – 6,95
MÁRCIO GUERREIRO – 6,75
FABIANO – 6,75
DANILSON – 6,60
MARCELO – 6,55
EVANDRO – 6,50
JAIRO – 6,40
FÁBIO – 6,00
GOLS:
AMARELO: Everton; Fábio; Veni (1º, 6º); Diogo (2º, 4º - contra -, 7º); Cristhian; Fabiano (8º, 10º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Marcelo (3º); Danilson (9º, 11º); Jairo; Márcio; Evandro (5º)
Vallejo, Carniça, Cavalão, Capitão Raí. Nomes, sobrenomes e alcunhas que, ao longo destes 15 anos, honraram (e alguns ainda honram) o nome da Junção. Bravas nomenclaturas que na base da raça imprimiram os principais traços identificatórios da Junção. Nomes que para sempre ecoarão pelos quatro cantos de La Juncianeira (uma singela homenagem ao maior e mais mítico estádio de todos os tempos, o La Bombonera). Nomes que lembram histórias pautadas em noites de carrinhadas, sangue e suor; em terças de fibras despedaçadas e músculos postos aos limites de suportabilidade.
Escrevo-lhes tudo isso para justificar o porquê de não podermos aceitar na Junção qualquer nome ou algo que o valha. Nomes, volto a frisar, são brasões, escudos, honrarias, histórias veladas de dores e alegrias por vitórias emblemáticas e derrotas contidas. Portanto, caros juncianeiros, ao menos da minha parte, quero deixar registrado que Cueca deve ser um nome veementemente proibido de sequer ser proferido na Junção, sob pena de estarmos praticando blasfêmia contra todos os deuses juncianeiros. Será uma desonra inominável a Simon Bolívar, General – mor da Junção. Se permitirmos que tal nomenclatura passe a fazer parte de nossa história, estaremos sendo coniventes com o futebol arte, o de firulas e circense, uma praga que dizimou grande parte do potente futebol aguerrido e de resultados, o que procuramos ardentemente praticar na Junção.
Tudo isso escrito para dizer que o Cueca – ao menos na Junção – será chamado, e assim reconhecido, por, simplesmente, Márcio, seu nome de batismo.
Seu nome tem que condizer com suas credenciais, mostradas nesta sua estréia: marcação forte, bom posicionamento e o mais interessante: o aguerrimento necessário para ser um juncianeiro.
Tratativas feitas, seja bem-vindo, (agora) Márcio!
O Amarelo começou arrasador. Jairo errou o passe e Veni (1º) avançou para abrir o placar: 1 a 0.
Em seguida, Diogo (2º) driblou a marcação e fuzilou Vilnei : 2 a 0.
Com Cristhain, Diogo e Veni inspirados, o Amarelo ensaiava uma vitória tranqüila. Contudo, aos poucos, o Bicolor ajustou seu sistema defensivo e, ainda no primeiro tempo, igualou o marcador em 2 a2, com gols de Marcelo (3º - pegou de primeira um cruzamento de escanteio) e de Diogo (4º - contra, após confusão na área).
Na etapa final, Evandro (5º) colocou seu time na frente. Em drible seco, bateu forte no contrapé de Everton: 3 a 2.
O Amarelo tratou de se mexer. Furar o bloqueio azul era uma tarefa difícil. Vileni, Marcelo e Márcio fechavam um forte triângulo defensivo. O jeito foi apelar para a jogada individual. Assim, Veni (6º) passou por dois antes de soltar o canudo no ângulo de Vilnei: 3 a 3. Depois, em passe de Veni, Diogo (7º) mandou de primeira, virando o placar.
Vencendo por 4 a 3, os Amarillos retomaram as ações ofensivas do jogo. Após boa jogada de cristhain, Fabiano (8º), com muita calma, engana adversário e bate forte no canto: 5 a 3.
Danilson (9º), até então apagado, arrisca chute forte no canto baixo de Everton: 5 a 4.
Mas quando o Bicolor esboçou uma retomada, a defesa, o ponto forte do time, falhou na saída de bola e Fabiano (10º), após defesa parcial de Vilnei em chute de Cris, completou para as redes: 6 a 4.
O gol de Fabiano, já nos minutos finais da partida, esfriou o que seria a reação azul e preta. Danilson (11º) ainda marcou outra vez, numa falha de Everton. Depois, algumas defesas de Vilnei asseguraram o placar final em 6 a 5.
No confronto em que o Amarelo bateu o Bicolor, Márcio, de boa estréia, deixou os tempos de Cueca para trás e foi rebatizado na Junção de Márcio Guerreiro.
CRISTHIAN – 7,75
DIOGO 7,60
VENI – 7,25
VILNEI – 7,15
EVERTON – 6,95
MÁRCIO GUERREIRO – 6,75
FABIANO – 6,75
DANILSON – 6,60
MARCELO – 6,55
EVANDRO – 6,50
JAIRO – 6,40
FÁBIO – 6,00
Marcadores:
CRISTHIAN E DIOGO E A ESTREIA DE CUECA
A volta do Capitão Raí [Jogo 22 – 26/07/2011]
AMARELO 4X4 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Everton; Cristhian (2º, 4º, 5º); Diogo (8º); Marcelo; Charles
AZUL/PRETO: Vilnei; Fabiano (1º); Fábio (6º); Veni (3º, 7º); João Paulo
Poucas vezes ela, quando aqui abordada, foi levada em consideração. Por motivos distintos, muitas vezes, ela não teve força suficiente para se fazer efetiva. Ainda nesta temporada temos dois casos em que ela se fez presente. Num destes, Everton se beneficiou, fazendo-a plena e certeira. Em outro, com Ricardo, ela não se cumpriu, ficando apenas em mais uma de tantas outras tentativas. Agora, com Fabiano – o velho Capitão Raí – parece que ela virá se concretizar. Ou, ao menos dá ares de que assim o fará. Ela, a quem me refiro, é a Volta; a volta de antigos atletas a Junção.
Fabiano (1º) retornou com seu confundível estilo: marcação forte e entrega em campo. Foi importante sua atuação no disputado empate da noite. Por sinal, foi dele o primeiro gol da partida, que ocorreu após boa triangulação com João e Fábio. Seu chute não foi tão forte, mas o suficiente para Everton aceitar.
O jogo não foi marcado apenas pela volta de Fabiano. Cristhian esbanjou bom futebol. Foi disparado o melhor em quadra. Dos 4 gols de seu time, 3 foram dele.
Somente na segunda etapa é que Cristhian desencantou. No primeiro tempo bem que tentou, no entanto esbarrou na boa defesa adversária. O jeito foi insistir. Em jogada individual, então, Cristhian (2º) partiu pra cima de Fábio, tocou para o lado e fuzilou Vilnei, marcando um golaço: 1 a 1.
Em tabela com Fabiano, Veni (3º) bateu forte e pôs o Bicolor em vantagem outra vez: 2 a 1.
O empate e a virada do Amarelo vieram dos pés de Cristhian (4º e 5º). No lançamento de Everton, o craque da noite passou, com um meio balãozinho, de viagem por Veni na lateral direita e assim que a bola tocou o chão, bateu de primeira, acertando o ângulo de Vilnei. Outro belo gol do baixinho enfezado. O gol da virada foi de falta que Cris cobrou forte, da entrada da área, no canto onde Vilnei estava: 3 a 2.
Apelando para o abafa e se aproveitando da lesão de Diogo – este jogou desde o início descontado por conta de uma pequena distensão na coxa -, o AZ/PR foi só pressão. Ao Amarelo sobrou o contra-ataque como melhor arma efetiva.
Nestas condições, o Bicolor tomou a frente do marcador novamente. Em corte seco de Fábio (6º) no adversário para o meio, seguido de chute no contrapé de Everton, o time azul igualou em 3 a 3 o confronto.
A vitória parecia ser uma questão de tempo. Ainda mais depois que Veni (7º) engatou um contragolpe e um chute certeiros pra cima de Cabelo, recolocando sua equipe à frente do marcador: 4 a 3.
Entretanto, nos minutos finais da partida, Diogo (8º), que até então travara uma disputa especial com Vilnei, arriscou um chute de trás da linha da meia-cancha, obrigando ao arqueiro bicolor a se jogar ao encontro da bola. O desfecho do lance foi a falha crucial de Vilnei que a deixou passar entre seus braços e a trave esquerda. Diogo, assim, sorriu. Vilnei, então, lamentou. Fabiano voltou. E o empate em 4 a 4 é o que restou.
CRISTHIAN – 7,50
DIOGO – 6,85
VENI – 6,80
FÁBIO – 6,70
JOÃO PAULO – 6,55
FABIANO – 6,55
EVERTON 6,40
MARCELO – 6,30
VILNEI – 6,10
CHARLES 5,60
GOLS:
AMARELO: Everton; Cristhian (2º, 4º, 5º); Diogo (8º); Marcelo; Charles
AZUL/PRETO: Vilnei; Fabiano (1º); Fábio (6º); Veni (3º, 7º); João Paulo
Poucas vezes ela, quando aqui abordada, foi levada em consideração. Por motivos distintos, muitas vezes, ela não teve força suficiente para se fazer efetiva. Ainda nesta temporada temos dois casos em que ela se fez presente. Num destes, Everton se beneficiou, fazendo-a plena e certeira. Em outro, com Ricardo, ela não se cumpriu, ficando apenas em mais uma de tantas outras tentativas. Agora, com Fabiano – o velho Capitão Raí – parece que ela virá se concretizar. Ou, ao menos dá ares de que assim o fará. Ela, a quem me refiro, é a Volta; a volta de antigos atletas a Junção.
Fabiano (1º) retornou com seu confundível estilo: marcação forte e entrega em campo. Foi importante sua atuação no disputado empate da noite. Por sinal, foi dele o primeiro gol da partida, que ocorreu após boa triangulação com João e Fábio. Seu chute não foi tão forte, mas o suficiente para Everton aceitar.
O jogo não foi marcado apenas pela volta de Fabiano. Cristhian esbanjou bom futebol. Foi disparado o melhor em quadra. Dos 4 gols de seu time, 3 foram dele.
Somente na segunda etapa é que Cristhian desencantou. No primeiro tempo bem que tentou, no entanto esbarrou na boa defesa adversária. O jeito foi insistir. Em jogada individual, então, Cristhian (2º) partiu pra cima de Fábio, tocou para o lado e fuzilou Vilnei, marcando um golaço: 1 a 1.
Em tabela com Fabiano, Veni (3º) bateu forte e pôs o Bicolor em vantagem outra vez: 2 a 1.
O empate e a virada do Amarelo vieram dos pés de Cristhian (4º e 5º). No lançamento de Everton, o craque da noite passou, com um meio balãozinho, de viagem por Veni na lateral direita e assim que a bola tocou o chão, bateu de primeira, acertando o ângulo de Vilnei. Outro belo gol do baixinho enfezado. O gol da virada foi de falta que Cris cobrou forte, da entrada da área, no canto onde Vilnei estava: 3 a 2.
Apelando para o abafa e se aproveitando da lesão de Diogo – este jogou desde o início descontado por conta de uma pequena distensão na coxa -, o AZ/PR foi só pressão. Ao Amarelo sobrou o contra-ataque como melhor arma efetiva.
Nestas condições, o Bicolor tomou a frente do marcador novamente. Em corte seco de Fábio (6º) no adversário para o meio, seguido de chute no contrapé de Everton, o time azul igualou em 3 a 3 o confronto.
A vitória parecia ser uma questão de tempo. Ainda mais depois que Veni (7º) engatou um contragolpe e um chute certeiros pra cima de Cabelo, recolocando sua equipe à frente do marcador: 4 a 3.
Entretanto, nos minutos finais da partida, Diogo (8º), que até então travara uma disputa especial com Vilnei, arriscou um chute de trás da linha da meia-cancha, obrigando ao arqueiro bicolor a se jogar ao encontro da bola. O desfecho do lance foi a falha crucial de Vilnei que a deixou passar entre seus braços e a trave esquerda. Diogo, assim, sorriu. Vilnei, então, lamentou. Fabiano voltou. E o empate em 4 a 4 é o que restou.
CRISTHIAN – 7,50
DIOGO – 6,85
VENI – 6,80
FÁBIO – 6,70
JOÃO PAULO – 6,55
FABIANO – 6,55
EVERTON 6,40
MARCELO – 6,30
VILNEI – 6,10
CHARLES 5,60
Marcadores:
CRISTHIAN E DIOGO E O RETORNO DE FABIANO
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