29/12/2009:
último jogo de 2009 confirmado.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Cancelamento de jogo
NÃO TEREMOS JOGO NESTA TERÇA-FEIRA, 22/12/2009.
DEIXAMOS PARA A PRÓXIMA TERÇA, QUEM SABE.
DEIXAMOS PARA A PRÓXIMA TERÇA, QUEM SABE.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Alex e Danilson
Alex,
favor mandar para meu email (fabioparisester@gmail.com) todas as fotos tiradas ontem em nossa confraternização. Pretendo postá-las o mais rápido possível.
PS: ficaram contigo ou com o Danilson as fotos de nossa confraternização do ano passado? Se estão com algum de vocês, peço que verifiques logo e, caso estejam por aí, mande-me juntamente com as deste ano.
favor mandar para meu email (fabioparisester@gmail.com) todas as fotos tiradas ontem em nossa confraternização. Pretendo postá-las o mais rápido possível.
PS: ficaram contigo ou com o Danilson as fotos de nossa confraternização do ano passado? Se estão com algum de vocês, peço que verifiques logo e, caso estejam por aí, mande-me juntamente com as deste ano.
Urgente: 2008
Bando,
com quem ficaram as fotos de nossa confraternização de 2008?
Só tenho as de 2007, já postadas no blog no início deste ano.
POr favor, quem as tem, favor mandá-las para meu email:
fabioparisester@gmail.com
com quem ficaram as fotos de nossa confraternização de 2008?
Só tenho as de 2007, já postadas no blog no início deste ano.
POr favor, quem as tem, favor mandá-las para meu email:
fabioparisester@gmail.com
Desfecho [Jogo 42 - 15/12/2009]
AMARELO 5X6 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; Charles [2º]; Marcelo; Jairo [10º]; Felipe [8º]; Fábio [4º]
Azul/Preto: Vilnei; Diogo [1º (contra), 5º]; Preto [3º, 9º]; Vander; Evandro [6º, 7º, 11º]; Veni
Não poderia ter sido melhor o jogo final de encerramento da temporada 2009. Impregnada pelo espírito da Junção, a partida foi eletrizante. Um duelo aguerrido no qual a vitória foi perseguida ao longo dos 60 minutos. Tanto os Azuis quanto os Amarelos desejavam encerrar o ano com uma vitória. A entrega nas divididas foi constante. A determinação dos jogadores foi emocionante. A raça aliada à técnica mais apurada foi o aspecto mais potente neste confronto, considerado um, senão o melhor, dos melhores de 2009. Esperamos que este espírito de determinação, garra, entrega sejam uma constante em 2010, e que cada vez mais a Junção cresça na alma de cada um que dela faça parte, sendo um de seus principais motivos de vida.
Contando com um time fisicamente melhor preparado, o Az/Pr teve, neste detalhe, seu maior trunfo. Os Amareillos tombaram somente no final, devido, em grande parte, por essa questão física. Cansados, não resistiram ao assédio do adversário. Começaram melhores, imprimindo um ritmo forte no desenvolvimento da partida. Felipe, em noite jamais vista em oportunidades anteriores, jogou muito. Infernizou a defesa rival. Em avanços agudos e frontais, partiu pra cima de seus oponentes, gerando um trabalho de contenção intenso por parte destes. No outro extremo, Alex também realizou uma performance marcante. Defendeu chutes cirúrgicos e à queima-roupa, além de praticar intervenções pontuais. Falhou, ao lado de Fábio, apenas num lance, no qual estava mal posicionado. Nada que tirasse seus méritos contundentes.
Em lançamento à frente, Felipe, em disputa com Vilnei, chutou, na sobra, ainda ao chão, rolou para Fábio, dentro da área, marcar, contudo, Diogo [1º (contra)], na tentativa de interceptar o passe, tocou para dentro das suas próprias redes: 1x0.
Fechado e se impondo com qualidade no ataque, o Amarelo ampliou para 2x0 o placar com um gol de Charles [2º] em lance provocado por Felipe que, ao bater forte, obrigou Vilnei a espalmar a bola para o lado, bem no local onde Charles se encontrava à espreita para, no rebote, marcar seu gol.
Em bom passe de calcanhar de Veni, Preto [3º] descontou em 2x1 o escore. Mas, em escanteio batido rápido por Charles, Fábio [4º], chegando de trás, sem marcação, tocou de pé direito no cantinho de Vilnei: 3x1.
No segundo tempo, o Az/Pr chegou à virada. Diogo [5º], ao apertar a saída de bola adversária, obrigou Fábio a se desfazer da bola (não podia mais tocá-la para Alex, pois já havia feito isto uma primeira vez) com um chutão pra cima, que, ao desviar no pé de Diogo, encontrou Alex fora do gol: 3x2. O empate azul nasceu de um contra-ataque puxado por Veni, que, ao desarmar Fábio no meio, rolou para Evandro [6º] bater forte na saída do goleiro amarelo: 3x3. O mesmo Evandro [7º] tratou de colocar seu time à frente do placar. Em cobrança de escanteio, este se antecipou a Charles e venceu Alex: 4x3.
Mesmo vencendo parcialmente o jogo, o Bicolor padecia com as fortes investidas inimigas. Vilnei, quando chamado, correspondeu à altura de seu bom futebol. Não tão exigido quanto Alex, Vilnei, quando acionado, foi seguro e firme. Em, no mínimo, dois lances cruciais de Fábio, salvou sua equipe de sofrer o empate. Só não conseguiu defender chute de Felipe [8º], que, ao amparar cruzamento para a área, estampou o 4x4 no placar.
Veni, explorando as boas chegadas de Preto [9º], escorou para este fuzilar Alex: 5x4
Já nos minutos finais de partida, Marcelo avançou com qualidade ao ataque e, em passe preciso, deixou Jairo [10°] em ótimas condições para marcar o gol de empate dos Amarillos: 5x5.
Já bastante cansados, os atletas amarelos davam sinais de ter atinjido seus limites físicos de suportabilidade. Sendo assim, o Bicolor conseguiu reunir forças suficientes para decretar sua vitória suada. Evandro [11º], quase um replay de seu gol anterior, em cobrança de escanteio, deslocou-se com agilidade dentro da área, livrando-se de Charles, que, não o acompanhando, chegou tarde para intervir no chute certeiro do artilheiro azul: 6x5.
Algumas outras tentativas amarelas foram feitas, contudo o Az/Pr soube valorizar e cadenciar a posse de bola, ficando, ao cabo do apito final, com a vitória.
Portanto, numa partida muito disputada, a Junção se despede de 2009 em alto estilo. Amarelos e Bicolores, ao longo deste ano, travaram grandes batalhas, jogando, acima de tudo, com suas vísceras. Coube a Evandro finalizar, com chave de ouro, o ano, assinalando o derradeiro gol de 2009.
No que pese todas as dificuldades por nós enfrentadas no decorrer desta temporada (uns saindo e depois voltando, outros se despedindo de vez, outros, ainda, não justificando seus abandonos, deixando-nos muitas vezes sem jogo), foi um ano em que valeu a pena. Como não se emocionar com o retorno (esperamos que agora seja definitivo) de Ricardo, um dos fundadores e ídolos da Junção? E de Joarez, que, também, quando do primeiro jogo da Junção lá estava? Por mal-entendidos quase perdemos dois ícones, um mais antigo (Jairo) e outro mais novo (Evandro)? O que dizer das atuações de nossos dois arqueiros? Maiorais em suas posições, um, Vilnei, uma legenda da Junção; outro, Alex, jovem e já fazendo sua história na Junção. Repatriamos Felipe, trouxemos Preto e Vander, boas aquisições técnicas e de companheirismo, sem falar na aposta em João Paulo, um intrépido torcedor.
Enfim, foi um ano suado e corrido. Agora é só comemorar e aguardar nossa próxima temporada de emoções e carrinhadas. Que venha 2010!
Gols:
Amarelo: Alex; Charles [2º]; Marcelo; Jairo [10º]; Felipe [8º]; Fábio [4º]
Azul/Preto: Vilnei; Diogo [1º (contra), 5º]; Preto [3º, 9º]; Vander; Evandro [6º, 7º, 11º]; Veni
Não poderia ter sido melhor o jogo final de encerramento da temporada 2009. Impregnada pelo espírito da Junção, a partida foi eletrizante. Um duelo aguerrido no qual a vitória foi perseguida ao longo dos 60 minutos. Tanto os Azuis quanto os Amarelos desejavam encerrar o ano com uma vitória. A entrega nas divididas foi constante. A determinação dos jogadores foi emocionante. A raça aliada à técnica mais apurada foi o aspecto mais potente neste confronto, considerado um, senão o melhor, dos melhores de 2009. Esperamos que este espírito de determinação, garra, entrega sejam uma constante em 2010, e que cada vez mais a Junção cresça na alma de cada um que dela faça parte, sendo um de seus principais motivos de vida.
Contando com um time fisicamente melhor preparado, o Az/Pr teve, neste detalhe, seu maior trunfo. Os Amareillos tombaram somente no final, devido, em grande parte, por essa questão física. Cansados, não resistiram ao assédio do adversário. Começaram melhores, imprimindo um ritmo forte no desenvolvimento da partida. Felipe, em noite jamais vista em oportunidades anteriores, jogou muito. Infernizou a defesa rival. Em avanços agudos e frontais, partiu pra cima de seus oponentes, gerando um trabalho de contenção intenso por parte destes. No outro extremo, Alex também realizou uma performance marcante. Defendeu chutes cirúrgicos e à queima-roupa, além de praticar intervenções pontuais. Falhou, ao lado de Fábio, apenas num lance, no qual estava mal posicionado. Nada que tirasse seus méritos contundentes.
Em lançamento à frente, Felipe, em disputa com Vilnei, chutou, na sobra, ainda ao chão, rolou para Fábio, dentro da área, marcar, contudo, Diogo [1º (contra)], na tentativa de interceptar o passe, tocou para dentro das suas próprias redes: 1x0.
Fechado e se impondo com qualidade no ataque, o Amarelo ampliou para 2x0 o placar com um gol de Charles [2º] em lance provocado por Felipe que, ao bater forte, obrigou Vilnei a espalmar a bola para o lado, bem no local onde Charles se encontrava à espreita para, no rebote, marcar seu gol.
Em bom passe de calcanhar de Veni, Preto [3º] descontou em 2x1 o escore. Mas, em escanteio batido rápido por Charles, Fábio [4º], chegando de trás, sem marcação, tocou de pé direito no cantinho de Vilnei: 3x1.
No segundo tempo, o Az/Pr chegou à virada. Diogo [5º], ao apertar a saída de bola adversária, obrigou Fábio a se desfazer da bola (não podia mais tocá-la para Alex, pois já havia feito isto uma primeira vez) com um chutão pra cima, que, ao desviar no pé de Diogo, encontrou Alex fora do gol: 3x2. O empate azul nasceu de um contra-ataque puxado por Veni, que, ao desarmar Fábio no meio, rolou para Evandro [6º] bater forte na saída do goleiro amarelo: 3x3. O mesmo Evandro [7º] tratou de colocar seu time à frente do placar. Em cobrança de escanteio, este se antecipou a Charles e venceu Alex: 4x3.
Mesmo vencendo parcialmente o jogo, o Bicolor padecia com as fortes investidas inimigas. Vilnei, quando chamado, correspondeu à altura de seu bom futebol. Não tão exigido quanto Alex, Vilnei, quando acionado, foi seguro e firme. Em, no mínimo, dois lances cruciais de Fábio, salvou sua equipe de sofrer o empate. Só não conseguiu defender chute de Felipe [8º], que, ao amparar cruzamento para a área, estampou o 4x4 no placar.
Veni, explorando as boas chegadas de Preto [9º], escorou para este fuzilar Alex: 5x4
Já nos minutos finais de partida, Marcelo avançou com qualidade ao ataque e, em passe preciso, deixou Jairo [10°] em ótimas condições para marcar o gol de empate dos Amarillos: 5x5.
Já bastante cansados, os atletas amarelos davam sinais de ter atinjido seus limites físicos de suportabilidade. Sendo assim, o Bicolor conseguiu reunir forças suficientes para decretar sua vitória suada. Evandro [11º], quase um replay de seu gol anterior, em cobrança de escanteio, deslocou-se com agilidade dentro da área, livrando-se de Charles, que, não o acompanhando, chegou tarde para intervir no chute certeiro do artilheiro azul: 6x5.
Algumas outras tentativas amarelas foram feitas, contudo o Az/Pr soube valorizar e cadenciar a posse de bola, ficando, ao cabo do apito final, com a vitória.
Portanto, numa partida muito disputada, a Junção se despede de 2009 em alto estilo. Amarelos e Bicolores, ao longo deste ano, travaram grandes batalhas, jogando, acima de tudo, com suas vísceras. Coube a Evandro finalizar, com chave de ouro, o ano, assinalando o derradeiro gol de 2009.
No que pese todas as dificuldades por nós enfrentadas no decorrer desta temporada (uns saindo e depois voltando, outros se despedindo de vez, outros, ainda, não justificando seus abandonos, deixando-nos muitas vezes sem jogo), foi um ano em que valeu a pena. Como não se emocionar com o retorno (esperamos que agora seja definitivo) de Ricardo, um dos fundadores e ídolos da Junção? E de Joarez, que, também, quando do primeiro jogo da Junção lá estava? Por mal-entendidos quase perdemos dois ícones, um mais antigo (Jairo) e outro mais novo (Evandro)? O que dizer das atuações de nossos dois arqueiros? Maiorais em suas posições, um, Vilnei, uma legenda da Junção; outro, Alex, jovem e já fazendo sua história na Junção. Repatriamos Felipe, trouxemos Preto e Vander, boas aquisições técnicas e de companheirismo, sem falar na aposta em João Paulo, um intrépido torcedor.
Enfim, foi um ano suado e corrido. Agora é só comemorar e aguardar nossa próxima temporada de emoções e carrinhadas. Que venha 2010!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Aviso
Para não esquecerem:
Faremos, nesta quarta-feira próxima, nosso encerramento de temporada. Para tanto lembro-lhes que teremos um Grenal, no qual é imprescindível que, tanto os gremistas quanto os colorados, levem, além de suas tradicionais vestimentas (Grêmio: manto sagrado tricolor e, de preferência, calção preto e meias brancas; Inter: camiseta vermelha e, preferencialmente, calções brancos e meias brancas ou vermelhas, à critério dos colorados) a tradicional garra e entrega da Junção, agora aliada ao time do coração. Lembro-lhes ainda que após o término do clássico teremos nossa tradicional festa de entrega dos prêmios para os melhores e piores do ano, além de sorteio de prêmios em forma de vale-presente de tradicional loja esportiva. Neste ano, diferente de outros, cada atleta irá pagar uma bagatela de R$ 5,00 para auxílio nas despesas dos aluguéis da quadra e das churrasqueiras. Recordo-lhes, também, que quem não atingiu, no mínimo, os 50% de participação nos jogos deste ano pagará o equivalente a R$ 10,00 para jogar e jantar. Quem for levar gente de fora (esposas, namoradas, amigas, amigos, malas, corneteiros, puxa-sacos, amantes, acompanhantes, papagaio, cachorro, etc.) peço que comunique hoje à noite, no último jogo do ano, para que façamos o levantamento dos comes e bebes necessários, sendo que estes (os anexos) também terão que pagar a quantia de R$ 10,00 por pessoa (já aviso agora para depois não ser mal interpretado).
Por ora, é isso. Entramos em contagem regressiva...
Faremos, nesta quarta-feira próxima, nosso encerramento de temporada. Para tanto lembro-lhes que teremos um Grenal, no qual é imprescindível que, tanto os gremistas quanto os colorados, levem, além de suas tradicionais vestimentas (Grêmio: manto sagrado tricolor e, de preferência, calção preto e meias brancas; Inter: camiseta vermelha e, preferencialmente, calções brancos e meias brancas ou vermelhas, à critério dos colorados) a tradicional garra e entrega da Junção, agora aliada ao time do coração. Lembro-lhes ainda que após o término do clássico teremos nossa tradicional festa de entrega dos prêmios para os melhores e piores do ano, além de sorteio de prêmios em forma de vale-presente de tradicional loja esportiva. Neste ano, diferente de outros, cada atleta irá pagar uma bagatela de R$ 5,00 para auxílio nas despesas dos aluguéis da quadra e das churrasqueiras. Recordo-lhes, também, que quem não atingiu, no mínimo, os 50% de participação nos jogos deste ano pagará o equivalente a R$ 10,00 para jogar e jantar. Quem for levar gente de fora (esposas, namoradas, amigas, amigos, malas, corneteiros, puxa-sacos, amantes, acompanhantes, papagaio, cachorro, etc.) peço que comunique hoje à noite, no último jogo do ano, para que façamos o levantamento dos comes e bebes necessários, sendo que estes (os anexos) também terão que pagar a quantia de R$ 10,00 por pessoa (já aviso agora para depois não ser mal interpretado).
Por ora, é isso. Entramos em contagem regressiva...
Uma vitória suada [Jogo 41 - 08/12/209]
AMARELO 7X8 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; Danilson [6º, 11º]; Veni [8º, 13º]; Marcelo [9º]; Fábio [14º]; Felipe [15º]
Azul/Preto: Vilnei; Vander [4º]; Evandro [1º, 5º, 7º]; Diogo [3º, 10º]; Jairo [2º]; Fabrício [12º]
Com tabelas envolventes e chegadas rápidas à frente, o Amarelo iniciou a partida ditando seu ritmo. Veni e Danilson aliaram as suas indiscutíveis técnicas uma potente sincronia, produzindo passes e deslocamentos perfeitos. Havia, no entanto, do outro, lado uma barreira quase intransponível, formada por um trio bem ajustado. Vander, Diogo e Evandro, especialmente no primeiro tempo, não permitiram uma vantagem maior por parte de seu tradicional inimigo. Por mais que tentassem - e muitas foram as investidas -, Veni, Danilson e Cia não conseguiram resultados mais efetivos.
Mas não só na defesa o Az/Pr construiu sua vitória. Seu ataque, pontual e certeiro, fez-se presente no momento certo. Evandro, além de prestar um auxílio fundamental ao sistema defensivo, foi quem agenciou as melhores oportunidades de gol do lado azul. Tanto que, de seus pés, nasceu o primeiro gol no clássico. Em tabela com Jairo, Evandro [1º] tocou e recebeu de volta, na medida exata, para, na saída de Alex, abrir o placar em 1x0. Detalhe: tanto neste como em alguns outros gols a presença e o passe perfeito de Jairo foram aspectos imprescindíveis na vitória azul e preta. Vitória que começava a se configurar mais definitiva logo após o golaço de Jairo [2º]. Reeditando o primeiro gol, só que desta vez em papéis contrários, Evandro bateu cruzado e Jairo, desvencilhando-se da marcação de Fábio, marcou de letra: 2x0.
O Amarelo seguiu criando, mas Vander e Diogo continuaram defendendo. Aliás, Diogo nesta partida fez uma de suas melhores - senão a melhor - participações na temporada. Sem apelar para o seu costumeiro excesso de individualismo, Diogo [3º] defendeu muito bem e atacou com precisão cirúrgica, explorando seu jogo pelos lados da quadra. O terceiro gol Bicolor foi assinalado por ele que, ao perceber a "ajeitada" de Evandro, logo após lateral batida por Vander, veio de trás, pela ala direita, e fuzilou Alex, ampliando em 3x0 o escore.
Sem acreditar no que acontecia, o Amarelo passou a apelar para o desespero. Desestruturado taticamente, forçou em demasia o jogo no individualismo. Resultado: Alex, ao sair do gol com a bola dominada, tentou, na ansiedade, lançar Danilson, porém Vander [4º] interceptou o lançamento e, vendo o goleiro adversário fora do gol, mandou, de seu campo de defesa, por cima, encobrindo Alex e coroando com um belo gol sua produtiva performance: 4x0.
Temendo o pior, os Amarillos se retraíram. Tentaram se configurar de outra forma, agora com Felipe cedendo seu lugar para Fábio, no intuito de reforçar a defesa. Acontece que nem mesmo a sorte queria estar ao lado destes. Isto ficou evidente quando, após um ataque puxado por Veni, Vander, novamente, interceptou-o de cabeça, mandando a bola pra frente e sobrando na medida para Evandro [5º] fuzilar Alex e ampliar em 5x0.
De tanto tentar, o Amarelo chegou lá. Danilson [6º], em jogada individual, da direita puxou para o meio, livrou-se de dois marcadores e bateu no canto inferior de Vilnei: 5x1.
Antes que o primeiro tempo encerrasse, a dupla azul voltou a funcionar. Em passe de Jairo, Evandro [7º], correndo nas costas de Veni, pegou de primeira, pintando um golaço nas redes de Alex: 6x1.
Ainda houve tempo nesta etapa para Veni [8º], num avanço solitário pelo meio, chutar forte e descontar em 6x2 o confronto.
Na etapa final, o Amarelo cresceu e o Az/Pr cansou. Impondo-se mais, por pouco não conseguiu reverter sua situação desfavorável. Se Jairo havia feito um gol de letra no primeiro tempo, Marcelo [9º], no segundo, não deixou por menos. Em passe de Danilson, o fixo amarelo se antecipou à zaga adversária e, de letra, descontou em 6x3o escore.
Uma luz vermelha de perigo se acendeu sobre a equipe Bicolor. Por sorte e méritos tal equipe ainda seguia se defendendo muito bem. Além disso, quando saía ao ataque, geralmente levava, no mínimo, preocupação ao seu rival. Quando não levava preocupação, levava gols ao adversário, tal qual o feito por Diogo [10º] que, girando sobre a marcação de Marcelo, venceu este, num primeiro momento, e, depois, Alex: 7x3.
Danilson [11º] mostrou a seus companheiros que a partida ainda não havia terminado quando, em um contra-ataque, diminuiu em 3 gols a diferença no placar: 7x4.
Fabrício [12º], contudo, aproveitando-se da desatenção de Fábio, recebeu cobrança de escanteio dentro da área, girou e bateu no canto do arqueiro amarelo, marcando um gol primordial, que faria toda a diferença no resultado final da partida: 8x4.
Quando tudo parecia se encaminhando para uma vitória tranquila da equipe Bicolor, eis que Veni [13º], em passe de Felipe, voltou a pôr fogo no clássico ao marcar o quinto gol amarelo, deixando em 8x5 o escore.
Nada estava definido. O Az/Pr passou a ser pressionado. Por méritos se manteve forte em seus propósitos defensivos. Comandados por Vander, asseguraram, à base de muito esforço e suor, o esmagamento adversário. Depois de escanteio batido, a bola foi espirrada bela defesa azul pra fora da área, e Danilson, de costas para o gol, escorou para Fábio [14º], vindo de trás, fuzilar Vilnei: 8x6.
Nem deu tempo suficiente para o Bicolor se ajustar porque, em seguida ao gol de Fábio, Danilson, de novo, avançou pela ala direita e, do fundo, centrou rasteiro para Felipe chegar chutando bola e tudo na dividida com Vilnei: 8x7.
Tivesse mais alguns minutos, o Amarelo, na base da pressão, teria, quiçá, no mínimo arrancado um empate deste confronto. A catimba de Vilnei aliada à raça coletiva Bicolor asseguraram, no final, a vitória azul e preta.
Gols:
Amarelo: Alex; Danilson [6º, 11º]; Veni [8º, 13º]; Marcelo [9º]; Fábio [14º]; Felipe [15º]
Azul/Preto: Vilnei; Vander [4º]; Evandro [1º, 5º, 7º]; Diogo [3º, 10º]; Jairo [2º]; Fabrício [12º]
Com tabelas envolventes e chegadas rápidas à frente, o Amarelo iniciou a partida ditando seu ritmo. Veni e Danilson aliaram as suas indiscutíveis técnicas uma potente sincronia, produzindo passes e deslocamentos perfeitos. Havia, no entanto, do outro, lado uma barreira quase intransponível, formada por um trio bem ajustado. Vander, Diogo e Evandro, especialmente no primeiro tempo, não permitiram uma vantagem maior por parte de seu tradicional inimigo. Por mais que tentassem - e muitas foram as investidas -, Veni, Danilson e Cia não conseguiram resultados mais efetivos.
Mas não só na defesa o Az/Pr construiu sua vitória. Seu ataque, pontual e certeiro, fez-se presente no momento certo. Evandro, além de prestar um auxílio fundamental ao sistema defensivo, foi quem agenciou as melhores oportunidades de gol do lado azul. Tanto que, de seus pés, nasceu o primeiro gol no clássico. Em tabela com Jairo, Evandro [1º] tocou e recebeu de volta, na medida exata, para, na saída de Alex, abrir o placar em 1x0. Detalhe: tanto neste como em alguns outros gols a presença e o passe perfeito de Jairo foram aspectos imprescindíveis na vitória azul e preta. Vitória que começava a se configurar mais definitiva logo após o golaço de Jairo [2º]. Reeditando o primeiro gol, só que desta vez em papéis contrários, Evandro bateu cruzado e Jairo, desvencilhando-se da marcação de Fábio, marcou de letra: 2x0.
O Amarelo seguiu criando, mas Vander e Diogo continuaram defendendo. Aliás, Diogo nesta partida fez uma de suas melhores - senão a melhor - participações na temporada. Sem apelar para o seu costumeiro excesso de individualismo, Diogo [3º] defendeu muito bem e atacou com precisão cirúrgica, explorando seu jogo pelos lados da quadra. O terceiro gol Bicolor foi assinalado por ele que, ao perceber a "ajeitada" de Evandro, logo após lateral batida por Vander, veio de trás, pela ala direita, e fuzilou Alex, ampliando em 3x0 o escore.
Sem acreditar no que acontecia, o Amarelo passou a apelar para o desespero. Desestruturado taticamente, forçou em demasia o jogo no individualismo. Resultado: Alex, ao sair do gol com a bola dominada, tentou, na ansiedade, lançar Danilson, porém Vander [4º] interceptou o lançamento e, vendo o goleiro adversário fora do gol, mandou, de seu campo de defesa, por cima, encobrindo Alex e coroando com um belo gol sua produtiva performance: 4x0.
Temendo o pior, os Amarillos se retraíram. Tentaram se configurar de outra forma, agora com Felipe cedendo seu lugar para Fábio, no intuito de reforçar a defesa. Acontece que nem mesmo a sorte queria estar ao lado destes. Isto ficou evidente quando, após um ataque puxado por Veni, Vander, novamente, interceptou-o de cabeça, mandando a bola pra frente e sobrando na medida para Evandro [5º] fuzilar Alex e ampliar em 5x0.
De tanto tentar, o Amarelo chegou lá. Danilson [6º], em jogada individual, da direita puxou para o meio, livrou-se de dois marcadores e bateu no canto inferior de Vilnei: 5x1.
Antes que o primeiro tempo encerrasse, a dupla azul voltou a funcionar. Em passe de Jairo, Evandro [7º], correndo nas costas de Veni, pegou de primeira, pintando um golaço nas redes de Alex: 6x1.
Ainda houve tempo nesta etapa para Veni [8º], num avanço solitário pelo meio, chutar forte e descontar em 6x2 o confronto.
Na etapa final, o Amarelo cresceu e o Az/Pr cansou. Impondo-se mais, por pouco não conseguiu reverter sua situação desfavorável. Se Jairo havia feito um gol de letra no primeiro tempo, Marcelo [9º], no segundo, não deixou por menos. Em passe de Danilson, o fixo amarelo se antecipou à zaga adversária e, de letra, descontou em 6x3o escore.
Uma luz vermelha de perigo se acendeu sobre a equipe Bicolor. Por sorte e méritos tal equipe ainda seguia se defendendo muito bem. Além disso, quando saía ao ataque, geralmente levava, no mínimo, preocupação ao seu rival. Quando não levava preocupação, levava gols ao adversário, tal qual o feito por Diogo [10º] que, girando sobre a marcação de Marcelo, venceu este, num primeiro momento, e, depois, Alex: 7x3.
Danilson [11º] mostrou a seus companheiros que a partida ainda não havia terminado quando, em um contra-ataque, diminuiu em 3 gols a diferença no placar: 7x4.
Fabrício [12º], contudo, aproveitando-se da desatenção de Fábio, recebeu cobrança de escanteio dentro da área, girou e bateu no canto do arqueiro amarelo, marcando um gol primordial, que faria toda a diferença no resultado final da partida: 8x4.
Quando tudo parecia se encaminhando para uma vitória tranquila da equipe Bicolor, eis que Veni [13º], em passe de Felipe, voltou a pôr fogo no clássico ao marcar o quinto gol amarelo, deixando em 8x5 o escore.
Nada estava definido. O Az/Pr passou a ser pressionado. Por méritos se manteve forte em seus propósitos defensivos. Comandados por Vander, asseguraram, à base de muito esforço e suor, o esmagamento adversário. Depois de escanteio batido, a bola foi espirrada bela defesa azul pra fora da área, e Danilson, de costas para o gol, escorou para Fábio [14º], vindo de trás, fuzilar Vilnei: 8x6.
Nem deu tempo suficiente para o Bicolor se ajustar porque, em seguida ao gol de Fábio, Danilson, de novo, avançou pela ala direita e, do fundo, centrou rasteiro para Felipe chegar chutando bola e tudo na dividida com Vilnei: 8x7.
Tivesse mais alguns minutos, o Amarelo, na base da pressão, teria, quiçá, no mínimo arrancado um empate deste confronto. A catimba de Vilnei aliada à raça coletiva Bicolor asseguraram, no final, a vitória azul e preta.
Por um fio; melhor, por um gol [Jogo 40 - 01/12/2009]
AMARELO 10X2 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Evandro; Danilson [1º, 3º, 5º, 9º, 1º]; Charles [2º, 7º, 8º]; Felipe [6º, 10º]; Vander
Azul/Preto: Alex; Veni; Joarez [12º]; Fábio; Ricardo; Marcelo [4º]; Fabrício
Joarez, eis o nome. Com o bico do tênis um desvio, um leve toque, suficiente para tirar Vilnei do lance e salvar seu time de igualar-se à segunda maior goleada (em diferença de gols) já acontecida na história da Junção. A segunda maior goleada da Junção, cujo placar foi de 10x1, ocorreu já há muito tempo, por volta de 2001 ou 2002 (a maior goleada da Junção aconteceu em maio de 2003, com um placar de 18x5). Portanto, um gol no término da partida, livrou àquele que teria sido o segundo escore mais vexatório da Junção em todos estes seus anos de existência: um 10x1.
Agora, alguns bons anos depois, surge Joarez, o predestinado. Num biquinho salvador livra seu time de se equiparar àquele que, num ano longíquo, levou 10x1.
Mas este é o final desta história que teve seu início com um passe de Charles para Danilson [1º], pela ala esquerda, avançar e chutar cruzado, marcando 1x0 a favor do Amarelo.
Desde os primeiros minutos de bola rolando, os Amarillos se postaram de uma maneira forte e extremamente marcadora no jogo. Com um goleiro em noite inspirada, Evandro de alma renovada (também, assim como Jairo, tinha dado um tempo à Junção), Charles motivado e Vander um legítimo gigante na defesa, não permitiram sequer uma mínima possibilidade de vitória por parte inimiga. Dominaram o embate do início ao fim, utilizando-se de muita aplicação tática e garra. Evandro, apesar de não ter anotado nenhum gol, participou de vários. Foi também um agenciador de raça e de motivação para seus companheiros, lutando sempre, até o apito final. Vilnei, por sua vez, foi sensacional. Defendeu muito. Charles foi presença forte na frente e Vander, atrás. Danilson foi, como na maioria das vezes, efetivo ao extremo, consolidando-se como nunca na artilharia da temporada. Do lado azul, a lesão de Ricardo (distensão na panturrilha) somada ao baixo rendimento de Veni, foram fatores preponderantes para o futebol apresentado por esta equipe. Não é um demérito à vitória justa e merecida do Amarelo, contra isso não há argumentação plausível. Talvez, tais aspectos desfavoráveis ao plantel Bicolor, justifiquem a goleada sofrida. Quanto ao resto, nada tira os méritos amarelados.
Ainda no primeiro tempo, em outra tabela entre Charles [2º] e Danilson, desta vez na entrada da área, este retribui àquele o passe do primeiro gol: 2xo.
Nas tentativas de furar o bloqueio defensivo formado por Vander, a bola espirrou e, num contra-ataque fulminante, Danilson [3º] estabeleceu o início da goleada: 3x0.
Apelando para as individualidades - visto que coletivamente estava difícil -, o Az/Pr descontou. Marcelo [4º] ganhou a dividida com Evandro no meio, avançou e conseguiu vencer Vilnei no canto baixo: 3x1.
Acontece que a reação azul e preta parou por aí, pois em seguida, Evandro lançou Danilson [5º], às costas de Marcelo, que, de cabeça, tocou para as redes de Alex, ampliando em 4x1.
Na etapa final o Amarelo permaneceu ditando o ritmo do jogo. Com investidas rápidas e certeiras, construiu um placar elástico, não permitindo ao seu tradicional adversário uma sorte maior.
Em jogada de Evandro, Vander fez a parede e Felipe [6º], pelo meio, chegou fuzilando Alex: 5x1.
Por mais que tentasse, o Az/Pr esbarrava na sólida defesa inimiga. Vilnei realizou, neste período, defesas sensacionais, não permitindo um melhor aproveitamento do rival. Nesta perspectiva, o Amarelo, em cobrança d efalta ensaiada, fez 6x1 através de Charles [7º]. O mesmo Charles [8º], que por sinal estava infernal, recebeu passe de Felipe e, de primeira, mandou no ângulo de Alex. Um golaço que deixava em 7x1 o placar.
O desespero começava a tomar conta da equipe Bicolor. As tentativas de contenção ao adversário não surtiam efeito, tampouco as de ataque. Para piorar a situação, sofreram um gol humilhante no qual Charles e Danilson [9º] trocaram passes de cabeça dentro da área, antes deste, também de cabeça, marcar 8x1. No embalo do momento, Felipe [10º], aproveitando rebote defensivo, assinalou 9x1. Na sequência, Danilson [11º] bateu e a bola, desviada em Marcelo, tirou Alex do lance: 10x1.
O que restava ao Az/Pr era a tentativa de, no mínimo, fazer um gol a fim de que o resultado final não fosse igual ao daquele famigerado de 2002 ou de 2003. E não é que conseguiu! O leve biquinho de Joarez, em passe de Fábio, foi o suficiente para desviar a trajetória da bola, tirando Vilnei do lance, e decretar (e salvar) oplacar final do clássico. Em noite de retorno, Joarez, com seu gol, ofuscou Evandro em sua volta.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Evandro; Danilson [1º, 3º, 5º, 9º, 1º]; Charles [2º, 7º, 8º]; Felipe [6º, 10º]; Vander
Azul/Preto: Alex; Veni; Joarez [12º]; Fábio; Ricardo; Marcelo [4º]; Fabrício
Joarez, eis o nome. Com o bico do tênis um desvio, um leve toque, suficiente para tirar Vilnei do lance e salvar seu time de igualar-se à segunda maior goleada (em diferença de gols) já acontecida na história da Junção. A segunda maior goleada da Junção, cujo placar foi de 10x1, ocorreu já há muito tempo, por volta de 2001 ou 2002 (a maior goleada da Junção aconteceu em maio de 2003, com um placar de 18x5). Portanto, um gol no término da partida, livrou àquele que teria sido o segundo escore mais vexatório da Junção em todos estes seus anos de existência: um 10x1.
Agora, alguns bons anos depois, surge Joarez, o predestinado. Num biquinho salvador livra seu time de se equiparar àquele que, num ano longíquo, levou 10x1.
Mas este é o final desta história que teve seu início com um passe de Charles para Danilson [1º], pela ala esquerda, avançar e chutar cruzado, marcando 1x0 a favor do Amarelo.
Desde os primeiros minutos de bola rolando, os Amarillos se postaram de uma maneira forte e extremamente marcadora no jogo. Com um goleiro em noite inspirada, Evandro de alma renovada (também, assim como Jairo, tinha dado um tempo à Junção), Charles motivado e Vander um legítimo gigante na defesa, não permitiram sequer uma mínima possibilidade de vitória por parte inimiga. Dominaram o embate do início ao fim, utilizando-se de muita aplicação tática e garra. Evandro, apesar de não ter anotado nenhum gol, participou de vários. Foi também um agenciador de raça e de motivação para seus companheiros, lutando sempre, até o apito final. Vilnei, por sua vez, foi sensacional. Defendeu muito. Charles foi presença forte na frente e Vander, atrás. Danilson foi, como na maioria das vezes, efetivo ao extremo, consolidando-se como nunca na artilharia da temporada. Do lado azul, a lesão de Ricardo (distensão na panturrilha) somada ao baixo rendimento de Veni, foram fatores preponderantes para o futebol apresentado por esta equipe. Não é um demérito à vitória justa e merecida do Amarelo, contra isso não há argumentação plausível. Talvez, tais aspectos desfavoráveis ao plantel Bicolor, justifiquem a goleada sofrida. Quanto ao resto, nada tira os méritos amarelados.
Ainda no primeiro tempo, em outra tabela entre Charles [2º] e Danilson, desta vez na entrada da área, este retribui àquele o passe do primeiro gol: 2xo.
Nas tentativas de furar o bloqueio defensivo formado por Vander, a bola espirrou e, num contra-ataque fulminante, Danilson [3º] estabeleceu o início da goleada: 3x0.
Apelando para as individualidades - visto que coletivamente estava difícil -, o Az/Pr descontou. Marcelo [4º] ganhou a dividida com Evandro no meio, avançou e conseguiu vencer Vilnei no canto baixo: 3x1.
Acontece que a reação azul e preta parou por aí, pois em seguida, Evandro lançou Danilson [5º], às costas de Marcelo, que, de cabeça, tocou para as redes de Alex, ampliando em 4x1.
Na etapa final o Amarelo permaneceu ditando o ritmo do jogo. Com investidas rápidas e certeiras, construiu um placar elástico, não permitindo ao seu tradicional adversário uma sorte maior.
Em jogada de Evandro, Vander fez a parede e Felipe [6º], pelo meio, chegou fuzilando Alex: 5x1.
Por mais que tentasse, o Az/Pr esbarrava na sólida defesa inimiga. Vilnei realizou, neste período, defesas sensacionais, não permitindo um melhor aproveitamento do rival. Nesta perspectiva, o Amarelo, em cobrança d efalta ensaiada, fez 6x1 através de Charles [7º]. O mesmo Charles [8º], que por sinal estava infernal, recebeu passe de Felipe e, de primeira, mandou no ângulo de Alex. Um golaço que deixava em 7x1 o placar.
O desespero começava a tomar conta da equipe Bicolor. As tentativas de contenção ao adversário não surtiam efeito, tampouco as de ataque. Para piorar a situação, sofreram um gol humilhante no qual Charles e Danilson [9º] trocaram passes de cabeça dentro da área, antes deste, também de cabeça, marcar 8x1. No embalo do momento, Felipe [10º], aproveitando rebote defensivo, assinalou 9x1. Na sequência, Danilson [11º] bateu e a bola, desviada em Marcelo, tirou Alex do lance: 10x1.
O que restava ao Az/Pr era a tentativa de, no mínimo, fazer um gol a fim de que o resultado final não fosse igual ao daquele famigerado de 2002 ou de 2003. E não é que conseguiu! O leve biquinho de Joarez, em passe de Fábio, foi o suficiente para desviar a trajetória da bola, tirando Vilnei do lance, e decretar (e salvar) oplacar final do clássico. Em noite de retorno, Joarez, com seu gol, ofuscou Evandro em sua volta.
Num jogo atípico, um retorno [Jogo 39 - 24/11/2009]
AMARELO 8X8 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Charles [16º]; Felipe; Erlon [8º]; Diogo [4º(contra); 12º, 13º]; Vander [1, 3º, 11º]
Azul/Preto: Fábio [14º]; Marcelo [2º(contra)]; Preto [5º, 7º, 9º, 15º]; Ricardo [6º]; Jairo [10º]
No pior jogo do ano, tivemos um aspecto que o tornou atípico: nem Vilnei, nem Alex, os goleiros foram Fábio e Charles. Os arqueiros oficiais, por questões profissionais, não puderam comparecer. Assim sendo, coube aos "goleiros suplentes" acima citados fazerem as substituições requeridas. O resultado foi desestimulante. Mas como ninguém se salvou tecnicamente nesta partida, os que menos comprometeram foram justamente os goleiros. Estes foram apenas uma parte de um contexto futeboliscamente pobre. O que salvou foi o retorno, como já havíamos antecipado anteriormente, de Jairo. O n+1, de volta à Junção, bem que tentou, mas também não conseguiu imprimir um ritmo mais aprimorado ao desenrolar do clássico. Obviamente que a tradicional vontade aliada à raça de vencer não faltaram; contudo, a técnica mais refinada e a inspiração mais contundente ficaram estagnadas, na expectativa de que alguém as socorressem. Fato que, infelizmente, não aconteceu.
A bizarrice começou cedo. Num chute de longa distância, Vander [1º] acertou um petardo no poste (Fábio ainda tocou na bola) que, ao retornar, bateu no rosto deste antes de entrar e abrir o placar em 1x0 a favor do Amarelo. Prosseguiu com Marcelo [2 - contra] que, ao tentar afastar um chute cruzado de Erlon, tocou para as próprias redes, ampliando em 2x0.
Tudo indicava que os Amarillos proporcionariam uma goleada histórica para cima de seus rivais, ainda mais depois que Vander [3º], ao receber passe lateral de Diogo, avançou livre para marcar 3x0. No entanto, aos poucos, o Az/Pr, explorando as saídas de Fábio do gol, encostou no placar, obrigando ao adversário a também promover bizarrices. Numa destas saídas, Fábio chutou cruzado e Diogo [4º], ao tentar afastar, deu uma rosca às avessas, tocando a bola para dentro de sua própria goleira: 3x1.
A reação Bicolor seguiu com Preto [5º] que, ao receber passe de Jairo, escolheu o canto antes de bater e descontar em 3x2, colocando números finais no placar do primeiro tempo.
Mal iniciou o segundo tempo e as grotescas falhas tomaram conta da partida. Na saída da meia-cancha, Ricardo [6º] puxou para a direita e mandou um chute rasteiro, fraco mas suficiente para Charles aceitar e deixar o escore empatado em 3x3.
Ainda muito aquém de uma partida boa, os times, errando muitos passes, seguiam, a duras penas, tentando um pouco de inspiração num território de transpiração. Pífias tentativas, pois o que tínhamos era a dureza de um confronto nada animador do ponto de vista técnico (mas quem afirmou que a Junção pauta seu futebol apenas em questões técnicas?).
Preto [7º], num raro momento de inspiração, concluiu, em bom passe de Ricardo, de biquinho, no contra-pé de Charles, virando em 4x3 o escore para os Azuis.
Para não ficar atrás de Charles, Fábio aceitou um chute mediano e de longe de Erlon. Gol que deixou o placar igualado em 4x4.
Num ritmo acelerado, porém nada plástico, a partida prosseguiu. Numa triangulação que envolveu Fábio, Jairo e Preto [9º], este, por último, tocou na saída de Charles, marcando 5x4.
Na sequência, em outra triangulação, Fábio rolou para Ricardo que, de primeira, acionou Jairo [10º] que, num chute de retorno à Junção, fez 6x4.
Em nova falha de Fábio, Vander [11º] descontou em 6x5 o clássico. Aproveitando-se do momento, Diogo [12º e 13º], em duas oportunidades, virou o escore em 7x6. No primeiro gol, passou por Preto e na saída de Fábio tocou por entre suas pernas. No outro, girou pra cima de Ricardo, bateu e, contando com a sorte, a bola voltou pra si, ficando cara-a-cara com o goleiro azul, não tendo dificuldade alguma em desviar a pelota deste.
Apesar do baixo nível técnico, o jogo foi bastante movimentado. Com esquemas táticos indefinidos, os times buscavam a qualquer preço o gol. Os goleiros-linha participaram ativamente da partida, apoiando seus colegas na elaboração das jogadas. Foi, então, que Fábio [14º], cansado de falhar, marcou o gol de empate (7x7) de sua equipe. Saindo de trás, após ter praticado uma boa defesa, foi passando por seus adversários e, antes de perder a bola, chutou forte, vencendo seu rival. Um bonito gol, sem dúvida alguma. Não satisfeito com seu gol, Fábio ainda deu passe para outro gol azul, desta vez anotado por Preto [15º] que, de primeira, aparou o lançamento de seu arqueiro. Golaço que deixava o escore em 8x7.
No finalzinho, no último lance do jogo, Charles [16º], que também havia falhado em alguns lances, redimiu-se, e, com a colaboração de Fábio, decretou, em chute da meia-cancha, o empate de 8x8 nesta atípica (e feia) partida. Eles (os goleiros) que, improvisados, falharam durante a bola rolando, foram, ao mesmo tempo, heróis e vilões, pois, assim como seus companheiros, tentaram honrar, acima de tudo, o nome da Junção. Portanto, na verdade, o que ficou deste clássico foi apenas uma certeza, melhor, duas: o indispensável retorno de Jairo e a qualidade insubstituível de nossos goleiros oficiais Vilnei e Alex. Quanta falta estes nos fazem, que o digam Charles e, principalmente, Fábio.
Gols:
Amarelo: Charles [16º]; Felipe; Erlon [8º]; Diogo [4º(contra); 12º, 13º]; Vander [1, 3º, 11º]
Azul/Preto: Fábio [14º]; Marcelo [2º(contra)]; Preto [5º, 7º, 9º, 15º]; Ricardo [6º]; Jairo [10º]
No pior jogo do ano, tivemos um aspecto que o tornou atípico: nem Vilnei, nem Alex, os goleiros foram Fábio e Charles. Os arqueiros oficiais, por questões profissionais, não puderam comparecer. Assim sendo, coube aos "goleiros suplentes" acima citados fazerem as substituições requeridas. O resultado foi desestimulante. Mas como ninguém se salvou tecnicamente nesta partida, os que menos comprometeram foram justamente os goleiros. Estes foram apenas uma parte de um contexto futeboliscamente pobre. O que salvou foi o retorno, como já havíamos antecipado anteriormente, de Jairo. O n+1, de volta à Junção, bem que tentou, mas também não conseguiu imprimir um ritmo mais aprimorado ao desenrolar do clássico. Obviamente que a tradicional vontade aliada à raça de vencer não faltaram; contudo, a técnica mais refinada e a inspiração mais contundente ficaram estagnadas, na expectativa de que alguém as socorressem. Fato que, infelizmente, não aconteceu.
A bizarrice começou cedo. Num chute de longa distância, Vander [1º] acertou um petardo no poste (Fábio ainda tocou na bola) que, ao retornar, bateu no rosto deste antes de entrar e abrir o placar em 1x0 a favor do Amarelo. Prosseguiu com Marcelo [2 - contra] que, ao tentar afastar um chute cruzado de Erlon, tocou para as próprias redes, ampliando em 2x0.
Tudo indicava que os Amarillos proporcionariam uma goleada histórica para cima de seus rivais, ainda mais depois que Vander [3º], ao receber passe lateral de Diogo, avançou livre para marcar 3x0. No entanto, aos poucos, o Az/Pr, explorando as saídas de Fábio do gol, encostou no placar, obrigando ao adversário a também promover bizarrices. Numa destas saídas, Fábio chutou cruzado e Diogo [4º], ao tentar afastar, deu uma rosca às avessas, tocando a bola para dentro de sua própria goleira: 3x1.
A reação Bicolor seguiu com Preto [5º] que, ao receber passe de Jairo, escolheu o canto antes de bater e descontar em 3x2, colocando números finais no placar do primeiro tempo.
Mal iniciou o segundo tempo e as grotescas falhas tomaram conta da partida. Na saída da meia-cancha, Ricardo [6º] puxou para a direita e mandou um chute rasteiro, fraco mas suficiente para Charles aceitar e deixar o escore empatado em 3x3.
Ainda muito aquém de uma partida boa, os times, errando muitos passes, seguiam, a duras penas, tentando um pouco de inspiração num território de transpiração. Pífias tentativas, pois o que tínhamos era a dureza de um confronto nada animador do ponto de vista técnico (mas quem afirmou que a Junção pauta seu futebol apenas em questões técnicas?).
Preto [7º], num raro momento de inspiração, concluiu, em bom passe de Ricardo, de biquinho, no contra-pé de Charles, virando em 4x3 o escore para os Azuis.
Para não ficar atrás de Charles, Fábio aceitou um chute mediano e de longe de Erlon. Gol que deixou o placar igualado em 4x4.
Num ritmo acelerado, porém nada plástico, a partida prosseguiu. Numa triangulação que envolveu Fábio, Jairo e Preto [9º], este, por último, tocou na saída de Charles, marcando 5x4.
Na sequência, em outra triangulação, Fábio rolou para Ricardo que, de primeira, acionou Jairo [10º] que, num chute de retorno à Junção, fez 6x4.
Em nova falha de Fábio, Vander [11º] descontou em 6x5 o clássico. Aproveitando-se do momento, Diogo [12º e 13º], em duas oportunidades, virou o escore em 7x6. No primeiro gol, passou por Preto e na saída de Fábio tocou por entre suas pernas. No outro, girou pra cima de Ricardo, bateu e, contando com a sorte, a bola voltou pra si, ficando cara-a-cara com o goleiro azul, não tendo dificuldade alguma em desviar a pelota deste.
Apesar do baixo nível técnico, o jogo foi bastante movimentado. Com esquemas táticos indefinidos, os times buscavam a qualquer preço o gol. Os goleiros-linha participaram ativamente da partida, apoiando seus colegas na elaboração das jogadas. Foi, então, que Fábio [14º], cansado de falhar, marcou o gol de empate (7x7) de sua equipe. Saindo de trás, após ter praticado uma boa defesa, foi passando por seus adversários e, antes de perder a bola, chutou forte, vencendo seu rival. Um bonito gol, sem dúvida alguma. Não satisfeito com seu gol, Fábio ainda deu passe para outro gol azul, desta vez anotado por Preto [15º] que, de primeira, aparou o lançamento de seu arqueiro. Golaço que deixava o escore em 8x7.
No finalzinho, no último lance do jogo, Charles [16º], que também havia falhado em alguns lances, redimiu-se, e, com a colaboração de Fábio, decretou, em chute da meia-cancha, o empate de 8x8 nesta atípica (e feia) partida. Eles (os goleiros) que, improvisados, falharam durante a bola rolando, foram, ao mesmo tempo, heróis e vilões, pois, assim como seus companheiros, tentaram honrar, acima de tudo, o nome da Junção. Portanto, na verdade, o que ficou deste clássico foi apenas uma certeza, melhor, duas: o indispensável retorno de Jairo e a qualidade insubstituível de nossos goleiros oficiais Vilnei e Alex. Quanta falta estes nos fazem, que o digam Charles e, principalmente, Fábio.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Confirmado!
Bando,
confirmado o dia 16/12, às 21h, na Arena Sports (junto ao Shopping Canoas), nosso encerramento de temporada.
Valores:
quadra: R$ 120,00;
aluguel da churrasqueira: R$ 20,00 até 20 pessoas; excedente, R$ 1,00 por pessoa (nestes valores estão inclusos limpeza do local, talheres, copos e pratos, e espetos).
Preparem as emoções, a noite promete!
PS: sugiro, como jogo final, um grenal bem pegado.
confirmado o dia 16/12, às 21h, na Arena Sports (junto ao Shopping Canoas), nosso encerramento de temporada.
Valores:
quadra: R$ 120,00;
aluguel da churrasqueira: R$ 20,00 até 20 pessoas; excedente, R$ 1,00 por pessoa (nestes valores estão inclusos limpeza do local, talheres, copos e pratos, e espetos).
Preparem as emoções, a noite promete!
PS: sugiro, como jogo final, um grenal bem pegado.
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