Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Dia do amigo? Que nada, foda-se o fair play! [Jogo 25 - 20/07/2010]
AMARELO 7X9 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Danilson [7º, 8º]; Cristiano [13º, 15º]; Erlon [6º, 9º]; Evandro [11º]
Azul/Preto: Alex; MArcelo [5º]; João Paulo [2º, 16º]; Veni [1º, 3º, 10º, 12º]; Fábio [14º]; CHarles [4º]
De início, cumprimentos, abraços e sorrisos. Ainda mais no dia de hoje, 20 de julho, dia do amigo. Isso só até o apito inicial, porque, logo depois, esqueça qualquer tipo de afago, de carinho ou de qualquer outra demonstração de afeto para com o outro, pois assim que foi dado o início da partida, Bicolores e Dourados passaram a nutrir um pelo outro uma rivalidade histórica. Ao invés de abraços, carrinhos; de afagos, divididas; palavras de conforto, xingamentos; ao invés de velhos amigos, tradicionais inimigos. Assim foi o dia 20 na Junção: disputado, guerreado e peleado.
No primeiro tempo, o Bicolor manteve o domínio das ações. Forte na marcação, não permitiu ao seu oponente maiores vantagens, fazendo 5x2 nesta etapa. Já no segundo tempo, o Amarelo reagiu com uma força ofensiva marcante. Foi pra cima com tudo, aproveitando-se também do cansaço físico de seu rival. Danilson, Evandro e Cristiano levaram, à meta defendida por Alex, muitos presentes... de grego! Foi um bombardeio sem fim mas que, no entanto, o Az/Pr soube suportar e sair de quadra com o trunfo da vitória.
Após três jogos com muita pouca emoção, este foi empolgante, digno de registro. Uma partida na qual o fair play - ato daqueles que glorificam e enaltecem o tal "futebol arte", civilizado e belo, em detrimento do verdadeiro Futebol Simulacro, aquele feito de paixão, entrega, raça, carrinhadas e sem fair play - não esteve presente, porque amizade só depois do apito final e fora das quatro linhas.
Veni (1º), que jogou muito, abriu o placar do confronto. Charles fez o pivô escorando a bola na direita onde Veni chegou batendo cruzado. Vilnei até que tentou, mas acabou soltando a bola: 1x0.
Num contra-ataque rápido, Veni, desa vez, lançou João Paulo que, ingresando pela ala esquerda, chegou afundando Vilnei e fazendo 2x0.
Enquanto que o Amarelo tentava encontrar seu melhor momento na partida, e isso passava por uma mudança radical em seu posicionamento defensivo, o Bicolor não baixava seu ritmo intenso e equilibrado de atacar e defender com equidade. Dessa forma, chegou aos 5x0, com gols de Veni, Charles e Marcelo.
O gol de Veni (3º) iniciou com um perfeito desarme de João Paulo sobre Erlon na meia-cancha. Sem titubear, o ala tricolor lançou Veni mais à frente que, por sua vez, deixou o próprio Erlon pra trás com um drible seco, batendo no contra-pé de Vilnei: 3x0. Os 4x0 chegaram com Charles (4º) que, de pivô, tocou e recebeu de Fábio para, em seguida, tocar na saída do arqueiro amarelo. Marcelo (5º), logo após o gol de Charles, ampliou o escore em 5x0 ao receber passe perfeito em profundidade de Fábio. Avançando pela ala direita, bateu forte, tirando do alcance de Vilnei.
O Amarelo iniciou sua reação ainda no primeiro tempo. Em cobrança de lateral, Evandro tocou para Erlon (6º), livre, descontar: 5x1. Este gol colocou os Dourados novamente no páreo. Adiantando a marcação, forçaram aos erros seu rival que, cansado, passou a fazer ligações diretas da defesa ao ataque, além de depender quase que exclusivamente de Veni na armação e condução de jogadas.
Ainda nesta etapa, ao final dela, Vilnei lançou com as mãos Danilson (7º) que, de costas para o gol adversário, tocou de cabeça na saída precipitada de Alex, descontando outra vez o placar: 5x2.
Na etapa final, o duelo foi marcado por muita intensidade na disputa de bola. Parquês se desprenderam da quadra, carrinhadas foram estampadas tal qual tatuagens no solo do campo de embate. A vida se fez presente em cada corpo suado pela batalha da vitória. Cãimbras foram sentidas, gemidos de dor foram ouvidos em cada chance desperdiçada, em cada bola chutada pra fora. Brados de alegria se desprenderam da garganta em cada defesa, em cada perna segura e firme surgida na destruição de uma posibilidade de gol. Enfim, nada de fair play, nada de firulas; apenas o mais belo som das divididas, carrinhos e dores de uma partida disputada na alma de cada um destes onze atletas.
Danilson (8º), na etapa final, barbarizou. Em jogada individual, deixou João Paulo jogado ao chão após drible desconcertante. Na sequência, avançou em linha reta ao gol, batendo no contra-pé de Alex: 5x3. Como se não bastasse esse belo gol, Danilson protagonizou outro lance sensacional. Aproveitando o descuido de Fábio, lançou às costas deste, Erlon (9º) que, ingressando pela direita, fuzilou Alex, descontando em 5x4 o confronto.
Marcelo, num momento de inspiração e desafogo, vislumbrou penetração de Veni pelo flanco direito. O passe foi certeiro e o chute de Veni (10º) também: 6x4.
Ainda assim e apesar do gol, o Bicolor estava sendo alvo de uma pressão contínua. A bola parecia queimar nos pés de seus homens. Fábio e João Paulo foram os que mais sentiram essa pressão e, consequentemente, os que mais falharam nesta etapa final. Por sorte, Veni, Alex, Marcelo e Charles compensaram as falhas destes dois companheiros com muita garra.
Num erro infantil, Fábio, ao cobrar uma falta, largou a bola nos pés de Cristiano que, rapidamente, serviu a Evandro (11º) para finalizar com maestria: 6x5.
Ares de emoção tomaram conta do jogo. Enquanto que o Amarelo era só ataque, o Az/Pr era só marcação e contagolpes. Eis que num destes, Veni (12º) escapou pela esquerda, deixou a marcação para trás, incluindo Alex, e, quase sem ângulo, tocou para as redes amarelas: 7x5.
Quem imaginava que este gol de Veni pudesse acalmar e até desanimar a reação dourada no jogo, enganou-se. Isso porque os Amarillos se impuseram ainda mais. Esqueceram de vez do sistema defensivo, deixando praticamente Vilnei de líbero. Numa bem elaborada triangulação entre Erlon, Evandro e Cristiano (13º), este arrematou para as redes de Alex, instalando o horror outra vez no adversário. Nada estava definido ainda: 7x6.
Foi então que Fábio (14º), quase que num último suspiro, tocou na frente para Charles que, em importante escorada, deixou a bola na medida para o fixo bicolor afundar Vilnei com um petardo de dor e raiva: 8x6.
Sem abdicar em nenhum momento de suas características ofensivas, o Amarelo não se deu por vencido e em passe forçado de Marcelo no meio, Cristiano (15º) ficou com a bola, avançou pra cima de Fábio, driblando-o e metendo no canto de Alex. Um bonito gol: 8x7.
Os minutos que se sucederam após o gol de Cristiano foram de extremo pavor e ansiedade. A qualquer momento o Amarelo podia empatar o jogo, ou, então, o Bicolor liquidar de vez com a partida. Alex foi fundamental nestes minutos finais: evitou, no mínimo, duas boas oportunidades de gol inimigo. O certo era que em 8x7 o confronto não terminaria.
Mas eis então que, assim como Fábio havia feito um pouco antes, João Paulo assim também o fez. De atuações comprometedoras neste segundo tempo, Fábio e João Paulo, em nome da garra juncianeira, foram letais ao rival no momento certo do clássico. Em jogada que se iniciou com Veni pela direita, passando por um meio corta-luz de Charles, chegando a João Paulo (16º) na esquerda, terminou num chute certeiro deste no canto baixo de Vilnei, seguido de um grito coletivo extravasado d'alma, um grito de vitória por uma conquista difícil e, o que é mais importante, sem auxílio de fair play.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Danilson [7º, 8º]; Cristiano [13º, 15º]; Erlon [6º, 9º]; Evandro [11º]
Azul/Preto: Alex; MArcelo [5º]; João Paulo [2º, 16º]; Veni [1º, 3º, 10º, 12º]; Fábio [14º]; CHarles [4º]
De início, cumprimentos, abraços e sorrisos. Ainda mais no dia de hoje, 20 de julho, dia do amigo. Isso só até o apito inicial, porque, logo depois, esqueça qualquer tipo de afago, de carinho ou de qualquer outra demonstração de afeto para com o outro, pois assim que foi dado o início da partida, Bicolores e Dourados passaram a nutrir um pelo outro uma rivalidade histórica. Ao invés de abraços, carrinhos; de afagos, divididas; palavras de conforto, xingamentos; ao invés de velhos amigos, tradicionais inimigos. Assim foi o dia 20 na Junção: disputado, guerreado e peleado.
No primeiro tempo, o Bicolor manteve o domínio das ações. Forte na marcação, não permitiu ao seu oponente maiores vantagens, fazendo 5x2 nesta etapa. Já no segundo tempo, o Amarelo reagiu com uma força ofensiva marcante. Foi pra cima com tudo, aproveitando-se também do cansaço físico de seu rival. Danilson, Evandro e Cristiano levaram, à meta defendida por Alex, muitos presentes... de grego! Foi um bombardeio sem fim mas que, no entanto, o Az/Pr soube suportar e sair de quadra com o trunfo da vitória.
Após três jogos com muita pouca emoção, este foi empolgante, digno de registro. Uma partida na qual o fair play - ato daqueles que glorificam e enaltecem o tal "futebol arte", civilizado e belo, em detrimento do verdadeiro Futebol Simulacro, aquele feito de paixão, entrega, raça, carrinhadas e sem fair play - não esteve presente, porque amizade só depois do apito final e fora das quatro linhas.
Veni (1º), que jogou muito, abriu o placar do confronto. Charles fez o pivô escorando a bola na direita onde Veni chegou batendo cruzado. Vilnei até que tentou, mas acabou soltando a bola: 1x0.
Num contra-ataque rápido, Veni, desa vez, lançou João Paulo que, ingresando pela ala esquerda, chegou afundando Vilnei e fazendo 2x0.
Enquanto que o Amarelo tentava encontrar seu melhor momento na partida, e isso passava por uma mudança radical em seu posicionamento defensivo, o Bicolor não baixava seu ritmo intenso e equilibrado de atacar e defender com equidade. Dessa forma, chegou aos 5x0, com gols de Veni, Charles e Marcelo.
O gol de Veni (3º) iniciou com um perfeito desarme de João Paulo sobre Erlon na meia-cancha. Sem titubear, o ala tricolor lançou Veni mais à frente que, por sua vez, deixou o próprio Erlon pra trás com um drible seco, batendo no contra-pé de Vilnei: 3x0. Os 4x0 chegaram com Charles (4º) que, de pivô, tocou e recebeu de Fábio para, em seguida, tocar na saída do arqueiro amarelo. Marcelo (5º), logo após o gol de Charles, ampliou o escore em 5x0 ao receber passe perfeito em profundidade de Fábio. Avançando pela ala direita, bateu forte, tirando do alcance de Vilnei.
O Amarelo iniciou sua reação ainda no primeiro tempo. Em cobrança de lateral, Evandro tocou para Erlon (6º), livre, descontar: 5x1. Este gol colocou os Dourados novamente no páreo. Adiantando a marcação, forçaram aos erros seu rival que, cansado, passou a fazer ligações diretas da defesa ao ataque, além de depender quase que exclusivamente de Veni na armação e condução de jogadas.
Ainda nesta etapa, ao final dela, Vilnei lançou com as mãos Danilson (7º) que, de costas para o gol adversário, tocou de cabeça na saída precipitada de Alex, descontando outra vez o placar: 5x2.
Na etapa final, o duelo foi marcado por muita intensidade na disputa de bola. Parquês se desprenderam da quadra, carrinhadas foram estampadas tal qual tatuagens no solo do campo de embate. A vida se fez presente em cada corpo suado pela batalha da vitória. Cãimbras foram sentidas, gemidos de dor foram ouvidos em cada chance desperdiçada, em cada bola chutada pra fora. Brados de alegria se desprenderam da garganta em cada defesa, em cada perna segura e firme surgida na destruição de uma posibilidade de gol. Enfim, nada de fair play, nada de firulas; apenas o mais belo som das divididas, carrinhos e dores de uma partida disputada na alma de cada um destes onze atletas.
Danilson (8º), na etapa final, barbarizou. Em jogada individual, deixou João Paulo jogado ao chão após drible desconcertante. Na sequência, avançou em linha reta ao gol, batendo no contra-pé de Alex: 5x3. Como se não bastasse esse belo gol, Danilson protagonizou outro lance sensacional. Aproveitando o descuido de Fábio, lançou às costas deste, Erlon (9º) que, ingressando pela direita, fuzilou Alex, descontando em 5x4 o confronto.
Marcelo, num momento de inspiração e desafogo, vislumbrou penetração de Veni pelo flanco direito. O passe foi certeiro e o chute de Veni (10º) também: 6x4.
Ainda assim e apesar do gol, o Bicolor estava sendo alvo de uma pressão contínua. A bola parecia queimar nos pés de seus homens. Fábio e João Paulo foram os que mais sentiram essa pressão e, consequentemente, os que mais falharam nesta etapa final. Por sorte, Veni, Alex, Marcelo e Charles compensaram as falhas destes dois companheiros com muita garra.
Num erro infantil, Fábio, ao cobrar uma falta, largou a bola nos pés de Cristiano que, rapidamente, serviu a Evandro (11º) para finalizar com maestria: 6x5.
Ares de emoção tomaram conta do jogo. Enquanto que o Amarelo era só ataque, o Az/Pr era só marcação e contagolpes. Eis que num destes, Veni (12º) escapou pela esquerda, deixou a marcação para trás, incluindo Alex, e, quase sem ângulo, tocou para as redes amarelas: 7x5.
Quem imaginava que este gol de Veni pudesse acalmar e até desanimar a reação dourada no jogo, enganou-se. Isso porque os Amarillos se impuseram ainda mais. Esqueceram de vez do sistema defensivo, deixando praticamente Vilnei de líbero. Numa bem elaborada triangulação entre Erlon, Evandro e Cristiano (13º), este arrematou para as redes de Alex, instalando o horror outra vez no adversário. Nada estava definido ainda: 7x6.
Foi então que Fábio (14º), quase que num último suspiro, tocou na frente para Charles que, em importante escorada, deixou a bola na medida para o fixo bicolor afundar Vilnei com um petardo de dor e raiva: 8x6.
Sem abdicar em nenhum momento de suas características ofensivas, o Amarelo não se deu por vencido e em passe forçado de Marcelo no meio, Cristiano (15º) ficou com a bola, avançou pra cima de Fábio, driblando-o e metendo no canto de Alex. Um bonito gol: 8x7.
Os minutos que se sucederam após o gol de Cristiano foram de extremo pavor e ansiedade. A qualquer momento o Amarelo podia empatar o jogo, ou, então, o Bicolor liquidar de vez com a partida. Alex foi fundamental nestes minutos finais: evitou, no mínimo, duas boas oportunidades de gol inimigo. O certo era que em 8x7 o confronto não terminaria.
Mas eis então que, assim como Fábio havia feito um pouco antes, João Paulo assim também o fez. De atuações comprometedoras neste segundo tempo, Fábio e João Paulo, em nome da garra juncianeira, foram letais ao rival no momento certo do clássico. Em jogada que se iniciou com Veni pela direita, passando por um meio corta-luz de Charles, chegando a João Paulo (16º) na esquerda, terminou num chute certeiro deste no canto baixo de Vilnei, seguido de um grito coletivo extravasado d'alma, um grito de vitória por uma conquista difícil e, o que é mais importante, sem auxílio de fair play.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Goleiros, estreia e dez bravos raçudos [Jogo 24 - 13/07/2010]
AZUL/PRETO 4X9 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Erlon [5º, 9º]; Cristiano [7º]; Fábio; João Paulo [13º]
Amarelo: Alex; Diogo [2º, 3º, 4º, 12º]; Evandro [6º, 10º]; Veni [1º]; Charles [8º, 11]
Após duas partidas sem os dois goleiros oficiais da Junção, voltamos a tê-los novamente por perto. Também presenciamos a uma estreia nova. Cristiano, primo de Evandro, alistou-se na Junção. Não foi "aquela performance" - até mesmo porque o jogo não foi lá um grande jogo e Cristiano atuou de abrigo, um heresia em se tratando de Junção -, mas o rapaz mostrou algumas qualidades, tais como colocação, domínio de bola e uma certa habilidade. Falta-lhe o espírito juncianeiro, mas isso com o tempo ele adquire - nem que seja à base da força. Mas nada foi mais potente do que a bravura destes 10 atletas. No dia mais frio do ano até agora, esses raçudos enfrentaram o frio intenso da noite para juntos mostrarem sua paixão pela Junção. Se a partida não foi espetacular, a coragem, a determinação e a garra destes 10 atletas foi digna de enaltecimentos. Foi, em última instância, um ato juncianeiro!
Quanto à bola rolando, o Amarelo dominou do início ao fim. O placar final de 9x4 só não foi maior porque o time dourado não forçou mais nas investidas, sendo, por vezes, displicente em alguns lances. Ao Az/Pr coube o destemor de, apesar da desvantagem técnica, lutar até o apito final.
Veni (1º), em jogada individual, passou por Fábio e bateu cruzado, abrindo o placar em 1 a 0. Envolvente na trama ofensiva, o Amarelo chegou aos 2 a 0 com Veni de pivô recebendo e tocando para Diogo (2º) avançar pela ala direita e bater por cima, na saída de Vilnei. O primeiro tempo terminou com outro gol de Diogo (3º), nascido em passe errado de Erlon, no qual Veni aproveitou e o repassou para Diogo marcar 3 a 0. Um forte golpe nas pretensões azuis, bem no momento que estes tentavam equilibrar a disputa.
A volta do intervalo não alterou muito a configuração dos times. O Amarelo seguiu, embora com menos intensidade, controlando as ações. Já o Bicolor permaneceu jogando pela honra. Em lance inusitado, João Paulo se esforçou para evitar a saída da bola pela lateral, mas, ao chegar ao meio, a bola ficou com Diogo (4º) que, na disputa com Fábio, levou vantagem: 4 a 0.
Finalmente o Az/Pr consegue fazer seu gol. Avançando a marcação, Fábio desarma Veni na intermediária e a bola sobra para Erlon (5º), livre na esquerda, bater forte: 4x1. Em nova falha defensiva, o Az/Pr vê Evandro (6º) fazer 5 a 1, depois de um bate-rebate na zaga azul e preta. De pênalti, Cristiano (7º), o estreante, descontou em 5 a 2 o placar. A penalidade máxima, só pra constar, foi uma falta de... Diogo, sempre ele, sobre Cristiano. Falta essa na qual o infrator protestou, afirmando, como sempre, não ter cometido o ato infracional.
Mal comemorou o gol, o Bicolor já sofreu outro. Num contra-ataque fulminante - João Paulo perdeu um gol incrível no lance anterior -, Veni tocou para Evandro que lançou Charles (8º) para fazer 6 a 2.
Em cobrança de falta, Cristiano escorou e Erlon (9º) mandou ver: 6x3. Acontece que Veni resolveu aprontar. Pela esquerda, deu um elástico fantástico pra cima de Erlon e, logo depois, centrou na medida para Evandro (10º) chegar completando: 7 a 3.
Em seguida, triangulação rápida entre Diogo, Veni e Charles (11º), na qual o último se desvencilhou de Erlon para aumentar em 8 a 3 o escore.
Jogando em ritmo de treino, Diogo (12º) ampliou em 9 a 3 o placar. Ainda houve tempo para João Paulo (13º) descontar, após chute de Cristiano e rebote de Alex. No entanto, não havia tempo suficiente para uma maior reação, e mesmo se tivésse o resultado talvez seria um escore bem mais elástico a favor dos Amarillos.
Em tese o que valeu mesmo foi a raça destes 10 bravos atletas perante o indomável minuano charrua que baixou sobre nossa capital gaúcha. Estes já grifaram seus nomes na História da Junção.
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Erlon [5º, 9º]; Cristiano [7º]; Fábio; João Paulo [13º]
Amarelo: Alex; Diogo [2º, 3º, 4º, 12º]; Evandro [6º, 10º]; Veni [1º]; Charles [8º, 11]
Após duas partidas sem os dois goleiros oficiais da Junção, voltamos a tê-los novamente por perto. Também presenciamos a uma estreia nova. Cristiano, primo de Evandro, alistou-se na Junção. Não foi "aquela performance" - até mesmo porque o jogo não foi lá um grande jogo e Cristiano atuou de abrigo, um heresia em se tratando de Junção -, mas o rapaz mostrou algumas qualidades, tais como colocação, domínio de bola e uma certa habilidade. Falta-lhe o espírito juncianeiro, mas isso com o tempo ele adquire - nem que seja à base da força. Mas nada foi mais potente do que a bravura destes 10 atletas. No dia mais frio do ano até agora, esses raçudos enfrentaram o frio intenso da noite para juntos mostrarem sua paixão pela Junção. Se a partida não foi espetacular, a coragem, a determinação e a garra destes 10 atletas foi digna de enaltecimentos. Foi, em última instância, um ato juncianeiro!
Quanto à bola rolando, o Amarelo dominou do início ao fim. O placar final de 9x4 só não foi maior porque o time dourado não forçou mais nas investidas, sendo, por vezes, displicente em alguns lances. Ao Az/Pr coube o destemor de, apesar da desvantagem técnica, lutar até o apito final.
Veni (1º), em jogada individual, passou por Fábio e bateu cruzado, abrindo o placar em 1 a 0. Envolvente na trama ofensiva, o Amarelo chegou aos 2 a 0 com Veni de pivô recebendo e tocando para Diogo (2º) avançar pela ala direita e bater por cima, na saída de Vilnei. O primeiro tempo terminou com outro gol de Diogo (3º), nascido em passe errado de Erlon, no qual Veni aproveitou e o repassou para Diogo marcar 3 a 0. Um forte golpe nas pretensões azuis, bem no momento que estes tentavam equilibrar a disputa.
A volta do intervalo não alterou muito a configuração dos times. O Amarelo seguiu, embora com menos intensidade, controlando as ações. Já o Bicolor permaneceu jogando pela honra. Em lance inusitado, João Paulo se esforçou para evitar a saída da bola pela lateral, mas, ao chegar ao meio, a bola ficou com Diogo (4º) que, na disputa com Fábio, levou vantagem: 4 a 0.
Finalmente o Az/Pr consegue fazer seu gol. Avançando a marcação, Fábio desarma Veni na intermediária e a bola sobra para Erlon (5º), livre na esquerda, bater forte: 4x1. Em nova falha defensiva, o Az/Pr vê Evandro (6º) fazer 5 a 1, depois de um bate-rebate na zaga azul e preta. De pênalti, Cristiano (7º), o estreante, descontou em 5 a 2 o placar. A penalidade máxima, só pra constar, foi uma falta de... Diogo, sempre ele, sobre Cristiano. Falta essa na qual o infrator protestou, afirmando, como sempre, não ter cometido o ato infracional.
Mal comemorou o gol, o Bicolor já sofreu outro. Num contra-ataque fulminante - João Paulo perdeu um gol incrível no lance anterior -, Veni tocou para Evandro que lançou Charles (8º) para fazer 6 a 2.
Em cobrança de falta, Cristiano escorou e Erlon (9º) mandou ver: 6x3. Acontece que Veni resolveu aprontar. Pela esquerda, deu um elástico fantástico pra cima de Erlon e, logo depois, centrou na medida para Evandro (10º) chegar completando: 7 a 3.
Em seguida, triangulação rápida entre Diogo, Veni e Charles (11º), na qual o último se desvencilhou de Erlon para aumentar em 8 a 3 o escore.
Jogando em ritmo de treino, Diogo (12º) ampliou em 9 a 3 o placar. Ainda houve tempo para João Paulo (13º) descontar, após chute de Cristiano e rebote de Alex. No entanto, não havia tempo suficiente para uma maior reação, e mesmo se tivésse o resultado talvez seria um escore bem mais elástico a favor dos Amarillos.
Em tese o que valeu mesmo foi a raça destes 10 bravos atletas perante o indomável minuano charrua que baixou sobre nossa capital gaúcha. Estes já grifaram seus nomes na História da Junção.
terça-feira, 20 de julho de 2010
O fim do inverno de Vilnei [Jogo 23 - 06/07/2010]
AZUL/PRETO 8X6 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Preto [6º, 7º, 11º, 14º]; Marcelo; Veni [2º, 8º]; Diogo [1º, 5º]
Amarelo: Charles; Vander; Danilson [3º, 9º, 13º]; Fábio; Evandro [4º, 10º, 12º]
Em outro jogo no qual a falta de um goleiro oficial foi sentida (Alex não compareceu), Charles defendeu com muito empenho a cor dourada de seu time. Por outro lado, Vilnei, que há muito não ganhava, viu seu momento de azar chegar ao fim. Seu time, o Az/Pr, saiu de quadra vitorioso.
Outro fator importante que ocorreu nesta partida foi a lesão de Diogo. Após uma dividida limpa com Fábio, Diogo levou a pior ao torcer o joelho direito. Sem suplentes, tanto de um lado quanto de outro, as equipes, de comum acordo, resolveram prosseguir a partida. Com isso, Vander saiu de quadra, deixando então a disputa com três jogadores de linha (mais o goleiro) para cada lado. O escore apontava 6x2 a favor do Bicolor quando Diogo se lesionou. Com um trio de cada lado, o clássico ficou aberto, desgastante e ainda mais corrido.
Por falar em corrido, a partida foi toda ofensiva. Desde o início as equipes partiram pra cima em busca do gol. Num passe mal de Fábio para Danilson, Diogo (1º) interviu no lance ficando de posse da bola na intermediária. Com o caminho livre, avançou e bateu no canto de Charles, abrindo o placar em 1x0.
O Bicolor ampliou com Veni (2º) que, após lançamento de Vilnei com a mão, dominou no meio, ajeitou para o pé direito e bateu no alto, tirando o arqueiro do lance: 2x0.
Num jogo aberto as oportunidades vão ocorrendo. De tanto tentar, o Amarelo chegou ao empate ainda na primeira etapa. Fábio, jogando uma boa partida, fez a marcação de seu time avançar. Dessa maneira, o ala-esquerdo amarelo cortou lançamento adversário na meia-cancha, acionando Danilson (3º) mais à frente. O resultado foi um belo chute do artilheiro da Junção no ângulo superior de Vilnei: 2x1.
Na cobranã de escanteio de Danilson, Evandro (4º) entrou como um raio pelo meio da defesa azul e, no segundo pau, chegou batendo forte, empatando o placar em 2x2.
No segundo tempo, a partida ainda estava muito equilibrada. Contudo, devido a, em grande parte, falhas individuais, o Amarelo levou a pior. Com quatro gols, o Bicolor chegou aos 6x2, encaminhando, dessa maneira, sua vitória.
Em contra-ataque fulminante, Veni lançou Diogo (5º) sozinho dentro da área para, de letra, tocar na saída de Charles: 3x2. Depois Preto (6º) desarmou Evandro na linha divisória da quadra, avançou e bateu forte: 4x2. Numa bela jogada amarela, Fábio peca no penúltimo passe. Na sequência, a bola sobra para um novo contragolpe bicolor, no qual, em chute despretencioso de Preto (7º), Charles, no alto, segura mas deixa a bola escapar no segundo tempo de sua defesa. Uma falha incrível: 5x2.
Para encerrar o momento, Charles tenta passe por cima, Veni intercepta e, sem perdão, fuzila o arqueiro amarelo: 6x2.
Logo depois acontece a lesão de Diogo. Para o Amarelo não ficar com um homem a mais, Vander sai do jogo. Assim, os espaços ficam maiores e os gols também. Os Amarillos crescem de produção. Passam a jogar mais com Charles. Fazem dois gols e encostam no placar. No primeiro, Charles avança com a bola dominada e, ao sofrer a marcação, toca para Danilson (9º) na ala direita de ataque dominar, levar e bater forte, rasteiro e cruzado: 6x3. Depois, num bate-rebate na área zul, a bola sobra generosamente para Evandro (10º) assinalar 6x4.
A reação amarela sofre um duro golpe quando, numa disputa de bola com Marcelo, Fábio, sem intenção alguma, "recua" a bola para seu arqueiro que, prontamente, pega com as mãos. Marcelo reclama muito e leva a falta cobrada em dois toques. Na cobrança, Evandro e Danilson batem cabeça e a bola fica livre para Preto (11º) marcar 7x4.
Apesar deste gol sofrido, os Amarillos se inflamam e partem para o tudo ou o nada. Em cobrança lateral forçada, Veni recua a bola na fogueira para Vilnei. Evandro (12º) se antecipa e, de biquinho, toca fora do alcance do arqueiro: 7x5.
Na pressão, o time dourado marca outra vez. Em jogada de Fábio, a bola chega até Danilson que, dentro da área, bate em cima de Vilnei. No rebote, Fábio enche o pé de fora da área mas Vilnei volta a praticar grande defesa. Até que, em novo rebote, Evandro (13º) completa para as redes: 7x6.
Não é preciso dizer que a partida ganhou ares de dramaticidade. Será que o Amarelo conseguiria heroicamente buscar o empate? Não seria dessa vez que Vilnei venceria? As respostas vieram num contra-ataque bicolor puxado por Marcelo no último lance do jogo. Conta-ataque que garantiu não só a vitória azul e preta mas também, depois de um bom tempo, um belo sorriso estampado na face de Vilnei. Marcelo toca para Preto (14º) completar e selar o escore do jogo em 8x6.
Mais do que uma vitória, o resultado positivo para Vilnei significou um recomeço e o fim de um longo inverno.
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Preto [6º, 7º, 11º, 14º]; Marcelo; Veni [2º, 8º]; Diogo [1º, 5º]
Amarelo: Charles; Vander; Danilson [3º, 9º, 13º]; Fábio; Evandro [4º, 10º, 12º]
Em outro jogo no qual a falta de um goleiro oficial foi sentida (Alex não compareceu), Charles defendeu com muito empenho a cor dourada de seu time. Por outro lado, Vilnei, que há muito não ganhava, viu seu momento de azar chegar ao fim. Seu time, o Az/Pr, saiu de quadra vitorioso.
Outro fator importante que ocorreu nesta partida foi a lesão de Diogo. Após uma dividida limpa com Fábio, Diogo levou a pior ao torcer o joelho direito. Sem suplentes, tanto de um lado quanto de outro, as equipes, de comum acordo, resolveram prosseguir a partida. Com isso, Vander saiu de quadra, deixando então a disputa com três jogadores de linha (mais o goleiro) para cada lado. O escore apontava 6x2 a favor do Bicolor quando Diogo se lesionou. Com um trio de cada lado, o clássico ficou aberto, desgastante e ainda mais corrido.
Por falar em corrido, a partida foi toda ofensiva. Desde o início as equipes partiram pra cima em busca do gol. Num passe mal de Fábio para Danilson, Diogo (1º) interviu no lance ficando de posse da bola na intermediária. Com o caminho livre, avançou e bateu no canto de Charles, abrindo o placar em 1x0.
O Bicolor ampliou com Veni (2º) que, após lançamento de Vilnei com a mão, dominou no meio, ajeitou para o pé direito e bateu no alto, tirando o arqueiro do lance: 2x0.
Num jogo aberto as oportunidades vão ocorrendo. De tanto tentar, o Amarelo chegou ao empate ainda na primeira etapa. Fábio, jogando uma boa partida, fez a marcação de seu time avançar. Dessa maneira, o ala-esquerdo amarelo cortou lançamento adversário na meia-cancha, acionando Danilson (3º) mais à frente. O resultado foi um belo chute do artilheiro da Junção no ângulo superior de Vilnei: 2x1.
Na cobranã de escanteio de Danilson, Evandro (4º) entrou como um raio pelo meio da defesa azul e, no segundo pau, chegou batendo forte, empatando o placar em 2x2.
No segundo tempo, a partida ainda estava muito equilibrada. Contudo, devido a, em grande parte, falhas individuais, o Amarelo levou a pior. Com quatro gols, o Bicolor chegou aos 6x2, encaminhando, dessa maneira, sua vitória.
Em contra-ataque fulminante, Veni lançou Diogo (5º) sozinho dentro da área para, de letra, tocar na saída de Charles: 3x2. Depois Preto (6º) desarmou Evandro na linha divisória da quadra, avançou e bateu forte: 4x2. Numa bela jogada amarela, Fábio peca no penúltimo passe. Na sequência, a bola sobra para um novo contragolpe bicolor, no qual, em chute despretencioso de Preto (7º), Charles, no alto, segura mas deixa a bola escapar no segundo tempo de sua defesa. Uma falha incrível: 5x2.
Para encerrar o momento, Charles tenta passe por cima, Veni intercepta e, sem perdão, fuzila o arqueiro amarelo: 6x2.
Logo depois acontece a lesão de Diogo. Para o Amarelo não ficar com um homem a mais, Vander sai do jogo. Assim, os espaços ficam maiores e os gols também. Os Amarillos crescem de produção. Passam a jogar mais com Charles. Fazem dois gols e encostam no placar. No primeiro, Charles avança com a bola dominada e, ao sofrer a marcação, toca para Danilson (9º) na ala direita de ataque dominar, levar e bater forte, rasteiro e cruzado: 6x3. Depois, num bate-rebate na área zul, a bola sobra generosamente para Evandro (10º) assinalar 6x4.
A reação amarela sofre um duro golpe quando, numa disputa de bola com Marcelo, Fábio, sem intenção alguma, "recua" a bola para seu arqueiro que, prontamente, pega com as mãos. Marcelo reclama muito e leva a falta cobrada em dois toques. Na cobrança, Evandro e Danilson batem cabeça e a bola fica livre para Preto (11º) marcar 7x4.
Apesar deste gol sofrido, os Amarillos se inflamam e partem para o tudo ou o nada. Em cobrança lateral forçada, Veni recua a bola na fogueira para Vilnei. Evandro (12º) se antecipa e, de biquinho, toca fora do alcance do arqueiro: 7x5.
Na pressão, o time dourado marca outra vez. Em jogada de Fábio, a bola chega até Danilson que, dentro da área, bate em cima de Vilnei. No rebote, Fábio enche o pé de fora da área mas Vilnei volta a praticar grande defesa. Até que, em novo rebote, Evandro (13º) completa para as redes: 7x6.
Não é preciso dizer que a partida ganhou ares de dramaticidade. Será que o Amarelo conseguiria heroicamente buscar o empate? Não seria dessa vez que Vilnei venceria? As respostas vieram num contra-ataque bicolor puxado por Marcelo no último lance do jogo. Conta-ataque que garantiu não só a vitória azul e preta mas também, depois de um bom tempo, um belo sorriso estampado na face de Vilnei. Marcelo toca para Preto (14º) completar e selar o escore do jogo em 8x6.
Mais do que uma vitória, o resultado positivo para Vilnei significou um recomeço e o fim de um longo inverno.
Sem maiores resistências [Jogo 22 - 29/06/2010]
AMARELO 9X6 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Fábio [11º]; Vander [3º]; Charles [1º, 5º, 7º]; Veni [2º, 8º, 14º]; Marcelo
Azul/Preto: Alex; Diogo [4º, 9º - contra]; Preto [13º]; Evandro [6º, 10º, 12º, 15º]
Em noite fria, um jogo morno. Com a impossibilidade de Vilnei atuar (sofreu um pequeno acidente de motocicleta), coube a Fábio e Vander fazerem as vezes de arqueiro da Junção. Os dois dividiram as funções de goleiro nesta partida. E, no que pese o improviso, saíram-se bem defendendo a meta dourada. O Amarelo venceu o confronto pelo placar de 9x6. Jogou melhor. Foi mais eficaz. Fábio saiu defendendo até os 3x1 a favor de seu time. Depois, até os 8x4, foi Vander quem assumiu o posto de número 1 do time amarelado, finalizando com Fábio nos minutos finais deste confronto.
Charles (1º), de boa atuação, abriu o placar ao receber passe de Veni e, de bico, ingressar pelo meio para bater no canto de Alex, marcando 1x0.
Em seguida, Veni (2º), pelo lado esquerdo de ataque, deixa João Paulo pra trás antes de bater por cima de Alex, ampliando em 2x0 o escore.
Não correndo maiores riscos, o Amarelo dominava com facilidade seu adversário. Num contra-ataque puxado por Veni (desarmou Diogo), este lançou Vander no lado direito que, em chute preciso, venceu Alex e fez 3x0.
O Az/Pr conseguiu descontar antes que o primeiro tempo se encerrasse. Preto, de pivô, recebeu passe na frente da área e, de costas para o gol, aparou para chute cruzado de Diogo (4º): 3x1.
Charles (5º), inspiradíssimo - tanto que nem quis saber do gol -, recebeu bola na ala direita e, de costas para o gol adversário, tocou de letra entre as pernas de João Paulo que lhe marcava, avançando livre para, na saída de Alex, bater em seu canto, fechando em 4x1 o placar do primeiro tempo.
Na etapa final, Vander, cansado, trocou com Fábio o posto de goleiro. Nenhuma outra mudança, no entanto, foi capaz de alterar a mesmice da partida. O Az/Pr seguiu sendo dominado por seu adversário. Até esboçou alguma reação maior, contudo o controle amarelo era notório e eficaz.
Em lançamento com as mãos de Alex, João Paulo, às costas de Charles, deslocou-se bem para escorar a bola na medida para Evandro (6º) pegar de primeira e descontar em 4x2 o placar.
Vander, apesar de estar no gol, saía com frequência de sua área com o intuito de auxiliar seus companheiros. Numa destas saídas tocou para Marcelo na direita. Este, tendo um corredor pela frente, avançou e, num passe perfeito, encontrou Charles (7º) entrando pelo lado oposto para, livre, marcar 5x2.
O mesmo Marcelo que a pouco havia feito a jogada do quinto gol de sua equipe, desarmou, na raça, um ataque importante adversário. Na sequência, puxou um contragolpe fulminante, culminando no gol de Veni (8º), o dos 6x2.
Para piorar a situação do Bicolor, Diogo (9º - contra), ao tentar cortar lançamento alto de Vander, tocou de cabeça para as próprias redes: 7x2.
Por estar sob controle a partida, o Amarelo passou a abusar da sorte. Dessa maneira, vacilou em alguns lances. Num destes, Evandro (10º) aproveitou passe certo de Vander para Veni e marcou: 7x3.
Em seguida, Diogo, em noite nada boa, comete pênalti. Fábio (11º) bate firme e faz 8x3.
Num chute cruzado, Evandro (12º) desconta em 8x4 e, acreditando numa virada, passa a incentivar seus companheiros. Preto (13º) acompanha a energia de Evandro e aproveitando passe apertado de Fábio (este voltou ao gol, trocando com Vander), marca outro gol para seu time: 8x5.
Acontece que, na saída de bola amarela do centro, logo após o gol de Preto, Veni (14º) arranca com entusiasmo, deixa Evandro pra trás e fuzila Alex: 9x5.
Ainda houve tempo para um último suspiro bicolor que, se não serviu muito para reversão do placar, serviu para Evandro (15º) ser agraciado como goleador da partida com 4 gols.
Assim, sem muito esforço, o Amarelo vence seu tradicional oponente, deixando para a próxima semana uma possível revanche.
Gols:
Amarelo: Fábio [11º]; Vander [3º]; Charles [1º, 5º, 7º]; Veni [2º, 8º, 14º]; Marcelo
Azul/Preto: Alex; Diogo [4º, 9º - contra]; Preto [13º]; Evandro [6º, 10º, 12º, 15º]
Em noite fria, um jogo morno. Com a impossibilidade de Vilnei atuar (sofreu um pequeno acidente de motocicleta), coube a Fábio e Vander fazerem as vezes de arqueiro da Junção. Os dois dividiram as funções de goleiro nesta partida. E, no que pese o improviso, saíram-se bem defendendo a meta dourada. O Amarelo venceu o confronto pelo placar de 9x6. Jogou melhor. Foi mais eficaz. Fábio saiu defendendo até os 3x1 a favor de seu time. Depois, até os 8x4, foi Vander quem assumiu o posto de número 1 do time amarelado, finalizando com Fábio nos minutos finais deste confronto.
Charles (1º), de boa atuação, abriu o placar ao receber passe de Veni e, de bico, ingressar pelo meio para bater no canto de Alex, marcando 1x0.
Em seguida, Veni (2º), pelo lado esquerdo de ataque, deixa João Paulo pra trás antes de bater por cima de Alex, ampliando em 2x0 o escore.
Não correndo maiores riscos, o Amarelo dominava com facilidade seu adversário. Num contra-ataque puxado por Veni (desarmou Diogo), este lançou Vander no lado direito que, em chute preciso, venceu Alex e fez 3x0.
O Az/Pr conseguiu descontar antes que o primeiro tempo se encerrasse. Preto, de pivô, recebeu passe na frente da área e, de costas para o gol, aparou para chute cruzado de Diogo (4º): 3x1.
Charles (5º), inspiradíssimo - tanto que nem quis saber do gol -, recebeu bola na ala direita e, de costas para o gol adversário, tocou de letra entre as pernas de João Paulo que lhe marcava, avançando livre para, na saída de Alex, bater em seu canto, fechando em 4x1 o placar do primeiro tempo.
Na etapa final, Vander, cansado, trocou com Fábio o posto de goleiro. Nenhuma outra mudança, no entanto, foi capaz de alterar a mesmice da partida. O Az/Pr seguiu sendo dominado por seu adversário. Até esboçou alguma reação maior, contudo o controle amarelo era notório e eficaz.
Em lançamento com as mãos de Alex, João Paulo, às costas de Charles, deslocou-se bem para escorar a bola na medida para Evandro (6º) pegar de primeira e descontar em 4x2 o placar.
Vander, apesar de estar no gol, saía com frequência de sua área com o intuito de auxiliar seus companheiros. Numa destas saídas tocou para Marcelo na direita. Este, tendo um corredor pela frente, avançou e, num passe perfeito, encontrou Charles (7º) entrando pelo lado oposto para, livre, marcar 5x2.
O mesmo Marcelo que a pouco havia feito a jogada do quinto gol de sua equipe, desarmou, na raça, um ataque importante adversário. Na sequência, puxou um contragolpe fulminante, culminando no gol de Veni (8º), o dos 6x2.
Para piorar a situação do Bicolor, Diogo (9º - contra), ao tentar cortar lançamento alto de Vander, tocou de cabeça para as próprias redes: 7x2.
Por estar sob controle a partida, o Amarelo passou a abusar da sorte. Dessa maneira, vacilou em alguns lances. Num destes, Evandro (10º) aproveitou passe certo de Vander para Veni e marcou: 7x3.
Em seguida, Diogo, em noite nada boa, comete pênalti. Fábio (11º) bate firme e faz 8x3.
Num chute cruzado, Evandro (12º) desconta em 8x4 e, acreditando numa virada, passa a incentivar seus companheiros. Preto (13º) acompanha a energia de Evandro e aproveitando passe apertado de Fábio (este voltou ao gol, trocando com Vander), marca outro gol para seu time: 8x5.
Acontece que, na saída de bola amarela do centro, logo após o gol de Preto, Veni (14º) arranca com entusiasmo, deixa Evandro pra trás e fuzila Alex: 9x5.
Ainda houve tempo para um último suspiro bicolor que, se não serviu muito para reversão do placar, serviu para Evandro (15º) ser agraciado como goleador da partida com 4 gols.
Assim, sem muito esforço, o Amarelo vence seu tradicional oponente, deixando para a próxima semana uma possível revanche.
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