AZUL/PRETO 5X5 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Danilson [2º, 8º, 9º]; Diogo [7º]; Vander; Jairo [5º]
Amarelo: Alex; Charles [1º]; Evandro [6º, 10º]; Preto [3º, 4º]; Fábio
Terá sido uma despedida definitiva?
Terá o estresse e o cansaço vencido definitivamente nosso eterno n+1?
De todos os embates já travados por Jairo na Junção, terá sido o (seu) orgulho o mais difícil e emblemático adversário por ele já enfrentado?
Será que Jairo jogará fora uma bela história de amor de mais de dez anos de pura dedicação a Junção por conta de um momento eloquaz?
Eis algumas questões que ainda ressoam nos pensamentos daqueles presentes no confronto desta noite. De tudo, o que mais marcou foi a saída impulsiva – ao menos assim analisada pelos demais atletas deste jogo – de Jairo nos minutos finais da partida. Um ato que não é inédito por parte dele. Uma atitude impensada, tomada no calor de um clássico que não teve um peso emocional e competitivo tão forte a ponto de justificar tal comportamento exagerado e refratário por parte deste atleta. Diríamos que foi uma falta de companheirismo para com todos da Junção. Atitude que pôs fim ao jogo antes de seu suposto término, visto que não havia suplentes para o prosseguimento do confronto.
Uma lástima que tal episódio tenha ocorrido. Uma reclamação normal de jogo (Charles pediu falta numa disputa de bola com Diogo) não pode ser o germe de tamanha explosão emocional. Ainda mais se pensarmos que, pelo fato de que não tínhamos quem arbitrasse a partida, ficou decidido de comum acordo que quando alguém solicitasse falta, imediatamente fosse atendido, gerando com isso uma paralisação do lance em disputa.
O problema é que Jairo, infelizmente, sentiu-se ofendido, mal compreendido, e no afã tomou a pior decisão que poderia ter tomado: o abandono de quadra e, parece, o da Junção também.
De nossa parte, queremos deixar bem claro, que ele ainda é (e sempre será) o nosso n+1. Seu lugar e prestígio são sagrados entre nós. Talvez, quem sabe, não esteja passando por um bom momento pessoal, aspecto que possa ter gerado sua atitude impulsiva. Queremos o Jairo brigador, aguerrido, valente, indignado, ensandecido, visceral, raçudo de volta. Será que o teremos? Essa história não pode terminar assim, tão melancólica. Afinal, a Junção é uma parte importante de nossas vidas, sendo um espaço de amizade, sobretudo, incondicional.
No que diz respeito à bola rolando, o empate em 5x5 retratou bem o que foi o jogo. O equilíbrio imperou nesta partida. Foram criados bons momentos de ambos os lados. Se no primeiro tempo o Amarelo foi melhor, no segundo o Az/Pr tomou o controle das ações.
Quem saiu na frente foram os Yellows. Evandro, na antecipação a Vander, ficou com a bola, rolou para Preto no flanco esquerdo e este tocou para Charles [1º] chegar batendo e abrindo o placar em 1x0.
Em reposição de bola feita por Alex, Evandro tentou sair jogando mas adiantou demais a bola, perdendo-a para Danilson [2º] que de frente para o gol não desperdiçou a oportunidade do empate: 1x1.
A fim de se redimir do lance anterior, Evandro desarmou Diogo na meia-cancha e lançou para Preto [3º] que, contando com a colaboração de Vilnei, chutou fraco para marcar 2x1.
O mesmo Preto [4º], ao receber passe de Fábio, invadiu a área e colocou na saída de Vilnei, ampliando em 3x1 o escore.
Aos poucos os Azuis foram retomando as ações. Jairo [5º] em passe de Danilson descontou em 3x2 a partida. Um pouco antes, este já havia tido um pequeno desentendimento com Preto, fato gerador de um bate-boca entre os dois.
Foi então que Evandro [6º] marcou o gol mais bonito da partida. Num passe por entre a defesa adversária, Preto descolou Evandro entrando sozinho para, de letra, tirar a bola do alcance de Vilnei. Golaço que estabelecia 4x2 no marcador.
Antes que o primeiro tempo terminasse, Diogo [7º], na raça, aproveitou cobrança de escanteio para, na carrinhada, descontar em 4x3 o placar.
No segundo tempo, o Az/Pr tomou as ações do jogo. Partiu pra cima do Amarelo. Danilson [8º]puxou para o meio e num chute colocado, emaptou em 4x4 o placar. O mesmo Danilson [9º], em passe de Jairo, arrematou duaz vezes para colocar seu time à frente: 5x4.
O empate dos Yellows só ocorreu nos minutos finais. Em cobrança de falta, Evandro [10] bateu forte e a barreira abriu: 5x5.
Depois, logo em seguida, aconteceu o episódio lamentável com Jairo. Sua saída interrompeu o prosseguimento do clássico. No mínimo, teríamos mais uns dez minutos de jogo.
Esperamos que nosso n+1 possa voltar o quanto antes ao nosso convívio. E que fique claro desde agora que em momento algum faltamos com respeito a ele, embora o mesmo possa estar pensando diferente.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Uma partida atípica [Jogo 27 - 18/08/2009]
AMARELO 8X6 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Jairo [13º]; Danilson [1º, 3º, 6º, 14º]; Diogo [4º, 5º, 9º]; Fábio
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Vander [2º, 12°]; Marcelo [10º, 11º]; Evandro [7º, 8º]
A expressão "atípica", em linhas gerais, indica algo ou, neste caso, um acontecimento que não pertence à ordem do normal, do frequente. Sua conotação evoca a ideia do "fora-do-comum", do "difícil de ocorrer". Atípico é algo que não segue um padrão ou uma norma reguladora. Atípicas são as coisas que fogem do senso comum, da Doxa, da Opinião Pública e de tudo aquilo que se julga detentor de saberes e produtor de conhecimentos. Atípico é o traço esquecido, o que foge do Mais do Mesmo, o que escorrega, aquilo que desliza, o que resiste.
Gostaria, agora, de arrastar esse conceito para a Junção, em especial, para esta partida que aqui vos narro.
A chamo assim (a partida) porque o fato acontecido e que possibilitou adjetivá-la de atípica, diz respeito ao número de jogadores em quadra com que encerramos o clássico. João Paulo e Diogo acabaram por se lesionarem. O primeiro já no início de partida, por uma distensão na parte posterior da coxa (assim mesmo, na raça, prossegui em quadra). O segundo, num lance imprudente de sua parte, beirando a loucura, chutou uma bola que era totalmente do Vander, machucando-se na canela e impossibilitando sua permanência no jogo. Como não tínhamos suplentes, João Paulo aproveitou a saída de Diogo para também deixar a quadra, visto que estava jogando no sacrifício. Dessa forma, prosseguimos com quatro atletas de cada lado, o que tornou o confronto não somente atípico mas aberto e emocionante, além de imprevisível.
Em passe mal de Evandro, Danilson [1º] avançou com a bola dominada para tirar o primeiro zero do placar: 1x0.
Em seguida, num chute desviado por Diogo, Vander [2º] estabeleceu a igualdade provisória no marcador: 1x1.
O embate prosseguiu veloz porém estratégico. As equipes procuravam tirar proveito dos erros adversários do que propriamente criar situações prováveis de gol.
Aos poucos, no entanto, o Amarelo foi se apropriando de seus melhores recursos técnicos. Sendo assim abriu uma boa vantagem sobre seu rival. Danilson [3º, 6º], duas vezes, e Evandro [4º, 5º], em outras duas, ampliaram para 5x1 o escore. Nestes seus gols, Danilson contou com a precisão de seu chute. Já Diogo, contou com a força de seu futebol e seu poder de antecipação na marcação.
Perdendo por uma diferença, no mínimo, significativa e já tendo em João Paulo um parceiro debilitado fisicamente por uma lesão, o Az/Pr adotou uma tática diferente de enfrentamento. Não se expondo muito, jogou ainda mais nos erros de marcação amarelos. Aproveitou as subidas constantes de Diogo e Jairo para contragolpear. Evandro [7º, 8º], dessa maneira, foi o responsável direto para a efetivação dos contra-ataques. Em dois destes, descontou em 5x3 o placar. No primeiro gol, Vander bateu cruzado e Evandro, entrando por trás de Danilson, só escorou para as redes. No outro, Evandro se deslocou em cobrança de escanteio e bateu forte e rasteiro, colocando a bola entre as pernas de Vilnei.
Assim, em 5x3, o primeiro tempo chegou ao seu final. Com um time tecnicamente melhor, os Yellows se descuidaram da marcação, permitindo aos Azuis um esboço de reação que, embora tivesse seu melhor resultado na etapa final, não foi o suficiente para criar uma vitória.
Nos minutos iniciais do segundo tempo, Diogo [9º], em escorada perfeita de Jairo, ampliou para 6x3.
Mas o que parecia improvável aconteceu. Os Blues and Blacks buscaram o empate. Foram bravos e aguerridos, mesmo com João Paulo lesionado desde o primeiro tempo.
A reação teve início com a marcação de um pênalti (Diogo pôs a mão na bola). Na cobrança, Marcelo bateu no canto e Vilnei buscou, tornando-se o primeiro goleiro a defender uma penalidade máxima neste ano. Sem deixar abater-se muito, Marcelo [10º] se redimiu. Ao receber passe de Evandro na direita, mandou um balaço cruzado. Desta vez Vilnei não pôde fazer nada: 6x4. Para não deixar dúvidas quanto à sua recuperação no jogo, Marcelo [11º], em outro passe de Evandro, pegou de primeira de fora da área e mandou ver: 6x5.
Enquanto Marcelo se redimia com seu time, Evandro seguia imprimindo o ritmo de recuperação dos Azuis. Em desarme certeiro a Jairo, o vice-artilheiro da temporada lançou Vander [12º] que, sem pestanejar, fuzilou o arqueiro amarelo, igualando em 6x6 o escore.
Foi aí então que a situação atípica se fez presente. Em lance imprudente de Diogo, este, numa disputa de bola com Vander, levou a pior. Detalhe: a bola era toda de Vander. Sem possibilidades de prosseguir em quadra, Diogo saiu. Aproveitando o ensejo, João Paulo – até este momento atuando no sacrifício – também se retirou da partida. Assim, cada equipe passou a contar com um jogador a menos em seu elenco. Não preciso repetir que, com essa nova configuração tática, o jogo ficou aberto. Com oportunidades dos dois lados, a efetividade na hora de converter as chances falou mais alto. Em duas roubadas atentas de bola, Fábio não só evitou o gol adversário como também puxou os contra-ataques que se transformaram em gols da vitória amarela, convertidos por Jairo [13º] e Danilson [14º].
Final de jogo, 8x6 para os Amarillos. Num confronto atípico, as emoções foram típicas de Junção.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Jairo [13º]; Danilson [1º, 3º, 6º, 14º]; Diogo [4º, 5º, 9º]; Fábio
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Vander [2º, 12°]; Marcelo [10º, 11º]; Evandro [7º, 8º]
A expressão "atípica", em linhas gerais, indica algo ou, neste caso, um acontecimento que não pertence à ordem do normal, do frequente. Sua conotação evoca a ideia do "fora-do-comum", do "difícil de ocorrer". Atípico é algo que não segue um padrão ou uma norma reguladora. Atípicas são as coisas que fogem do senso comum, da Doxa, da Opinião Pública e de tudo aquilo que se julga detentor de saberes e produtor de conhecimentos. Atípico é o traço esquecido, o que foge do Mais do Mesmo, o que escorrega, aquilo que desliza, o que resiste.
Gostaria, agora, de arrastar esse conceito para a Junção, em especial, para esta partida que aqui vos narro.
A chamo assim (a partida) porque o fato acontecido e que possibilitou adjetivá-la de atípica, diz respeito ao número de jogadores em quadra com que encerramos o clássico. João Paulo e Diogo acabaram por se lesionarem. O primeiro já no início de partida, por uma distensão na parte posterior da coxa (assim mesmo, na raça, prossegui em quadra). O segundo, num lance imprudente de sua parte, beirando a loucura, chutou uma bola que era totalmente do Vander, machucando-se na canela e impossibilitando sua permanência no jogo. Como não tínhamos suplentes, João Paulo aproveitou a saída de Diogo para também deixar a quadra, visto que estava jogando no sacrifício. Dessa forma, prosseguimos com quatro atletas de cada lado, o que tornou o confronto não somente atípico mas aberto e emocionante, além de imprevisível.
Em passe mal de Evandro, Danilson [1º] avançou com a bola dominada para tirar o primeiro zero do placar: 1x0.
Em seguida, num chute desviado por Diogo, Vander [2º] estabeleceu a igualdade provisória no marcador: 1x1.
O embate prosseguiu veloz porém estratégico. As equipes procuravam tirar proveito dos erros adversários do que propriamente criar situações prováveis de gol.
Aos poucos, no entanto, o Amarelo foi se apropriando de seus melhores recursos técnicos. Sendo assim abriu uma boa vantagem sobre seu rival. Danilson [3º, 6º], duas vezes, e Evandro [4º, 5º], em outras duas, ampliaram para 5x1 o escore. Nestes seus gols, Danilson contou com a precisão de seu chute. Já Diogo, contou com a força de seu futebol e seu poder de antecipação na marcação.
Perdendo por uma diferença, no mínimo, significativa e já tendo em João Paulo um parceiro debilitado fisicamente por uma lesão, o Az/Pr adotou uma tática diferente de enfrentamento. Não se expondo muito, jogou ainda mais nos erros de marcação amarelos. Aproveitou as subidas constantes de Diogo e Jairo para contragolpear. Evandro [7º, 8º], dessa maneira, foi o responsável direto para a efetivação dos contra-ataques. Em dois destes, descontou em 5x3 o placar. No primeiro gol, Vander bateu cruzado e Evandro, entrando por trás de Danilson, só escorou para as redes. No outro, Evandro se deslocou em cobrança de escanteio e bateu forte e rasteiro, colocando a bola entre as pernas de Vilnei.
Assim, em 5x3, o primeiro tempo chegou ao seu final. Com um time tecnicamente melhor, os Yellows se descuidaram da marcação, permitindo aos Azuis um esboço de reação que, embora tivesse seu melhor resultado na etapa final, não foi o suficiente para criar uma vitória.
Nos minutos iniciais do segundo tempo, Diogo [9º], em escorada perfeita de Jairo, ampliou para 6x3.
Mas o que parecia improvável aconteceu. Os Blues and Blacks buscaram o empate. Foram bravos e aguerridos, mesmo com João Paulo lesionado desde o primeiro tempo.
A reação teve início com a marcação de um pênalti (Diogo pôs a mão na bola). Na cobrança, Marcelo bateu no canto e Vilnei buscou, tornando-se o primeiro goleiro a defender uma penalidade máxima neste ano. Sem deixar abater-se muito, Marcelo [10º] se redimiu. Ao receber passe de Evandro na direita, mandou um balaço cruzado. Desta vez Vilnei não pôde fazer nada: 6x4. Para não deixar dúvidas quanto à sua recuperação no jogo, Marcelo [11º], em outro passe de Evandro, pegou de primeira de fora da área e mandou ver: 6x5.
Enquanto Marcelo se redimia com seu time, Evandro seguia imprimindo o ritmo de recuperação dos Azuis. Em desarme certeiro a Jairo, o vice-artilheiro da temporada lançou Vander [12º] que, sem pestanejar, fuzilou o arqueiro amarelo, igualando em 6x6 o escore.
Foi aí então que a situação atípica se fez presente. Em lance imprudente de Diogo, este, numa disputa de bola com Vander, levou a pior. Detalhe: a bola era toda de Vander. Sem possibilidades de prosseguir em quadra, Diogo saiu. Aproveitando o ensejo, João Paulo – até este momento atuando no sacrifício – também se retirou da partida. Assim, cada equipe passou a contar com um jogador a menos em seu elenco. Não preciso repetir que, com essa nova configuração tática, o jogo ficou aberto. Com oportunidades dos dois lados, a efetividade na hora de converter as chances falou mais alto. Em duas roubadas atentas de bola, Fábio não só evitou o gol adversário como também puxou os contra-ataques que se transformaram em gols da vitória amarela, convertidos por Jairo [13º] e Danilson [14º].
Final de jogo, 8x6 para os Amarillos. Num confronto atípico, as emoções foram típicas de Junção.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Média de gols
Eu, como um defensor fervoroso,
estou preocupado com o alto número de gols por partida.
Serão méritos de nossos atacantes?
Ou deméritos de nossos (e aqui me incluo) defensores?
estou preocupado com o alto número de gols por partida.
Serão méritos de nossos atacantes?
Ou deméritos de nossos (e aqui me incluo) defensores?
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Um empate na medida [Jogo 26 - 11/08/2009]
AMARELO 10X10 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Diogo [1º, 18º]; Vander; Charles; João Paulo [5º, 14º]; Danilson [2º, 6º, 8º, 15º, 19º]; Cristhian [17º]
Azul/Preto: Alex; Evandro [4º, 7º, 13º]; Marcelo [9º]; Veni [3º, 11º]; Fábio [12º, 20º]; Fabrício; Jairo [10º, 16º]
Na medida. Assim, exatamente na medida exata, é que podemos adjetivar o resultado do 26º confronto da temporada. Amarelos e Azuis duelaram até o minuto final dos descontos. Divididas, arremates, defesas, jogadas, tudo foi muito equilibrado. Até mesmo o escore se mostrou bem balanceado: 5x5 no primeiro tempo e outro 5x5 no segundo.
O fato é que, outra vez, a Junção mostrou seu poder (por que não?) democrático. A cada terça-feira as esperanças são renovadas. Aquele atleta que, por uma razão ou outra, não obteve uma boa performance na semana anterior, tem a real possibilidade de, já na semana seguinte, desempenhar um bom futebol. Um bom exemplo desta situação pode ser atribuida a Jairo, atleta que na terça-feira passada teve um rendimento pífio, mas que nesta partida foi decisivo, especialmente em seu final.
A velocidade foi o fator predominante neste jogo. Desde o início, ambas equipes investiam bastante neste dispositivo. O Az/Pr por intermédio de Veni e Evandro acelerava as ações de um lado; já por outro, Danilson e Diogo é que colocavam o Amarelo em alta rotação.
Cabe salientar também as boas atuações dos goleiros. Alex e Vilnei contribuíram em muito para que o placar se mantivesse em 10x10. Com defesas importantes e difíceis, passaram segurança para seus companheiros. Foram duas belas atuações, dignas de dois titularíssimos camisas número 1 da Junção.
Já que estamos nos referindo aos goleiros, começamos, então, por eles nossa síntese. Como citado anteriormente, a velocidade ditou o ritmo da partida. Alex e Vilnei eram os que possuíam o melhor antídoto contra tal ímpeto: as defesas.
Em passe de Evandro já dentro da área amarela, Fabrício bateu à queima-roupa, e Vilnei, espetacularmente, defendeu, espalmando para escanteio. Assim iniciou o jogo.
Para não deixar por menos, Alex também mostrou seus dotes. Num lance em que Danilson passou por dois marcadores, invadiu a área e soltou seu chute letal, o goleiro azul fechou o ângulo e, incrivelmente, defendeu o arremate do goleador. Sua tática (fechou o ângulo) e técnica (a defesa em si) foram extraordinárias.
Mas não somente os arqueiros trabalharam bem. Nossos jogadores de linha também fizeram bonito. Danilson, João Paulo, Diogo, Veni e Evandro estiveram bem, cada qual cumprindo sua função, seja esta defensiva, ofensiva e/ou de armação.
Por falar nestes, Diogo [1º] foi quem abriu o placar. Em cobrança de escanteio de Danilson, o ala/fixo dos Yellows entrou pelo meio da defesa adversária e concluiu o passe na medida com um chute colocado e certeiro à meia altura. Neste lance, Alex não pôde fazer nada: 1x0.
Não tardou muito para os Amarelos ampliarem o escore. Em bobeada de Veni (saiu driblando por dentro e perdeu a bola), Danilson foi mais eficiente. Roubou a bola e, de frente para o gol, não pedoou Alex: 2x0.
Na insistência, os Blues chegaram ao empate. A fim de se redimir do erro que originou o segundo gol sofrido por seu time, Veni [3º] avistou Evandro próximo ao canto da área inimiga e, sem melindres, tocou pra este que, de primeira, fazendo a função de um pivô, só aparou para o chute fulminante do companheiro: 2x1.
Evandro [4º], muito atento a movimentação da partida, apertou a saída de jogo inimiga, forçando Charles ao erro e ficando com a posse da bola. Ao avistar a aproximação de Fabrício pelo outro lado, tocou para este, livre, marcar. Porém o chute saiu mascado mas por sorte voltou aos pés de Evandro que, mesmo desajeitado, enquadrou o corpo e mandou para as redes de Vilnei: 2x2.
Foi então que João Paulo surpreendeu a todos ao marcar um belo gol. Aproveitando um lançamento de Danilson por cima da defesa rival, João [5º] entrou pelo meio da zaga e, de costas para o gol, pegou a bola ainda no ar, girando rápido e com um toque sutil encobrindo Alex: 3x2.
Em outro lance de Danilson [6º] os Amarillos aumentaram sua vantagem. Só que desta vez o artilheiro foi quem fez. Em jogada individual deixou a marcação para trás e venceu Alex: 4x2.
Quem imaginava, por estar em vantagem, um time mais cauteloso, enganou-se. O Amarelo seguiu apostando no ataque. Alex teve bastante trabalho, assim como Vilnei, porque o Az/Pr tampouco deixou de ir pra cima.
Evandro [7º], encarando a marcação forte de Vander e de João Paulo, descontou em 4x3. Contudo, em sua única falha em toda partida, Alex saiu de forma precipitada do gol, perdeu a bola e teve que apenas olhá-la entrando em sua meta vazia, após chute de Danilson [8º]. Detalhe: dos, até agora, cinco gols feitos pelos Yellows, todos ou foram marcados por Danilson ou, então, saíram em assistências suas.
Perdendo por 5x3, os Blues and Blacks conseguiram reagir ainda nesta primeira etapa. Em escanteio batido por Veni, Marcelo [9º], vindo de trás e sem marcação, bateu forte no canto de Vilnei, descontando em 5x4.
Na sequência foi a vez de Jairo [10º] marcar. Agindo como um clássico pivô, o mais experiente atleta da Junção, girou sobre seu marcador e colocou a bola no cantinho inferior de Vilnei. Na malícia e experiência, Jairo selou o placar do primeiro tempo em 5x5.
No segundo tempo a peleia continuou forte. Logo de início, os Blues abriram dois gols de diferença sobre seu rival. Primeiro, em passe de Fábio, Veni [11º] pela ala direita soltou a bomba pra cima de Vilnei. Em seguida foi a vez de Fábio [12º] que pegando o rebote de Vilnei (Evandro chutou e o arqueiro amarelo defendeu) chutou no alto, fazendo 7x5.
Com Veni de fora, a responsabilidade de atacar ficou restrita praticamente a Evandro, uma vez que Marcelo, Fabrício e Fábio executavam o trabalho defensivo. Contanto com um avanço de qualidade de Fabrício pelo lado direito, Evandro [13º] tabelou com seu colega, que, em passe certeiro, pôs o atacante azul na cara do gol: 8x5.
Três gols de vantagem. Essa era a situação confortável do Az/Pr. Com a saída de Evandro, entretanto, juntando-se a Veni no banco de reservas, o time bicolor sentiu. Caindo de produção por pouco não foi derrotado. Méritos também ao seu inimigo, que conseguiu equilibrar outra vez as ações.
João Paulo [14º] recebeu dentro da área, virou pra cima de Fabrício e bateu no canto de Alex: 8x6.
A situação foi ficando cada vez pior para o Az/Pr. O Amarelo passou a marcar melhor, encurtando os espaços e aproveitando o fato de que seu rival não possuía nenhum atacante de ofício. Jairo, com muito esforço, tentava fazer tal função mas sem levar maiores vantagens.
Em saída mal da defesa, Danilson [15º] recebeu de Cris e tocou por cima na saída de Alex: 8x7.
Com as entradas de Veni e Evandro, substituindo a Fabrício e Fábio, os Azuis ganharam potência ofensiva novamente. Passaram a atacar com maior frequência seu oponente, chegando aos 9x7 no placar através de Jairo [16º] que, recebendo lançamento de Veni, avançou pelo flanco direito (ali onde ele gosta de atuar) e tocou por baixo de Vilnei.
No entanto, nada estava decidido ainda. O Amarelo era só pressão. Alex teve que se desdobrar em defesas para conter o ímpeto do rival. Com Danilson, Diogo e Cris os Yellows realizaram uma blitz no campo de defesa bicolor. Tal tática surtiu efeito. Em outro passe de Danilson [17º], Cris completou para as redes, deixando em 9x8 o escore.
Cris, retribuindo o passe de Danilson, escolheu Diogo [18º] para fazer a assitência na medida: 9x9.
Definitivamente não dá para deixar uma brecha sequer para Danilson [19º]. Isto já é sabido. Mas Jairo a deixou e ele, Danilson, não a desperdiçou: 10x9.
Mas quem disse que o jogo acabou?
Sem desmotivações maiores, o Az/Pr se jogou ao ataque. Apenas Fábio ficou na defesa. Com muita pressão, os Bicolores obrigaram, agora, a Vilnei fazer imprescindíveis defesas. Por baixo, por cima, pelos lados, enfim, por tudo que é parte possível, Vilnei assegurava a vitória parcial de seu time. Já estávamos nos descontos da partida quando, após muitas tentativas, os Azuis chegaram a igualdade no marcador. Evandro tocou quase na linha de fundo para Jairo que, percebendo a disparada de Fábio [20º] pelo meio da quadra em direção à área, apenas rolou pro meio e ficou na torcida para que o chute centralizado encontrasse as redes do goleiro inimigo. Fato consumado. Nos descontos finais, o Az/Pr chegava ao empate mais do que comemorado entre seus companheiros: 10x10.
Sem mais nada a declarar, deixo de registro meu testemunho de uma partida aguerrida, disputada, peleada e empatada. Tudo isso na medida. Na medida exata da Junção.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Diogo [1º, 18º]; Vander; Charles; João Paulo [5º, 14º]; Danilson [2º, 6º, 8º, 15º, 19º]; Cristhian [17º]
Azul/Preto: Alex; Evandro [4º, 7º, 13º]; Marcelo [9º]; Veni [3º, 11º]; Fábio [12º, 20º]; Fabrício; Jairo [10º, 16º]
Na medida. Assim, exatamente na medida exata, é que podemos adjetivar o resultado do 26º confronto da temporada. Amarelos e Azuis duelaram até o minuto final dos descontos. Divididas, arremates, defesas, jogadas, tudo foi muito equilibrado. Até mesmo o escore se mostrou bem balanceado: 5x5 no primeiro tempo e outro 5x5 no segundo.
O fato é que, outra vez, a Junção mostrou seu poder (por que não?) democrático. A cada terça-feira as esperanças são renovadas. Aquele atleta que, por uma razão ou outra, não obteve uma boa performance na semana anterior, tem a real possibilidade de, já na semana seguinte, desempenhar um bom futebol. Um bom exemplo desta situação pode ser atribuida a Jairo, atleta que na terça-feira passada teve um rendimento pífio, mas que nesta partida foi decisivo, especialmente em seu final.
A velocidade foi o fator predominante neste jogo. Desde o início, ambas equipes investiam bastante neste dispositivo. O Az/Pr por intermédio de Veni e Evandro acelerava as ações de um lado; já por outro, Danilson e Diogo é que colocavam o Amarelo em alta rotação.
Cabe salientar também as boas atuações dos goleiros. Alex e Vilnei contribuíram em muito para que o placar se mantivesse em 10x10. Com defesas importantes e difíceis, passaram segurança para seus companheiros. Foram duas belas atuações, dignas de dois titularíssimos camisas número 1 da Junção.
Já que estamos nos referindo aos goleiros, começamos, então, por eles nossa síntese. Como citado anteriormente, a velocidade ditou o ritmo da partida. Alex e Vilnei eram os que possuíam o melhor antídoto contra tal ímpeto: as defesas.
Em passe de Evandro já dentro da área amarela, Fabrício bateu à queima-roupa, e Vilnei, espetacularmente, defendeu, espalmando para escanteio. Assim iniciou o jogo.
Para não deixar por menos, Alex também mostrou seus dotes. Num lance em que Danilson passou por dois marcadores, invadiu a área e soltou seu chute letal, o goleiro azul fechou o ângulo e, incrivelmente, defendeu o arremate do goleador. Sua tática (fechou o ângulo) e técnica (a defesa em si) foram extraordinárias.
Mas não somente os arqueiros trabalharam bem. Nossos jogadores de linha também fizeram bonito. Danilson, João Paulo, Diogo, Veni e Evandro estiveram bem, cada qual cumprindo sua função, seja esta defensiva, ofensiva e/ou de armação.
Por falar nestes, Diogo [1º] foi quem abriu o placar. Em cobrança de escanteio de Danilson, o ala/fixo dos Yellows entrou pelo meio da defesa adversária e concluiu o passe na medida com um chute colocado e certeiro à meia altura. Neste lance, Alex não pôde fazer nada: 1x0.
Não tardou muito para os Amarelos ampliarem o escore. Em bobeada de Veni (saiu driblando por dentro e perdeu a bola), Danilson foi mais eficiente. Roubou a bola e, de frente para o gol, não pedoou Alex: 2x0.
Na insistência, os Blues chegaram ao empate. A fim de se redimir do erro que originou o segundo gol sofrido por seu time, Veni [3º] avistou Evandro próximo ao canto da área inimiga e, sem melindres, tocou pra este que, de primeira, fazendo a função de um pivô, só aparou para o chute fulminante do companheiro: 2x1.
Evandro [4º], muito atento a movimentação da partida, apertou a saída de jogo inimiga, forçando Charles ao erro e ficando com a posse da bola. Ao avistar a aproximação de Fabrício pelo outro lado, tocou para este, livre, marcar. Porém o chute saiu mascado mas por sorte voltou aos pés de Evandro que, mesmo desajeitado, enquadrou o corpo e mandou para as redes de Vilnei: 2x2.
Foi então que João Paulo surpreendeu a todos ao marcar um belo gol. Aproveitando um lançamento de Danilson por cima da defesa rival, João [5º] entrou pelo meio da zaga e, de costas para o gol, pegou a bola ainda no ar, girando rápido e com um toque sutil encobrindo Alex: 3x2.
Em outro lance de Danilson [6º] os Amarillos aumentaram sua vantagem. Só que desta vez o artilheiro foi quem fez. Em jogada individual deixou a marcação para trás e venceu Alex: 4x2.
Quem imaginava, por estar em vantagem, um time mais cauteloso, enganou-se. O Amarelo seguiu apostando no ataque. Alex teve bastante trabalho, assim como Vilnei, porque o Az/Pr tampouco deixou de ir pra cima.
Evandro [7º], encarando a marcação forte de Vander e de João Paulo, descontou em 4x3. Contudo, em sua única falha em toda partida, Alex saiu de forma precipitada do gol, perdeu a bola e teve que apenas olhá-la entrando em sua meta vazia, após chute de Danilson [8º]. Detalhe: dos, até agora, cinco gols feitos pelos Yellows, todos ou foram marcados por Danilson ou, então, saíram em assistências suas.
Perdendo por 5x3, os Blues and Blacks conseguiram reagir ainda nesta primeira etapa. Em escanteio batido por Veni, Marcelo [9º], vindo de trás e sem marcação, bateu forte no canto de Vilnei, descontando em 5x4.
Na sequência foi a vez de Jairo [10º] marcar. Agindo como um clássico pivô, o mais experiente atleta da Junção, girou sobre seu marcador e colocou a bola no cantinho inferior de Vilnei. Na malícia e experiência, Jairo selou o placar do primeiro tempo em 5x5.
No segundo tempo a peleia continuou forte. Logo de início, os Blues abriram dois gols de diferença sobre seu rival. Primeiro, em passe de Fábio, Veni [11º] pela ala direita soltou a bomba pra cima de Vilnei. Em seguida foi a vez de Fábio [12º] que pegando o rebote de Vilnei (Evandro chutou e o arqueiro amarelo defendeu) chutou no alto, fazendo 7x5.
Com Veni de fora, a responsabilidade de atacar ficou restrita praticamente a Evandro, uma vez que Marcelo, Fabrício e Fábio executavam o trabalho defensivo. Contanto com um avanço de qualidade de Fabrício pelo lado direito, Evandro [13º] tabelou com seu colega, que, em passe certeiro, pôs o atacante azul na cara do gol: 8x5.
Três gols de vantagem. Essa era a situação confortável do Az/Pr. Com a saída de Evandro, entretanto, juntando-se a Veni no banco de reservas, o time bicolor sentiu. Caindo de produção por pouco não foi derrotado. Méritos também ao seu inimigo, que conseguiu equilibrar outra vez as ações.
João Paulo [14º] recebeu dentro da área, virou pra cima de Fabrício e bateu no canto de Alex: 8x6.
A situação foi ficando cada vez pior para o Az/Pr. O Amarelo passou a marcar melhor, encurtando os espaços e aproveitando o fato de que seu rival não possuía nenhum atacante de ofício. Jairo, com muito esforço, tentava fazer tal função mas sem levar maiores vantagens.
Em saída mal da defesa, Danilson [15º] recebeu de Cris e tocou por cima na saída de Alex: 8x7.
Com as entradas de Veni e Evandro, substituindo a Fabrício e Fábio, os Azuis ganharam potência ofensiva novamente. Passaram a atacar com maior frequência seu oponente, chegando aos 9x7 no placar através de Jairo [16º] que, recebendo lançamento de Veni, avançou pelo flanco direito (ali onde ele gosta de atuar) e tocou por baixo de Vilnei.
No entanto, nada estava decidido ainda. O Amarelo era só pressão. Alex teve que se desdobrar em defesas para conter o ímpeto do rival. Com Danilson, Diogo e Cris os Yellows realizaram uma blitz no campo de defesa bicolor. Tal tática surtiu efeito. Em outro passe de Danilson [17º], Cris completou para as redes, deixando em 9x8 o escore.
Cris, retribuindo o passe de Danilson, escolheu Diogo [18º] para fazer a assitência na medida: 9x9.
Definitivamente não dá para deixar uma brecha sequer para Danilson [19º]. Isto já é sabido. Mas Jairo a deixou e ele, Danilson, não a desperdiçou: 10x9.
Mas quem disse que o jogo acabou?
Sem desmotivações maiores, o Az/Pr se jogou ao ataque. Apenas Fábio ficou na defesa. Com muita pressão, os Bicolores obrigaram, agora, a Vilnei fazer imprescindíveis defesas. Por baixo, por cima, pelos lados, enfim, por tudo que é parte possível, Vilnei assegurava a vitória parcial de seu time. Já estávamos nos descontos da partida quando, após muitas tentativas, os Azuis chegaram a igualdade no marcador. Evandro tocou quase na linha de fundo para Jairo que, percebendo a disparada de Fábio [20º] pelo meio da quadra em direção à área, apenas rolou pro meio e ficou na torcida para que o chute centralizado encontrasse as redes do goleiro inimigo. Fato consumado. Nos descontos finais, o Az/Pr chegava ao empate mais do que comemorado entre seus companheiros: 10x10.
Sem mais nada a declarar, deixo de registro meu testemunho de uma partida aguerrida, disputada, peleada e empatada. Tudo isso na medida. Na medida exata da Junção.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Veni: o anjo maldito [Jogo 25 - 04/08/2009]
AMARELO 7X10 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Danilson [1º, 6º, 13°]; Fabrício; Marcelo; Preto [4º]; Jairo; Cristhian [10º, 12º]; Vander
Azul/Preto: Alex; Evandro [8º]; Diogo [2º, 3º, 14º - contra -, 15º]; Charles [9º]; João Paulo [7º]; Fábio; Veni [5º, 11º, 16º, 17º]
Bem defensivamente e melhor ainda ofensivamente. Foi justamente nessa equação que o Az/Pr saiu de quadra vitorioso. Em um jogo muito disputado, os Azuis souberam tirar proveito de suas qualidades defensivas e ofensivas. Enquanto que o Amarelo passou quase todo o tempo na ligação direta defesa-ataque [Vilnei lançava Cris em quase todas saídas de bola], os Blues and Blacks puseram a bola no chão e trabalharam suas jogadas.
Veni marcou a diferença neste clássico. Cerebralmente conduziu seu time à vitória. Quase todas jogadas iniciaram por seus pés, culminando em gols e em oportunidades desperdiçadas. Já Alex garantiu a retaguarda. Foi eficiente e ágil sob as traves, não permitindo vantagens maiores de seus rivais. Praticou defensas sensacionais, transmitindo segurança à equipe.
O problema maior - além de Veni e Alex - enfrentado pelos Yellows foi sua colocação tática em quadra. Jamais conseguiu posicionar-se adequadamente. Os jogadores não tinham posições fixas. Cada qual tentava fazer por si. A saída de bola foi inoperante, tendo que Vilnei fazer a ligação direta com o ataque. Nem mesmo Danilson teve uma boa performance. Com exceção de Preto e Cris, o restante da equipe deixou a desejar.
Apesar disto, quem largou na frente foi o Amarelo. Em saída errada de Diogo pelo lado direito de defesa, Danilson [1º] recebeu livre para marcar 1x0.
Não tardou muito para Diogo [2º] se reabilitar. Em passe preciso de Veni, o ala/fixo avançou pela ala direita e bateu forte e cruzado, deixando o placar empatado em 1x1.
Não satisfeito ainda com o erro cometido no início da partida, Diogo [3º] marcou novamente. Dessa vez foi ele quem roubou a bola no meio e, avançando, bateu no canto baixo de Vilnei: 2x1.
Na verdade o que faltava ao Amarelo era um senso maior de organização tática. O time estava completamente desorganizado em quadra; seus jogadores careciam de uma estrutura mais equilibrada, pois tecnicamente tinham tudo para render bem mais do que renderam.
No esquema "bola pra dentro da área", os Amarillos chegaram ao empate. Em cobrança de escanteio, a bola passou pela defesa azul e sobrou livre para Preto [4º] marcar o gol de empate: 2x2.
Mantendo a calma e a postura tática, o Az/Pr precisou só de alguns minutos a mais para passar à frente do placar. Num passe milimétrico de Evandro, Veni [5º] entrou por trás da zaga e tocou na saída de Vilnei: 3x2.
Aos "trancos e barrancos", o Amarelo foi atrás do empate. E conseguiu. Em disputa duvidosa dentro da área, Fabrício ficou com a bola de Veni, e num chute espirrado a mesma sobrou para Danilson [6º] apenas empurrá-la pra dentro das redes de Alex já batido no lance: 3x3.
No entanto, em dois lances bem executados, os Azuis voltaram a estabelecer a vantagem no marcador. Em jogada de Fábio pela direita, este passou pelo marcador e na saída de Vilnei rolou para João Paulo marcar 4x3. Depois num contra-ataque fulminante, foi a vez de Evandro marcar seu único gol no clássico: 5x3.
Na etapa final, o Amarelo até que esboçou uma boa reação. Contudo, parou nas mãos de Alex e também em sua própria desorganização.
Evandro levou vantagem pela esquerda e cruzou na medida para Charles marcar 6x3.
Cris [10º], em boa jogada individual, foi levando a bola desde a sua defesa e, num chute cruzado, descontou em 6x4.
Nem deu muito tempo para comemorações amarelas. Isto porque, logo em seguida, Veni [11º] arriscou do meio da rua e Vilnei aceitou: 7x4.
Todavia, quem esperava um maior abatimento amarelo se enganou. A equipe ouro retomou as esperanças através do gol de Cris [12º], que deixava em 7x5 o escore. Aumentou-as ainda mais quando num contra-ataque puxado por Cris, este tocou na medida para Danilson [13º] entrar matando e descontado em 7x6. Passou a acreditar numa virada quando Diogo [14 - contra], na intenção de cortar um cruzamento de Preto, acabou por fazer gol contra, igualando em 7x7 o embate. Entretanto, a reação parou por aqui. Veni, que estava no banco, voltou ao jogo e tal qual um anjo da morte decretou em três lances o fim dos Yellows.
No primeiro, serviu a Diogo [15º] que num chute forte venceu Vilnei: 8x7. Depois em jogada individual se desvencilhou da marcação antes de bater cruzado e marcar 9x7. Para encerrar com chave de ouro sua atuação, recebeu, no último lance da partida, um passe açucarado de Evandro, no qual teve apenas a incubência de tocar no canto de Vilnei: 10x7.
A espada, melhor, os pés de Veni deceparam com os sonhos amarelos. Um anjo demoníaco, sem asas e sem perdão, liquidou com as esperanças amarelas, dando ao firmamento uma tonalidade azul e preta.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Danilson [1º, 6º, 13°]; Fabrício; Marcelo; Preto [4º]; Jairo; Cristhian [10º, 12º]; Vander
Azul/Preto: Alex; Evandro [8º]; Diogo [2º, 3º, 14º - contra -, 15º]; Charles [9º]; João Paulo [7º]; Fábio; Veni [5º, 11º, 16º, 17º]
Bem defensivamente e melhor ainda ofensivamente. Foi justamente nessa equação que o Az/Pr saiu de quadra vitorioso. Em um jogo muito disputado, os Azuis souberam tirar proveito de suas qualidades defensivas e ofensivas. Enquanto que o Amarelo passou quase todo o tempo na ligação direta defesa-ataque [Vilnei lançava Cris em quase todas saídas de bola], os Blues and Blacks puseram a bola no chão e trabalharam suas jogadas.
Veni marcou a diferença neste clássico. Cerebralmente conduziu seu time à vitória. Quase todas jogadas iniciaram por seus pés, culminando em gols e em oportunidades desperdiçadas. Já Alex garantiu a retaguarda. Foi eficiente e ágil sob as traves, não permitindo vantagens maiores de seus rivais. Praticou defensas sensacionais, transmitindo segurança à equipe.
O problema maior - além de Veni e Alex - enfrentado pelos Yellows foi sua colocação tática em quadra. Jamais conseguiu posicionar-se adequadamente. Os jogadores não tinham posições fixas. Cada qual tentava fazer por si. A saída de bola foi inoperante, tendo que Vilnei fazer a ligação direta com o ataque. Nem mesmo Danilson teve uma boa performance. Com exceção de Preto e Cris, o restante da equipe deixou a desejar.
Apesar disto, quem largou na frente foi o Amarelo. Em saída errada de Diogo pelo lado direito de defesa, Danilson [1º] recebeu livre para marcar 1x0.
Não tardou muito para Diogo [2º] se reabilitar. Em passe preciso de Veni, o ala/fixo avançou pela ala direita e bateu forte e cruzado, deixando o placar empatado em 1x1.
Não satisfeito ainda com o erro cometido no início da partida, Diogo [3º] marcou novamente. Dessa vez foi ele quem roubou a bola no meio e, avançando, bateu no canto baixo de Vilnei: 2x1.
Na verdade o que faltava ao Amarelo era um senso maior de organização tática. O time estava completamente desorganizado em quadra; seus jogadores careciam de uma estrutura mais equilibrada, pois tecnicamente tinham tudo para render bem mais do que renderam.
No esquema "bola pra dentro da área", os Amarillos chegaram ao empate. Em cobrança de escanteio, a bola passou pela defesa azul e sobrou livre para Preto [4º] marcar o gol de empate: 2x2.
Mantendo a calma e a postura tática, o Az/Pr precisou só de alguns minutos a mais para passar à frente do placar. Num passe milimétrico de Evandro, Veni [5º] entrou por trás da zaga e tocou na saída de Vilnei: 3x2.
Aos "trancos e barrancos", o Amarelo foi atrás do empate. E conseguiu. Em disputa duvidosa dentro da área, Fabrício ficou com a bola de Veni, e num chute espirrado a mesma sobrou para Danilson [6º] apenas empurrá-la pra dentro das redes de Alex já batido no lance: 3x3.
No entanto, em dois lances bem executados, os Azuis voltaram a estabelecer a vantagem no marcador. Em jogada de Fábio pela direita, este passou pelo marcador e na saída de Vilnei rolou para João Paulo marcar 4x3. Depois num contra-ataque fulminante, foi a vez de Evandro marcar seu único gol no clássico: 5x3.
Na etapa final, o Amarelo até que esboçou uma boa reação. Contudo, parou nas mãos de Alex e também em sua própria desorganização.
Evandro levou vantagem pela esquerda e cruzou na medida para Charles marcar 6x3.
Cris [10º], em boa jogada individual, foi levando a bola desde a sua defesa e, num chute cruzado, descontou em 6x4.
Nem deu muito tempo para comemorações amarelas. Isto porque, logo em seguida, Veni [11º] arriscou do meio da rua e Vilnei aceitou: 7x4.
Todavia, quem esperava um maior abatimento amarelo se enganou. A equipe ouro retomou as esperanças através do gol de Cris [12º], que deixava em 7x5 o escore. Aumentou-as ainda mais quando num contra-ataque puxado por Cris, este tocou na medida para Danilson [13º] entrar matando e descontado em 7x6. Passou a acreditar numa virada quando Diogo [14 - contra], na intenção de cortar um cruzamento de Preto, acabou por fazer gol contra, igualando em 7x7 o embate. Entretanto, a reação parou por aqui. Veni, que estava no banco, voltou ao jogo e tal qual um anjo da morte decretou em três lances o fim dos Yellows.
No primeiro, serviu a Diogo [15º] que num chute forte venceu Vilnei: 8x7. Depois em jogada individual se desvencilhou da marcação antes de bater cruzado e marcar 9x7. Para encerrar com chave de ouro sua atuação, recebeu, no último lance da partida, um passe açucarado de Evandro, no qual teve apenas a incubência de tocar no canto de Vilnei: 10x7.
A espada, melhor, os pés de Veni deceparam com os sonhos amarelos. Um anjo demoníaco, sem asas e sem perdão, liquidou com as esperanças amarelas, dando ao firmamento uma tonalidade azul e preta.
Mais do que futebol, gols [Jogo 24 - 28/07/2009]
AMARELO 10X12 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Diogo [21º]; Preto [2º, 22º]; Danilson [4º, 5º, 12º, 20º]; Evandro [8º, 15º]
Azul/Preto: Alex [7º]; Charles [14º]; Veni [3º, 10º, 17º, 19º]; Cristhian [11º, 13º, 18º]; Fábio [1º, 6º contra, 9º, 16º]
Longe de ter sido uma partida emocionante, esse clássico valeu mais pela movimentação dos atletas e a recuperação técnica de alguns, entre eles, Cristhian.
O primeiro tempo indicava que o jogo seria interessante. A disputa estava equilibrada. De um lado, havia Cristhian e Veni; de outro, Danilson e Evandro. Tanto assim, que estas duplas foram prepoderantes no resultado final do embate.
Logo de início, Fábio [1º] armou uma boa jogada pelo meio, tabelou com Charles e bateu de pé direito colocado no canto de Vilnei, abrindo o placar em 1x0.
O Amarelo chegou ao empate através de Preto [2º], que, em cobrança de escanteio, antecipou-se à defesa e tocou de leve por cima de Alex: 1x1.
O Az/Pr era mais efetivo. Ditava o ritmo do clássico, tomando as ações principais. Os Yellows adotaram outra estratégia, mais defensiva, não menos perigosa. Os contra-ataques puxados por Evandro e Diogo pelas alas, quase sempre culminavam em conclusões certeiras de Danilson. Já seu setor defensivo, encontrava-se fragilizado; Diogo e Preto tentavam parar o ataque azul, visto que os atletas de frente não exerciam uma marcação mais eficaz na saída de bola adversária.
Veni [3º], outra vez, recebeu na ala, driblou seu marcador, levou pro meio e disparou um petardo no ângulo de Vilnei. Golaço que colocava seu time à frente: 2x1.
Cristhian se movimentava bem. Auxiliava, ao lado de Charles, a Fábio na marcação. Ao mesmo tempo, apresentava-se à frente para articular jogadas com Veni. Realizou uma boa partida e foi fundamental para a vitória de sua equipe.
Pelo lado amarelo, Vilnei executava uma boa performance. Com defesas seguras e providenciais, retinha o ataque inimigo. Já Danilson, Evandro e Preto chegavam à frente em boas triangulações, explorando os contra golpes. Num destes, a defesa azul apelou pra falta em frente à área. Na cobrança, Danilson [4º] teve que bater duas vezes [a bola espirrou na barreira] para empatar em 2x2 o confronto.
Não demorou muito para os Amarelos virarem o escore. Num passe errado no meio, Charles possibilitou a roubada de bola adversária e o gol de Danilson [5º]. Abatido ficou o Az/Pr quando Fábio [6º - contra], na tentativa de afastar a bola, tocou-a para as próprias redes: 4x2.
Embora tivesse jogado um pouco melhor, os Blues and Blacks não foram tão eficazes quanto seu rival. Tanto que tiveram que se desdobrar na segunda etapa para virarem o placar. E conseguiram.
A reação começou com Alex [7º]. Não, como de costume, com as mãos, mas com os pés. Num chute forte e rasteiro, surpreendeu Vilnei, descontando em 4x3.
Se antes havia certos cuidados defensivos, agora, neste segundo tempo, as coisas mudaram. A necessidade da vitória fez com que ambos os times se jogassem ao ataque. Resultado: um número excessivo de gols; alguns destes belos.
Evandro [8º], em escapada rápida, marcou 5x3. Contudo, Veni [10º], indiretamente e diretamente, foi responsável pelo empate parcial dos azuis. Indiretamente ao deixar Fábio [9º] na cara de Vilnei para marcar; diretamente ao fazer mais um gol.
Em jogo aberto na segunda etapa, as chances foram se proliferando. As faltas também. Numa destas, a favor dos Azuis, Cris [11º], em jogada ensaiada com Veni, pôs seu time à frente no placar: 6x5.
Em outra falta, Danilson [12º], contando com a falha de Alex, voltou a igualar o confronto: 6x6.
Em duas oportunidades, o Az/Pr marcou dois gols, abrindo uma boa vantagem no escore. Cris [13º] participou dos dois lances, no primeiro sendo autor do gol; no segundo, largando Charles [14°] na cara do gol para marcar: 8x6.
Mal deu tempo para comemorar o gol de Charles e o Az/Pr já sofria outro golpe. Evandro [15º] aproveitou a euforia do rival e descontou em 8x7. Entretanto, num ímpeto avassalador, os Blues and Blacks tomaram conta do jogo. Fábio [16º], num belo chute colocado, fez 9x7. Depois Veni [17º], em contra-ataque, ampliou para 10x7. Em seguida, Cristhian [18º] marcou aquele que foi considerado o gol mais belo da noite. Em lançamento de Fábio, Cris, na ala esquerda, dominou no peito já tirando Diogo do lance, colocou na frente e na saída de Vilnei deu um chapéu neste e tocou a bola para as redes. Golaço! Para completar, numa boa triangulação com Cris e Charles, Veni [19º] só teve o trabalho de empurrar a bola pra dentro: 12x7.
Destroçado moralmente, o Amarelo ainda esboçou uma reação. Com gols de Danilson [20º], Diogo [21º] e Preto [22º] descontou em 12x10, tentando reunir forças para um empate. Contudo, já era tarde. Tarde demais.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Diogo [21º]; Preto [2º, 22º]; Danilson [4º, 5º, 12º, 20º]; Evandro [8º, 15º]
Azul/Preto: Alex [7º]; Charles [14º]; Veni [3º, 10º, 17º, 19º]; Cristhian [11º, 13º, 18º]; Fábio [1º, 6º contra, 9º, 16º]
Longe de ter sido uma partida emocionante, esse clássico valeu mais pela movimentação dos atletas e a recuperação técnica de alguns, entre eles, Cristhian.
O primeiro tempo indicava que o jogo seria interessante. A disputa estava equilibrada. De um lado, havia Cristhian e Veni; de outro, Danilson e Evandro. Tanto assim, que estas duplas foram prepoderantes no resultado final do embate.
Logo de início, Fábio [1º] armou uma boa jogada pelo meio, tabelou com Charles e bateu de pé direito colocado no canto de Vilnei, abrindo o placar em 1x0.
O Amarelo chegou ao empate através de Preto [2º], que, em cobrança de escanteio, antecipou-se à defesa e tocou de leve por cima de Alex: 1x1.
O Az/Pr era mais efetivo. Ditava o ritmo do clássico, tomando as ações principais. Os Yellows adotaram outra estratégia, mais defensiva, não menos perigosa. Os contra-ataques puxados por Evandro e Diogo pelas alas, quase sempre culminavam em conclusões certeiras de Danilson. Já seu setor defensivo, encontrava-se fragilizado; Diogo e Preto tentavam parar o ataque azul, visto que os atletas de frente não exerciam uma marcação mais eficaz na saída de bola adversária.
Veni [3º], outra vez, recebeu na ala, driblou seu marcador, levou pro meio e disparou um petardo no ângulo de Vilnei. Golaço que colocava seu time à frente: 2x1.
Cristhian se movimentava bem. Auxiliava, ao lado de Charles, a Fábio na marcação. Ao mesmo tempo, apresentava-se à frente para articular jogadas com Veni. Realizou uma boa partida e foi fundamental para a vitória de sua equipe.
Pelo lado amarelo, Vilnei executava uma boa performance. Com defesas seguras e providenciais, retinha o ataque inimigo. Já Danilson, Evandro e Preto chegavam à frente em boas triangulações, explorando os contra golpes. Num destes, a defesa azul apelou pra falta em frente à área. Na cobrança, Danilson [4º] teve que bater duas vezes [a bola espirrou na barreira] para empatar em 2x2 o confronto.
Não demorou muito para os Amarelos virarem o escore. Num passe errado no meio, Charles possibilitou a roubada de bola adversária e o gol de Danilson [5º]. Abatido ficou o Az/Pr quando Fábio [6º - contra], na tentativa de afastar a bola, tocou-a para as próprias redes: 4x2.
Embora tivesse jogado um pouco melhor, os Blues and Blacks não foram tão eficazes quanto seu rival. Tanto que tiveram que se desdobrar na segunda etapa para virarem o placar. E conseguiram.
A reação começou com Alex [7º]. Não, como de costume, com as mãos, mas com os pés. Num chute forte e rasteiro, surpreendeu Vilnei, descontando em 4x3.
Se antes havia certos cuidados defensivos, agora, neste segundo tempo, as coisas mudaram. A necessidade da vitória fez com que ambos os times se jogassem ao ataque. Resultado: um número excessivo de gols; alguns destes belos.
Evandro [8º], em escapada rápida, marcou 5x3. Contudo, Veni [10º], indiretamente e diretamente, foi responsável pelo empate parcial dos azuis. Indiretamente ao deixar Fábio [9º] na cara de Vilnei para marcar; diretamente ao fazer mais um gol.
Em jogo aberto na segunda etapa, as chances foram se proliferando. As faltas também. Numa destas, a favor dos Azuis, Cris [11º], em jogada ensaiada com Veni, pôs seu time à frente no placar: 6x5.
Em outra falta, Danilson [12º], contando com a falha de Alex, voltou a igualar o confronto: 6x6.
Em duas oportunidades, o Az/Pr marcou dois gols, abrindo uma boa vantagem no escore. Cris [13º] participou dos dois lances, no primeiro sendo autor do gol; no segundo, largando Charles [14°] na cara do gol para marcar: 8x6.
Mal deu tempo para comemorar o gol de Charles e o Az/Pr já sofria outro golpe. Evandro [15º] aproveitou a euforia do rival e descontou em 8x7. Entretanto, num ímpeto avassalador, os Blues and Blacks tomaram conta do jogo. Fábio [16º], num belo chute colocado, fez 9x7. Depois Veni [17º], em contra-ataque, ampliou para 10x7. Em seguida, Cristhian [18º] marcou aquele que foi considerado o gol mais belo da noite. Em lançamento de Fábio, Cris, na ala esquerda, dominou no peito já tirando Diogo do lance, colocou na frente e na saída de Vilnei deu um chapéu neste e tocou a bola para as redes. Golaço! Para completar, numa boa triangulação com Cris e Charles, Veni [19º] só teve o trabalho de empurrar a bola pra dentro: 12x7.
Destroçado moralmente, o Amarelo ainda esboçou uma reação. Com gols de Danilson [20º], Diogo [21º] e Preto [22º] descontou em 12x10, tentando reunir forças para um empate. Contudo, já era tarde. Tarde demais.
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