AMARELO 6X7 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Charles; Vander (1º, 3º); Filipe; Cristhian; Cristiano (6º, 7º); Marcelo (9º, 11º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Veni (2º, 4º, 5º); Evandro (12º); Fabrício (8º); Preto (13º); Diogo (10º)
Relato os fatos descritos por Charles:
Jogo decidido no último lance do jogo com gol de Preto em chute cruzado.
Sem mais nada a declarar, dou por encerrado o relato do 11º embate do ano.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
JOGO 10 - 12/04/2011
AMARELO 8X5 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Diogo (4°); Marcelo (1º, 9º, 10º); Vander; Veni (6º, 11º); Filipe (7º, 13º)
AZUL/PRETO: Charles; Cristhian (3º, 5º, 8º); Cristiano; Evandro; Preto (2º, 12º); Fábio
Num chute cruzado, no primeiro minuto de bola rolando, Marcelo (1º) mandou a bola no ângulo da meta defendida por Charles. Um golaço que abria o marcador de um jogo que prometia muito.
O empate azul chegou pelos pés de Preto (2º) que aproveitou-se de descuido de Veni para roubar-lhe a bola e tocar na saída de Vilnei: 1 a 1.
Cristhian (3º), cobrando falta, mandou a bola pelo meio da barreira formada por Vilnei: 2 a 1.
Em penalidade máxima de Cristhian sobre Diogo (4º), este fez o gol do 2 a 2, e junto de Veni assumiu o protagonismo da partida.
Cristhian (5º), pegando rebote de defesa parcial de Vilnei, pôs novamente seu time à frente do marcador: 3 a 2.
No segundo tempo, logo nos minutos iniciais, Veni (6º) recebe a bola dentro da área, após bom lançamento de Vilnei, desvencilia-se da marcação de Fábio para bater cruzado e igualar em 3 a 3 o escore.
Com Vander e Marcelo segurando na defesa e Diogo e Veni saindo bem para o ataque, o Amarelo chegou à virada. Diogo cobrou lateral curto, quase um escanteio, Filipe (7º), de costas para a goleira, virou pra cima de Preto antes de bater no canto de Charles e deixar o placar em 4 a 3.
Num contra-ataque fulminante, o Bicolor voltou a igualar o placar. Evandro saiu pela direita, tocou para Cristiano na esquerda que, na cara de Vilnei, bateu em cima deste, mas, por sorte, Cristhian (8º) - na hora e lugar certos - ficou com o rebote: 4 a 4.
Nem deu tempo para comemoração, porque logo em seguida Preto perdeu disputa para Veni (num legítimo flashback, desta vez oposto, ao segundo gol da partida, quando o primeiro roubou a bola do segundo) que tocou para Marcelo (9º) anotar 5 a 4.
O mesmo Marcelo (10º), outro bom nome da noite, tornou-se, ao lado de seu rival Cristhian, goleador do clássico ao marcar pela terceira vez após passe de Vander: 6 a 4.
Quando quis esboçar reação, o Az/Pr sofreu outra vez. Diogo serviu e Veni (11º) não titubeou: 7 a 4.
O gol de Veni praticamente selou o destino do confronto. Faltando pouco mais de oito minutos para o término do jogo, a rede ainda foi balançada outras duas vezes [Preto (12º) e Filipe (13º)]. Entretanto àquela altura da partida o placar, com exceção de seus números, pouco haveria de ser mudado.
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Diogo (4°); Marcelo (1º, 9º, 10º); Vander; Veni (6º, 11º); Filipe (7º, 13º)
AZUL/PRETO: Charles; Cristhian (3º, 5º, 8º); Cristiano; Evandro; Preto (2º, 12º); Fábio
Num chute cruzado, no primeiro minuto de bola rolando, Marcelo (1º) mandou a bola no ângulo da meta defendida por Charles. Um golaço que abria o marcador de um jogo que prometia muito.
O empate azul chegou pelos pés de Preto (2º) que aproveitou-se de descuido de Veni para roubar-lhe a bola e tocar na saída de Vilnei: 1 a 1.
Cristhian (3º), cobrando falta, mandou a bola pelo meio da barreira formada por Vilnei: 2 a 1.
Em penalidade máxima de Cristhian sobre Diogo (4º), este fez o gol do 2 a 2, e junto de Veni assumiu o protagonismo da partida.
Cristhian (5º), pegando rebote de defesa parcial de Vilnei, pôs novamente seu time à frente do marcador: 3 a 2.
No segundo tempo, logo nos minutos iniciais, Veni (6º) recebe a bola dentro da área, após bom lançamento de Vilnei, desvencilia-se da marcação de Fábio para bater cruzado e igualar em 3 a 3 o escore.
Com Vander e Marcelo segurando na defesa e Diogo e Veni saindo bem para o ataque, o Amarelo chegou à virada. Diogo cobrou lateral curto, quase um escanteio, Filipe (7º), de costas para a goleira, virou pra cima de Preto antes de bater no canto de Charles e deixar o placar em 4 a 3.
Num contra-ataque fulminante, o Bicolor voltou a igualar o placar. Evandro saiu pela direita, tocou para Cristiano na esquerda que, na cara de Vilnei, bateu em cima deste, mas, por sorte, Cristhian (8º) - na hora e lugar certos - ficou com o rebote: 4 a 4.
Nem deu tempo para comemoração, porque logo em seguida Preto perdeu disputa para Veni (num legítimo flashback, desta vez oposto, ao segundo gol da partida, quando o primeiro roubou a bola do segundo) que tocou para Marcelo (9º) anotar 5 a 4.
O mesmo Marcelo (10º), outro bom nome da noite, tornou-se, ao lado de seu rival Cristhian, goleador do clássico ao marcar pela terceira vez após passe de Vander: 6 a 4.
Quando quis esboçar reação, o Az/Pr sofreu outra vez. Diogo serviu e Veni (11º) não titubeou: 7 a 4.
O gol de Veni praticamente selou o destino do confronto. Faltando pouco mais de oito minutos para o término do jogo, a rede ainda foi balançada outras duas vezes [Preto (12º) e Filipe (13º)]. Entretanto àquela altura da partida o placar, com exceção de seus números, pouco haveria de ser mudado.
terça-feira, 19 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
JOGO 9 - 05/04/2011
AZUL/PRETO 5X10 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Veni (6º, 7º); Fabrício; Cristhian; Preto (2º); Evandro; Jairo (11º); Vander (5º)
AMARELO: Charles; João Paulo; Marcelo; Filipe (1º, 3º, 4º, 10º); Cristiano (8º, 9º); Fábio (12º); Diogo (13º, 14º 15º)
Parece que a postagem referente ao jogo anterior (29/03/2011) incitou os jogadores a promoverem comentários aos montes. Isso que não falava diretamente sobre futebol, tampouco sobre a partida em questão. Mas o que importa é o movimento de escrita gerado pela postagem na qual Alex denominou de "psicologia reversa" (quem quiser saber seu significado leia em seu comentário).
Pois bem, voltando ao futebol, o confronto desta noite teve novamente Charles de goleiro (Alex segue lesionado) e destaques de Filipe (voltou a fazer uma boa partida) e Diogo (com sua velha "disposição" de sempre). Os dois, ao lado de Cristiano, formaram uma estrutura eficaz, atacando e defendendo com equilíbrio. Os demais jogadores amarelos também tiveram um bom desempenho, contribuindo, assim, para a límpida vitória de seu time.
Logo que a bola rolou, o Amarelo tomou a iniciativa das ações. Com triangulações rápidas, levava perigo à meta de Vilnei. De tanto insistir, abriu o marcador com Filipe (1º) que, após passe diagonal de Cristiano, teve que chutar duas vezes (na primeira Vilnei defendeu parcialmente) para fazer 1 a 0.
Aos poucos, no entanto, o Az/Pr equilibrou o jogo e Preto (2º), num lançamento despretensioso, contou com o corta-luz de Evandro para enganar Charles e deixar o placar igualado em 1 a 1.
A parceria Cristiano e Filipe (3º) voltou a funcionar. Em metida milimétrica de bola, o primeiro deixou o segundo na cara do gol para marcar 2 a 1.
Quando foi dada nova saída de bola ao centro, o Az/Pr voltou a sofrer um revés. Veni (desligado) passou mal a bola para Cristhian; Filipe (4º), ligado, roubou-a e ampliou em 3 a 1 o escore.
Apesar dos 3 a 1 contra, o Bicolor não jogava mal. As oportunidades eram criadas contudo não aproveitadas. Isto até Vander (5º), do meio da rua, arriscar e Charels, no golpe de vista, aceitar: 3 a 2.
O gol de Vnader reacendeu as possibilidades azuis. Numa das poucas vezes em que Diogo foi batido em disputa, Cristhian meteu, dentro da área, entre suas pernas e quando preparava o arremate final foi derrubado pelo mesmo: penalidade máxima. Veni (6º bateu e convereteu: 3 a 3.
No segundo tempo o Az/Pr, que havia encerrado a primeira etapa com uma leve vantagem, virou o placar em 4 a 3 através de um bonito gol. Após receber passe na frente, Jairo aparou e escorou na medida exata para petardo de Veni no ângulo de Charles: golaço.
Com dois gols de Cristiano (8º e 9º), o Amarelo retomou o controle do confronto. Ainda mais após falha de Fabrício que ao perder a bola para Filipe (10º) viu este ampliar em 6 a 4 o marcador.
Jairo (11º) representou o último suspiro bicolor na partida. Em chutão de Preto pra frente (aliviando perigo em sua área), a bola ganhou altura e Jairo, de costas para o gol adversário e entre Charles e Diogo, tocou, com a bola ainda no ar, de calcanhar para as redes. Um gol inusitado mas belo: 6 a 5.
Depois só deu Amarelo. Fábio (12º), ao receber lançamento de Charles pela ala esuqerda, matou no peito e fuzilou, quase sem ângulo, Vilnei: 7 a 5. Em seguida, num contra-ataque puxado por Cristiano, Diogo (13º), na carrinhada, quase se quebrou todo para marcar 8 a 5. Para completar sua boa performance, Diogo (14º e 15º) foi agraciado com mais dois gols - o último, logo depois do penúltimo, contou com o inteligente corta-luz de Cristiano -, selando a contagem em 10 a 5.
Para além do jogo fica aqui então a sugestão de que vocês, juncianeiros, sigam comentando as postagens, pois, dessa maneira, além de travarmos nossa batalha em tempo real e com a bola rolando, passaremos também a fazê-la no campo virtual com as palavras.
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Veni (6º, 7º); Fabrício; Cristhian; Preto (2º); Evandro; Jairo (11º); Vander (5º)
AMARELO: Charles; João Paulo; Marcelo; Filipe (1º, 3º, 4º, 10º); Cristiano (8º, 9º); Fábio (12º); Diogo (13º, 14º 15º)
Parece que a postagem referente ao jogo anterior (29/03/2011) incitou os jogadores a promoverem comentários aos montes. Isso que não falava diretamente sobre futebol, tampouco sobre a partida em questão. Mas o que importa é o movimento de escrita gerado pela postagem na qual Alex denominou de "psicologia reversa" (quem quiser saber seu significado leia em seu comentário).
Pois bem, voltando ao futebol, o confronto desta noite teve novamente Charles de goleiro (Alex segue lesionado) e destaques de Filipe (voltou a fazer uma boa partida) e Diogo (com sua velha "disposição" de sempre). Os dois, ao lado de Cristiano, formaram uma estrutura eficaz, atacando e defendendo com equilíbrio. Os demais jogadores amarelos também tiveram um bom desempenho, contribuindo, assim, para a límpida vitória de seu time.
Logo que a bola rolou, o Amarelo tomou a iniciativa das ações. Com triangulações rápidas, levava perigo à meta de Vilnei. De tanto insistir, abriu o marcador com Filipe (1º) que, após passe diagonal de Cristiano, teve que chutar duas vezes (na primeira Vilnei defendeu parcialmente) para fazer 1 a 0.
Aos poucos, no entanto, o Az/Pr equilibrou o jogo e Preto (2º), num lançamento despretensioso, contou com o corta-luz de Evandro para enganar Charles e deixar o placar igualado em 1 a 1.
A parceria Cristiano e Filipe (3º) voltou a funcionar. Em metida milimétrica de bola, o primeiro deixou o segundo na cara do gol para marcar 2 a 1.
Quando foi dada nova saída de bola ao centro, o Az/Pr voltou a sofrer um revés. Veni (desligado) passou mal a bola para Cristhian; Filipe (4º), ligado, roubou-a e ampliou em 3 a 1 o escore.
Apesar dos 3 a 1 contra, o Bicolor não jogava mal. As oportunidades eram criadas contudo não aproveitadas. Isto até Vander (5º), do meio da rua, arriscar e Charels, no golpe de vista, aceitar: 3 a 2.
O gol de Vnader reacendeu as possibilidades azuis. Numa das poucas vezes em que Diogo foi batido em disputa, Cristhian meteu, dentro da área, entre suas pernas e quando preparava o arremate final foi derrubado pelo mesmo: penalidade máxima. Veni (6º bateu e convereteu: 3 a 3.
No segundo tempo o Az/Pr, que havia encerrado a primeira etapa com uma leve vantagem, virou o placar em 4 a 3 através de um bonito gol. Após receber passe na frente, Jairo aparou e escorou na medida exata para petardo de Veni no ângulo de Charles: golaço.
Com dois gols de Cristiano (8º e 9º), o Amarelo retomou o controle do confronto. Ainda mais após falha de Fabrício que ao perder a bola para Filipe (10º) viu este ampliar em 6 a 4 o marcador.
Jairo (11º) representou o último suspiro bicolor na partida. Em chutão de Preto pra frente (aliviando perigo em sua área), a bola ganhou altura e Jairo, de costas para o gol adversário e entre Charles e Diogo, tocou, com a bola ainda no ar, de calcanhar para as redes. Um gol inusitado mas belo: 6 a 5.
Depois só deu Amarelo. Fábio (12º), ao receber lançamento de Charles pela ala esuqerda, matou no peito e fuzilou, quase sem ângulo, Vilnei: 7 a 5. Em seguida, num contra-ataque puxado por Cristiano, Diogo (13º), na carrinhada, quase se quebrou todo para marcar 8 a 5. Para completar sua boa performance, Diogo (14º e 15º) foi agraciado com mais dois gols - o último, logo depois do penúltimo, contou com o inteligente corta-luz de Cristiano -, selando a contagem em 10 a 5.
Para além do jogo fica aqui então a sugestão de que vocês, juncianeiros, sigam comentando as postagens, pois, dessa maneira, além de travarmos nossa batalha em tempo real e com a bola rolando, passaremos também a fazê-la no campo virtual com as palavras.
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
JOGO 8 - 29/03/2011

AMARELO 6X8 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Charles; Filipe (1º 2º); Fábio; Vander (9º); Veni (6º 14º); Diogo (8º, 12º -contra)
AZUL/PRETO: Vilnei; Cristiano (5º, 13º); Marcelo; Preto (4º, 7º, 10º, 11º); Evandro (3º); Jairo
Alejandro González Iñárritu. Eis o homem. Cineasta mexicano, autor da Trilogia do Caos (Amores Brutos, 21 Gramas e Babel). Um monstro, no sentido da potência criativa, na arte de registrar o peso da existência.
Biutiful, com essa grafia mesmo, novo filme de Iñárritu. Um soco no estômago. A grafia errada (o correto seria beautiful - "bonito" em inglês) tem um porquê. Biutiful é um drama que te sufoca até o último minuto. Pouca coisa escapa ilesa e bela deste movie. É um filme que expõem as entranhas daquelas coisas que estão à nossa frente diuturnamente e as quais fingimos não ver. Biutiful faz sangrar, coloca o dedo em nossas feridas expondo toda fragilidade de se estar vivo. Assim como a grafia errada, Biutiful é uma produção feia porém extremamente bela: eis o paradoxo da existência humana.
Bem, mas o que Biutiful tem a ver com a Junção?
É que a Junção, na maioria de seus jogos, é rude, feia e, no entanto, bela. Esta partida que hoje não vos relatarei é a prova concreta dessa minha premissa. A Junção é um paradoxo. É uma vida, literalmente, em jogo; melhor, vidas em jogo.
O oitavo confronto de 2011 parece ter sido produzido sob as lentes de Iñárritu. Poderia ser um epílogo de Biutiful. Poderia estampar seus créditos. Poucos rastros de esperança sobram nesta magnífica obra cinematográfica. Poucos resíduos de bom futebol sobraram do confronto entre Amarelos e Bicolores.
Assim como Uxbal, protagonista do filme, interpretado pelo excelente Javier Bardem (foto acima postada), que tal qual um herói trágico tenta garantir o futuro de seus dois filhos - única dimensão imaculada de sua vida -, vivendo numa Barcelona irreconhecível, de ruelas imundas e apartamentos mofados, sobrevivendo como intermediador de trabalhadores chineses e senegaleses que, por sua vez, sobrevivem através da fabricação de piratarias (trabalho informal seria um eufemismo para a escravidão contemporânea), os seus patrões e a polícia corrupta, nós, da Junção, também temos nossos dramas diários e reais para pelear.
Uxbal, além de ter que enfrentar a bipolaridade de sua ex-mulher e o envolvimento de seu irmão com o consumo de cocaína, se vê tendo que lutar contra dois inimigos invencíveis: um câncer terminal e a culpa por seus crimes de corrupção e de intermediação de trabalho escravo.
Perdoem-me, caros juncianeiros, minha falta de tato e de esperança, mas hoje este é o relato de nossa partida. Nada de descrição de gols e defesas importantes. Nada de Evandros, Venis, Pretos, Alexs, Cristianos. Somente a vida como ela é: imanente e nada platônica, portanto, biutiful.
sábado, 2 de abril de 2011
JOGO 7 – 22/03/2011
AMARELO 7X7 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Marcelo; Evandro (11º); Jairo (1º, 6º); Fábio; Veni (12º, 13º, 14º); João Paulo (3º)
AZUL/PRETO: Charles; Cristhian (7º, 8º); Cristiano; Diogo (2º, 10º); Fabrício (4º, 5º); Preto (9º); Filipe; Vander
No primeiro empate do ano, Veni roubou a cena do jogo e com valentia evitou a derrota de seu time. A partida eletrizante ganhou ares dramáticos em seus minutos finais quando, perdendo por 7 a 3, o Amarelo incrivelmente arrancou o empate com os três últimos gols marcados pelo seu ala, o melhor em quadra.
E foi de seus pés que o Amarelo abriu o marcador. Em ingresso forte pela direita, Veni bateu cruzado e Jairo (1º), que ainda não venceu neste ano, entrou de carrinho para marcar 1 a 0.
Diogo (2º), em chute de longe, surpreendeu Vilnei, deixando o placar empatado em 1 a 1.
Numa partida com poucos espaços, a bola parada fez a diferença – principalmente a favor do Amarelo. Veni sofreu e bateu a falta que espirrou na barreira e sobrou para João Paulo (3º), livre, empurrar para o gol: 2 a 1.
O empate e a virada bicolor ainda no primeiro tempo vieram pelos pés de Fabrício (4º e 5º), que dá sinais de estar recuperando sua melhor forma física e técnica. No primeiro gol, o do empate, Fabrício da direita puxou para o meio, tirando Veni e João Paulo, juntos, do lance, e mandou um balaço no ângulo de Vilnei. Um golaço! No segundo, o da virada, aproveitou passe de Filipe, que havia roubado a bola de Veni em saída pelo lado esquerdo.
Na etapa final o que estava bom ficou melhor ainda. Logo de início, João Paulo desarmou Preto no meio, avançou e serviu a Jairo (6º) que, novamente de carrinhada, atirou-se na bola para igualar em 3 a 3 o marcador.
Até então equilibrado, o confronto passou a ser de domínio Bicolor. Cristhian (7º), em chute rasteiro e de longe, contou com a “participação” de Vilnei para assinalar 4 a 3. O mesmo Cristhian (8º) tirou proveito da mal cobrança de lateral de Jairo ainda no ataque para, de posse da bola, conduzi-la até a entrada da área de Vilnei e tocá-la em sua saída: 5 a 3.
Atordoados, os Amarelos sofreram outros dois reveses. No primeiro, Preto (9º) entrou livre pelo meio da defesa e apenas escorou cobrança de escanteio de Diogo. No segundo, foi a vez de Diogo (10º) contar com a sorte, pois a boa jogada de Veni, que poderia ter resultada em gol, não só explodiu no travessão de Charles como também rolou para a frente até cair, a bola, nos pés de Diogo, que postado na linha divisória da quadra, mais para a esquerda, dominou, girou e bateu forte no canto baixo de Vilnei: 7 a 3.
Quando tudo parecia praticamente definido, eis que surge Veni, e tal qual um General Revolucionário, impunha de sua espada – neste caso de sua garra aguçada – para modificar o rumo da História – neste caso, do confronto. Mas antes há duas situações pontuais que contribuíram para esse fato: o gol de Evandro, que deu origem à reação, e a substituição do já esgotado (neste jogo) Jairo por Fábio, reconstituindo a defesa amarela.
Evandro (11º), que ultimamente tem compensado sua má forma técnica com muita raça, deu início à reviravolta no jogo. Ao roubar a bola de Filipe, encontrou espaço mínimo para um chute entre a defesa azul. Assim o fez. Assim o marcou. Foi o gol da reação: 7 a 4.
Com Fábio e Marcelo na defesa, Evandro e Veni ganharam maior liberdade. Como um legítimo Libertador, Veni (12º, 13º e 14º) assinalou três gols, decretando o empate de seu time nos minutos finais de jogo. Por sinal, o último destes gols, ocorreu cerca de um minuto antes do término da partida, em jogada ensaiada de falta.
Outra vez a Junção faz jus à Vida, mostrando que, assim como Nesta, Naquela é preciso fazer de seus jogos (dias), jogos (dias) de luta. Sempre.
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Marcelo; Evandro (11º); Jairo (1º, 6º); Fábio; Veni (12º, 13º, 14º); João Paulo (3º)
AZUL/PRETO: Charles; Cristhian (7º, 8º); Cristiano; Diogo (2º, 10º); Fabrício (4º, 5º); Preto (9º); Filipe; Vander
No primeiro empate do ano, Veni roubou a cena do jogo e com valentia evitou a derrota de seu time. A partida eletrizante ganhou ares dramáticos em seus minutos finais quando, perdendo por 7 a 3, o Amarelo incrivelmente arrancou o empate com os três últimos gols marcados pelo seu ala, o melhor em quadra.
E foi de seus pés que o Amarelo abriu o marcador. Em ingresso forte pela direita, Veni bateu cruzado e Jairo (1º), que ainda não venceu neste ano, entrou de carrinho para marcar 1 a 0.
Diogo (2º), em chute de longe, surpreendeu Vilnei, deixando o placar empatado em 1 a 1.
Numa partida com poucos espaços, a bola parada fez a diferença – principalmente a favor do Amarelo. Veni sofreu e bateu a falta que espirrou na barreira e sobrou para João Paulo (3º), livre, empurrar para o gol: 2 a 1.
O empate e a virada bicolor ainda no primeiro tempo vieram pelos pés de Fabrício (4º e 5º), que dá sinais de estar recuperando sua melhor forma física e técnica. No primeiro gol, o do empate, Fabrício da direita puxou para o meio, tirando Veni e João Paulo, juntos, do lance, e mandou um balaço no ângulo de Vilnei. Um golaço! No segundo, o da virada, aproveitou passe de Filipe, que havia roubado a bola de Veni em saída pelo lado esquerdo.
Na etapa final o que estava bom ficou melhor ainda. Logo de início, João Paulo desarmou Preto no meio, avançou e serviu a Jairo (6º) que, novamente de carrinhada, atirou-se na bola para igualar em 3 a 3 o marcador.
Até então equilibrado, o confronto passou a ser de domínio Bicolor. Cristhian (7º), em chute rasteiro e de longe, contou com a “participação” de Vilnei para assinalar 4 a 3. O mesmo Cristhian (8º) tirou proveito da mal cobrança de lateral de Jairo ainda no ataque para, de posse da bola, conduzi-la até a entrada da área de Vilnei e tocá-la em sua saída: 5 a 3.
Atordoados, os Amarelos sofreram outros dois reveses. No primeiro, Preto (9º) entrou livre pelo meio da defesa e apenas escorou cobrança de escanteio de Diogo. No segundo, foi a vez de Diogo (10º) contar com a sorte, pois a boa jogada de Veni, que poderia ter resultada em gol, não só explodiu no travessão de Charles como também rolou para a frente até cair, a bola, nos pés de Diogo, que postado na linha divisória da quadra, mais para a esquerda, dominou, girou e bateu forte no canto baixo de Vilnei: 7 a 3.
Quando tudo parecia praticamente definido, eis que surge Veni, e tal qual um General Revolucionário, impunha de sua espada – neste caso de sua garra aguçada – para modificar o rumo da História – neste caso, do confronto. Mas antes há duas situações pontuais que contribuíram para esse fato: o gol de Evandro, que deu origem à reação, e a substituição do já esgotado (neste jogo) Jairo por Fábio, reconstituindo a defesa amarela.
Evandro (11º), que ultimamente tem compensado sua má forma técnica com muita raça, deu início à reviravolta no jogo. Ao roubar a bola de Filipe, encontrou espaço mínimo para um chute entre a defesa azul. Assim o fez. Assim o marcou. Foi o gol da reação: 7 a 4.
Com Fábio e Marcelo na defesa, Evandro e Veni ganharam maior liberdade. Como um legítimo Libertador, Veni (12º, 13º e 14º) assinalou três gols, decretando o empate de seu time nos minutos finais de jogo. Por sinal, o último destes gols, ocorreu cerca de um minuto antes do término da partida, em jogada ensaiada de falta.
Outra vez a Junção faz jus à Vida, mostrando que, assim como Nesta, Naquela é preciso fazer de seus jogos (dias), jogos (dias) de luta. Sempre.
Assinar:
Comentários (Atom)
