AZUL/PRETO 6X6 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Diogo (3º, 12º); Jairo; Marcelo; Fábio; Charles (8º); Cristiano (1º, 2º); Cristhian (10º)
AMARELO: Everton; Fabrício (5º); Preto (7º); Evandro (6º, 9º); Ricardo; Vander (4º); Veni (11º)
Ele voltou. Tudo bem, isto já foi dito em outras oportunidades e não se cumpriu. No entanto, ao que tudo indica, desta vez parece ser real. Afastado da Junção desde 2009 – ano de sua última participação -, Ricardo atendeu ao apelo geral da nação juncianeira e decidiu que havia chegado o momento de retornar. Mesmo fora de forma e, nesta partida, ter sido colocado longe de sua posição original (é frente e jogou de fixo), Ricardo mostrou que conhece como poucos as quatro linhas. Ainda que acima do peso ideal e sem a “bocadura” necessária, Carniça entende do riscado e, aos poucos, pretende recuperar seu lugar de ídolo, um legítimo Legendário da Junção.
Além de Ricardo, tivemos outro retorno. Ele deu as caras de novo. Sorrateiro, manteve-se às escondidas, e, nos minutos finais de jogo, fez-se presente. Não, não se trata de outro jogador que há muito não frequentava a Junção. Trata-se do empate. Ele que emendou cinco jogos seguidos sendo o alvo das atenções, agora ressurge. Deu uma trégua no jogo passado, quando tecnicamente tivemos um dos piores – senão o pior jogo da temporada. A explicação para tamanho número de empates neste ano se deve ao equilíbrio das disputas. Assim, como nos anteriores que terminaram em igualdade, essa partida também esteve subjugada pelo domínio da equidade.
Bicolores e Amarelos se imbricaram numa batalha constante de forças. Aquadra foi pequena para ambos. No primeiro tempo, o AZ/PR foi superior. Inclusive, pelo andar do jogo, parecia que uma goleada estava por acontecer. Veni e Evandro não se encontraram nesta etapa. Erraram muitos passes. De qualquer modo, o Bicolor não soube converter suas oportunidades criadas em gols.
Na tentativa de lançamento de Everton, a bola ficou nos pés de Cristiano (1º), que não teve piedade do arqueiro amarelo, fuzilando-o e abrindo o escore.
Depois foi avez de Veni errar. Ao tentar o drible sobre Jairo, o ala foi desarmado por Jairo. Este, de posse de bola, avançou e chutou forte, mas Everton praticou defesa parcial. No rebote, outro gol de Cristiano (2º): 2 a 0.
Os 3 a 0 vieram em novo erro de Veni, que, ao cobrar lateral rapidamente, entregou a bola nos pés de Diogo (3º). O ala bicolor driblou um marcador mais o goleiro antes de tocar para as redes.
O jogo parecia fácil. O Bicolor criava boas chances. O excesso de firulas de Cristiano não permitia a concretização destas oportunidades. Aos poucos, no entanto, o Amarelo acertou seu posicionamento. Com as entradas de Fabrício (este, aliás, de boa performance) e de Ricardo, a equipe se adequou melhor ao seu estilo de jogo. Dessa forma, mais ajustado taticamente, iniciou sua recuperação no duelo. Antes que o primeiro tempo acabasse, Ricardo iniciou a jogada pelo lado esquerdo e rolou para trás, na medida exata, onde Vander (4º) encheu o pé e descontou em 3 a 1.
No segundo tempo, a dupla Ricardo e Fabrício - a que mudou o panorama da partida - mostrou o porquê foi importante para seu time. Ricardo pela meia-esquerda avançou e quase da linha de fundo avistou a chegada fulminante de Fabrício (5º) e seu chute cereteiro: 3 a 2.
Se a dupla Ricardo e Fabrício pôs o Amarelo na disputa novamente, a dupla Veni e Evandro se encontrou em quadra nesta etapa final. Após jogada individual de Veni em chute cruzado, Evandro (6°) pegou de primeira e deixou o placar igualado em 3 a 3.
O empate desestabilizou o AZ/PR. Fábio foi cobrar lateral em seu campo de defesa, bateu, e Preto (7°), atento, pegou a bola no meio do trajeto, antes que esta chegasse ao seu destino, avançou livre e tocou na saída de Vilnei: 4 a 3.
Após este gol, uma série de desentendimentos ocorreram na partida. Vilnei reclamou da arbitragem e de Everton (Vilnei queria pênalti do arqueiro amarelo sobre Cristhian em lance isolado). Veni e Jairo também se desentenderam em disputa de bola na linha lateral. O jogo foi paralisado a cada novo desentendimento. No calor do embate, Charles (8º), em chute cruzado de Diogo, empatava em 4 a 4 o clássico.
Contudo, em nova falha de Fábio, desta vez de marcação, Evandro (9º) se antecipa e de biquinho desloca Vilnei em cobrança de escanteio: 5 a 4.
Numa pressão incrível do Amarelo, Charles, debaixo dos paus, evita o sexto gol do rival. Vilnei, depois de Diogo, eleito o melhor em quadra, faz, no mínimo, duas defesas sensacionais, não permitindo o aumento do escore inimigo.
Numa escapada azul pelo meio, Diogo sofre falta. Ele, que jogou muito neste segundo tempo, efetua a cobrança com um chute forte que encontra seu destino nos pés de Cristhian (10º), que livre, junto ao poste esquerdo de Everton, completa para as redes: 5 a 5.
Logo depois o Amarelo voltou a passar à frente no marcador. Diogo recebe lateral forçada, tenta dominá-la porém a bola lhe escapa. Evandro, como uma águia, puxa o contra-ataque fatal, entregando de bandeja para Veni (11º) escolher o canto e fazer 6 a 5.
Na pressão, o Bicolor, no final da partida, convocou o empate. Cristhian cobrou escanteio pra dentro da área e na confusão Diogo (12º) chutou forte para decretar o empate de 6 a 6.
Numa partida de voltas, a legenda fica por conta de Ricardo e o empate, por conta do equilíbrio.
DIOGO - 7,26
VILNEI - 7,03
FABRÍCIO - 6,86
VENI - 6,83
EVANDRO - 6,63
CRISTIANO - 6,56
PRETO - 6,53
CHARLES - 6,43
CRISTHIAN - 6,33
EVERTON - 6,26
VANDER - 6,13
MARCELO - 6,10
RICARDO - 6,06
JAIRO - 5,86
FÁBIO - 5,50
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
terça-feira, 28 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
JOGO 17 – 14/06/2011
AMARELO 4X10 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Vander; Diogo (2º, 11º, 13º); Evandro; Fábio; Jairo (8º)
AZUL/PRETO: Everton; Preto (1º, 14º); Veni (6º, 9º); Charles (4º, 5º, 7º); Cristiano (3º, 10º, 12º)
Após cinco partidas empatadas, a vitória se fez presente outra vez na Junção. E não foi uma mera vitória: foi uma goleada com direito a domínio amplo do Bicolor sobre seu arquirival. O placar de 10 a 4 não traduz exatamente como foi o jogo. Se o time azul e preto mantivesse o ritmo do primeiro tempo e metade do segundo, o escore final seria bem mais dilatado.
Em passe errado de Vander, Veni ficou com a bola e a tocou para Preto (1º) abrir o placar: 1 a 0.
Em desarme de Fábio sobre Cristiano na meia cancha, Diogo (2º) recebeu na medida e em toque por cima de Everton empatou em 1 a 1 o clássico.
Num ritmo acelerado, o AZ/PR criou mais algumas boas chances de gol no primeiro tempo. O Amarelo estava errando muito defensivamente e pouco produzia em termos de ataque. Em mais duas estocadas fortes, o Bicolor marcou outras duas vezes. Cristiano (3º) e Charles (4º) receberam passes açucarados de Veni para fecharem em 3 a 1 a primeira parte do jogo.
O começo do segundo tempo foi arrasador para as pretensões azuis. Cristiano inspirado tocou para Charles (5º) na direita bater rasteiro no canto de Vilnei. Depois, logo em seguida, o mesmo Cristiano serviu Veni (6º), que não recusou: 5 a 1.
O trio Cristiano, Veni e Charles (7º) voltou a atacar. Desta vez, o segundo rolou para o terceiro ampliar para 6 a 1 o escore. Assim, a sentença estava praticamente configurada. Nem mesmo o gol de Jairo (8º), em passe de Diogo, trouxe alguma mudança de perspectiva à partida. Isto porque Veni (9º) e Cristiano (10º) afundaram Vilnei, que, sem ir na bola, era a representação fidedigna do desânimo de seu time.
Diogo (11º e 13º) marcou duas vezes, minimizando o fiasco de seu time, que ainda sofreria mais dois gols, um de Cristiano (12º) e outro de Preto (14º), selando em 10 a 4 o confronto.
Numa partida tecnicamente ruim, pior é não vencê-la – que o diga o Bicolor.
VENI – 6,90
CHARLES – 6,83
CRISTIANO – 6,73
PRETO – 6,56
EVERTON – 6,53
FÁBIO – 6,20
VILNEI – 5,93
JAIRO – 5,90
DIOGO – 5,83
EVANDRO – 5,66
VANDER – 5,33
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Vander; Diogo (2º, 11º, 13º); Evandro; Fábio; Jairo (8º)
AZUL/PRETO: Everton; Preto (1º, 14º); Veni (6º, 9º); Charles (4º, 5º, 7º); Cristiano (3º, 10º, 12º)
Após cinco partidas empatadas, a vitória se fez presente outra vez na Junção. E não foi uma mera vitória: foi uma goleada com direito a domínio amplo do Bicolor sobre seu arquirival. O placar de 10 a 4 não traduz exatamente como foi o jogo. Se o time azul e preto mantivesse o ritmo do primeiro tempo e metade do segundo, o escore final seria bem mais dilatado.
Em passe errado de Vander, Veni ficou com a bola e a tocou para Preto (1º) abrir o placar: 1 a 0.
Em desarme de Fábio sobre Cristiano na meia cancha, Diogo (2º) recebeu na medida e em toque por cima de Everton empatou em 1 a 1 o clássico.
Num ritmo acelerado, o AZ/PR criou mais algumas boas chances de gol no primeiro tempo. O Amarelo estava errando muito defensivamente e pouco produzia em termos de ataque. Em mais duas estocadas fortes, o Bicolor marcou outras duas vezes. Cristiano (3º) e Charles (4º) receberam passes açucarados de Veni para fecharem em 3 a 1 a primeira parte do jogo.
O começo do segundo tempo foi arrasador para as pretensões azuis. Cristiano inspirado tocou para Charles (5º) na direita bater rasteiro no canto de Vilnei. Depois, logo em seguida, o mesmo Cristiano serviu Veni (6º), que não recusou: 5 a 1.
O trio Cristiano, Veni e Charles (7º) voltou a atacar. Desta vez, o segundo rolou para o terceiro ampliar para 6 a 1 o escore. Assim, a sentença estava praticamente configurada. Nem mesmo o gol de Jairo (8º), em passe de Diogo, trouxe alguma mudança de perspectiva à partida. Isto porque Veni (9º) e Cristiano (10º) afundaram Vilnei, que, sem ir na bola, era a representação fidedigna do desânimo de seu time.
Diogo (11º e 13º) marcou duas vezes, minimizando o fiasco de seu time, que ainda sofreria mais dois gols, um de Cristiano (12º) e outro de Preto (14º), selando em 10 a 4 o confronto.
Numa partida tecnicamente ruim, pior é não vencê-la – que o diga o Bicolor.
VENI – 6,90
CHARLES – 6,83
CRISTIANO – 6,73
PRETO – 6,56
EVERTON – 6,53
FÁBIO – 6,20
VILNEI – 5,93
JAIRO – 5,90
DIOGO – 5,83
EVANDRO – 5,66
VANDER – 5,33
JOGO 16 – 07/06/2011
AZUL/PRETO 6X6 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Everton; Diogo; Charles; Jairo (3º, 4º, 5º, 9º); Cristiano (11º, 12º)
AMARELO: Vilnei; Preto; Vander (1º, 2º, 6º, 7º, 10º); Marcelo; Veni (8º)
Recorde estabelecido na Junção: 5º empate seguido em uma temporada. Não lembro de outra situação como esta. O máximo até então eram de quatro placares consecutivos terminados em igualdade. Destaques, segundo nosso atleta-correspondente direto do front Charles, para Vander e Jairo, que juntos marcaram mais de 80% dos gols do jogo. Além disso, tiveram atuações acima da média, sendo fundamentais para seus times.
VANDER – 7,60
JAIRO – 7,45
DIOGO – 7,00
VILNEI – 6,50
EVERTON – 6,45
VENI – 6,40
CHARLES – 6,30
PRETO – 6,30
MARCELO – 6,30
CRISTIANO – 6,15
GOLS:
AZUL/PRETO: Everton; Diogo; Charles; Jairo (3º, 4º, 5º, 9º); Cristiano (11º, 12º)
AMARELO: Vilnei; Preto; Vander (1º, 2º, 6º, 7º, 10º); Marcelo; Veni (8º)
Recorde estabelecido na Junção: 5º empate seguido em uma temporada. Não lembro de outra situação como esta. O máximo até então eram de quatro placares consecutivos terminados em igualdade. Destaques, segundo nosso atleta-correspondente direto do front Charles, para Vander e Jairo, que juntos marcaram mais de 80% dos gols do jogo. Além disso, tiveram atuações acima da média, sendo fundamentais para seus times.
VANDER – 7,60
JAIRO – 7,45
DIOGO – 7,00
VILNEI – 6,50
EVERTON – 6,45
VENI – 6,40
CHARLES – 6,30
PRETO – 6,30
MARCELO – 6,30
CRISTIANO – 6,15
JOGO 15 - 31/05/2011
AZUL/PRETO 8X8 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Everton; João Paulo; Veni (6º, 16º); Marcelo (4º, 10º); Cristhian; Danilson (5º, 9º, 14º, 15º)
AMARELO: Vilnei; Evandro (12º); Preto (13º); Vander (1º, 3º); Charles (8º); Cristiano (2º, 7º, 11º); Diogo
Parece combinação, mas não é. Pela quarta vez seguida nesta temporada uma partida termina empatada. E, conforme relato de Charles, só teve este desfecho porque Veni, da marca do pênalti, recebeu passe certeiro e fuzilou Vilnei com chute forte e rasteiro. Quando a bola foi colocada no centro para retomada do jogo, já não havia tempo para mais nada: o apito final soou e o escore terminal decretou um novo empate no ano.
Segue abaixo uma breve síntese de Charles sobre a partida na qual Vilnei, que na semana passada havia sido eleito o pior em quadra, foi seu grande destaque, praticando defesas e intervenções pontuais e seguras.
Mais um empate na Junção, o que mostra como estão sendo equilibrados os jogos neste ano. Por sinal, muito bons jogos, pois se tem horas em que a técnica não é a das mais requintadas, tem sobrado vontade e entrega. No jogo, destaque para Vilnei que fez uma de suas melhores partidas do ano, e também para Danílson que se não foi brilhante, foi implacável na hora de finalizar para as redes. Temos que registrar também um dos lances mais engraçados da Junção de todos o tempos. Em uma jogada pela lado esquerdo do ataque Amarelo, Cristiano dominou a bola quase sobre linha lateral e imediatamente sofreu a carga da marcação de João que de carrinhada deu o bote com toda força possível, só que ele não esperava a finta que Cristiano aplicou-lhe sem piedade, fazendo com que deslizasse para fora da quadra e se enroscasse nas redes de proteção. Neste momento seu algoz parou para olhar a cena como que se esperasse sua vítima levantar-se, passados uns 10 segundos com todos os jogadores parados esperando o desfecho do embate e como João não conseguia se desvencilhar das redes, o jogo seguiu e a cena entrou para a memória dos presentes e para os anais da Junção.
VILNEI – 7,7
DANILSON – 7,1
VENI – 6,8
MARCELO – 6,7
EVANDRO – 6,7
VANDER – 6,6
CRISTIANO – 6,6
CRISTHIAN – 6,5
CHARLES – 6,5
DIOGO – 6,5
PRETO – 6,5
EVERTON – 6,4
JOÃO PAULO – 5,3
GOLS:
AZUL/PRETO: Everton; João Paulo; Veni (6º, 16º); Marcelo (4º, 10º); Cristhian; Danilson (5º, 9º, 14º, 15º)
AMARELO: Vilnei; Evandro (12º); Preto (13º); Vander (1º, 3º); Charles (8º); Cristiano (2º, 7º, 11º); Diogo
Parece combinação, mas não é. Pela quarta vez seguida nesta temporada uma partida termina empatada. E, conforme relato de Charles, só teve este desfecho porque Veni, da marca do pênalti, recebeu passe certeiro e fuzilou Vilnei com chute forte e rasteiro. Quando a bola foi colocada no centro para retomada do jogo, já não havia tempo para mais nada: o apito final soou e o escore terminal decretou um novo empate no ano.
Segue abaixo uma breve síntese de Charles sobre a partida na qual Vilnei, que na semana passada havia sido eleito o pior em quadra, foi seu grande destaque, praticando defesas e intervenções pontuais e seguras.
Mais um empate na Junção, o que mostra como estão sendo equilibrados os jogos neste ano. Por sinal, muito bons jogos, pois se tem horas em que a técnica não é a das mais requintadas, tem sobrado vontade e entrega. No jogo, destaque para Vilnei que fez uma de suas melhores partidas do ano, e também para Danílson que se não foi brilhante, foi implacável na hora de finalizar para as redes. Temos que registrar também um dos lances mais engraçados da Junção de todos o tempos. Em uma jogada pela lado esquerdo do ataque Amarelo, Cristiano dominou a bola quase sobre linha lateral e imediatamente sofreu a carga da marcação de João que de carrinhada deu o bote com toda força possível, só que ele não esperava a finta que Cristiano aplicou-lhe sem piedade, fazendo com que deslizasse para fora da quadra e se enroscasse nas redes de proteção. Neste momento seu algoz parou para olhar a cena como que se esperasse sua vítima levantar-se, passados uns 10 segundos com todos os jogadores parados esperando o desfecho do embate e como João não conseguia se desvencilhar das redes, o jogo seguiu e a cena entrou para a memória dos presentes e para os anais da Junção.
VILNEI – 7,7
DANILSON – 7,1
VENI – 6,8
MARCELO – 6,7
EVANDRO – 6,7
VANDER – 6,6
CRISTIANO – 6,6
CRISTHIAN – 6,5
CHARLES – 6,5
DIOGO – 6,5
PRETO – 6,5
EVERTON – 6,4
JOÃO PAULO – 5,3
JOGO 14 - 24/05/2011
AZUL/PRETO 6X6 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Preto (11º); Vander (3º, 8º); Charles (9º); Cristhian; Cristiano (6º, 7º)
AMARELO: Everton; João Paulo (4º); Evandro (12º); Danilson (1º, 2º); Jairo; Diogo (5º, 10º)
No terceiro empate seguido da temporada a emoção mais uma vez foi a principal característica do confronto. Azuis e Amarelos se degladiaram pela posse da bola o tempo todo. O equilíbrio, segundo relato de Charles, foi fator determinante no placar final de jogo. Diogo, seguido de perto por Preto, foi o maior destaque do clássico. Candidata-se, dessa forma, a brigar pelo título de craque do ano. Para quem por pouco, há duas semanas, quase abandonou a Junção, Diogo voltou com força total, jogando com sua velha disposição – por sorte canalizada para a disputa apenas – que o levou a cavar seu espaço nos sagrados encontros das terças-feiras.
Eu vos falo agora pelos olhos de Charles. Impossibilitado estou de participar – até mesmo como mero espectador – de nossos tradicionais encontros em La Bomobonera. Em breve espero estar de volta ao convívio de vocês, queridos juncianeiros. Portanto, por ora, é este breve relato que deixo aqui registrado deste 14º jogo de 2011. O que surpreende é o resultado derradeiro – o de igualdade novamente, assim como já ocorrera nas últimas duas partidas. Mas, de qualquer modo e de acordo com nosso atleta-correspondente direto do front de batalha, o placar foi justo – se é que existe justiça no futebol. Porém, isto é assunto para outro dia.
DIOGO – 7,2
PRETO – 7,1
DANILSON – 6,9
EVANDRO - 6,8
CRISTIANO - 6,8
CRISTHIAN - 6,5
VANDER - 6,5
EVERTON – 6,3
JAIRO – 6,2
CHARLES – 6,2
JOÃO PAULO – 6,1
VILNEI – 6,0
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Preto (11º); Vander (3º, 8º); Charles (9º); Cristhian; Cristiano (6º, 7º)
AMARELO: Everton; João Paulo (4º); Evandro (12º); Danilson (1º, 2º); Jairo; Diogo (5º, 10º)
No terceiro empate seguido da temporada a emoção mais uma vez foi a principal característica do confronto. Azuis e Amarelos se degladiaram pela posse da bola o tempo todo. O equilíbrio, segundo relato de Charles, foi fator determinante no placar final de jogo. Diogo, seguido de perto por Preto, foi o maior destaque do clássico. Candidata-se, dessa forma, a brigar pelo título de craque do ano. Para quem por pouco, há duas semanas, quase abandonou a Junção, Diogo voltou com força total, jogando com sua velha disposição – por sorte canalizada para a disputa apenas – que o levou a cavar seu espaço nos sagrados encontros das terças-feiras.
Eu vos falo agora pelos olhos de Charles. Impossibilitado estou de participar – até mesmo como mero espectador – de nossos tradicionais encontros em La Bomobonera. Em breve espero estar de volta ao convívio de vocês, queridos juncianeiros. Portanto, por ora, é este breve relato que deixo aqui registrado deste 14º jogo de 2011. O que surpreende é o resultado derradeiro – o de igualdade novamente, assim como já ocorrera nas últimas duas partidas. Mas, de qualquer modo e de acordo com nosso atleta-correspondente direto do front de batalha, o placar foi justo – se é que existe justiça no futebol. Porém, isto é assunto para outro dia.
DIOGO – 7,2
PRETO – 7,1
DANILSON – 6,9
EVANDRO - 6,8
CRISTIANO - 6,8
CRISTHIAN - 6,5
VANDER - 6,5
EVERTON – 6,3
JAIRO – 6,2
CHARLES – 6,2
JOÃO PAULO – 6,1
VILNEI – 6,0
terça-feira, 21 de junho de 2011
JOGO 13 - 17/05/2011 - A volta de Everton, o "Cabelo"
AMARELO 3X3 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Everton; Fábio; Veni; Cristhian; Charles (3º, 4º); Marcelo (1º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Diogo (2º); Cristiano (6º); Preto; Evandro (5º); Jairo
Ele voltou. Após 10 temporadas (seu último joga havia sido no longíquo 09 de maio de 2000) longe da Bombonera, Everto - ou, se preferirem, Cabelo - está novamente vestindo uma das camisas nº 1 da Junção. Substituindo a Alex, um dos ídolos recentes, Everton diz ter agora chegado a sua vez. Diferente de sua primeira passagem, na qual um grave acidente de moto por pouco não lhe custou a vida, impossibilitando-o, inclusive, de ficar mais de dois anos sem jogar futebol, Cabelo hoje é só otimismo. Agora, de volta às quadras, Everton quer deixar o passado para trás e fazer seu nome na Junção. Busca ser ídolo e, para tanto, não medirá esforços. Salve Cabelo! Bom retorno!
Pela segunda vez na temporada (e consecutiva) o empate deua as caras. O 3 a 3 do marcador reflete uma partida na qual o equilíbrio foi sua maior característica. Com dois gols de Charles e outro de Marcelo (Diogo fez o gol Bicolor), o Amarelo dominou a etapa inicial. Pouco fez o AZ/PR diante do sistema defensivo do rival.
O que também, além do equilíbrio, chamou a atenção deste confronto, foi a questão da disputa limpa. Em nenhum momento tivemos reclamações por parte da arbitragem ou faltas desmedidas (até mesmo Diogo jogou somente bola). E o que é melhor: não faltou entrega e aguerrimento por parte dos jogadores.
Marcelo (1º), em passe de profundidade de Veni, chutou cruzado, logo no início da partida, e fez 1 a 0. O empate AZ/PR veio com Diogo (2º) que desarmou Charles no centro da quadra, rente a linha lateral, avançou pela direita e bateu forte, no ângulo de Everton: 1 a 1.
O empate azul não diminuiu o ímpeto amarelo, que seguiu pressionando. Num bate-rebate na defesa bicolor, Charles (3º), após passe de Veni, pegou de primeira, espécie de meio-voleio, e marvou 2 a 1. Não tardou muito para o mesmo Charles (4º), após avanço perfeito de Veni pela esquerda, infiltrar-se pela direita e receber outro passe na medida para, na saída de Vilnei, tocar em seu canto oposto: 3 a 1.
Na segunda etapa foi a vez do Bicolor comandar as ações. Jairo deu um novo ritmo ao seu time. Com uma intensa movimentação, foi autor dos dois passes que originaram os gols de empate azul e preto. Jairo abriu espaços consideráveis na defesa rival. Assim, o futebol de Cristiano apareceu, bem como o de Evandro. Por outro lado, Everton mostrou que nem mesmo o longo tempo distante da Junção foi capaz de fazê-lo perder seu instinto juncianeiro. Trabalhou e muito nesta etapa final. Graças a ele o AZ/PR não saiu de quadra com a vitória. Bom retorno. Boa atuação.
Jairo recebeu, por cima, de Vilnei e de costas para o gol, junto ao poste esquerdo, tocou, com a bola no ar, para Evandro (5º) que, junto ao outro poste, emendou de primeira: 3 a 2.
Jairo, novamente, começou a jogada do gol de empate. Após lançamento mal de Everton no meio (sua única falha no jogo), Preto rebateu a bola que caiu nos pés de Jairo. Este, rapidamente, notou deslocamento de Cristiano (6º) e sem titubear passou-lhe a bola para que, num mesmo toque, se livrasse das marcações de Charles e de Fábio antes de bater para as redes de Everton e deixar o placar final empatado em 3 a 3.
Diz um velho ditado bíblico que um bom filho à casa sempre retorna. Assim, seja bem vindo Everton.
GOLS:
AMARELO: Everton; Fábio; Veni; Cristhian; Charles (3º, 4º); Marcelo (1º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Diogo (2º); Cristiano (6º); Preto; Evandro (5º); Jairo
Ele voltou. Após 10 temporadas (seu último joga havia sido no longíquo 09 de maio de 2000) longe da Bombonera, Everto - ou, se preferirem, Cabelo - está novamente vestindo uma das camisas nº 1 da Junção. Substituindo a Alex, um dos ídolos recentes, Everton diz ter agora chegado a sua vez. Diferente de sua primeira passagem, na qual um grave acidente de moto por pouco não lhe custou a vida, impossibilitando-o, inclusive, de ficar mais de dois anos sem jogar futebol, Cabelo hoje é só otimismo. Agora, de volta às quadras, Everton quer deixar o passado para trás e fazer seu nome na Junção. Busca ser ídolo e, para tanto, não medirá esforços. Salve Cabelo! Bom retorno!
Pela segunda vez na temporada (e consecutiva) o empate deua as caras. O 3 a 3 do marcador reflete uma partida na qual o equilíbrio foi sua maior característica. Com dois gols de Charles e outro de Marcelo (Diogo fez o gol Bicolor), o Amarelo dominou a etapa inicial. Pouco fez o AZ/PR diante do sistema defensivo do rival.
O que também, além do equilíbrio, chamou a atenção deste confronto, foi a questão da disputa limpa. Em nenhum momento tivemos reclamações por parte da arbitragem ou faltas desmedidas (até mesmo Diogo jogou somente bola). E o que é melhor: não faltou entrega e aguerrimento por parte dos jogadores.
Marcelo (1º), em passe de profundidade de Veni, chutou cruzado, logo no início da partida, e fez 1 a 0. O empate AZ/PR veio com Diogo (2º) que desarmou Charles no centro da quadra, rente a linha lateral, avançou pela direita e bateu forte, no ângulo de Everton: 1 a 1.
O empate azul não diminuiu o ímpeto amarelo, que seguiu pressionando. Num bate-rebate na defesa bicolor, Charles (3º), após passe de Veni, pegou de primeira, espécie de meio-voleio, e marvou 2 a 1. Não tardou muito para o mesmo Charles (4º), após avanço perfeito de Veni pela esquerda, infiltrar-se pela direita e receber outro passe na medida para, na saída de Vilnei, tocar em seu canto oposto: 3 a 1.
Na segunda etapa foi a vez do Bicolor comandar as ações. Jairo deu um novo ritmo ao seu time. Com uma intensa movimentação, foi autor dos dois passes que originaram os gols de empate azul e preto. Jairo abriu espaços consideráveis na defesa rival. Assim, o futebol de Cristiano apareceu, bem como o de Evandro. Por outro lado, Everton mostrou que nem mesmo o longo tempo distante da Junção foi capaz de fazê-lo perder seu instinto juncianeiro. Trabalhou e muito nesta etapa final. Graças a ele o AZ/PR não saiu de quadra com a vitória. Bom retorno. Boa atuação.
Jairo recebeu, por cima, de Vilnei e de costas para o gol, junto ao poste esquerdo, tocou, com a bola no ar, para Evandro (5º) que, junto ao outro poste, emendou de primeira: 3 a 2.
Jairo, novamente, começou a jogada do gol de empate. Após lançamento mal de Everton no meio (sua única falha no jogo), Preto rebateu a bola que caiu nos pés de Jairo. Este, rapidamente, notou deslocamento de Cristiano (6º) e sem titubear passou-lhe a bola para que, num mesmo toque, se livrasse das marcações de Charles e de Fábio antes de bater para as redes de Everton e deixar o placar final empatado em 3 a 3.
Diz um velho ditado bíblico que um bom filho à casa sempre retorna. Assim, seja bem vindo Everton.
JOGO 12 - 03/05/2011
AMARELO 9X9 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Vander; Fabrício (8º, 13º); Filipe (3º, 4º); Cristiano (1º, 10º - contra); Evandro (5º, 11º, 16º, 18º); Charles
AZUL/PRETO: Fábio; Marcelo (15º, 17º); Preto; Diogo; João Paulo (6º); Cristhian (7º, 14º); Jairo (9º); Veni (2º, 12º)
Crise. Saída de Alex. (Possível) saída de Diogo. Desleixo dos jogadores em geral (tênis inadequado, falta de comprometimento...). Outra vez a Junção passa por um momento de instabilidade. Não é a primeira vez. Não será a última. Mas, no entanto, preocupa. Duas situações ocorridas no jogo desta noite ilustram a nova crise que se instarou na Junção:
1º) Num gesto insano, Diogo por pouco não quebra a perna de Filipe. Indignado, deixou a quadra bem antes do final da partida.
2º) Após alguns jogos atuando como goleiro, Charles se recusa a permanecer exercendo tal função. Então, num gesto de puro amor a Junção, dediquei-me neste confronto a encarar as agruras das traves, a fim de que a bola pudesse rolar.
Caros juncianeiros, é hora de juntarmos forças para que a Junção não sucumba. Essa crise tem que passar (como tantas outras que já passaram). Para tanto, precisamos definir a escolha de um novo goleiro urgente, pois pelo comentário produzido na postagem anterior, Alex desisitiu de jogar conosco. Além disso, vale lembrar, que todos temos problemas que nos assolam diariamente. Problemas que são piores do que as marcações implacáveis de João Paulo, de Diogo e de Marcelo, mas nem por isso desistimos de lutar contra tais adversidades, e muito menos descontar nossas frustrações diárias distribuindo coices e pontapés gratuitos em nossos amigos. Raça, garra, determinação e entrega não são sinônimos de selvageria e pancadaria. Nada de fair play; mas, também, nada de violência gratuita. Esta é tão vergonhosa e ridícula quanto o detestável fair play.
Apesar dos pesares, o embate desta noite foi bom. O empate do placar registrou a dimensão justa de uma partida jogada no seu limite, em suspiros de dor (Filipe que o diga), angústia e decepções (Diogo e Alex). Destaques para Cristhian e Evandro, adversários que enalteceram suas equipes com um futebol ofensivo e aguerrido. A decepção ficou a cargo de Diogo, que, de cabeça quente, chutou covardemente Filipe sem bola. Por pouco não aconteceu algo mais grave com o atacante amarelo. No entanto, sem um goleiro, com Diogo descontrolado e com uma certa apatia e desencanto geral, o confronto aconteceu. Creio que as divindades pagãs da Junção entraram em ação, abençoando, com seus mantras milenares, essa partida. Pois, do contrário, não teríamos bola rolando.
Quanto a partida em si, transcorreu numa disputa equilibrada que, como já ocorrera no jogo anterior, teve seu escore fechado somente no último lance (naquela ocasião aconteceu a vitória do Amarelo; nesta, o empate).
Aproveitando-se do fato de que Fábio era o arqueiro azul, o Amarelo arriscava chutes de todos os cantos da quadra. Mas somente de perto é que conseguiu vencê-lo. Charles roubou a bola no meio e a passou para Cristiano (1º) marcar 1 a 0. Em seguida, o mesmo Cristiano derrubou Veni dentro da área. Veni (2º) cobrou o pênalti e empatou o placar em 1 a 1.
Marcando sob pressão, o Amarelo induziu seu rival ao erro. Assim, Marcelo, ao cobrar lateral próximo a sua área, entregou a bola na fogueira para Fábio, que, sob a custódia de Filipe (3º), não teve tempo de desarmálo, contentando-se em vê-lo tocar a bola para suas redes: 2 a 1.
Filipe (4º), embalado pelo gol, recebeu lançamento de Vilnei e, de primeira, ampliou em 3 a 1 o marcador. Num lance infortúnio, Veni tentou passar por Cristiano, mas não teve sucesso. Pior, na sequência, Cristiano tocou para Evandro (5º) livre marcar 4 a 1.
Com a entrada de João Paulo, o Bicolor firmou melhor sua defesa. Marcelo, tendo João como apoio defensivo, ganhou confiança. Dessa maneira, o AZ/PR estancou os avanços frequentes do rival. E mais: antes que o primeiro tempo terminasse, descontou para 4 a 2 através de João (6º), que recentemente havia entrado.
No segundo tempo, o Bicolor manteve seu sistema de jogo avançado. A partida creseceu em emoção, com os dois times buscando incessantemente o gol. Cristhain (7º), de boa atuação, roubou a bola de Evandro e assinalou outro gol azul: 4 a 3. Porém, Fabrício (8º), em passe de Evandro, tocou na saída de Fábio: o Amarelo mantinha a vantagem; 5 a 3.
Jairo (9º), de muita transpiração, manteve o embate equilibrado: 5 a 4. Num contra-ataque, o AZ/PR chegou ao empate de uma maneira inusitada. Cristhian bateu cruzado e Cristiano (10º - contra) ao tentar cortar pôs a bola para dentro de suas próprias redes: 5 a 5.
Decidido a reabilitar-se do erro cometido, Cristiano (11º) foi para cima e após uma confusão na defesa azul, ficou com a sobra para pôr seu time em vantagem outra vez: 6 a 5. Mas Cristhian escorou na medida exata para Veni (12º) soly=tar a bomba e igualar em 6a 6 o escore.
Logo em seguida, no entanto, numa desatenção coletiva da defesa bicolor, Fabrício (13º) aparou cobrança de lateral de Cristiano e fez 7 a 6. O empate azul aconteceu novamente com a dobradinha Cristhian (14º) e Veni, só que desta vez este escorou para aquele assinalar 7 a 7.
Encaminhando-se para seu final, o embate presenciou o lance descontrolado de Diogo sobre Filipe. Porém nem isto foi capaz de manchar a partida; ela seguiu, especialmente em seus minutos finais, num ritmo eletrizante. Nada estava decidido. E assim prosseguiu até seu derradeiro lance.
Marcelo (15º), em chute forte de longa distância, venceu Vilnei, e, pela primeira vez na partida, colocou seu time em vantagem no placar: 8 a 7. Contudo, logo em seguida, Charles tabelou com Evandro (16º) e este, às costas de Veni que não o acompanhou, igualou em 8 a 8 o escore. Entretanto, Marcelo (17º), no rebote da defesa, fez 9 a 8 e praticamente garantia a vitória bicolor. Praticamente... Pois não é que na saída de centro o Amarelo, em jogada de linha de fundo, chegou ao empate? E praticamente da mesma maneira que havia feito seu último gol?
Charles foi à linha de fundo e cruzou para Evandro (18º), às costas de Veni novamente, chegar batendo e decretando o placar final do clássico em 9 a 9.
No que tange todas as dificuldades encontradas neste confronto (goleiro improvisado, descontrole de Diogo, tênis inadequados...), a Junção, acima de tudo, resiste, persiste e insiste.
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Vander; Fabrício (8º, 13º); Filipe (3º, 4º); Cristiano (1º, 10º - contra); Evandro (5º, 11º, 16º, 18º); Charles
AZUL/PRETO: Fábio; Marcelo (15º, 17º); Preto; Diogo; João Paulo (6º); Cristhian (7º, 14º); Jairo (9º); Veni (2º, 12º)
Crise. Saída de Alex. (Possível) saída de Diogo. Desleixo dos jogadores em geral (tênis inadequado, falta de comprometimento...). Outra vez a Junção passa por um momento de instabilidade. Não é a primeira vez. Não será a última. Mas, no entanto, preocupa. Duas situações ocorridas no jogo desta noite ilustram a nova crise que se instarou na Junção:
1º) Num gesto insano, Diogo por pouco não quebra a perna de Filipe. Indignado, deixou a quadra bem antes do final da partida.
2º) Após alguns jogos atuando como goleiro, Charles se recusa a permanecer exercendo tal função. Então, num gesto de puro amor a Junção, dediquei-me neste confronto a encarar as agruras das traves, a fim de que a bola pudesse rolar.
Caros juncianeiros, é hora de juntarmos forças para que a Junção não sucumba. Essa crise tem que passar (como tantas outras que já passaram). Para tanto, precisamos definir a escolha de um novo goleiro urgente, pois pelo comentário produzido na postagem anterior, Alex desisitiu de jogar conosco. Além disso, vale lembrar, que todos temos problemas que nos assolam diariamente. Problemas que são piores do que as marcações implacáveis de João Paulo, de Diogo e de Marcelo, mas nem por isso desistimos de lutar contra tais adversidades, e muito menos descontar nossas frustrações diárias distribuindo coices e pontapés gratuitos em nossos amigos. Raça, garra, determinação e entrega não são sinônimos de selvageria e pancadaria. Nada de fair play; mas, também, nada de violência gratuita. Esta é tão vergonhosa e ridícula quanto o detestável fair play.
Apesar dos pesares, o embate desta noite foi bom. O empate do placar registrou a dimensão justa de uma partida jogada no seu limite, em suspiros de dor (Filipe que o diga), angústia e decepções (Diogo e Alex). Destaques para Cristhian e Evandro, adversários que enalteceram suas equipes com um futebol ofensivo e aguerrido. A decepção ficou a cargo de Diogo, que, de cabeça quente, chutou covardemente Filipe sem bola. Por pouco não aconteceu algo mais grave com o atacante amarelo. No entanto, sem um goleiro, com Diogo descontrolado e com uma certa apatia e desencanto geral, o confronto aconteceu. Creio que as divindades pagãs da Junção entraram em ação, abençoando, com seus mantras milenares, essa partida. Pois, do contrário, não teríamos bola rolando.
Quanto a partida em si, transcorreu numa disputa equilibrada que, como já ocorrera no jogo anterior, teve seu escore fechado somente no último lance (naquela ocasião aconteceu a vitória do Amarelo; nesta, o empate).
Aproveitando-se do fato de que Fábio era o arqueiro azul, o Amarelo arriscava chutes de todos os cantos da quadra. Mas somente de perto é que conseguiu vencê-lo. Charles roubou a bola no meio e a passou para Cristiano (1º) marcar 1 a 0. Em seguida, o mesmo Cristiano derrubou Veni dentro da área. Veni (2º) cobrou o pênalti e empatou o placar em 1 a 1.
Marcando sob pressão, o Amarelo induziu seu rival ao erro. Assim, Marcelo, ao cobrar lateral próximo a sua área, entregou a bola na fogueira para Fábio, que, sob a custódia de Filipe (3º), não teve tempo de desarmálo, contentando-se em vê-lo tocar a bola para suas redes: 2 a 1.
Filipe (4º), embalado pelo gol, recebeu lançamento de Vilnei e, de primeira, ampliou em 3 a 1 o marcador. Num lance infortúnio, Veni tentou passar por Cristiano, mas não teve sucesso. Pior, na sequência, Cristiano tocou para Evandro (5º) livre marcar 4 a 1.
Com a entrada de João Paulo, o Bicolor firmou melhor sua defesa. Marcelo, tendo João como apoio defensivo, ganhou confiança. Dessa maneira, o AZ/PR estancou os avanços frequentes do rival. E mais: antes que o primeiro tempo terminasse, descontou para 4 a 2 através de João (6º), que recentemente havia entrado.
No segundo tempo, o Bicolor manteve seu sistema de jogo avançado. A partida creseceu em emoção, com os dois times buscando incessantemente o gol. Cristhain (7º), de boa atuação, roubou a bola de Evandro e assinalou outro gol azul: 4 a 3. Porém, Fabrício (8º), em passe de Evandro, tocou na saída de Fábio: o Amarelo mantinha a vantagem; 5 a 3.
Jairo (9º), de muita transpiração, manteve o embate equilibrado: 5 a 4. Num contra-ataque, o AZ/PR chegou ao empate de uma maneira inusitada. Cristhian bateu cruzado e Cristiano (10º - contra) ao tentar cortar pôs a bola para dentro de suas próprias redes: 5 a 5.
Decidido a reabilitar-se do erro cometido, Cristiano (11º) foi para cima e após uma confusão na defesa azul, ficou com a sobra para pôr seu time em vantagem outra vez: 6 a 5. Mas Cristhian escorou na medida exata para Veni (12º) soly=tar a bomba e igualar em 6a 6 o escore.
Logo em seguida, no entanto, numa desatenção coletiva da defesa bicolor, Fabrício (13º) aparou cobrança de lateral de Cristiano e fez 7 a 6. O empate azul aconteceu novamente com a dobradinha Cristhian (14º) e Veni, só que desta vez este escorou para aquele assinalar 7 a 7.
Encaminhando-se para seu final, o embate presenciou o lance descontrolado de Diogo sobre Filipe. Porém nem isto foi capaz de manchar a partida; ela seguiu, especialmente em seus minutos finais, num ritmo eletrizante. Nada estava decidido. E assim prosseguiu até seu derradeiro lance.
Marcelo (15º), em chute forte de longa distância, venceu Vilnei, e, pela primeira vez na partida, colocou seu time em vantagem no placar: 8 a 7. Contudo, logo em seguida, Charles tabelou com Evandro (16º) e este, às costas de Veni que não o acompanhou, igualou em 8 a 8 o escore. Entretanto, Marcelo (17º), no rebote da defesa, fez 9 a 8 e praticamente garantia a vitória bicolor. Praticamente... Pois não é que na saída de centro o Amarelo, em jogada de linha de fundo, chegou ao empate? E praticamente da mesma maneira que havia feito seu último gol?
Charles foi à linha de fundo e cruzou para Evandro (18º), às costas de Veni novamente, chegar batendo e decretando o placar final do clássico em 9 a 9.
No que tange todas as dificuldades encontradas neste confronto (goleiro improvisado, descontrole de Diogo, tênis inadequados...), a Junção, acima de tudo, resiste, persiste e insiste.
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