AZUL/PRETO 3X13 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Evandro (3º); Preto; Veni (7º, 14º); Danilson; Charles; Vander
AMARELO: Everton; Jairo (4º, 5º, 13º); Cristhian (1º, 6º, 9º, 12º, 15º); Estigarribia; Marcelo (2º, 8º, 10º, 16º); Fábio; Diogo (11º)
Nestlé, Lacta, Garoto. A marca pouco importa, pois qualquer uma delas expressa muito bem o que o Amarelo ofertou a seu tradicional rival neste jogo: um chocolate, com direito a cobertura (Diogo marcou um gol de cavadinha, tocando por cima de Vilnei).
Mesmo contando com Veni, Danilson e Evandro em seu time, o Bicolor não foi capaz de conter o futebol bem jogado pelo Amarelo, que contou, em primeiro lugar, com um forte sistema coletivo, implicando em marcação forte e saída rápida ao ataque. Depois, há que ser considerado algumas atuações individuais, entre estas, destaques para Everton, Cristhian, Marcelo e Diogo.
Everton praticou defesas importantes em momentos fundamentais da partida. Já Cristhian, além de ter marcado cinco gols, foi a válvula de escape de seu time. Infernizou a defesa inimiga com dribles e passes certeiros. Outro destaque foi Marcelo que saiu do sério ao assinalar quatro tentos. Projetou-se muito bem ao ataque, sendo um elemento surpresa. Manteve sua quase sempre segura postura defensiva com o plus da chegada decisiva à frente. Estigarribia, Diogo, Jairo e Fábio não destoaram dos demais; mantiveram a “pegada” forte, completando o potente senso de coletividade amarelo.
Coletividade essa que já nos primeiros minutos de bola rolando se fez eficiente. Fábio avançou pelo meio e, em profundidade, lançou Cristhian (1º) que, livrando-se de Evandro, bateu cruzado para abrir o placar.
Em outra participação de Fábio – desta vez desarmando Evandro no meio -, Marcelo (2º) ampliou em 2 a 0, avançando livre pela intermediária.
Danilson foi à linha de fundo e rolou para o meio da área onde Evandro (3º), às costas de Estigarribia, chegou batendo: 2 a 1.
A reação azul e preta parou por aí. Tentativas ocorreram, contudo de nada adiantaram, seja por conta de Everton, seja por conta do sistema defensivo amarelo. Por outro lado, o “chocolate” começou a ganhar textura...
Mal, mal entrou o “velhinho” da Junção apontou o doce caminho da vitória a seus companheiros. Cristhian levou para a esquerda e bateu cruzado. Jairo (4º) entrou dividindo com Vilnei para fazer a bola entrar: 3 a 1.
Ainda teve tempo para o quarto gol na primeira etapa. Estigarribia começou a jogada na direita, tocou no meio para Cristhian servir a Jairo (5º) que, emchute cruzado, fez 4 a 1.
Assim como iniciou o primeiro tempo, começou o segundo. Ou seja, com um gol amarelo. Numa defesa magistral de Everton, Cristhian (6º) armou o contra-ataque, concluindo com perfeição: 5 a 1.
Veni (7º), em drible seco pra cima de Fábio, mandou um balaço no ângulo de Everton: 5 a 2.
A alegria pouco durou. Cristhian chutou, Vilnei cedeu rebote e Marcelo (8º), como um matador nato, completou: 6 a 2.
A lógica, em seguida, inverteu. Marcelo aproveitou falha de Vander e tocou para Cristhian (9º) bater na saída de Vilnei: 7 a 2.
Em lance achocolatado, Fábio e Marcelo (10º) tabelam dentro da área azul, sobrando para o último assinalar 8 a 2, com Vilnei já deitado e batido.
A cobertura do chocolate veio através de Diogo (11º) que, em passe de Estigarribia, esperou a saída de Vilnei para tocar por cima, de cavadinha: 9 a 2.
Uma das maiores goleadas dos últimos tempos (em diferença de gols) da Junção ganhou forma quando Cristhian (12º) puxou pro meio, cortou Charles e bateu forte, elevando em 10 a 2 o marcador.
O AZ/PR bem que tentou diminuir o déficit, mas a bola, caprichosamente, não entrava. E mais: quando não era Everton para defender, ou um defensor para tirar, era as traves para amaldiçoar. O mesmo não se via a favor do Amarelo. Em lance de pura sorte, Diogo levou pela direita, deixou seu marcador para trás e num petardo cruzado e rasteiro, viu a bola desviar na ponta dos dedos de Vilnei, tocar no poste, em suas costas e nas pernas de Jairo antes de entrar: 11 a 2.
Estigarribia, em momento de doação, resolveu dividir com Veni (14º) o chocolate ao perder a bola dentro de sua área: 11 a 3.
Jairo mostra a Estigarribia que o chocolate só pode ser dividido entre seus companheiros. Assim, deixa Cristhian (15º) livre para ampliar em 12 a 3.
Por fim, em tabela elaborada, Marcelo (16º) põe números finais ao jogo após receber de Cristhian: 13 a 3.
Para o ano que vem a Páscoa AZ/PR já está garantida. Quanto à marca do chocolate, pouco importa. Só há uma exigência do cliente bicolor, neste caso, do freguês bicolor: que tenha a embalagem na cor amarela.
CRISTHIAN – 8,20
EVERTON – 8,05
DIOGO – 7,75
MARCELO – 7,25
JAIRO – 7,20
ESTIGARRIBIA – 7,20
FÁBIO – 7,00
VENI – 6,20
VILNEI – 6,05
CHARLES – 6,05
EVANDRO – 6,00
DANILSON – 6,00
PRETO – 5,90
VANDER – 5,60
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
domingo, 18 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
JOGO 28 - 06/09/2011
AMARELO 6X6 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Márcio Guerreiro; Cristhian; Danilson (4º, 12º); Estigarribia (7º, 9º); Vander (2º, 11º)
AZUL/PRETO: Everton; Marcelo; Fábio; Charles (1º); Evandro (3º, 5º); Preto (8º, 10º); Veni (6º)
Era para ter sido vitória do Bicolor por 7 a 6, caso o gol contra de Márcio fosse assinalado pela arbitragem (a bola entrou completamente). Contudo, como o árbitro teve a visão encoberta no lance, não foi possível validar o gol. Como o “se” não “joga”, a partida terminou empatada em 6 a 6.
Com exceção dos cinco minutos finais, o AZ/PR é quem comandou as melhores e maiores ações do confronto. Desde o início partiu pra cima. Preto, em jornada inspirada, foi não somente o destaque do seu time como também da partida. Além de marcar duas vezes (Evandro, de seu time, Danilson, Estigarribia e Vander, do Amarelo, também marcaram dois gols cada), foi quem dinamizou as ações azuis e pretas. Combateu na linha defensiva com energia. Mas, quando projetado ao ataque, destacou-se com maior eficiência.
Com o gol de Charles (1º - João atrasou mal a bola e Charles foi mais rápido que a defesa para tocar na saída de Vilnei) nos primeiros minutos de bola rolando, o AZ/PR mostrava a que veio. Antes Vander, por pouco, não entrega dois gols ao tentar sair driblando pelo lado da área. Se não deu atrás, deu certo na frente. Em passe de Vilnei no meio, Vander (2º) ajeita e manda de bico no ângulo de Everton: 1 a 1.
Veni avança pela esquerda e toca para Evandro (3º) bater cruzado e marcar 2 a 1. Ainda neste momento, o Bicolor mantinha o domínio da partida. Criava as melhores chances. O Amarelo vez que outra ensaiava um ataque perigoso. Cristhian (que jogou apenas o primeiro tempo, pois acusou seu estado gripal) e Danilson não se encontravam nas melhores condições físicas e técnicas. Márcio e Estigarribia asseguraram as pontas da equipe. E foi por meio de Estigarribia que o Amarelo chegou ao empate. Após pressão deste pra cima de Veni em saída de bola, Danilson (4º) se aproveitou da situação e igualou em 2 a 2 o escore.
No entanto, Cristhian, logo em seguida, perdeu a bola no meio e Evandro (5º) avançou para fazer 3 a 2, números finais da primeira etapa.
No segundo tempo a situação permaneceu a mesma. O Bicolor seguiu articulando melhor suas investidas e já nos minutos iniciais ampliou em 4 a 2 por meio de Veni (6º), que, em escapada rápida pela direita, mandou chute forte e cruzado de longe. Vilnei tentou chegar, mas foi tarde.
Em jogada individual, Estigarribia (7º) girou pra cima da marcação e em chute desviado (tocou no pé de Charles) a bola ganhou trajetória diferente, deixando Everton batido no lance: 4 a 3.
Preto (8º) mostrou por que foi escolhido o destaque maior do confronto. Num avanço rápido pela ala direita, deixou Estigarribia pra trás e mandou um balaço no ângulo de Vilnei: 5 a 3.
Estigarribia (9º), a fim de se redimir, apertou a marcação sobre Evandro, após este receber passe forçado de Marcelo, e voltou a descontar o marcador: 5 a 4.
Não tardou muito e Preto (10º) arriscou de muito longe para Vilnei aceitar: 6 a 4.
Quando tudo parecia definido, o Amarelo conseguiu o empate. Vander (11º) em cobrança de falta tirou vantagem da indecisão azul em afastar a bola para, de bico, descontar em 6 a 5. Depois foi a vez de Danilson (12º) se aproveitar da falha de Marcelo para igualar em 6 a 6 o escore, colocando, assim, números finais ao jogo.
Quanto ao resto, leem o primeiro parágrafo deste texto e saberão como o placar final deste jogo poderia ter sido diferente.
PRETO – 7,10
EVANDRO – 6,65
VENI – 6,60
ESTIGARRIBIA – 6,50
EVERTON – 6,45
MARCIO GUERREIRO – 6,40
CHARLES – 6,40
DANILSON – 6,30
VANDER – 6,20
JOÃO PAULO – 6,20
FÁBIO – 6,10
VILNEI – 6,00
CRISTHIAN – 5,95
MARCELO – 5,85
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Márcio Guerreiro; Cristhian; Danilson (4º, 12º); Estigarribia (7º, 9º); Vander (2º, 11º)
AZUL/PRETO: Everton; Marcelo; Fábio; Charles (1º); Evandro (3º, 5º); Preto (8º, 10º); Veni (6º)
Era para ter sido vitória do Bicolor por 7 a 6, caso o gol contra de Márcio fosse assinalado pela arbitragem (a bola entrou completamente). Contudo, como o árbitro teve a visão encoberta no lance, não foi possível validar o gol. Como o “se” não “joga”, a partida terminou empatada em 6 a 6.
Com exceção dos cinco minutos finais, o AZ/PR é quem comandou as melhores e maiores ações do confronto. Desde o início partiu pra cima. Preto, em jornada inspirada, foi não somente o destaque do seu time como também da partida. Além de marcar duas vezes (Evandro, de seu time, Danilson, Estigarribia e Vander, do Amarelo, também marcaram dois gols cada), foi quem dinamizou as ações azuis e pretas. Combateu na linha defensiva com energia. Mas, quando projetado ao ataque, destacou-se com maior eficiência.
Com o gol de Charles (1º - João atrasou mal a bola e Charles foi mais rápido que a defesa para tocar na saída de Vilnei) nos primeiros minutos de bola rolando, o AZ/PR mostrava a que veio. Antes Vander, por pouco, não entrega dois gols ao tentar sair driblando pelo lado da área. Se não deu atrás, deu certo na frente. Em passe de Vilnei no meio, Vander (2º) ajeita e manda de bico no ângulo de Everton: 1 a 1.
Veni avança pela esquerda e toca para Evandro (3º) bater cruzado e marcar 2 a 1. Ainda neste momento, o Bicolor mantinha o domínio da partida. Criava as melhores chances. O Amarelo vez que outra ensaiava um ataque perigoso. Cristhian (que jogou apenas o primeiro tempo, pois acusou seu estado gripal) e Danilson não se encontravam nas melhores condições físicas e técnicas. Márcio e Estigarribia asseguraram as pontas da equipe. E foi por meio de Estigarribia que o Amarelo chegou ao empate. Após pressão deste pra cima de Veni em saída de bola, Danilson (4º) se aproveitou da situação e igualou em 2 a 2 o escore.
No entanto, Cristhian, logo em seguida, perdeu a bola no meio e Evandro (5º) avançou para fazer 3 a 2, números finais da primeira etapa.
No segundo tempo a situação permaneceu a mesma. O Bicolor seguiu articulando melhor suas investidas e já nos minutos iniciais ampliou em 4 a 2 por meio de Veni (6º), que, em escapada rápida pela direita, mandou chute forte e cruzado de longe. Vilnei tentou chegar, mas foi tarde.
Em jogada individual, Estigarribia (7º) girou pra cima da marcação e em chute desviado (tocou no pé de Charles) a bola ganhou trajetória diferente, deixando Everton batido no lance: 4 a 3.
Preto (8º) mostrou por que foi escolhido o destaque maior do confronto. Num avanço rápido pela ala direita, deixou Estigarribia pra trás e mandou um balaço no ângulo de Vilnei: 5 a 3.
Estigarribia (9º), a fim de se redimir, apertou a marcação sobre Evandro, após este receber passe forçado de Marcelo, e voltou a descontar o marcador: 5 a 4.
Não tardou muito e Preto (10º) arriscou de muito longe para Vilnei aceitar: 6 a 4.
Quando tudo parecia definido, o Amarelo conseguiu o empate. Vander (11º) em cobrança de falta tirou vantagem da indecisão azul em afastar a bola para, de bico, descontar em 6 a 5. Depois foi a vez de Danilson (12º) se aproveitar da falha de Marcelo para igualar em 6 a 6 o escore, colocando, assim, números finais ao jogo.
Quanto ao resto, leem o primeiro parágrafo deste texto e saberão como o placar final deste jogo poderia ter sido diferente.
PRETO – 7,10
EVANDRO – 6,65
VENI – 6,60
ESTIGARRIBIA – 6,50
EVERTON – 6,45
MARCIO GUERREIRO – 6,40
CHARLES – 6,40
DANILSON – 6,30
VANDER – 6,20
JOÃO PAULO – 6,20
FÁBIO – 6,10
VILNEI – 6,00
CRISTHIAN – 5,95
MARCELO – 5,85
A estreia de Estigarribia, um descendente guarani [Jogo 27 - 30/08/2011]
AZUL/PRETO 7X6 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Danilson (4º); Estigarribia (3º); João Paulo (6º, 12º); Evandro (9º, 10º, 13º)
AMARELO: Fábio (1º); Charles (2º, 7º); Veni (8º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º)
Em outra noite de estreia, a improvisação de Fábio no gol e o grande número de desfalques foi o que mais chamou a atenção, além, é claro, da chegada de Marcelo, melhor, de Estigarribia.
Marcelo, Vander, Preto, Everton, Cristhian, Fabrício, Fabiano e Diogo (mais Cristiano que segue lesionado) estiveram ausentes. Fábio assumiu o posto de goleiro improvisado, uma vez que Charles, o reserva imediato dos arqueiros, apresentava uma lesão na mão que lhe impedia de atuar nesta posição.
Mas, apesar destas dificuldades, tivemos uma partida bem movimentada. Fábio não só não comprometeu como também teve uma boa performance. Até mesmo gol anotou.
Se Fábio não comprometeu, Marcelo Estigarribia também não. Fez uma estreia tradicional. Ou seja, jogou na boa, mais para reconhecimento das dinâmicas juncianeiras. Convidado por Charles, Estigarribia começou a ganhar espaço na Junção já pelo nome. Melhor, pelo sobrenome. Descendente de paraguaios, Estigarribia veio trazer (assim esperamos) a garra guarani a Junção. Numa partida de tantos desfalques, Estigarribia (mais pelo nome, menos pela atuação) foi um alento. Antes fora Márcio Guerreiro. Agora, Estigarribia. A renovação da Junção segue seu processo. Seja bem-vindo, Guarani!
Num chute forte e bem colocado, Fábio (1º), do meio da quadra, venceu Vilnei, abrindo o marcador: 1 a 0.
Charles (2º) aproveitou rebote de Vilnei em chute de Veni e ampliou em 2 a 0.
O AZ/PR reagiu. Estigarribia (3º), o estreante, recebeu na esquerda, cortou para o meio se livrando de Charles e bateu no canto de Fábio, descontando em 2 a 1.
O empate chegou através de uma trama bem conduzida. Vilnei lançou com a mão por cima, João Paulo – destaque no confronto -, escorou com o peito para Danilson (4º), de primeira, afundar as redes amarelas: 2 a 2.
Jairo, de boa movimentação no primeiro tempo, escorou para a chegada de trás de Márcio: 3 a 2.
Não demorou nem dois minutos a vantagem amarela. Estigarribia e Danilson tabelaram e João Paulo (6º) completou: 3 a 3.
Num belo corta-luz de Márcio, na cobrança de escanteio de Veni, Charles (7º) chutou de bico cruzado e fez 4 a 3.
Logo depois, na saída de centro, o Bicolor se atrapalhou e Veni (8º) não: 5 a 3.
O AZ/PR passou a pressionar bastante. Assim, antes do final do primeiro tempo, chegou ao empate. Evandro (9º) chutou cruzado e Fábio aceitou. Depois, em bela tabela com Danilson, Evandro (10º) novamente marcou, só que desta vez num bonito gol de virada.
Na etapa final, o Amarelo é que tomou a iniciativa. No entanto, parou nas boas defesas de Vilnei. Fábio também salvou, mas não o suficiente para evitar a derrota.
Em lançamento de Fábio por cima e com a mão, Jairo (11º), de costas para o gol, mandou de letra no canto oposto de Vilnei: 6 a 5.
Não demorou muito para João Paulo (12º) decidir o jogo e mostrar por que foi um dos destaques da partida. Primeiro aproveitou lance tumultuado na área amarela e na raça igualou outra vez o placar: 6 a 6. Depois iniciou a jogada que culminou num passe certeiro para desfecho também certeiro de Evandro (13º), fechando em 7 a 6 o clássico. João foi sóbrio na defesa e decisivo quando subiu ao ataque. Veni teve poucas vantagens perante sua marcação. Ao lado de Vilnei segurou bem lá atrás.
Em noite inspirada, João e Vilnei mostraram a Estigarribia que não basta ter nome guarani, charrua ou platino para jogar na Junção. É preciso saber honrá-lo.
JOÃO PAULO – 7,10
VILNEI 7,10
EVANDRO – 7,05
MÁRCIO GUERREIRO – 6,80
DANILSON – 6,80
FÁBIO – 6,80
ESTIGARRIBIA – 6,60
VENI – 6,60
CHARLES – 6,60
JAIRO – 6,50
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Danilson (4º); Estigarribia (3º); João Paulo (6º, 12º); Evandro (9º, 10º, 13º)
AMARELO: Fábio (1º); Charles (2º, 7º); Veni (8º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º)
Em outra noite de estreia, a improvisação de Fábio no gol e o grande número de desfalques foi o que mais chamou a atenção, além, é claro, da chegada de Marcelo, melhor, de Estigarribia.
Marcelo, Vander, Preto, Everton, Cristhian, Fabrício, Fabiano e Diogo (mais Cristiano que segue lesionado) estiveram ausentes. Fábio assumiu o posto de goleiro improvisado, uma vez que Charles, o reserva imediato dos arqueiros, apresentava uma lesão na mão que lhe impedia de atuar nesta posição.
Mas, apesar destas dificuldades, tivemos uma partida bem movimentada. Fábio não só não comprometeu como também teve uma boa performance. Até mesmo gol anotou.
Se Fábio não comprometeu, Marcelo Estigarribia também não. Fez uma estreia tradicional. Ou seja, jogou na boa, mais para reconhecimento das dinâmicas juncianeiras. Convidado por Charles, Estigarribia começou a ganhar espaço na Junção já pelo nome. Melhor, pelo sobrenome. Descendente de paraguaios, Estigarribia veio trazer (assim esperamos) a garra guarani a Junção. Numa partida de tantos desfalques, Estigarribia (mais pelo nome, menos pela atuação) foi um alento. Antes fora Márcio Guerreiro. Agora, Estigarribia. A renovação da Junção segue seu processo. Seja bem-vindo, Guarani!
Num chute forte e bem colocado, Fábio (1º), do meio da quadra, venceu Vilnei, abrindo o marcador: 1 a 0.
Charles (2º) aproveitou rebote de Vilnei em chute de Veni e ampliou em 2 a 0.
O AZ/PR reagiu. Estigarribia (3º), o estreante, recebeu na esquerda, cortou para o meio se livrando de Charles e bateu no canto de Fábio, descontando em 2 a 1.
O empate chegou através de uma trama bem conduzida. Vilnei lançou com a mão por cima, João Paulo – destaque no confronto -, escorou com o peito para Danilson (4º), de primeira, afundar as redes amarelas: 2 a 2.
Jairo, de boa movimentação no primeiro tempo, escorou para a chegada de trás de Márcio: 3 a 2.
Não demorou nem dois minutos a vantagem amarela. Estigarribia e Danilson tabelaram e João Paulo (6º) completou: 3 a 3.
Num belo corta-luz de Márcio, na cobrança de escanteio de Veni, Charles (7º) chutou de bico cruzado e fez 4 a 3.
Logo depois, na saída de centro, o Bicolor se atrapalhou e Veni (8º) não: 5 a 3.
O AZ/PR passou a pressionar bastante. Assim, antes do final do primeiro tempo, chegou ao empate. Evandro (9º) chutou cruzado e Fábio aceitou. Depois, em bela tabela com Danilson, Evandro (10º) novamente marcou, só que desta vez num bonito gol de virada.
Na etapa final, o Amarelo é que tomou a iniciativa. No entanto, parou nas boas defesas de Vilnei. Fábio também salvou, mas não o suficiente para evitar a derrota.
Em lançamento de Fábio por cima e com a mão, Jairo (11º), de costas para o gol, mandou de letra no canto oposto de Vilnei: 6 a 5.
Não demorou muito para João Paulo (12º) decidir o jogo e mostrar por que foi um dos destaques da partida. Primeiro aproveitou lance tumultuado na área amarela e na raça igualou outra vez o placar: 6 a 6. Depois iniciou a jogada que culminou num passe certeiro para desfecho também certeiro de Evandro (13º), fechando em 7 a 6 o clássico. João foi sóbrio na defesa e decisivo quando subiu ao ataque. Veni teve poucas vantagens perante sua marcação. Ao lado de Vilnei segurou bem lá atrás.
Em noite inspirada, João e Vilnei mostraram a Estigarribia que não basta ter nome guarani, charrua ou platino para jogar na Junção. É preciso saber honrá-lo.
JOÃO PAULO – 7,10
VILNEI 7,10
EVANDRO – 7,05
MÁRCIO GUERREIRO – 6,80
DANILSON – 6,80
FÁBIO – 6,80
ESTIGARRIBIA – 6,60
VENI – 6,60
CHARLES – 6,60
JAIRO – 6,50
Marcadores:
ESTREIA DE ESTIGARRIBIA,
JOÃO PAULO E VILNEI
JOGO 26 - 23/08/2011
AMARELO 8X7 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Everton; Diogo (2º, 15º); Evandro (3º, 14º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º, 7º, 9º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Preto (6º, 10º); Charles (1º); Vander; Veni (4º, 8º, 12º, 13º)
Por questões pessoais não pude comparecer a essa partida. O que tenho é o relato de Charles, que afirma ter sido um jogo disputado em que seu time “entregou” no final, após ter conseguido a vantagem (7 a 6) a custo de muito sacrifício.
Ainda segundo Charles, Vander, para variar, reclamou bastante, e Vilnei voltou a perder. Sem mais no momento, encerro por aqui meu relato.
DIOGO – 7,05
EVANDRO – 7,00
MÁRCIO GUERREIRO – 6,90
EVERTON – 6,75
VENI – 6,75
JAIRO – 6,70
PRETO – 6,65
CHARLES – 6,55
VILNEI – 6,50
VANDER – 6,50
GOLS:
AMARELO: Everton; Diogo (2º, 15º); Evandro (3º, 14º); Jairo (11º); Márcio Guerreiro (5º, 7º, 9º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Preto (6º, 10º); Charles (1º); Vander; Veni (4º, 8º, 12º, 13º)
Por questões pessoais não pude comparecer a essa partida. O que tenho é o relato de Charles, que afirma ter sido um jogo disputado em que seu time “entregou” no final, após ter conseguido a vantagem (7 a 6) a custo de muito sacrifício.
Ainda segundo Charles, Vander, para variar, reclamou bastante, e Vilnei voltou a perder. Sem mais no momento, encerro por aqui meu relato.
DIOGO – 7,05
EVANDRO – 7,00
MÁRCIO GUERREIRO – 6,90
EVERTON – 6,75
VENI – 6,75
JAIRO – 6,70
PRETO – 6,65
CHARLES – 6,55
VILNEI – 6,50
VANDER – 6,50
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