segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Noite de gala da Junção 2: mudança de planos

Bando,
teremos que pensar em outra data para fazermos o encerramento da temporada 2009. De antemão comunico que os dias 11 e 18 (sexta-feira), bem como os dias 12 e 19 (sábado), não poderão ser utilizados para determinado fim, visto que eu e outros companheiros temos compromissos inadiáveis nestas datas.
Em virtude disso, sugiro os dias 16 ou 23 ou 30 (quartas-feiras), ou, então, a quinta-feira do dia 17.
Pensem e amanhã decidimos, pois temos que ainda agendar o espaço e o horário com a quadra.

PS: por favor, peço que na terça-feira agora, dia 01/12, vocês já tenham uma opinião formada.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Noite de gala da Junção

Povo,
dia 19 de dezembro, às 21:30, Arena, Shopping Canoas, jogo e fechamento da temporada com a tradicional entrega das premiações.
Concordam?
Por favor, manifestem-se.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O retorno de um gigante [Jogo 38 - 17/11/2009]

AMARELO 11X6 AZUL/PRETO

Gols:
Amarelo: Alex; Diogo [8º]; Erlon [3º, 7º, 11º, 12º, 15º, 17º]; Fábio [2º]; Ricardo; Veni [5º, 9º, 13º]
Azul/Preto: Vilnei; Marcelo; Charles [16º]; Felipe [1º, 6º]; Preto [4º, 10º, 14º]

Se esta partida tivesse que ter uma trilha sonora, com certeza a música escolhida seria "y dale alegría, alegría a mi corazon!", do Fito Páez. Isso porque ele está de volta. Após mais de um ano e muitas promessas feitas de retorno, Ricardo, um dos pilares da Junção desde os tempos de Boca Jrs., retoma seu lugar em La Bombonera. Com a volta de jairo (no próximo jogo), a Junção retomará seu rumo. No embate entre os campos de força constituído por linhas de fuga, venceu a linha da vida, a de naturaleza sangra.
Fora de forma mas com sua técnica inconfundível, Ricardo deu seus novos chutes em La Bombonera. Discreto, porém eficiente, entregou-se de corpo e alma ao combate. Marcou, deu bons passes e chutou, só faltou o gol. Ao lado de Erlon e Veni, construiu boas tabelas. Para quem vinha de um longo tempo inativo, comportou-se além das expectativas.
No que pese o retorno de Ricardo, presenciamos um jogo não muito bom em termos técnicos e táticos. Transpiração não faltou, mas futebol sim. Nem mesmo Veni - geralmente com apresentações acima da média geral - esteve bem; jogou para o gasto, isto é, para auxiliar seu time. E este auxílio, juntamente com o empenho dos demais companheiros de equipe, foi fundamental para a consolidação de um resultado positivo.
Os empate em 2x2 no primeiro tempo - tirando o retorno de Ricardo - talvez foi o que de melhor aconteceu nesta partida. Nenhum destaque maior foi evidenciado. Tampouco uma apresentação dita ruim. Todos atletas tiveram uma performance muito parecida. A exceção, quiçá, tenha ficado por conta de Erlon, autor de seis gols, e de Veni, mais pela performance física do que técnica.
Logo nos minutos iniciais, Erlon, pressionado, atrapalhou-se na saída de bola e, ao cair, acabou perdendo o controle da mesma. Sem far play (digno de Junção isto!), o lance prosseguiu, e Preto, pelo lado direito de ataque, quase na linha de fundo, rolou para a entrada livre de Felipe [1º] que teve o trabalho de apenas tocar a bola para as redes de Alex: 1x0.
Embora em desvantagem no placar, o Amarelo prosseguia criando oportunidades. Numa destas, a bola caiu nos pés de Ricardo que, imediatamente, notou o deslocamento de Fábio [2º] pela ala esquerda. Num passe preciso, Ricardo largou Fábio em condições de arremate, e, apesar do chute fraco, Vilnei falhou e o empate se fez, agora em 1x1.
Num calor escaldante, o cansaço se fazia mais rapidamente. Mas nem por isso o embate perdeu em intensidade.
Aos poucos o Amarelo foi se soltando e chegando com mais força ao ataque. Explorando a presença marcante de Ricardo como pivô, passou a forçar a bola na frente. Em deslocamentos pelos lados da quadra, Ricardo abria espaços para seus companheiros. Num destes, Erlon recebeu lançamento de Alex (com as mãos) e de cabeça venceu Vilnei, virando em 2x1 o placar.
Ainda disputado, o primeiro tempo prosseguiu em tentativas, de ambos os lados, em efetivação das oportunidades criadas. Em descuido defensivo amarelo, Felipe [4º] recebeu na entrada da área, rolou para Preto na linha de fundo, pela ala direita, que, na medida, devolveu para Felipe empatar em 2x2.
Com a entrada de Veni no lugar de Ricardo, os Amarillos ganharam mais poder de velocidade. Nesta nova configuração tática, no segundo tempo, estes imprimiram um ritmo forte em seu modo de atuar. Adiantando a marcação, ficaram mais expostos aos contra-ataques, contudo, assim mesmo, dominaram a partida, consolidando sua vitória.
Vitória essa que começou a se desenhar através de uma pintura de gol marcado por Veni [5º]. Ricardo, de volta à quadra, lançou, do lado direito de ataque, a bola na medida para Veni pegar de primeira e fuzilar Vilnei. Nem mesmo a furada de Erlon ao entregar a bola, dentro da área, após uma confusão, a Felipe [6º], culminando no empate em 3x3, foi o suficiente para frear o bom momento vivido pelo Amarelo no clássico. Afirmo isso porque o mesmo Erlon que havia, um pouco antes, falhado, foi quem, redimindo-se, pôs, outra vez, seu time à frente no escore. Ricardo roubou a bola de Marcelo, passou para Erlon [7º] avançar livre e tocar na saída de Vilnei: 4x3.
Dessetabilizado, o Az/Pr sofreu mais dois gols seguidos. Diogo [8º] conduziu a bola livre pela ala direita e mandou ver: 5x3. Depois, em passe de Fábio, Veni [9º] ampliou em 6x3.
Se, anteriormente, Fábio serviu a Veni, "serviu" também a Preto [10º], pois em passe precipitado o fixo amarelo presenteou o ala azul: 6x4.
O ápice do confronto, o lance decisivo, a melhor sequência decisiva que, de fato, contribuiu significamente para a vitória amarela foi construída pela dupla Erlon e Veni. Em três oportunidades, estes encaminharam a consolidação do resultado positivo. No primeiro, Veni lançou Erlon [11º] que, entrando pelo meio da defesa azul, bateu forte, no canto, e a bola, por azar de Vilnei, tocou no poste e, depois, na volta, em suas costas antes de entrar: 7x4. Na sequência, num contra-ataque, Veni, novamente, deixou Erlon [12º] em situação privilegiada para ampliar o escore em 8x4. Para fechar, Veni [13º], em jogada individual, levou para a ala direita e fuzilou Vilnei: 9x4.
Sem muito o que fazer, o Az/Pr lutou por sua honra. Preto [14º], em lance duvidoso em que a bola, segundo reclamações adversárias, bateu no travessão e não na trave de dentro que sustenta a goleira, descontou em 9x5.
No entanto, em outra opotunidade, Erlon [15º], o artilheiro da noite, recebeu passe de Ricardo e ampliou para 10x5 a vantagem de seu time.
Antes que a partida terminasse houve tempo para mais dois gols. Charles [16º], na raça, peleou com a marcação adversária antes de vencer Alex e descontar em 10x6 o confronto. Depois foi a vez de Erlon [17º] selar a vitória amarela num chute cruzado, deixando em 11x6 o placar final do jogo.
E assim, em noite quente e sem far play, Ricardo, ao som de Fito Páez, retorna para os braços da Junção. Mais do que alegria em nossos corações, o que cantamos e vibramos é a perseverança da Junção em se manter cada vez mais viva no coração daqueles que dela fazem parte.

"Y dale alegría, alegría a mi corazon!"





Y dale alegría, alegría a mi corazon
Es lo único que te pido al menos hoy
Y dale alegría, alegría a mi corazon
Afuera se irán la pena y el dolor

Y ya veras, las sombras que aquí estuvieron no estarán
Y ya, ya veras, bebamos y emborrachemos la ciudad


Y dale alegría, alegría a mi corazon
Es lo único que te pido al menos hoy
Y dale alegría, alegría a mi corazon
Y que se enciendan las luces de este amor

Y ya veras, como se transforma el aire del lugar
Y ya veras, que no necesitaremos nada mas


Y dale alegría, alegría a mi corazon
Que ayer no tuve un buen día, por favor
Y dale alegría, alegría a mi corazon
Que si me das alegría estoy mejor

Y ya veras, las sombras que aquí estuvieron no estarán
Y ya veras, que no necesitaremos nada mas

Y dale alegría, alegría a mi corazon
Es lo único que te pido al menos hoy
Y dale alegría, alegría a mi corazon
Afuera se irán la pena y el dolor
Y dale alegría, alegría a mi corazon
Y dale alegría, alegría a mi corazon (nena)


Nossos corações estão transbordando de alegria.
Motivos?
A volta de Ricardo e a conciliação com Jairo.
Dois gigantes da Junção estão de volta, portanto
dale alegría a mi corazon!

Alerta vermelho

Neste dia, 10/11/2009, não tivemos bola rolando. O motivo foi a falta de jogadores (tínhamos apenas nove). Preocupado, aciono o alerta vermelho, pois já vivenciamos, em outros anos, situações semelhantes, nas quais iniciavamos bem o ano e, lá pela metade, tínhamos sérias complicações neste sentido.
Desejo registrar minha indignação quanto a esse fato. Não podemos deixar a Junção entrar por essa linha de morte. Conto com a participação de todos para fazermos um bom encerramento digno de temporada. Só para se ter uma ideia, ao longo dos últimos anos perdemos atletas de peso, que dignificavam nosso esporte. Bó, Jairo, Ricardo, Beca, Gilson, Evandro e Dani são algumas perdas muito sentidas. Mesmo que tenhamos conquistado novos adeptos, tais perdas foram muito significativas e irreparáveis.
Chegou o momento de, unidos, abraçarmos essa causa. Não podemos deixar a Junção morrer. Vamos pegar juntos. Penso que a Junção merece, pois se até aqui chegou, não será por falta de paixão que ela morrerá. E se tiver que morrer, que seja peleando, guerreando, lutando até seu último suspiro.
Combatentes juncianeiros, uni-vos!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Veni, o diferencial [Jogo 37 - 03/11/2009]

AMARELO 8X6 AZUL/PRETO

Gols:
Amarelo: Charles; Felipe [3º, 5º, 9º, 10º]; Diogo [6º]; Joarez; Veni [12º, 13º, 14º]
Azul/Preto: Vilnei; Vander [8º, 11º]; Marcelo; Danilson [1º, 2º, 4º]; Fábio [7º]

Outra vez a Junção dá sinais de sua grandeza. Contra todas as vozes pessimistas e maus agrouros possíveis, ela afirma sua potência futebolística e segue fazendo história em La Bombonera. Prova disso foi este jogo. Partida disputa desde o apito final. Aguerrimento e combatividade foram suas características. Dez guerreiros degladiando-se numa arena quente e clássica. No final, vitória do Amarelo, que em Veni teve seu grande General. Nem mesmo a falta não justificada de Alex foi motivo de desalento. Charles fez a substituição com muita paixão e dedicação. O certo é que a Junção, por mais que insistam em afirmar por aí, jamais se entregará tão facilmente assim, ao contrário de alguns.
Apostando num defesa sólida formada por Vander, Marcelo e Fábio, os azuis depositaram suas esperanças na volta de Danilson (este devido a um estiramento na coxa direita estava afastado há duas semanas). Apesar de todo esforço, o artilheiro de 2009 bem que tentou, contudo não foi tão eficaz assim como esperavam seus companheiros. Quem, de fato, assumiu as rédeas do jogo foi Veni que, no final, marcou três gols e consolidou a virada amarela no confronto.
A tática bicolor inicial até que surtiu efeito na primeira etapa. Chamando o adversário para seu campo de defesa, os azuis exploraram muito bem os contra-ataques, chegando sempre com perigo à frente.
Logo de início, em falha de Charles, Danilson [1º] escapou pela direita e bateu não muito forte mas o suficiente para o arqueiro amarelo se complicar: 1x0.
A partida seguiu num ritmo acelerado. Enquanto que os Amarillos seguia pressionando, o Az/Pr permanecia se defendendo - e muito bem, diga-se de passagem.
Num destes contragolpes, Fábio driblou Charles e serviu Danilson [2º] que, livre, ampliou para 2x0 o placar.
Felipe [3º], outro destaque importante do clássico, reafirmou sua potência goleadora ao marcar o primeiro de seus 4 gols no jogo (vale lembrar que Felipe quase foi goleador da Junção em temporadas passadas). Em avanço de Charles, ficou com a bola e mandou ver no canto de Vilnei: 2x1.
No segundo tempo a canseira se abateu sobre os atletas, em especial sobre os bicolores. Sem abrir mão de seu esquema defensivo, o azuis seguiram apostando em Danilson. No entanto quem brilhou foi Veni, tanto tecnicamente quanto fisicamente.
Em novo contra-ataque azul, Danilson tocou para Fábio que, na medida, deixou Danilson na cara de Charles para ampliar em 3x1 o escore.
Aos poucos o Amarelo foi equilibrando as ações. Felipe e Joarez davam um calor pra cima da marcação inimiga. De boa movimentação, ambos abriam espaço para as chegadas de Veni e de Diogo de trás. Jà sem muita saída de bola, o Bicolor se via obrigado a forçar os passes ou, então, tentar jogadas individuais, uma vez que não abria mão de seu esquema tático.
De tanto pressionar, o Amarelo chegou ao empate justamente em duas falhas azuis. Na primeira, Felipe [5º] livre de marcação - algo raro -, bateu forte, da entrada da área para descontar em 3x2 o escore. Na segunda, Veni roubou a bola de Fábio na lateral e tocou para Diogo [6º] avançar e interpelar Vilnei com um petardo indefensável: 3x3.
O Bicolor voltou a assumir a vantagem no placar após dois bonitos gols, ambos em situações típicas de quem se defende. Fábio [7º], em contra-ataque puxado por Danilson, avançou pela esquerda e na saída de Charles tocou em seu canto: 4x3.
Num momento de sufoco extremo, Vander [8º], de sua defesa, dentro de sua área, notou que Charles estava fora do gol e de lá mesmo arriscou um chute que, com qualidade rara, encobriu o arqueiro amarelo: 5x3. Golaço. Um dos mais belos gols da Junção. Uma obra-prima. Méritos para poucos.
Eis que quando tudo parecia se encaminhar para uma vitória sofrida azul e preta, Felipe [9º e 10º] resolveu aprontar. Com dois gols, o segundo destes espírita, estabeleceu novamente a igualdade no placar: 5x5. Só pra constar sobre este "gol espírita": Foi um gol sem ângulo, pois ao receber passe de Veni na linha de fundo mas dentro da área adversária, Felipe conseguiu virar o pé e mandar a bola no ângulo oposto de Vilnei).
Ainda com forças, o Bicolor passou à frente no marcador outra vez. Numa jogada que iniciou com Danilson, a bola chegou até Fábio que da esquerda rolou para Marcelo na direita ajeitar na medida para o petardo de Vander [11º]: 6x5.
Muitos afirmam que a bola não havia entrado, e somente tinha explodido no travessão. Assim mesmo o árbitro confirmou o gol.
Fpi então que Veni [11º, 12º e 13º], de vez, entrou para a história deste jogo. Chamando a responsabilidade pra si, conduziu seu exército de guerreiros à vitória. Em lances rápidos e ousados, assinalou três gols e consolidou não apenas a vitória de seu time, mas também sua performance diferenciada e, principalmente, a constatação de que a Junção é perene ao tempo e à própria vida.

Outra despedida [Jogo 36 - 27/10/2009]

AMARELO 9 X 4 AZUL/PRETO

Gols:
Amarelo: Alex; Fábio; Marcelo [12º]; Preto [3º, 4º, 6º - contra]; Joarez; Veni [1º, 2º, 10º, 13º]; Charles [5º, 11º]
Azul/Preto: Vilnei; Diogo [8º]; Evandro; Vander; Felipe [7º]; Erlon [9º]

Mais uma vez nesta temporada a Junção se depara com a perda de um atleta. Desta vez quem se despede é Evandro. Já ocorrerá a despedida de Jairo há pouco tempo. Agora, por motivos diferentes, é Evandro quem dá adeus a Junção. Neste jogo derradeiro, o goleador afirmou que sua saída se deve ao fato de que a Junção, de um tempo pra cá, perdeu sua identidade de aguerrimento e força. Disse ainda que não estava tendo mais motivação o suficiente para participar das partidas, achando melhor o afastamento.
Embora ache precipitada sua decisão, respeito-a. Devo dizer que, por mais que tenhamos dificuldades em manter as origens deste encontro futebolístico, é inevitável que as coisas mudem, inclusive as pessoas. Portanto, apesar de lastimar muito a saída de Evandro - bem como a de Jairo -, só tenho par dizer uma coisa: a Junção, no que pese suas perdas, seguirá sendo mais potente que qualquer um de nós, queiramos ou não.
Boa sorte Evandro!

Bem, quanto ao jogo, tivemos uma vitória que se fez tranquila ao escrete amarelo porque, em grnade parte, se deu à postura desta equipe. Jogando firme e forte na marcação, souberam explorar os pontos frágeis do seu adversário, fazendo prevalecer seu poder tático e técnico. Veni foi o grande articulador do time. Embora não genial, jogou o suficiente para vencer as dificuldades impostas pelo rival. Porém o grande nome do jogo foi, sem dúvida alguma, Alex. Este, com defesas espetaculares, assegurou a vitória amarela, parando as melhores oportunidades bicolores. Foi um paredão quase intransponível.
Se as mão de Alex garantiam a segurança necessária do território amarelo, os pés de Veni faziam o contra-ponto ideal para as pretensões deste time. Em dois lances rápidos, Veni [1º e 2º] abriu uma boa vantagem no placar. No primeiro lance recebeu a bola de Preto pela linha lateral e chutou cruzado. Já no segundo gol, roubou a bola de Erlon na intermediária e, livre, colocou na saída de Vilnei.
Se Veni fez dois, Preto [3º e 4º], o melhor do jogo passado, também deixou registrado outros dois. No primeiro recebeu passe de escanteio para num chute cruzado vencer Vilnei. No segundo foi a vez de Veni retribuir o passe, servindo-lhe na medida para, sem marcação, avançar e ampliar para 4x0 o escore.
Teve ainda, num contra-ataque, o gol de Charles [5º], que ao receber de Veni entrou na carrinhada para ampliar em 5x0 o placar do clássico.
Quem imagina que estava tão fácil assim, engana-se. O Azul/Preto a todo momento chegava com perigo na área inimiga. Porém, quando não era Alex o castrador do término das jogadas, eram os zagueiros Fábio e Marcelo que continham o bom ataque bicolor. Tanto é que somente num gol contra de Preto [6º - contra] é que o Az/Pr conseguiu marcar seu primeiro gol no confronto. Em cobrança de escanteio, Diogo bateu forte par dentro da área, na confusão Preto colocou para as próprias redes: 5x1.
Antes do término da primeira etapa, houve tempo para o Az/Pr marcar outra vez. Felipe [7º], num belo lance individual, num toque só se livrou de dois marcadores antes de desferir, da entrada da área, um petardo no ângulo de Alex. Golaço que encerrava o primeiro tempo em 5x2.
Na etapa final, o Az/Pr reclamou em demasia da arbitragem. Isso fez com que se descontrolassem um pouco, perdendo o foco no jogo bem no instante em que jogavam melhor.
Em passe de Erlon, Diogo [8º] descontou para 5x3. No embalo e na pressão, num contra-ataque, Erlon [9º] recebeu metida preciosa de Vander e estabeleceu 5x4 no marcador. O Amarelo acusou o golpe e, descontrolado defensivamente, sucumbia ao envolvente toque de bola adversário. Todavia, a reação azul parou por aqui. Desperdiçando oportunidades, o poder de fogo bicolor passou a diminuir, e, aos poucos, o Amarelo passou a dominar novamente as açãos. O Az/Pr se preocupava mais com o árbitro do que propriamente com o seu futebol. Vander e Diogo reclamaram muito; Evandro bem que tentou, mas também reclamou em excesso, especialmente dos colegas. Assim, os Amarillos, que relação alguma tinham com tamanha discussão, aproveitaram-se do momento para consolidarem sua vitória.
Em jogada individual, Veni [10º] assinalou 6x4. De tanto reclamarem, os Bicolores cavaram um pênalti (a bola, num bate-rebate dentro da área, tocou no braço de Fábio). Na cobrança, Evandro bateu e Alex defendeu. Na sobra, Erlon isolou a bola por cima. Festa amarela e certeza de vitória.
A penalidade desperdiçada (méritos à boa defesa de Alex) dizimou as pretensões azuis na partida. Ainda mais porque em seguida, Charles [11º], em tabela com Preto e Vander, ampliou em 7x4 a vantagem dos Amarelos no clássico.
Este gol de Charles pôs fim nas possibilidades de vitória adversária. Desanimados, os Bicolores observaram, literalmente, Marcelo [12º], livre de marcação, marcar 8x4. Para encerrar, Veni [13º], em jogada sensacional, passou por Erlon e pela ala direita fuzilou Vilnei. Golaço que implantava números finais ao placar: 13x4.
No último jogo (ao menos por ora) de Evandro, uma certeza: nenhum gol por ele marcado, apenas a saudade de seus gritos de incentivo e bravura.