AMARELO 9X7 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Vander [1º, 13º]; Diogo [14°]; Cristiano [3º, 6º, 8º, 9º]; Charles [15º]; Fábio
Azul/Preto: Alex [7º]; Preto [11º]; Erlon [16º]; Marcelo [10º - contra, 12º]; Evandro [2º, 4º, 5º]
Dia 6 de julho. Esta foi a data em que Preto venceu pela última vez na Junção. De lá para cá, acumulou derrotas e, no mínimo, alguns empates. Nesta partida não foi diferente: voltou a perder.
Se por um lado Preto não consegue vencer, Vilnei conseguiu, após uma série de jogos não muito satisfatórios, voltar a fazer uma boa apresentação. Confiante e atento, o arqueiro amarelo foi colocado à prova outra vez (há pouco tinha vivenciado uma situação semelhante, quando, além de não conseguir vencer, também não conseguia ter uma boa performance).
Vilnei foi o responsável pela vitória de seu time. Atuou com desprendimento e segurança. Foi corajoso e audacioso em lances difíceis, passando otimismo e vontade a seus companheiros de linha. Quando exigido não decepcionou, empurrando a má fase para o lado azul e, literalmente, Preto.
Agora, enquanto que Vilnei procurará manter a boa fase, Preto seguirá em busca de uma vitória, venha ela do jeito que for.
Numa partida de muitos gols, o que chamou a atenção foi a velocidade com que estes aconteciam. Em certos momentos, o Amarelo, por exemplo, nem bem acabara de comemorar seu gol que, em seguida, já estava sofrendo um. Apesar do excesso de gols, a partida foi bastante disputada, com bastante destaques além de Vilnei (Marcelo, Cristiano e Evandro foram bem). O cansaço também foi um aspecto que pesou contra a equipe azul, além da atuaçao de Vilnei, é claro. Jogando sem suplentes, o Bicolor cansou bastante no final, fator muito bem aproveitado por seu adversário.
Vander (1º), em jogada que começou pela direita, acompanhou o desfecho desta dentro da área de Alex, quando, de frente para este, completou o centro certeiro aliado: 1x0.
Menos de dois minutos depois, o Az/Pr empatava o escore. Marcelo desarmou Charles na meia-esquerda de ataque amarela, sobrando livre na frente para Evandro (2º) tocar na saída de Vilnei: 1x1.
Bola ao centro novamente e, mal foi movimentada, já encontrava as redes novamente. Desta vez ficou a cargo de Cristiano (3º) que ao tentar lançamento por cima, com destino a Vander, encobriu Alex em sua mal calculada saída de bola: 2x1.
Neste ritmo intenso seguiu o clássico. Num passe forçado de Charles para Cristiano, Marcelo, na antecipação, ficou com a bola e, sem pestanejar, lançou Evandro (4º) mais a frente para igualar em 2x2 o escore.
Evandro (5º), com sede de gols, assinalou o terceiro gol azul após apertar a marcação de Fábio na saída de bola amarela. No vacilo deste, Evandro marcou 3x2, dando números finais ao placar da primeira etapa.
No segundo tempo, o ritmo permaneceu acelerado. Vilnei, muito exigido, garantiu a vitória de seu time com muita garra sob as traves. Já Preto... Bem, Preto segue em sua sina de não conseguir vencer, apesar de todos seus esforços.
Logo na saída de centro, Diogo rola mais atrás para Fábio que, em lançamento preciso,
deixa Cristiano (6º) na cara do gol para empatar em 3x3 o palcar.
O empate não perdurou muito. Alex (7º), em chute certeiro, surpreende Vilnei: 4x3.
De tanto tentar, o Amarelo chegou ao empate outra vez. Em arrancada de Fábio pelo meio, após desarme inimigo de Vander, o fixo/ala dourado se livrou da falta e tocou para Cristiano (8º) deixar tudo igual: 4x4.
Em seguida, o mesmo Cristiano (9º) cortou para o meio antes de bater forte no canto baixo de Alex: 5x4.
Marcelo (10º - contra), até então um dos melhores do Bicolor, foi "premiado" com um lance inusitado. Na jogada de Fábio pela linha lateral esquerda, este foi até o fundo e bateu cruzado para dentro da área. Marcelo ao tentar cortar cruzamento, chutou para dentro de suas próprias redes, marcando um gol contra. Lance que em nada interferiu em sua boa atuação, mas que aumentou a vantagem amarela no clássico: 6x4.
Preto (11º), de atuação discreta, recebeu passe no meio, girou, enquadrou o corpo e mandou um balaço no ângulo de Vilnei. Um golaço: 6x5.
O empate azul chegou com Marcelo (12º) que, num lance rápido, avançou campo inimigo adentro e num agulhaço de média distância acertou o canto alto de Vilnei (a bola resvalou em Evandro, tirando completamente Vilnei do lance): 6x6.
Não tardou muito para Vander (13º), ao puxar contra-ataque após defesa sensacional de Vilnei, tocar para Diogo e receber de volta, na medida, para encher o pé e marcar 7x6.
Dando indícios de cansaço, o Bicolor tentou de todas as maneiras o empate, no mínimo. Foi combativo e corajoso, parando nas mãos de Vilnei. Adotando uma tática contragolpista, o Amarelo liquidou com o jogo se utilizando desta tática. Assim, no rebote de escanteio rival, Cristiano armou contra-ataque arrancando pela ala esquerda e batendo cruzado para defesa parcial de Alex. No rebote, Diogo (14º) apenas completou para as redes: 8x6.
Como se não bastasse as defesas e intervenções perfeitas, Vilnei também foi eficiente em seus lançamentos. Num destes, Charles (15º) ajeitou com carinho e sem carinho algum soltou a bomba pra cima de Alex: 9x6.
Ainda, já no final, Erlon (16º), em jogada ensaiada de falta, aproveitou confusão para descontar em 9x7. Porém, já não havia tempo suficiente para tentar uma reação maior. Sendo assim, Preto segue perambulando por uma vitória. Já Vilnei, espera manter a boa fase, solidificando com vitórias suas boas apresentações.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Cristiano [Jogo 32 - 07/09/2010]
AZUL/PRETO 9X4 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Marcelo [1º]; Charles [9º]; Cristiano [3º, 11º, 12º, 13º]; Evandro [2º, 5º, 7º]
Amarelo: Vilnei; Fábio [4º]; Veni [6º]; Vander; Diogo [8º, 10º]
Se restava alguma dúvida, esta já não existe mais. Cristiano, definitivamente, é da Junção. Tendo uma atuação quase perfeita, o ala azul tomou conta da partida, chamando a responsabilidade do confronto para si. Cristiano foi, além de goleador, o maestro do clássico. Comandou seus companheiros na armação das jogadas. Quase todos os lances de ataque passavam por seus pés, assim foi o grande mentor do jogo, garantindo devez seu lugar na Junção.
Desde o início da partida, o Bicolor, melhor compactado em quadra, mostrava sinais de superioridade. Numa equipe na qual todos auxiliavam na marcação, tornou-se quase imbatível. Em termos técnicos, os times se equilibravam, pois se do lado azul haviam Cristiano e Evandro, do lado amarelo estavam Veni e Diogo. Contudo, no que diz respeito a questão tática, o Az/Pr foi muito mais eficiente. Charles e Marcelo fizeram uma atuação defensiva muito segura, e Alex esteve, outra vez, acima da média. Veni, do lado amarelo, fez uma apresentação irreconhecível. Perdeu a maioria dos lances. Reclamou o tempo todo de seus companheiros. Perdeu boas chances para marcar. Há muito que não jogava tão mal assim. Diogo, apesar da sempre voluntariedade, não conseguiu muita vantagem sobre a defesa rival, desperdiçando forças nas discussões com Veni. Vilnei voltou a falhar nas saídas de bola. Já Vander fez uma partida mediana, desconcentrando-se por vezes do jogo. Quem lutou muito foi Fábio, inclusive marcando um gol, situação que há muito não acontecia. Apesar de toda sua luta, Fábio não evitou o pior para seu time, saindo derrotado de quadra.
Em jogada de Cristiano - ganhou dividida no meio de Fábio e passou por Vander - Marcelo (1º) chegou batendo na entrada da área: 1x0.
Os 2xo chegaram com um golaço de Evandro (2º), que, ao receber passe de cobrança de lateral de Charles, pegou, do outro lado da quadra, de primeira, mandando no ângulo de Vilnei.
O Amarelo partiu pra cima, e em duas oportunidades - uma com Veni e outra com Diogo - perdeu a chance do empate. Mas Diogo não perdeu o costume de fazer penalidades máximas. Outra vez Diogo exagerou na força dentro da área. Novamente a vítima foi Evandro. Cristiano bateu o pênalti e fez 3x0.
No segundo tempo, os Amarillos ousaram. Com poucos cuidados defensivos, o time dourado foi pra cima. Com a antecipação de Fábio (4º) no primeiro pau em cobrança de escanteio de Diogo, descontaram em 3x1 o escore. Cresceram no clássico. Pressionaram bastante, no entanto, em falha de Vilnei (não saiu do gol), Evandro (5º) marcou de cabeça: 4x1.
Veni (6º) puxou para o meio e barteu forte no canto baixo de Alex, descontando em 4x2 e deixando seu time no páreo outra vez.
Fechado, o Bicolor esperou o momento certo para acionar sua arma letal, os contra-ataques. E foi através de um destes que, após triangulação perfeita entre Marcelo, Cristiano e Evandro (7º), este tocou para as redes de Vilnei: 5x2.
Não tardou muito para Diogo (8º), em lançamento de Vilnei com as mãos, dividir com a zaga adversária e, na raça e na mão (isto mesmo, Diogo levou a bola com a mão!), bater para o gol vazio de Alex: 5x3.
Mal festejara seu terceiro gol, o Amarelo já tomava seu sexto. Em outra falha de Vilnei, Charles (9º), da linha lateral esquerda de ataque, ingressou área adentro, batendo duas vezes (na primeira, Fábio cortou, mas na segunda o arqueiro aceitou): 6x3.
Antes do show final de Cristiano - o que elencou ele como o melhor em quadra e um juncianeiro oficial - Diogo (10º) voltou a marcar em chute forte: 6x4.
Mas, no entanto, Cristiano (11º, 12º e 13º), em três oportunidades, liquidou com a fatura, mostrando que veio forte para brigar pelo título de craque da temporada. No primeiro gol de seus três últimos, deixou Veni pra trás com um drible fantástico antes de bater no canto de Vilnei. O segundo, nasceu de uma tabela com Evandro, no qual Cristiano pegou de primeira para vencer o arqueiro amarelo. Por fim, o gol que fechou o placar em 9x4, originou-se de uma cobrança de falta direta, da meia-cancha, onde Cristiano bateu no ângulo de Vilnei.
Numa partida em que o Bicolor tomou conta das ações táticas e técnicas, Cristiano fez dela seu palco para, definitivamente, marcar seu nome na Junção.
Gols:
Azul/Preto: Alex; Marcelo [1º]; Charles [9º]; Cristiano [3º, 11º, 12º, 13º]; Evandro [2º, 5º, 7º]
Amarelo: Vilnei; Fábio [4º]; Veni [6º]; Vander; Diogo [8º, 10º]
Se restava alguma dúvida, esta já não existe mais. Cristiano, definitivamente, é da Junção. Tendo uma atuação quase perfeita, o ala azul tomou conta da partida, chamando a responsabilidade do confronto para si. Cristiano foi, além de goleador, o maestro do clássico. Comandou seus companheiros na armação das jogadas. Quase todos os lances de ataque passavam por seus pés, assim foi o grande mentor do jogo, garantindo devez seu lugar na Junção.
Desde o início da partida, o Bicolor, melhor compactado em quadra, mostrava sinais de superioridade. Numa equipe na qual todos auxiliavam na marcação, tornou-se quase imbatível. Em termos técnicos, os times se equilibravam, pois se do lado azul haviam Cristiano e Evandro, do lado amarelo estavam Veni e Diogo. Contudo, no que diz respeito a questão tática, o Az/Pr foi muito mais eficiente. Charles e Marcelo fizeram uma atuação defensiva muito segura, e Alex esteve, outra vez, acima da média. Veni, do lado amarelo, fez uma apresentação irreconhecível. Perdeu a maioria dos lances. Reclamou o tempo todo de seus companheiros. Perdeu boas chances para marcar. Há muito que não jogava tão mal assim. Diogo, apesar da sempre voluntariedade, não conseguiu muita vantagem sobre a defesa rival, desperdiçando forças nas discussões com Veni. Vilnei voltou a falhar nas saídas de bola. Já Vander fez uma partida mediana, desconcentrando-se por vezes do jogo. Quem lutou muito foi Fábio, inclusive marcando um gol, situação que há muito não acontecia. Apesar de toda sua luta, Fábio não evitou o pior para seu time, saindo derrotado de quadra.
Em jogada de Cristiano - ganhou dividida no meio de Fábio e passou por Vander - Marcelo (1º) chegou batendo na entrada da área: 1x0.
Os 2xo chegaram com um golaço de Evandro (2º), que, ao receber passe de cobrança de lateral de Charles, pegou, do outro lado da quadra, de primeira, mandando no ângulo de Vilnei.
O Amarelo partiu pra cima, e em duas oportunidades - uma com Veni e outra com Diogo - perdeu a chance do empate. Mas Diogo não perdeu o costume de fazer penalidades máximas. Outra vez Diogo exagerou na força dentro da área. Novamente a vítima foi Evandro. Cristiano bateu o pênalti e fez 3x0.
No segundo tempo, os Amarillos ousaram. Com poucos cuidados defensivos, o time dourado foi pra cima. Com a antecipação de Fábio (4º) no primeiro pau em cobrança de escanteio de Diogo, descontaram em 3x1 o escore. Cresceram no clássico. Pressionaram bastante, no entanto, em falha de Vilnei (não saiu do gol), Evandro (5º) marcou de cabeça: 4x1.
Veni (6º) puxou para o meio e barteu forte no canto baixo de Alex, descontando em 4x2 e deixando seu time no páreo outra vez.
Fechado, o Bicolor esperou o momento certo para acionar sua arma letal, os contra-ataques. E foi através de um destes que, após triangulação perfeita entre Marcelo, Cristiano e Evandro (7º), este tocou para as redes de Vilnei: 5x2.
Não tardou muito para Diogo (8º), em lançamento de Vilnei com as mãos, dividir com a zaga adversária e, na raça e na mão (isto mesmo, Diogo levou a bola com a mão!), bater para o gol vazio de Alex: 5x3.
Mal festejara seu terceiro gol, o Amarelo já tomava seu sexto. Em outra falha de Vilnei, Charles (9º), da linha lateral esquerda de ataque, ingressou área adentro, batendo duas vezes (na primeira, Fábio cortou, mas na segunda o arqueiro aceitou): 6x3.
Antes do show final de Cristiano - o que elencou ele como o melhor em quadra e um juncianeiro oficial - Diogo (10º) voltou a marcar em chute forte: 6x4.
Mas, no entanto, Cristiano (11º, 12º e 13º), em três oportunidades, liquidou com a fatura, mostrando que veio forte para brigar pelo título de craque da temporada. No primeiro gol de seus três últimos, deixou Veni pra trás com um drible fantástico antes de bater no canto de Vilnei. O segundo, nasceu de uma tabela com Evandro, no qual Cristiano pegou de primeira para vencer o arqueiro amarelo. Por fim, o gol que fechou o placar em 9x4, originou-se de uma cobrança de falta direta, da meia-cancha, onde Cristiano bateu no ângulo de Vilnei.
Numa partida em que o Bicolor tomou conta das ações táticas e técnicas, Cristiano fez dela seu palco para, definitivamente, marcar seu nome na Junção.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Max 1000 [Jogo 31 - 31/08/2010]

AZUL/PRETO 7X7 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson [2º, 14º]; Jairo; Diogo [4º, 5º, 7º, 11º]; Fábio; Evandro [8º]
Amarelo: Vilnei; Erlon [9º]; Vander [6º, 12º, 13º]; Marcelo [1º]; Preto; Cristiano [3º, 10º]
Gomos perfeitos. Cores assimetricamente escolhidas. Pressão e peso adequadamente bem distribuidos. Todos A querem, mas poucos A têm. Se bem tratada, volta; se mal tratada, em outros pés procura seu tão merecido conforto. Seu desejo é o de entrelaçar-se com as redes, e desta união produzir prazer ou angústia, jamais inércia. Tomados por tamanha magia, Amarelos e Bicolores travaram uma sangrenta batalha por seu amor. No final, ambos exércitos tombaram, um de cada lado, e Ela seguiu - e assim seguirá sempre - seu fiel percurso em direção às redes, esta sim seu eterno amor.
Motivados pela possibilidade de alcançarem seu amor, Amarelos e Bicolores entraram em quadra com muita disposição. Para se ter uma noção deste engajamento amoroso, Marcelo (1º), em menos de quatro minutos de bola rolando, já abria o placar do jogo. Em cobrança de falta frontal, Vander rola para o lado e o fixo amarelo bate com maestria, mandando-A para o fundo das redes de Alex: 1x0.
Tentando se adaptar ao ritmo Dela, o Az/Pr tratou de mantê-La mais por perto. Dessa maneira, tabelando em passes curtos, chegou ao empate. Danilson (2º) fez a passagem pelo lado esquerdo e, ao receber de Jairo passe mais à frente, bateu fraco, contudo Vilnei falhou, deixando-A passar entre seus braços: 1x1.
O Amarelo voltou a ficar em vantagem após jogada de Erlon que culminou em passe para Cristiano (3º) marcar 2x1.
O excesso de amor fez com que Diogo não medisse forças para tê-La mais por perto. Diogo bateu - e muito - em seus oponentes. Exarcebou-se nas disputas, travando uma constante disputa com seus rivais por Sua posse (Erlon e Cristiano que o digam, estes alvos seguidos da força desmedida do ala bicolor).
Mas não somente de violência se constituiu o futebol de Diogo. Com muita raça, o ala azul e preto levou seu time para o campo de batalha, sendo quem mais conduziu a Max ao seu verdadeiro amor: as redes.
Diogo foi o artilheiro da noite, marcando quatro gols. Dois destes trouxeram a virada momentânea a qual tanto sua equipe aspirava. Jairo fez a parede na área inimiga e Diogo (4º), pela ala direita, chegou afundando: 2x2. Logo em seguida veio a virada através de um golaço de Diogo (5º). Da meia-cancha mandou no ângulo de Vilnei. Indefensável: 3x2.
Os Amarillos buscaram o empate por intermédio de Vander (6º), que, ao receber cobrança lateral, avançou pela ala e bateu cruzado no canto baixo de Alex: 3x3.
Assim, numa velocidade eloquente, a partida seguiu. Paixão desenfreada, a Max permaneceu sendo disputada palmo a palmo, canela a canela, chute a chute, defesa a defesa. Cda qual queria dar-Lhe o melhor entrelaçamento com as redes. Para tanto não mediam esforços. Até mesmo Vilnei, hipnotizado, talvez, por essa paixão, abdicou outra vez de mantê-La sob seus braços para deixá-La em contato com seu ardente amor. Ou seja, falhou em novo chute de Diogo (7º), assim como já havia falhado anteriormente, deixando-A embrenhar-se no fundo de suas redes: 4x3.
Atônitos, os Amarelos sofreram, ao final do primeiro tempo, outro golpe proeminente dos Azuis e Pretos. Em jogada de linha de fundo, Danilson bateu cruzado e Evandro (8º), fechando pelo meio, invadiu área adentro para marcar 5x3.
Mal inicia o segundo tempo e já temos um novo conflito. A arbitragem marca penalidade máxima de Diogo sobre Cristiano num lance bastante dicutível. Erlon (9º), com maestria, desloca Alex na cobrança, descontando em 5x4 o escore.
O empate dourado surgiu em saída de bola mal conduzida por Fábio (tentou o passe lateral) na qual Cristiano (10º) não desperdiçou: 5x5.
Hipnotizados pelo amor da Max, a barreira bicolor abriu na cobrança de falta de Diogo (11º). Queriam deixá-La outra vez em contato com as redes de Vilnei: 6x5.
Revoltado por não ter Seu amor, Vander (12º e 13º) tratou de açoitá-La. Assim, em duas oportunidades, madou-A de volta para as redes de Alex, querendo, com isto, quebrar o Seu encantamento sobre seus companheiros. Na primeira oportunidade, recebeu passe de Cristiano, que jogou muito nesta etapa final, e, pela direita, bateu de bico, cruzado, encobrindo Alex. Na segunda, usou do feitiço Dela para encantar a barreira adversária que, assim como a sua fizera anteriormente em gol de Diogo, abriu no momento de seu chute. Alex não pôde fazer nada: 7x6.
Quase ao final do jogo, Ela quis fazer-se justa para com seus dois amores. Distante do embate de Bicolores e Amarelos, o que Ela desejava fulgorosamente era morrer no entrelaçamento das redes despedaçadas de Alex e Vilnei. Dessa forma, na triangulação bicolor, Jairo toca para Evandro na direita que, por sua vez, centra na cabeça de Danilson (14º) para suavemente encobrir o arqueiro amarelo e, assim, igualar em 7x7 os encontros Dela com seus amores.
Embora não tenham faltado esforços dourados e bicolores em busca de Seu amor, Max provou que sua felicidade e prazer não estão condicionados à vivacidade Amarela e tampouco à agressividade Azul e Preta; mas sim e somente no afago branco-encardido das velhas e desgarradas redes da Junção, estas sim seu único e verdadeiro amor.
Marcadores:
Cristiano e Alex,
Estreia da bola nova
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
A (outra) volta de Jairo [Jogo 30 - 24/08/2010]
AZUL/PRETO 8X6 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Vander [6º, 8º]; Diogo [1º, 4º, 11º]; Cristiano [2º, 7º]; Fábio; Erlon [12º]
Amarelo: Charles; Danilson [3º, 9º, 10º, 13º, 14º]; Marcelo; Jairo [5º]; Preto
Mais pelo retorno de Jairo do que propriamente pela emoção. Assim poderíamos intitular, com uma frase, o confronto desta noite. Com a ausência de Vilnei (recuperando-se de lesão), Charles tomou conta do arco amarelo numa partida em que a volta (outra vez, já foram tantas...) de Jairo foi o que de mais emocionante aconteceu.
Contando com u time, em tese, mais equilibrado em termos táticos, o Bicolor garantiu sua vitória, em grande parte, pela boa atuação de seu camisa nº1. Alex jogou com segurança e habilidade de sempre, evitando o pior para seu time.
Diogo (1º) fez 1x0 logo no início do jogo. Arriscou um chute de longe e Charles aceitou. O Bicolor ampliou com Cristiano (2º) que, ao interceptar saída de bola mal conduzida por Danilson, roubou a bola deste e tocou no canto de Charles, fazendo 2x0.
A parada parecia fácil para o Az/Pr. Desatento, o Amarelo cedia espaços generosos em sua defesa. Sem suplentes, o time dourado cansou, especialmente Jairo, que há muito não disputava um jogo pela Junção. Mas apesar disto tudo, foi briosa sua participação, ainda mais no segundo tempo. Danilson, apesar de dois erros cruciais, foi o melhor jogador em quadra amarelo, marcando 5 dos 6 gols de seu time.
Marcelo, em disputa de bola com Erlon na ala direita defensiva, espanou pra frente, sobrando nos pés de Danilson (3º) que ajeitou e bateu forte, descontando em 2x1. No entanto, em outro erro seu, Danilson, ao cobrar falta na meia-cancha, foi totalmente displiscente, entregando a bola nos pés de Diogo (4º), que, livre, avançou e afundou Charles: 3x1.
Jairo (5º), sem perder seu estilo raçudo de sempre, brigou com a defesa adversária num bate-rebate dentro da área e, mesmo longe de sua melhor forma física e técnica, conseguiu concluir para o fundo das redes de Alex, descontando o placar em 3x2.
Quando o Amarelo pensou ter equilibrado a partida, Vander (6º), ao receber passe de falta cobrada por Cristiano, encheu, da meia-cancha, o pé. Charles até foi nela mas não evitou o quarto gol bicolor: 4x2.
Na etapa final, o Amarelo cresceu no jogo. Só não teve sorte maior devido a boa atuação de Alex, que defendeu muito, segurando a vitória de seu time. Além disso, sofreu, logo de cara, dois gols seguidos nesta etapa, dificultando em muito um trabalho de reversão.
Saída de bola, Fábio interceptou ataque rival e, na sobra, Cristiano (7º) avançou livre para marcar 5x2. Na sequência, Vander (8º) marcou um golaço aproveitando-se do desespero amarelo. Dominou a bola pelo lado direito da defesa, driblou seu marcador e, ao visualizar Charles fora do gol, mandou por cobertura: 6x2.
Danilson (9º e 10º), em duas oportunidades, mostrou o porquê de seu instinto goleador. Primeiro induziu Cristiano ao passe forçado, ficando com a bola. Depois, na cobrança lateral de Preto, antecipou-se a Fábio, como uma flecha, e com um toque sutil, desviou de Alex: 6x4.
Estes dois gols puseram novamente o Amarelo na disputa. Com muia entrega, o Bicolor (especialmente Alex) segurou a pressão e, em dois escapes rápidos, garantiu sua vitória. Diogo (11º), em contra-ataque puxado por Erlon, tocou para Cristiano e recebeu de volta para assinalar. Na triangulação perfeita, o Az/Pr fez 7x4. Na outra escapada, Fábio lançou em profundidade Erlon (12º), que, livre, tocou no canto oposto ao que Charles fechou: 8x4.
Ainda houve tempo para Danilson (13º e 14º) mostrar seu poder ofensivo. Avançando par cima de Fábio, tocou de biquinho entre suas pernas. A bola resvalou de leve, tirando Alex do lance: 8x5. Depois, em cobrança de penalidade máxima cometida por Vander sobre Danilson, este mesmo cobrou com categoria, fechando o escore do clássico em 8x6.
Longe de ter sido um partidaço, o jogo 30 da Junção foi marcado pela insistência e amor destes atletas pela Junção. Amor este que mantém acesso a chama da essência juncianeira.
Gols:
Azul/Preto: Alex; Vander [6º, 8º]; Diogo [1º, 4º, 11º]; Cristiano [2º, 7º]; Fábio; Erlon [12º]
Amarelo: Charles; Danilson [3º, 9º, 10º, 13º, 14º]; Marcelo; Jairo [5º]; Preto
Mais pelo retorno de Jairo do que propriamente pela emoção. Assim poderíamos intitular, com uma frase, o confronto desta noite. Com a ausência de Vilnei (recuperando-se de lesão), Charles tomou conta do arco amarelo numa partida em que a volta (outra vez, já foram tantas...) de Jairo foi o que de mais emocionante aconteceu.
Contando com u time, em tese, mais equilibrado em termos táticos, o Bicolor garantiu sua vitória, em grande parte, pela boa atuação de seu camisa nº1. Alex jogou com segurança e habilidade de sempre, evitando o pior para seu time.
Diogo (1º) fez 1x0 logo no início do jogo. Arriscou um chute de longe e Charles aceitou. O Bicolor ampliou com Cristiano (2º) que, ao interceptar saída de bola mal conduzida por Danilson, roubou a bola deste e tocou no canto de Charles, fazendo 2x0.
A parada parecia fácil para o Az/Pr. Desatento, o Amarelo cedia espaços generosos em sua defesa. Sem suplentes, o time dourado cansou, especialmente Jairo, que há muito não disputava um jogo pela Junção. Mas apesar disto tudo, foi briosa sua participação, ainda mais no segundo tempo. Danilson, apesar de dois erros cruciais, foi o melhor jogador em quadra amarelo, marcando 5 dos 6 gols de seu time.
Marcelo, em disputa de bola com Erlon na ala direita defensiva, espanou pra frente, sobrando nos pés de Danilson (3º) que ajeitou e bateu forte, descontando em 2x1. No entanto, em outro erro seu, Danilson, ao cobrar falta na meia-cancha, foi totalmente displiscente, entregando a bola nos pés de Diogo (4º), que, livre, avançou e afundou Charles: 3x1.
Jairo (5º), sem perder seu estilo raçudo de sempre, brigou com a defesa adversária num bate-rebate dentro da área e, mesmo longe de sua melhor forma física e técnica, conseguiu concluir para o fundo das redes de Alex, descontando o placar em 3x2.
Quando o Amarelo pensou ter equilibrado a partida, Vander (6º), ao receber passe de falta cobrada por Cristiano, encheu, da meia-cancha, o pé. Charles até foi nela mas não evitou o quarto gol bicolor: 4x2.
Na etapa final, o Amarelo cresceu no jogo. Só não teve sorte maior devido a boa atuação de Alex, que defendeu muito, segurando a vitória de seu time. Além disso, sofreu, logo de cara, dois gols seguidos nesta etapa, dificultando em muito um trabalho de reversão.
Saída de bola, Fábio interceptou ataque rival e, na sobra, Cristiano (7º) avançou livre para marcar 5x2. Na sequência, Vander (8º) marcou um golaço aproveitando-se do desespero amarelo. Dominou a bola pelo lado direito da defesa, driblou seu marcador e, ao visualizar Charles fora do gol, mandou por cobertura: 6x2.
Danilson (9º e 10º), em duas oportunidades, mostrou o porquê de seu instinto goleador. Primeiro induziu Cristiano ao passe forçado, ficando com a bola. Depois, na cobrança lateral de Preto, antecipou-se a Fábio, como uma flecha, e com um toque sutil, desviou de Alex: 6x4.
Estes dois gols puseram novamente o Amarelo na disputa. Com muia entrega, o Bicolor (especialmente Alex) segurou a pressão e, em dois escapes rápidos, garantiu sua vitória. Diogo (11º), em contra-ataque puxado por Erlon, tocou para Cristiano e recebeu de volta para assinalar. Na triangulação perfeita, o Az/Pr fez 7x4. Na outra escapada, Fábio lançou em profundidade Erlon (12º), que, livre, tocou no canto oposto ao que Charles fechou: 8x4.
Ainda houve tempo para Danilson (13º e 14º) mostrar seu poder ofensivo. Avançando par cima de Fábio, tocou de biquinho entre suas pernas. A bola resvalou de leve, tirando Alex do lance: 8x5. Depois, em cobrança de penalidade máxima cometida por Vander sobre Danilson, este mesmo cobrou com categoria, fechando o escore do clássico em 8x6.
Longe de ter sido um partidaço, o jogo 30 da Junção foi marcado pela insistência e amor destes atletas pela Junção. Amor este que mantém acesso a chama da essência juncianeira.
Assinar:
Comentários (Atom)