quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

JOGO 3 - 15/02/2011

AMARELO 8X9 AZUL/PRETO

GOLS:
AMARELO: Vilnei; Marcelo; Jairo (2º, 9º, 16º); Fabrício; Cristiano (8º, 17º); Veni (3º, 13º); Charles (11º)
AZUL/PRETO: Alex; Diogo; Vander; Danilson (4º, 6º, 12º, 15º); Evandro (1º, 5º 7º, 10º, 14º)

Antes quero deixar registrado uma boa notícia. melhor, duas. Veni permanecerá na Junção. E mais, será papai!!! Parabéns, Veni! E por falar neste, dessa vez nem ele - e nem Alex - foram os destaques da partida. No terceiro confronto do ano, quem arrebentou forma outros dois nomes: Danilson e Evandro. A dupla azul e preta jogou muito. Danilson até voltar para marcar voltou. Fez assistências magníficas. Já Evandro, além de sua habitual garra, esteve mortal nas finalizações. Marcou cinco gols, isolando-se na artilharia.

Com essa dupla fatal, o Az/Pr, sem encontrar facilidades, venceu seu respeitado rival. Foi uma vitória suada, marcada pela rivalidade. Por vezes, ocorreram lances mais ríspidos, divididas perigosas. Diogo "pegou" Cristiano pelo menos duas vezes e Veni, outras duas. Mas, segundo o velho ditado que afirma que assim como a banca recebe ela paga, Diogo não saiu incólume do confronto. Charles fez as vezes de carrasco vingador, dando uma chegada pra lá de forte nele. É a Junção em sua essência platina e aguerrida aflorando no espírito de cada atleta.

Não foi dessa vez. Faltou pouco. Vilnei ainda segue em busca de uma vitória em 2011. Ao lado dele, Fabrício, Cristiano e Jairo também ainda não desfrutaram do doce sabor da vitória nesta temporada. Por sinal, do lado amarelo apenas Jairo se destacou. Os demais, em especial Cristiano e Fabrício, ainda seguem devendo um futebol melhor. O caso de Fabrício ainda tem explicações cabíveis - há mais de uma ano não atuava. Agora, o de Cristiano não se encontra uma causa plausível que justifique seu fraco desempenho. Logo ele que encerrou 2010 muito bem. O que se verifica nestes primeiros jogos é um excesso de firulas praticados por ele. Em lances que exigem uma definição simples, há por parte dele uma tendência a enfeitar a jogada, fator que geralmente culmina ou em lance desperdiçado, ou em contra-ataque adversário.

Evandro (1º) cobrou lateral e correu na frente, já dentro da área, para receber passe de Fábio, driblar Vilnei e abrir o placar em 1 a 0.

Em bela jogada coletiva, o Amarelo chegou ao empate. Cristiano tocou de calcanhar para Veni na direita, que tocou para Marcelo, sob marcação de Vnader, rolar para chegada de Jairo (2º), da marca do pênalti, afundar Alex: 1 a 1.

Veni (3º) parou^à frente de Vnader na intermediária, balançou e, ao encontrar uma brecha, bateu no centro do gol. Alex chegou a tocar na bola mas não o suficiente para evitar a virada amarela: 2 a 1.

O mesmo Veni que antes havia colocado seu time à frente do placar, falhou em saída de bola pela esquerda defensiva. Tocou passe enforcado para Marcelo, que, ao dividir com Evandro, viu a bola sobrar livre para Danilson (4º), que acabara de entrar, igualar o escore em 2 a 2.

Depois, Evandro (5º e 7º) e Danilson (6º) armaram o cenário para o espetáculo de futebol. Com dois gols dop primeiro e um do segundo, o Bicolor fechou o primeiro tempo com o placar de 5 a 2. O primeiro gol de Evandro nasceu de um chute cruzado. Já o segundo, foi uma obra-prima coletiva: Diogo tocou de cabeça para Danilson, que, de costas para o gol adversário e no centro direito da quadra, aparou na medida para arrancada vertical de Evandro até toque fatal na saída de Vilnei.

Perdendo por 5 a 2, o Amarelo tratou de partir pra cima no segundo tempo. Logo de início, Vander faz pênalti em Cristiano (8º). O mesmo bate e desconta em 5 a 3 o placar do clássico.

Para apimentar ainda mais o jogo, Fabrício, cobrando falta em seu campo de defesa, levanta na medida para Jairo (9º), de cabeça, marcar: 5 a 4.

Melhor em quadra, o Amarelo foi ganhando confiança. As oportunidades foram aparecendo. O empate parecia ser uma questão de tempo. No entanto, Vilnei voltou a falhar. Justamente no instante em que seu time tinha o controle das ações. Diogo cobra lateral cruzando a bola da direita para a esquerda - quase um cruzamento - para Evandro (10º) chegar batendo de bate-pronto. Bola defensável que escapou por entre os braços de Vilnei: 6 a 4.

Neste lance crucial o Amarelo perdeu seu bom momento no jogo. E por mais que tenha tentado recuperá-lo, não foi o suficiente para reverter a situação.

Cristiano, em jogada pela direita, rolou para dentro da área e Charles (11º) marcou: 6 a 5.

Não tardou muito para Danilson (12º), em puro oportunismo, abrir em dois gols novamente a vantagem azul e preta no clássico: 7 a 5.

Em nova penalidade máxima de Vander (esta bastante discutível), desta vez sobre Marcelo, Veni (13º) bateu e fez: 7 a 6.

Depois, em dois lances que sintetizam as performances de Evandro e Danilson nesta partida, o Az/Pr praticamente liquida com a fatura. Danilson recebe, gira e passa para Evandro (14º) completar: 8 a 6. Em seguida, o processo foi inverso, isto é, Evandro dribla e de letra serve a Danilson (15º): 9 a 6.

Embora o Amarelo tenha feito outro dois gols - Jairo (16º) e Cristiano (17º) -, não foram o suficiente para alterar o resultado final do jogo.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

JOGO 2 - 08/02/2011

AZUL/PRETO 8X7 AMARELO

GOLS:
AZUL/PRETO: Charles; Marcelo; Vander (8º); Diogo (2º, 5º, 7º); Fábio (12º, 14º); Veni (9º, 10º)
AMARELO: Vilnei; Evandro (15º); Cristiano (4º, 11º); Jairo (1º, 5º); Preto (3º, 6º); Fabrício; João Paulo

Alex, comemorando mais um ano de vida, não compareceu ao segundo confronto do ano. Contudo, Charles, veio. E como veio. Substituindo Alex sob as traves, Charles lembrou seus velhos tempos de arqueiro do Boca. Foi implacável com seus rivais, praticando defesas estupendas. Ao lado de Veni (este outra vez muito bem), foi um dos responsáveis diretos pela vitória azul e preta numa partida que marcou a despedida - ao menos por ora - do seu companheiro em questão.

O Amarelo bem que tentou, mas não foi desta vez que conseguiu sua primeira vitória em 2011. O primeiro tempo foi bastante equilibrado. Evandro e Jairo se mantiveram bem, criando as melhores chances de gol para os Amarillos. O problema é que seu sistema defensivo vazou novamente. Aliás, não só a defesa amarela falhou, a Az/Pr também. Os ataques se sobressaíram e caso, ao menos por parte do Bicolor, não tivesse Charles em noite inspirada, o resultado poderia ter sido diferente.

Logo nos primeiros minutos de bola rolando, Jairo (1º) entrou pelas costas da defesa rival e com categoria desviou passe lateral cobrado por Evandro: 1 a 0. O mesmo Evandro que deu o passe para Jairo marcar, também deu passe para Diogo (2º) - em saída mal de bola - deixar tudo igual: 1 a 1.

Num jogo altamente ofensivo, os contra-ataques se tornaram uma consequência natural e previsível. Assim, ao forçar jogada individual pela ala direita, Veni perdeu disputa com Evandro, que, rapidamente, bateu lateral forte, onde Cristiano dominou e escorou para a chegada de Preto (3º) em chute frontal: 2 a 1.

Os 3 a 1 vieram com um golaço com a marca estratégica de Cristiano. Em passe de Jairo, em nova cobrança lateral, Cristiano (4º), de costas para o gol e sob a marcação de Vander e de Charles, não teve outra alternativa a não ser a do toque de letra. Um belo gol de quem sabe que ainda está devendo neste ano.

Mal deu tempo para os Amarillos comemorarem seu terceiro gol porque, na saída de centro, Marcelo descolou passe certeiro para Diogo (5º) bater cruzado e vencer Vilnei: 3 a 2.

Em boa jogada individual de Fabrício, que deixou Vander para trás, Preto (6º) recebeu na medida e não perdoou Charles: 4 a 2.

O empate, ainda no primeiro tempo, do Bicolor veio com dois passes de Veni. No primeiro, Diogo (7º) assinalou forte. No segundo foi a vez de Vnader (8º) aparar cobrança de escanteio: 4 a 4.

No segundo tempo a estrela de Charles brilhou. Com grande personalidade, Charles fechou o gol azul e preto. Seu time resistiu bravamente até o último minuto a pressão adversária. Marcelo, Vnader e Fábio auxiliaram bastante na defesa, e Veni fez o que sabe no ataque: gols e assistências para estes.

Em jogada individual a seu gosto, Veni (9º) pegou a bola no meioe partiu pra cima antes de desferir chute mortal: 5 a 4.

Na tabela com Diogo, este fez o pivô para Veni (10º) chegar batendo: 6 a 4.

Sem muito a perder, o Amarelo foi pra cima. Cristiano (11º) voltou a descontar em chute forte e rasteiro: 6 a 5. Mas Fábio (12º), em cobrança de falta do meio da rua, contou com a colaboração de Diogo (a bola resvalou em sua perna, o suficiente para tirar Vilnei do lance) para fazer 7 a 5.

A partir daí a pressão amarela foi enorme. As tentativas foram muitas. Quando não era a defesa a afastar, era Charles a defender. No mínimo quatro defesas difíceis o arqueiro bicolor praticou nesta etapa final. Só não conseguiu evitar um lance insólito de Jairo, que culminou no sexto gol dos amarelos no jogo. Depois de chute de Evandro e defesa de Charles, a bola foi espalmada pra frente, bem no lugar onde Jairo (13º) se preparava para correr a fim de buscar o rebote. Nem precisou, porque a bola tocou em suas pernas e com Charles deitado acabou por encobrí-lo. Um legítimo gol sem querer: 7 a 6.

Mas se Cristiano marcou um belo gol de letra, o que dizer então do gol de Fábio? Numa triangulação bem feita, Veni tocou para Marcelo na direita, que, avistando a entrada de Fábio (14º) do outro lado, tocou na medida para o ala-esquerdo bicolor, já dentro da área, deixar Fabrício no chão com um drible e tocar, de cavadinha, por cima de Vilnei. Um belo gol: 8 a 6.

Ainda houve tempo para Evandro (15º), sozinho, descontar em 8 a 7 o escore final.

Se a partida anterior deixou uma questão no ar, esta, em decorrência daquela, também provoca uma dúvida - a ser discutida com os juncianeiros:

SERÁ QUE CHARLES, VOLTANDO À SUA POSIÇÃO DE ORIGEM, ISTO É, A DE GOLEIRO, NÃO SERIA UMA SOLUÇÃO POSSÍVEL A TAMANHA DISCREPÂNCIA TÉCNICA ENTRE OS ATUAIS GOLEIROS TITULATES DA JUNÇÃO?

JOGO 1 - 01/02/2011

AMARELO 4X8 AZUL/PRETO

GOLS:
AMARELO: Vilnei; João Paulo (3º, 5º); Cristiano; Danilson (2º, 11º); Fabrício; Jairo; Fábio

AZUL/PRETO: Alex; Evandro (6º, 8º); Veni (1º, 10º, 12º); Preto (7º); Vander (9º); Marcelo; Charles (4º); Diogo

Alex e Veni em alta. Vilnei falhando. Evandro e Danilson brigando pela artilharia. Parece 2010 mas, pasmem, é 2011! No primeiro jogo do ano poucas coisas mudaram na relação com a temporada passada. O craque e o vice de 2010 seguem - ao menos no primeiro duelo do ano - em destaque. Ambos comandaram a vitória do seu time. Em termos de artilharia, Danilson e Evandro largam com dois gols cada. Quem fez três foi Veni, mas tudo indica que a partir de março, ou antes até, ele, por questões profissionais, estará se ausentando da Junção por tempo indeterminado. Quem também balançou as redes duas vezes foi João Paulo que assim como seus colegas deixou sua marca nas redes adversárias. Vale celebrar a volta de Fabrício que, recuperado, promete muito para este ano.

Muito da vitória bicolor se deve as atuações de Alex e de Veni. Os dois foram essenciais à equipe. Motivados, imprimiram energia ao jogo e, consequentemente, aos seus companheiros. Enquanto que o arqueiro se manteve seguro sob as traves, praticando defesas importantes, Veni foi decisivo na construção de jogadas e também em suas finalizações. Dessa forma, sem encontrar maiores dificuldades, o Bicolor consolidou, com um escore de 8 a 4, seu melhor desempenho, saindo de quadra vitorioso.

De uma maneira geral o Az/Pr se portou bem em quadra. A força do grupo proporcionou condições necessárias para que os destaques individuais da equipe pudessem se sobressair. Já por parte do amarelo, com exceção do primeiro tempo quando jogou um pouco melhor do que seu oponente, o rendimento geral ficou aquém do esperado. A (boa) surpresa foi a atuação do João que, enquanto teve fôlego, não só defendeu bem como foi ao ataque com qualidade e determinação. Danilson e Cristiano ficaram devendo, e Vilnei... Bem, Vilnei começou o ano como terminou o outro, isto é, falhando grotescamente.

Coube a Veni (1º) marcar o primeiro gol de 2011. Pelo lado direito de ataque, recebeu a bola, levou para o meio e, após gingar na frente de João, encontrou espaço para um chute preciso: 1 a 0.
Embora não tenha feito uma boa performance, Danilson (2º) não perde de maneira alguma seu oportunismo. Aproveitando passe mal cobrado por Evandro (tentou toque de calcanhar), avançou pelo meio com a bola dominada para tocar na saída de Alex: 1 a 1.
A virada amarela aconteceu após chute de Vander que espirrou na defesa e armou contra-ataque mortífero nos pés de João (3º) que não perdoou: 2 a 1.
No segundo tempo, o cansaço se abateu especialmente sobre os Amarelos. Aos poucos o Bicolor, com uma postura mais equilibrada, passou a dominar as ações. Em noite inspirada de Alex, suas defesas motivaram seus companheiros que, numa entrega ordenada, suprimiram o cansaço e, consequentemente, o adversário.

Veni, mais solto, caiu pelas alas e por elas passou a infernizar a defesa rival. Em boa jogada pela esquerda, o atacante azul deixou seu marcador para trás e da linha de fundo rolou para a chegada precisa de Charles (4º) que, na carrinhada, venceu a proteção de Fábio. Charles, na raça, deixou o escore igualado em 2 a 2.

Numa das poucas vezes em que o Amarelo levou vantagem sobre Alex, Cristiano cobrou falta forte e no meio do caminho João (5º) desviou com a coxa, tirando Alex do
lance: 3 a 2.

A partir daí o Bicolor tomou conta do jogo. Charles tocou para Evandro (6º) marcar seu primeiro gol no ano: 3 a 3. Em seguida, Veni cobrou escanteio rápido e Preto (7º), pelo meio da defesa, apenas desviou com o pé: 4 a 3. Os 5 a 3 vieram novamente com jogada de veni, que deixou Evandro (8º) livre para finalizar. Em falha de Vilnei - a primeira da temporada -, Vander (9º)arriscou de longe e o arqueiro aceitou: 6 a 3. Em boa tabela de Evandro e Veni (10º), onde até mesmo o Amarelo gostou (só pode, porque todos ficaram olhando!!!), este marcou 7 a 3. Só para quebrar a sequência azul e preta, Fábio tocou para Danilson (11º) descontar em 7 a 4. Mas, para selar com chave de ouro o primeiro clássico do ano, Vilnei falhou feio, grotescamente. Ao repor a bola com as mãos (largou nos pés do adversário, na frente da área), entregou de bandeja para veni (12º) fuzilar e fechar o placar em 8 a 4.

Num ano em que parece que nada mudou, fica a seguinte questão suspensa, aguardando por respostas:
SOMENTE A DIFERENÇA DE QUALIDADE TÉCNICA DOS GOLEIROS É QUE ESTÁ DEFININDO OS JOGOS NA JUNÇÃO?

(Respondam, por favor).