AMARELO 9X9 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; Evandro [2º, 6º, 13º, 16º]; Veni [7º, 10º, 18º]; Charles; Fábio; Jairo [4º, 5º]
Azul/Preto: Vilnei; Marcelo [9º]; Danilson [11º, 15º, 17º]; Diogo; Vander [1º, 3º, 12º, 14º]; Preto [8º]; João Paulo
Numa partida de dois tempos distintos - o primeiro comandado pela equipe amarela e o segundo pelo time Az/Pr -, o que não faltou foram gols. Com Evandro e Veni concentrando em si as articulações e as jogadas da equipe amarela, não demorou muito para assumirem, ao lado de seus companheiros, o domínio da partida. Mesmo que o Az/Pr tenha largado na frente, logo no início do jogo, através de um petardo de Vander (1º), o time dourado não só equilibrou as ações como também passou a liderar o ritmo do confronto. Em lançamento de Alex com os pés, Evandro (2º) tocou de cabeça na saída equivocada de Vilnei, deixando o escore em 1x1. Em boa jogada de Diogo, este driblou Fábio dentro da área, bateu forte e no rebote da defesa de Alex, Vander (3º) completou para as redes: 2x1.
Finalmente o domínio amarelo se converteu em gols. Em novo lançamento de Alex por cima, Veni dominou e inverteu para Evandro, de cabeça, escorar na medida para Jairo (4º) empatar em 2x2. Mal sobrou tempo para o Bicolor se recompor do gol sofrido e Jairo (5º) já anotava outro. Em chute forte de Evandro, Vilnei fez defesa parcial e Jairo, num devir oportunista, pegou rebote para assinalar 3x2.
A dupla Veni e Evandro voltou a mostrar sua eficiência. Dessa vez Veni saiu driblando pelo meio, entrou área adentro e rolou para Evandro que, de costas para o gol, fez o pivô, escorando para Jairo bater prensado com um defensor rival. Na sequência, Evandro (6º) ficou com a bola livre para ampliar em 4x2.
Atônitos, os Azuis passaram a bater cabeça na defesa. Marcelo, em passe apertado na saída de bola, tentou tocar para Danilson, atravessando a bola, de uma ala à outra, pelo meio da área. Veni (7º), prevendo a oportunidade, interceptou o passe, fuzilando Vilnei antes que a bola chegasse até Danilson: 5x2.
O Az/Pr, aos poucos, passou a esboçar uma reação, que se fortaleceu apenas na etapa final. Em passe de Danilson, Preto (8º) bateu forte e rasteiro, descontando em 5x3 o escore. Depois Preto, pelo lado esquerdo, avistou a chegada em velocidade de Marcelo (9º) pela ala direita. O passe foi perfeito, e o chute cruzado também: 5x4.
Num descuido de marcação de Diogo, Veni (10º) se desvencilhou para, ao receber passe de lateral, bater forte no ângulo superior de Vilnei, selando em 6x4 o placar da primeira etapa.
No segundo tempo, as coisas mudaram. Mais ousado e correndo atrás do placar desfavorável, o Bicolor partiu pra cima. Em duas cruzadas para a área, chegou ao empate. Na primeira, João Paulo bateu lateral para dentro da área e Danilson (11º), em disputa de bola com Veni, levou a melhor, descontando em 6x5. Na segunda cruzada, Danilson bateu escanteio e Vander (12º), sozinho, entrou batendo, empatando em 6x6 o confronto.
Esse empate fez o Bicolor crescer de vez na partida. Jogando pra frente, o Az/Pr passou a explorar melhor a velocidade de Danilson. Dessa maneira, por pouco não saiu vencedor de quadra. Afirmo por pouco porque voltou a cometer erros infantis. Marcelo, dentro de sua área e na linha de fundo, tinha a bola dominada, mas demorou demais para passá-la. Sob pressão da marcação inimiga, recuou-a apertada para Vilnei que não conseguiu afastá-la, ficando para Evandro (13º) a tarefa fácil de interceptá-la no caminho e, de biquinho, tocar no cantinho do arqueiro azul: 7x6.
Mesmo falhando, o Bicolor era melhor nesta etapa final. O empate veio através de um pênalti sofrido por Danilson no momento em que ele se preparava para marcar e foi impedido, por uma carrinhada de Jairo, a fazê-lo. Diogo (14º), não desperdiçou: 7x7.
Em contra-ataque puxado por Diogo, este bateu forte mas Alex defendeu, espalmando pra frente. O rebote caiu nos pés de Danilson (15º) que não perdoou: 8x7.
Alex, funcionando como mais um jogador de linha, carregou a bola até o meio, passou para Jairo que, de primeira, tocou para Evandro (16º) bater e igualar o escore em 8x8
Em outro contragolpe o Az/Pr chegou a mais um gol. Danilson (17º), ao ver a bola sendo espirrada por sua defesa, dominou-a na intermediária e, partindo pra cima de Fábio, deixou este pra trás na linha divisória da quadra. Veni, na cobertura, tentou interceptar seu chute da ala esquerda em vão. A bola resvalou na perna de Veni antes de encontrar as redes de Alex: 9x8.
Quando se imaginava tudo decidido, eis que Fábio larga de trás e, feito um touro esvaecido, vai trombando com seus rivais até a bola sobrar na entrada da área para Veni (18º), no rebote, mandar um torpedaço no canto alto de Vilnei: 9x9.
Numa partida em que sobraram gols mas faltaram maiores emoções, Azuis e Amarelos celebraram o empate como uma não derrota. Ao menos por ora.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Diogo, cada vez mais o "velho Diogo da Junção" [Jogo 20 - 15/06/2010]
AZUL/PRETO 10X7 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Veni [2º, 10º, 16º, 17º]; João Paulo; Jairo [6º, 11º]; Vander; Diogo [3º, 5º, 9º, 15º]
Amarelo: Vilnei; Evandro [4º, 7º, 12º, 14º]; Preto [1º, 8º]; Charles; Fábio [13º]
Em outra noite inspirada, Diogo, mesmo voltando de lesão, foi o grande destaque da partida. Ao lado de Veni - outro que jogou muito -, o ala azul e preto marcou quatro vezes, sendo que todos golaços - três feitos na forma de petardos de fora da área, e outro na categoria - em lances construídos individualmente, após levar vantagem na disputa com seus adversários.
É fato também que a vitória Bicolor passou, além da boa atuação de Diogo, pelos pés de Veni, mentor incansável das principais jogadas de seu time. Foi também autor de quatro gols, sendo, ao lado de Diogo e Evandro, goleador da noite. Além das performances destes dois atletas azuis o cansaço amarelo foi outro fator importante no clássico. Cansados, os Amarillos não tiveram forças suficientes para frear o ímpeto ofensivo inimigo. Jogando sem suplentes tombaram, sobretudo, no segundo tempo, quando viram suas pretensões de, no mínimo, empatar o jogo irem por água abaixo. Se não fosse a atuação redentora de Vilnei (lembram seu jogo passado?), o placar final teria sido bem mais elástico.
Apesar disso, quem largou na frente foram os Amarelos. Em cobrança de escanteio, Charles centrou no meio da defesa para Preto (1º) brigar dentro da área com Veni pela bola e, ao vencer a disputa, bater no canto de Alex: 1x0.
Ainda nesta etapa, Veni e Diogo começaram a revelar os primeiros sinais daquilo que iriam apresentar na partida. Veni (2º) recebe bola no meio, livra-se da marcação de Evandro e manda uma bomba no canto inferior de Vilnei: 1x1. Em seguida, já tomando conta das ações, o Bicolor chegou à virada. Veni, outra vez, arquitetou a jogada e em metida fantástica de bola, deixou Diogo (3º) livre para, com categoria, entrar por trás da defesa e tocar por cima na saída de Vilnei: 2x1.
Num jogo bastante corrido, Preto forçou a marcação sobre Veni na meia-cancha, roubando a bola, mais uma vez, deste. No prosseguimento do lance, lançou Evandro (4º) na esquerda de ataque para que este, num chute cruzado, deixasse o placar igualado em 2x2.
Antes que o primeiro tempo se esgotasse, o Bicolor, dando indícios de sua superioridade técnica e física, marcou mais duas vezes. Veni, ficando com a bola afastada da defesa rival, dominou e bateu forte, porém Fábio conseguiu interceptar seu chute, rebatendo pra frente. Na sequência, Diogo (5º), de trás da linha divisória da cancha, aparou rebote e mandou um petardo no canto de Vilnei que ainda tentou ir nela mas não conseguiu evitar o gol dos 3x2. O próprio Veni iniciou a jogada do quarto gol azul ao ficar, após bate-rebate na defesa amarela, com a bola dominada pela ala direita e, da linha de fundo, centrar na medida para Jairo (6º), livre de marcação, apenas empurrar para as redes inimigas: 4x2.
Em seu melhor momento no jogo, o Amarelo conseguiu, por duas vezes, empatar a partida. Na primeira foi nos primeiros dez minutos de bola rolando na etapa final, quando Evandro (7º), em falha de João Paulo, armou contra-ataque e descontou em 4x3 o escore. A igualdade veio com Preto (8º) que, em chute de longe, beneficiou-se do corta-luz de Evandro que tirou Alex da jogada. A bola ainda resvalou na perna de João antes de entrar: 4x4. A segunda vez apareceu somente depois em que, já com Veni em quadra novamente, o Az/Pr voltou a abrir três gols de diferença. O primeiro destes, um golaço de Diogo (9º), seu segundo petardo de fora da área, no qual deixou Charles e Evandro pra trás antes de mandar no ângulo superior de Vilnei. Depois foi a vez de Veni (10º) anotar. Em tabela com Jairo, tocou e recebeu mais à frente. Evandro não acompanhou, ficando mais fácil para o craque do ano passado ampliar em 6x4 o escore. Para fechar a sequência dos três gols azuis, Veni, ao desarmar Charles, retribuiu passe anterior de Jairo (11º), deixando este na cara do gol: 7x4.
Foi aí então que, dando seu último fôlego no clássico, o Amarelo conseguiu, pela segunda vez na noite, igualar um resulatdo adverso. Em tabela de Preto e Evandro (12º), este bateu na saída de Alex, descontando em 7x5 o placar. A seguir, já na saída de centro, João Paulo vacilou, e Evandro rolou para Fábio (13º), com esmero, bater de pé esquerdo no canto de Alex: 7x6. O empate amarelo aconteceu num lance de pura raça, no qual Fábio brigou pela bola com Veni na intermediária de ataque. Na sobra, a bola ficou com Charles que, mesmo marcado, tocou para Evandro (14º) de joelho mesmo, na corrida, desviar do arqueiro bicolor: 7x7.
Não é preciso dizer que os Amarillos, após tanto sacrifício para buscar o empate, estavam fisicamente despedaçados. Sobressaiu-se, dessa forma, a melhor condição técnica e física do Az/Pr, que, com outros três gols, liquidou com a partida.
Diogo (15º), da ala direita, desvencilhou-se da marcação de Evandro, puxou para a meia-esquerda e, passando um pouco da meia-cancha, mandou ver outro de seus petardos indefensáveis, que estufaram as redes de Vilnei, deixando o jogo em 8x7.
Acusando o golpe, o Amarelo levou mais outros dois gols de Veni (16º e 17º). O primeiro de contra-ataque, no qual tabelou com Jairo antes de bater fora do alcance de Vilnei. E o último veio novamente em passe de Jairo, em outro contragolpe fulminante, no qual o pivô bicolor, da esquerda, cruzou para Veni pegar, pelo lado direito, na veia, selando o escore em 10x7.
Mesmo voltando de lesão, Diogo não se acanhou; bem pelo contrário, jogou demais, resgatando seu velho futebol de pegada e seriedade que o levou a garantir seu espaço na Junção.
Gols:
Azul/Preto: Alex; Veni [2º, 10º, 16º, 17º]; João Paulo; Jairo [6º, 11º]; Vander; Diogo [3º, 5º, 9º, 15º]
Amarelo: Vilnei; Evandro [4º, 7º, 12º, 14º]; Preto [1º, 8º]; Charles; Fábio [13º]
Em outra noite inspirada, Diogo, mesmo voltando de lesão, foi o grande destaque da partida. Ao lado de Veni - outro que jogou muito -, o ala azul e preto marcou quatro vezes, sendo que todos golaços - três feitos na forma de petardos de fora da área, e outro na categoria - em lances construídos individualmente, após levar vantagem na disputa com seus adversários.
É fato também que a vitória Bicolor passou, além da boa atuação de Diogo, pelos pés de Veni, mentor incansável das principais jogadas de seu time. Foi também autor de quatro gols, sendo, ao lado de Diogo e Evandro, goleador da noite. Além das performances destes dois atletas azuis o cansaço amarelo foi outro fator importante no clássico. Cansados, os Amarillos não tiveram forças suficientes para frear o ímpeto ofensivo inimigo. Jogando sem suplentes tombaram, sobretudo, no segundo tempo, quando viram suas pretensões de, no mínimo, empatar o jogo irem por água abaixo. Se não fosse a atuação redentora de Vilnei (lembram seu jogo passado?), o placar final teria sido bem mais elástico.
Apesar disso, quem largou na frente foram os Amarelos. Em cobrança de escanteio, Charles centrou no meio da defesa para Preto (1º) brigar dentro da área com Veni pela bola e, ao vencer a disputa, bater no canto de Alex: 1x0.
Ainda nesta etapa, Veni e Diogo começaram a revelar os primeiros sinais daquilo que iriam apresentar na partida. Veni (2º) recebe bola no meio, livra-se da marcação de Evandro e manda uma bomba no canto inferior de Vilnei: 1x1. Em seguida, já tomando conta das ações, o Bicolor chegou à virada. Veni, outra vez, arquitetou a jogada e em metida fantástica de bola, deixou Diogo (3º) livre para, com categoria, entrar por trás da defesa e tocar por cima na saída de Vilnei: 2x1.
Num jogo bastante corrido, Preto forçou a marcação sobre Veni na meia-cancha, roubando a bola, mais uma vez, deste. No prosseguimento do lance, lançou Evandro (4º) na esquerda de ataque para que este, num chute cruzado, deixasse o placar igualado em 2x2.
Antes que o primeiro tempo se esgotasse, o Bicolor, dando indícios de sua superioridade técnica e física, marcou mais duas vezes. Veni, ficando com a bola afastada da defesa rival, dominou e bateu forte, porém Fábio conseguiu interceptar seu chute, rebatendo pra frente. Na sequência, Diogo (5º), de trás da linha divisória da cancha, aparou rebote e mandou um petardo no canto de Vilnei que ainda tentou ir nela mas não conseguiu evitar o gol dos 3x2. O próprio Veni iniciou a jogada do quarto gol azul ao ficar, após bate-rebate na defesa amarela, com a bola dominada pela ala direita e, da linha de fundo, centrar na medida para Jairo (6º), livre de marcação, apenas empurrar para as redes inimigas: 4x2.
Em seu melhor momento no jogo, o Amarelo conseguiu, por duas vezes, empatar a partida. Na primeira foi nos primeiros dez minutos de bola rolando na etapa final, quando Evandro (7º), em falha de João Paulo, armou contra-ataque e descontou em 4x3 o escore. A igualdade veio com Preto (8º) que, em chute de longe, beneficiou-se do corta-luz de Evandro que tirou Alex da jogada. A bola ainda resvalou na perna de João antes de entrar: 4x4. A segunda vez apareceu somente depois em que, já com Veni em quadra novamente, o Az/Pr voltou a abrir três gols de diferença. O primeiro destes, um golaço de Diogo (9º), seu segundo petardo de fora da área, no qual deixou Charles e Evandro pra trás antes de mandar no ângulo superior de Vilnei. Depois foi a vez de Veni (10º) anotar. Em tabela com Jairo, tocou e recebeu mais à frente. Evandro não acompanhou, ficando mais fácil para o craque do ano passado ampliar em 6x4 o escore. Para fechar a sequência dos três gols azuis, Veni, ao desarmar Charles, retribuiu passe anterior de Jairo (11º), deixando este na cara do gol: 7x4.
Foi aí então que, dando seu último fôlego no clássico, o Amarelo conseguiu, pela segunda vez na noite, igualar um resulatdo adverso. Em tabela de Preto e Evandro (12º), este bateu na saída de Alex, descontando em 7x5 o placar. A seguir, já na saída de centro, João Paulo vacilou, e Evandro rolou para Fábio (13º), com esmero, bater de pé esquerdo no canto de Alex: 7x6. O empate amarelo aconteceu num lance de pura raça, no qual Fábio brigou pela bola com Veni na intermediária de ataque. Na sobra, a bola ficou com Charles que, mesmo marcado, tocou para Evandro (14º) de joelho mesmo, na corrida, desviar do arqueiro bicolor: 7x7.
Não é preciso dizer que os Amarillos, após tanto sacrifício para buscar o empate, estavam fisicamente despedaçados. Sobressaiu-se, dessa forma, a melhor condição técnica e física do Az/Pr, que, com outros três gols, liquidou com a partida.
Diogo (15º), da ala direita, desvencilhou-se da marcação de Evandro, puxou para a meia-esquerda e, passando um pouco da meia-cancha, mandou ver outro de seus petardos indefensáveis, que estufaram as redes de Vilnei, deixando o jogo em 8x7.
Acusando o golpe, o Amarelo levou mais outros dois gols de Veni (16º e 17º). O primeiro de contra-ataque, no qual tabelou com Jairo antes de bater fora do alcance de Vilnei. E o último veio novamente em passe de Jairo, em outro contragolpe fulminante, no qual o pivô bicolor, da esquerda, cruzou para Veni pegar, pelo lado direito, na veia, selando o escore em 10x7.
Mesmo voltando de lesão, Diogo não se acanhou; bem pelo contrário, jogou demais, resgatando seu velho futebol de pegada e seriedade que o levou a garantir seu espaço na Junção.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
O calvário de Vilnei em 3 atos [Jogo 19 - 08/06/2010]
AZUL PRETO 6X4 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson [1º, 6º, 8º, 10º]; Charles [2º, 3º]; Evandro; Fábio; Vander
Amarelo: Vilnei; Marcelo; Preto [5º]; João Paulo; Veni [4º, 7º, 9º]
Além do potencial de um inimigo que conta em seu plantel com jogadores do quilate de Alex, Evandro e Danilson, o Amarelo teve que lidar com outro imprevisto: o cansaço. Sem suplentes, a equipe dourada cansou nos minutos finais de partida. Embora jamais tenha abdicado da busca pelo resultado positivo - foi emocionante sua bravura -, acabaram se ressentindo de, no mínimo, um jogador no banco de reservas. Pelearam até o fim. No entanto, não conseguiram reverter a vantagem final adversária.
Entretanto o que mais pesou para a derrota amarela foi a (má) atuação de seu goleiro.
Vilnei "contribuiu" para a derrota em 50% dos gols sofridos. Foram lances capitais, em momentos decisivos, justamente quando seu time tentava o empate. Foi uma noite muito infeliz para o arqueiro amarelo. Na verdade, Vilnei viveu sua noite de calvário.
Em contrapartida, Alex fez uma apresentação segura e eficaz. Praticou defesas difíceis em momentos de pressão inimiga. Passou tranquilidade a seus companheiros, sendo, ao lado de Danilson, decisivo na conquista azul e preta.
Perto dos cinco minutos iniciais, Danilson (1º) abriu o placar. Aproveitando-se do mal posicionamento adversário, Danilson entrou pelo meio, sem marcação, e, ao receber passe de Charles, bateu forte para marcar 1x0.
O jogo seguiu e com ele a melhor organização tática bicolor. Quando o Amarelo quis se ajustar em quadra levou seu segundo gol. Em lançamento de Danilson, Evandro, livre na frente da área, teve tempo de dominar a bola e ajeitá-la com carinho para Charles (2º) chegar batendo forte de direita no centro-alto, ampliando para 2x0 o escore.
Neste momento, então, Vilnei iniciava seu calvário:
Ato 1 - Em lançamento de Danilson para Evandro, Vilnei, ao tentar interceptar a bola com os pés, numa disputa que era mais sua do que do atacante azul, chutou a bola no corpo de Evandro. Na sequência da dividida a bola correu na direção de Charles que, livre, apenas empurrou-a para as redes: 3x0.
Aos poucos o Amarelo cresceu. Sem ritmo de jogo, Vander foi envolvido pelo ataque inimigo. Ainda mais quando, desorganizados na marcação, os Azuis deram generosos espaços para Veni avançar pelo meio e Preto pela ala direita. Pois, de tanto tentar, os Amarillos chegaram finalmente às redes adversárias. Veni (4º) iniciou a jogada pelo lado esquerdo driblando Evandro. Ao notar deslocamento de Preto, fechando da direita para o meio, lançou-o e, imediatamente, correu em diagonal para receber de primeira e tocar com categoria por cima, na saída de Alex, descontando em 3x1.
Em outra boa troca de passes entre Veni e Preto (5º), o primeiro fez um lançamento primordial da defesa para a ala direita na qual o segundo avançou com predestinação. O resultado? Um petardo cruzado e quase sem ângulo no canto de Alex: 3x2.
Ainda no primeiro tempo o Amarelo criou outras boas chances. Contudo, parou nas mãos de Alex.
Na etapa final, Vilnei fechou, em outros dois atos, sua melancólica performance.
Ato 2 - Início do segundo tempo. Charles recebeu lançamento na frente da área e, de costas para o gol, escorou para trás, pouco antes da meia-quadra. Danilson (6º) deu uma pequena ajeitada e mandou rasteiro, à meia-força. Vilnei até foi na bola, mas atrasado, não conseguiu atacá-la. Defensável, no entanto, lastimável: 4x2.
Com a volta de Fábio e a saída de Danilson logo após o quarto gol, o Bicolor ganhou em marcação, todavia perdeu em criação e finalização. Pressionado, evitou o pior graças ao calvário de Vilnei em seu terceiro e definitivo ato. Mas antes, Veni (7º), ao receber cobrança curta de escanteio, puxou da esquerda para o meio, deixando Fábio a ver navios, e fuzilou Alex no ângulo. O Amarelo estava mais vivo do que nunca: 4x3.
O empate dourado parecia ser uma questão de tempo. Foi então que Vilnei pecou outra vez. Esse o mais grotescos de seus três pecados. Justamente no melhor momento de seu time na partida.
Ato 3 - Ao tentar sair jogando com os pés, o arqueiro amarelo chutou a bola nas canelas de Danilson (8º) à sua frente - e que nem pressionando-o estava. A bola, mansamente, rolou para dentro de seu vazio gol. Um balde de água gelada no ânimo dourado: 5x3.
Com o cansaço já batendo e com Vilnei em noite trágica, o Az/Pr voltou a ameaçar. Num lance em que somente o árbitro viu, Preto, entre a linha lateral e a risca da área, recebeu passe lateral e um toco por trás de Fábio, fora da área. Incrivelmente o juiz interpretou como sendo infração máxima, pois, segundo ele, Preto estava dentro da área. Veni (9º), que não tinha nada a perder, bateu forte e alto a penalidade máxima: 5x4.
O clássico voltou a se tornar emocionante e cauteloso. O drama azul se resumia em avançar e marcar outro gol para fechar de vez com o placar, ou, então, fechar-se e assegurar a vitória por um gol apenas de diferença. Já o Amarelo, com nada a perder, foi pra cima. Pressionou bastante mas novamente sofreu o revés no final. Desta vez sem ter sido falha de seu arqueiro. Ficou a cargo de João Paulo a falha. Cansado, João foi tentar lançamento longo de sua defesa e a bola, no entanto, bateu em Charles. Na sequência, o pivô azul apenas rolou para Danilson (10º) bater e liquidar com a fatura: 6x4.
Em noite sofrida, Vilnei, muitas vezes Salvador, foi, em 3 atos, a face da desgraça que se abateu sobre sua equipe. Três atos, três gols. Uma só dor: a dor da derrota.
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson [1º, 6º, 8º, 10º]; Charles [2º, 3º]; Evandro; Fábio; Vander
Amarelo: Vilnei; Marcelo; Preto [5º]; João Paulo; Veni [4º, 7º, 9º]
Além do potencial de um inimigo que conta em seu plantel com jogadores do quilate de Alex, Evandro e Danilson, o Amarelo teve que lidar com outro imprevisto: o cansaço. Sem suplentes, a equipe dourada cansou nos minutos finais de partida. Embora jamais tenha abdicado da busca pelo resultado positivo - foi emocionante sua bravura -, acabaram se ressentindo de, no mínimo, um jogador no banco de reservas. Pelearam até o fim. No entanto, não conseguiram reverter a vantagem final adversária.
Entretanto o que mais pesou para a derrota amarela foi a (má) atuação de seu goleiro.
Vilnei "contribuiu" para a derrota em 50% dos gols sofridos. Foram lances capitais, em momentos decisivos, justamente quando seu time tentava o empate. Foi uma noite muito infeliz para o arqueiro amarelo. Na verdade, Vilnei viveu sua noite de calvário.
Em contrapartida, Alex fez uma apresentação segura e eficaz. Praticou defesas difíceis em momentos de pressão inimiga. Passou tranquilidade a seus companheiros, sendo, ao lado de Danilson, decisivo na conquista azul e preta.
Perto dos cinco minutos iniciais, Danilson (1º) abriu o placar. Aproveitando-se do mal posicionamento adversário, Danilson entrou pelo meio, sem marcação, e, ao receber passe de Charles, bateu forte para marcar 1x0.
O jogo seguiu e com ele a melhor organização tática bicolor. Quando o Amarelo quis se ajustar em quadra levou seu segundo gol. Em lançamento de Danilson, Evandro, livre na frente da área, teve tempo de dominar a bola e ajeitá-la com carinho para Charles (2º) chegar batendo forte de direita no centro-alto, ampliando para 2x0 o escore.
Neste momento, então, Vilnei iniciava seu calvário:
Ato 1 - Em lançamento de Danilson para Evandro, Vilnei, ao tentar interceptar a bola com os pés, numa disputa que era mais sua do que do atacante azul, chutou a bola no corpo de Evandro. Na sequência da dividida a bola correu na direção de Charles que, livre, apenas empurrou-a para as redes: 3x0.
Aos poucos o Amarelo cresceu. Sem ritmo de jogo, Vander foi envolvido pelo ataque inimigo. Ainda mais quando, desorganizados na marcação, os Azuis deram generosos espaços para Veni avançar pelo meio e Preto pela ala direita. Pois, de tanto tentar, os Amarillos chegaram finalmente às redes adversárias. Veni (4º) iniciou a jogada pelo lado esquerdo driblando Evandro. Ao notar deslocamento de Preto, fechando da direita para o meio, lançou-o e, imediatamente, correu em diagonal para receber de primeira e tocar com categoria por cima, na saída de Alex, descontando em 3x1.
Em outra boa troca de passes entre Veni e Preto (5º), o primeiro fez um lançamento primordial da defesa para a ala direita na qual o segundo avançou com predestinação. O resultado? Um petardo cruzado e quase sem ângulo no canto de Alex: 3x2.
Ainda no primeiro tempo o Amarelo criou outras boas chances. Contudo, parou nas mãos de Alex.
Na etapa final, Vilnei fechou, em outros dois atos, sua melancólica performance.
Ato 2 - Início do segundo tempo. Charles recebeu lançamento na frente da área e, de costas para o gol, escorou para trás, pouco antes da meia-quadra. Danilson (6º) deu uma pequena ajeitada e mandou rasteiro, à meia-força. Vilnei até foi na bola, mas atrasado, não conseguiu atacá-la. Defensável, no entanto, lastimável: 4x2.
Com a volta de Fábio e a saída de Danilson logo após o quarto gol, o Bicolor ganhou em marcação, todavia perdeu em criação e finalização. Pressionado, evitou o pior graças ao calvário de Vilnei em seu terceiro e definitivo ato. Mas antes, Veni (7º), ao receber cobrança curta de escanteio, puxou da esquerda para o meio, deixando Fábio a ver navios, e fuzilou Alex no ângulo. O Amarelo estava mais vivo do que nunca: 4x3.
O empate dourado parecia ser uma questão de tempo. Foi então que Vilnei pecou outra vez. Esse o mais grotescos de seus três pecados. Justamente no melhor momento de seu time na partida.
Ato 3 - Ao tentar sair jogando com os pés, o arqueiro amarelo chutou a bola nas canelas de Danilson (8º) à sua frente - e que nem pressionando-o estava. A bola, mansamente, rolou para dentro de seu vazio gol. Um balde de água gelada no ânimo dourado: 5x3.
Com o cansaço já batendo e com Vilnei em noite trágica, o Az/Pr voltou a ameaçar. Num lance em que somente o árbitro viu, Preto, entre a linha lateral e a risca da área, recebeu passe lateral e um toco por trás de Fábio, fora da área. Incrivelmente o juiz interpretou como sendo infração máxima, pois, segundo ele, Preto estava dentro da área. Veni (9º), que não tinha nada a perder, bateu forte e alto a penalidade máxima: 5x4.
O clássico voltou a se tornar emocionante e cauteloso. O drama azul se resumia em avançar e marcar outro gol para fechar de vez com o placar, ou, então, fechar-se e assegurar a vitória por um gol apenas de diferença. Já o Amarelo, com nada a perder, foi pra cima. Pressionou bastante mas novamente sofreu o revés no final. Desta vez sem ter sido falha de seu arqueiro. Ficou a cargo de João Paulo a falha. Cansado, João foi tentar lançamento longo de sua defesa e a bola, no entanto, bateu em Charles. Na sequência, o pivô azul apenas rolou para Danilson (10º) bater e liquidar com a fatura: 6x4.
Em noite sofrida, Vilnei, muitas vezes Salvador, foi, em 3 atos, a face da desgraça que se abateu sobre sua equipe. Três atos, três gols. Uma só dor: a dor da derrota.
domingo, 6 de junho de 2010
XIX Mundial de Futebol: África do Sul
Caros juncianeiros, amantes e apaixonados por futebol, venho aqui lançar-lhes um desafio: quais seleções passam da primeira fase em seus grupos? Lembro-lhes que devem colocar por ordem de classificação, isto é, primeiro e segundo lugares, respectivamente.
Para auxiliá-los, divulgo-lhes, logo abaixo, os grupos:
GRUPO A
África do Sul
México
Uruguai
França
GRUPO B
Argentina
Nigéria
Coréia do Sul
Grécia
GRUPO C
Inglaterra
Estados Unidos
Argélia
Eslovênia
GRUPO D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
GRUPO E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
GRUPO F
Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
GRUPO G
Brasil
Coréia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
GRUPO H
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
Junho: início do fim [Jogo 18 - 01/06/2010]
AMARELO 7X6 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Charles [7º]; Marcelo [6º]; Evandro [3º, 13º]; Veni [8º, 9º]; Fábio [11º]
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Erlon [5º]; Diogo [1º, 10º]; Preto [2º]; Jairo [4º, 12°]
Metade. Exatamente a metade. Junho despontou no calendário da Junção. Daqui pra frente teremos apenas pouco mais de seis meses para definirmos os melhores e os piores da temporada 2010. E se depender do que foi apresentado neste confronto, a disputa será acirrada e decidida nos detalhes dos dígitos pós-vírgula, tanto para o bem quanto para o mal.
O frio outonal de junho não congelou a garra dos juncianeiros. Outra vez Bicolores e Amarelos travaram um jogo muito disputado e equilibrado. Vantagem amarela somente no final, quando num contra-ataque fulminante, Evandro selou o placar em 7x6. Um golpe fatal nas pretensões azuis, que já comemoravam o empate.
O Az/Pr iniciou na pressão. Bem postado taticamente criou as melhores chances para marcar quando no placar ainda constava o 0x0. João Paulo meteu duas bolas na trave. Evandro tirou, embaixo dos paus, o chute de Diogo. Fora estas oportunidades, Vilnei evitou, no mínimo, outras duas boas oportunidades, segurando a igualdade sem gols nos primeiros doze, treze minutos de bola rolando. No entanto, após tanto pressionar, o Bicolor abriu o placar. Diogo (1º) desarmou seu rival no meio, avançou e mandou um petardo de direita. A bola ainda resvalou na perna de Charles, tirando Vilnei do lance: 1x0.
Depois, num lance conturbado, Evandro cobrou a lateral rápido, Jairo, não dando o espaço necessário para a cobrança ser efetivada, ficou com ela e rapidamente serviu a Preto (2º) que num chute cruzado ampliou em 2x0 o escore.
Somente após estar em desvantagem de dois gols é que o Amarelo conseguiu se organizar em quadra. A partir daí passou a equilibrar as ações. Em outro lance de interpretação confusa por parte da arbitragem, os Amarillos descontaram. Em cobrança de falta ensaiada (infração marcada após suposto duplo recuo de bola para Alex), Veni rolou lateralmente para Evandro (3º) fuzilar e descontar em 2x1.
Agora, tendo que segurar a pressão amarela, o Bicolor passou a explorar melhor o intenso deslocamento de Jairo como pivô. O velhinho da Junção incomodou muito a defesa adversária. Num destes deslocamentos, João tocou na medida e Jairo (4º), com um sutil toque de biquinho na bola, tocou-a no cantinho direito de Vilnei, pegando-o no contrapé: 3x1.
Npo segundo tempo, logo de início, o Az/Pr já saiu marcando. Preto cobrou lateral para João que, entrando livre pelo meio da área inimiga - Veni não acompanhou sua subida -, chutou forte para defesa parcial de Vilnei. No rebote, João rolou para trás e Erlon (5º) chegou marcando 4x1.
Quando tudo parecia estar se encaminhando para uma vitória azul e preta, eis que o Amarelo rege de maneira estrondosa, virando o placar. Em passe de Evandro, Marcelo (6º) teve tempo de dominar antes de bater cruzado no ângulo de Alex: 4x2. Depois foi a vez de Veni, na ala esquerda, passar de viagem por Erlon e, da linha de fundo, tocar para Charles (7º), na carrinhada, dividir com seu martcador e, na raça, empurrar a bola para as redes de Alex: 4x3. O empate chegou num erro de passe de Diogo na frente do gol inimigo. No contragolpe puxado por Evandro, Veni (8º) ficou livre para empatar em 4x4 o confronto. Sem deixar o Bicolor respirar, os Amarillos viraram o escore. Fábio, numa grande jogada individual, entrou área adentro driblando dois marcadores e num leve toque de lado deixou Veni (9º) livre para fazer 5x4.
Mas a vantagem amarela durou somente até a bola ser posta novamente no centro. Em nova reposição de bola, quando o Yellow ainda comemorava seu quinto gol, Diogo (10º), do meio da quadra, acertou um forte chute que, ao chocar-se contra o poste de Vilnei, tocou nas costas deste e entrou para dentro de seu gol: 5x5.
Fábio (11º), numa bela cavadinha, tocou na saída de Alex, deixando em 6x5 o placar. Jairo (12º), não deixando por menos, recebeu lançamento de Alex e, de costas para o gol, tocou de calcanhar na saída de Vilnei, igualando o clássico em 6x6.
Foi então que, depois de Diogo ter desperdiçado a melhor chance para fechar o placar, Evandro (13º) puxou o contra-ataque, rolou para Veni e recebeu de volta para finalizar, com chute certeiro, a noite fria, porém internamente quente, do mês de junho. Um junho que começa amarelo e em contagem regressiva.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Charles [7º]; Marcelo [6º]; Evandro [3º, 13º]; Veni [8º, 9º]; Fábio [11º]
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Erlon [5º]; Diogo [1º, 10º]; Preto [2º]; Jairo [4º, 12°]
Metade. Exatamente a metade. Junho despontou no calendário da Junção. Daqui pra frente teremos apenas pouco mais de seis meses para definirmos os melhores e os piores da temporada 2010. E se depender do que foi apresentado neste confronto, a disputa será acirrada e decidida nos detalhes dos dígitos pós-vírgula, tanto para o bem quanto para o mal.
O frio outonal de junho não congelou a garra dos juncianeiros. Outra vez Bicolores e Amarelos travaram um jogo muito disputado e equilibrado. Vantagem amarela somente no final, quando num contra-ataque fulminante, Evandro selou o placar em 7x6. Um golpe fatal nas pretensões azuis, que já comemoravam o empate.
O Az/Pr iniciou na pressão. Bem postado taticamente criou as melhores chances para marcar quando no placar ainda constava o 0x0. João Paulo meteu duas bolas na trave. Evandro tirou, embaixo dos paus, o chute de Diogo. Fora estas oportunidades, Vilnei evitou, no mínimo, outras duas boas oportunidades, segurando a igualdade sem gols nos primeiros doze, treze minutos de bola rolando. No entanto, após tanto pressionar, o Bicolor abriu o placar. Diogo (1º) desarmou seu rival no meio, avançou e mandou um petardo de direita. A bola ainda resvalou na perna de Charles, tirando Vilnei do lance: 1x0.
Depois, num lance conturbado, Evandro cobrou a lateral rápido, Jairo, não dando o espaço necessário para a cobrança ser efetivada, ficou com ela e rapidamente serviu a Preto (2º) que num chute cruzado ampliou em 2x0 o escore.
Somente após estar em desvantagem de dois gols é que o Amarelo conseguiu se organizar em quadra. A partir daí passou a equilibrar as ações. Em outro lance de interpretação confusa por parte da arbitragem, os Amarillos descontaram. Em cobrança de falta ensaiada (infração marcada após suposto duplo recuo de bola para Alex), Veni rolou lateralmente para Evandro (3º) fuzilar e descontar em 2x1.
Agora, tendo que segurar a pressão amarela, o Bicolor passou a explorar melhor o intenso deslocamento de Jairo como pivô. O velhinho da Junção incomodou muito a defesa adversária. Num destes deslocamentos, João tocou na medida e Jairo (4º), com um sutil toque de biquinho na bola, tocou-a no cantinho direito de Vilnei, pegando-o no contrapé: 3x1.
Npo segundo tempo, logo de início, o Az/Pr já saiu marcando. Preto cobrou lateral para João que, entrando livre pelo meio da área inimiga - Veni não acompanhou sua subida -, chutou forte para defesa parcial de Vilnei. No rebote, João rolou para trás e Erlon (5º) chegou marcando 4x1.
Quando tudo parecia estar se encaminhando para uma vitória azul e preta, eis que o Amarelo rege de maneira estrondosa, virando o placar. Em passe de Evandro, Marcelo (6º) teve tempo de dominar antes de bater cruzado no ângulo de Alex: 4x2. Depois foi a vez de Veni, na ala esquerda, passar de viagem por Erlon e, da linha de fundo, tocar para Charles (7º), na carrinhada, dividir com seu martcador e, na raça, empurrar a bola para as redes de Alex: 4x3. O empate chegou num erro de passe de Diogo na frente do gol inimigo. No contragolpe puxado por Evandro, Veni (8º) ficou livre para empatar em 4x4 o confronto. Sem deixar o Bicolor respirar, os Amarillos viraram o escore. Fábio, numa grande jogada individual, entrou área adentro driblando dois marcadores e num leve toque de lado deixou Veni (9º) livre para fazer 5x4.
Mas a vantagem amarela durou somente até a bola ser posta novamente no centro. Em nova reposição de bola, quando o Yellow ainda comemorava seu quinto gol, Diogo (10º), do meio da quadra, acertou um forte chute que, ao chocar-se contra o poste de Vilnei, tocou nas costas deste e entrou para dentro de seu gol: 5x5.
Fábio (11º), numa bela cavadinha, tocou na saída de Alex, deixando em 6x5 o placar. Jairo (12º), não deixando por menos, recebeu lançamento de Alex e, de costas para o gol, tocou de calcanhar na saída de Vilnei, igualando o clássico em 6x6.
Foi então que, depois de Diogo ter desperdiçado a melhor chance para fechar o placar, Evandro (13º) puxou o contra-ataque, rolou para Veni e recebeu de volta para finalizar, com chute certeiro, a noite fria, porém internamente quente, do mês de junho. Um junho que começa amarelo e em contagem regressiva.
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