AZUL/PRETO 3X8 AMARELO
GOLS:
AZUL/PRETO: Vilnei; Diogo (11º); Cristhian; Filipe (2º, 7º); Charles
AMARELO: Everton; Veni (9º); Fábio (5º, 6º); Evandro (1º, 3º, 4º, 10º); Vander (8º)
Na véspera de feriado do Dia das Crianças quem brincou foi o Amarelo. Brincou de fazer gols no Bicolor que, por sua vez, chorou e se lamentou por não ter conseguido brincar.
Quem apareceu para brincar, digo, jogar novamente, foi Filipe. Este, assim como seus companheiros, teve que se contentar com a brincadeira de buscar a bola no fundo das redes. E olha que foi somente 8 a 3! Poderia ter sido bem mais elástico o placar caso Vilnei permitisse. A propósito, somente Vilnei é que jogou alguma coisa no AZ PR, o restante ficou devendo muito futebol.
Logo a um minuto de bola rolando, Fábio cobra lateral perfeito – quase um lançamento – nos pés de Evandro (1º) para, meio num semi-voleio, marcar 1 a 0.
O empate amarelo veio com Filipe (2º) que, com a moral elevada de quem está voltando, recebe cobrança de falta de Diogo e bate com calma no canto de Everton: 1 a 1.
Depois num lance de sorte e de esconde-esconde, Vander avança pela direita e solta um daqueles seus pombos sem asas, que explode no glúteo de Evandro (3º), ao lado do poste, e retorna de praticamente dentro do gol para tocar nas costas de Vilnei e entrar: 2 a 1.
No segundo tempo é que o Amarelo brincou de vez com seu adversário. Brincou até mesmo de errar gols!
Logo de início, em contra-ataque fulminante, Veni tabela com Evandro (4º) para este ampliar em 3 a 1.
Depois, veni escora na medida para Fábio (5º) chegar batendo de trás na gaveta de Vilnei: 4 a 1.
O mesmo Fábio (6º) partiu da defesa, deixou três adversários para trás e tocou com categoria no canto de Vilnei, marcando um golaço: 5 a 1.
O Bicolor até que tentou entrar na brincadeira, porém o máximo que conseguiu foi tirar uma casquinha. Em cobrança de escanteio, Filipe (7º) aproveita cruzamento na área para, livre, descontar em 5 a 2.
Mal deu tempo para o AZ PR comemorar... Na saída de centro, Vander (8º) arrisca de longe e acerta o canto de Vilnei: 6 a 2.
Brincar, para a criança, é algo sério. Pois assim o fez o Amarelo, ou seja, levou a sério sua brincadeira e, por consequência, seu brinquedo azul e preto.
Numa bem tramada troca de passes, Veni (9º) marca de cavadinha um golaço: 7 a 2. Em seguida, Evandro (10º), após passe açucarado de calcanhar de Veni, amplia em 8 a 2 o marcador. Por fim, Diogo (11º), tentando entrar na brincadeira meio sem jeito, bate duas vezes para acertar o alvo, finalizando em 8 a 3 o placar do confronto.
Na véspera do Dia das Crianças, o Bicolor serviu de brinquedo ao Amarelo que, por sua vez, divertiu-se muito sem perder a seriedade.
EVANDRO – 7,50
VENI – 7,10
FÁBIO – 7,0
VANDER – 7,0
EVERTON – 7,0
VILNEI – 6,90
DIOGO – 6,25
FILIPE – 6,10
CRISTHIAN – 6,0
CHARLES – 5,85
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
JOGO 30 - 27/09/2011
AMARELO 9X6 AZULPRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Cristhian (6º, 11º); Preto (3º, 4º); Diogo (7º, 15º); Evandro (9º, 13º); Jairo (10º)
AZUL PRETO: Fábio (12º); Márcio; Marcelo; Charles (1º); Veni (5º, 14º); Vander; Danilson (2º, 8º)
Outra vez faltou um goleiro oficial. Outra vez Fábio teve que, por amor a Junção, assumir a camisa de nº 1 do AZPR, uma vez que Charles, o terceiro arqueiro da Junção, somente em casos de emergência, contraiu uma tendinite na mão, impossibilitando-o de atuar sob as traves. Mas como já ocorrido em outras vezes, nesta também não tivemos uma má partida; pelo contrário, foi um bom e disputado jogo, com vitória amarela em noite inspirada (outra vez) de Cristhian.
O baixinho estava enfezado neste confronto. Assumiu pra ele a responsabilidade de organizar o time. Fez dois gols, além de efetuar boas assistências. Também participou com entusiasmo da marcação, sendo exemplo de eficácia para seus demais companheiros. Com uma defesa sólida e compacta, o Amarelo soube fazer valer seu melhor futebol, chegando à vitória não com facilidade, mas com tranquilidade.
Porém as coisas não começaram bem para o Amarelo. Assim que trilhou o apito para o início do jogo, Preto fez o passe errado, e Charles se aproveitou para, de bico, tocar no canto de Vilnei: 1 a 0.
Mais difícil ficou a situação quando Cristhian – talvez em sua única falha mais pontual na partida -, tentou sair driblando pela ala e Danilson (2º), mais ligeiro, roubou-lhe a bola para ampliar em 2 a 0 o marcador.
A reação amarela iniciou numa versão oposta ao da relatada acima. Ou seja, desta vez foi Danilson que forçou passe no meio, e Preto (3º) chutou para corta-luz providencial de Cristhian, o essencial para tirar Fábio da jogada: 2 a 1.
Preto (4º), pegando rebote da defesa parcial de Fábio em chute de Evandro, igualou em 2 a 2 o placar ainda no primeiro tempo, onde ocorreu o gol mais bonito do confronto. Gol marcado por Veni (5º) depois de belo drible pra cima de Cristhian na ala esquerda, seguido de toque magistral por cima de Vilnei, deixando o Bicolor em vantagem de 3 a 2.
Em nenhum momento do clássico pareceu que o Amarelo havia perdido o foco. Para eles, a vitória aconteceria de qualquer maneira. Já o Bicolor, não. Vander representava o nervosismo da equipe. Como já é notório, pegava a bola e... “bum”, lá mandava um daqueles seus bicões sem maiores preocupações para Vilnei. Essa atitude de Vander foi minando as forças de seus companheiros. A discussão entre estes então começou a imperar. Em entrevero dentro da área azul, Preto dividiu com Marcelo e a bola sobrou livre para Cristhian (6º) empatar em 3 a 3 o placar.
Num momento melhor, o Amarelo chegou à virada. Diogo (7º) foi levando pela ala e soltou um petardo para cima de Fábio: 4 a 3.
Em boa jogada de Veni, Danilson (8º) mostrou o porquê de ser um dos maiores goleadores da Junção. No lugar certo e na hora certa, embora numa jornada muito aquém de sua capacidade técnica, apenas completou para as redes: 4 a 4.
A vitória amarela começou a se desenhar a partir dos últimos minutos da primeira etapa, quando Vander grotescamente atrasou uma bola muito mal, e Jairo, em tabela com Evandro (9º), deixou este na cara de Fábio para vencê-lo: 5 a 4.
No segundo tempo, o Amarelo tomou conta de vez das ações. Já de início, Cristhian fez estupenda jogada pelo lado esquerdo de ataque e centrou na medida para Jairo (10º), sempre oportunista, apenas desviar para dentro: 6 a 4.
Em seguida, Fábio cometeu penalidade máxima sobre Evandro, em jogada que envolveu quase todo o time amarelo. De passe me passe chegaram à cara do gol. Cristhian (11º), como um legítimo capitão, ajeitou a bola e mandou forte, no alto: 7 a 4.
Para demonstrar de vez a péssima performance de Vander neste jogo, fechando com chave de ouro sua jornada, eis que surge, logo em seguida ao do adversário, um pênalti a favor de seu time, cometido por Vilnei sobre Márcio. Vander (não entendo até agora o porquê de o deixarem cobrar a penalidade) ajeitou a bola com carinho, tomou distância, correu e... isolou pra bem longe a redonda. Seria cômico, caso não fosse trágico. Para amenizar a situação, Fábio (12º) arrisca chute forte do meio da quadra e desconta a favor do AZ/PR: 7 a 5.
Contudo, em seguida, Evandro (13º), livre na área, recebe e toca no canto de Fábio: 8 a 5. Veni (14º), em tabela rápida com Danilson, desconta em 8 a 6. No entanto, Fábio, para encerrar o show de horrores do Bicolor, sai jogando mal com os pés, entregando a bola livre nos pés de Cristhian que, rapidamente, dribla o arqueiro improvisado e deixa Diogo (16º), livre, fazer o gol mais fácil da noite.
Placar final na Juncianeira: Amarelo 9x6 Azul/Preto. Numa noite de “outras vezes”, Cristhian jogou muito, Fábio foi improvisado como goleiro e Vander teve uma péssima jornada.
CRISTHIAN – 7,95
EVANDRO – 7,60
DIOGO – 7,52
VILNEI – 7,42
PRETO – 6,95
VENI – 6,60
DANILSON – 6,22
JAIRO – 6,17
MARCELO – 6,15
MÁRCIO GUERREIRO – 6,12
FÁBIO – 6,07
CHARLES – 5,87
VANDER – 4,97
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Cristhian (6º, 11º); Preto (3º, 4º); Diogo (7º, 15º); Evandro (9º, 13º); Jairo (10º)
AZUL PRETO: Fábio (12º); Márcio; Marcelo; Charles (1º); Veni (5º, 14º); Vander; Danilson (2º, 8º)
Outra vez faltou um goleiro oficial. Outra vez Fábio teve que, por amor a Junção, assumir a camisa de nº 1 do AZPR, uma vez que Charles, o terceiro arqueiro da Junção, somente em casos de emergência, contraiu uma tendinite na mão, impossibilitando-o de atuar sob as traves. Mas como já ocorrido em outras vezes, nesta também não tivemos uma má partida; pelo contrário, foi um bom e disputado jogo, com vitória amarela em noite inspirada (outra vez) de Cristhian.
O baixinho estava enfezado neste confronto. Assumiu pra ele a responsabilidade de organizar o time. Fez dois gols, além de efetuar boas assistências. Também participou com entusiasmo da marcação, sendo exemplo de eficácia para seus demais companheiros. Com uma defesa sólida e compacta, o Amarelo soube fazer valer seu melhor futebol, chegando à vitória não com facilidade, mas com tranquilidade.
Porém as coisas não começaram bem para o Amarelo. Assim que trilhou o apito para o início do jogo, Preto fez o passe errado, e Charles se aproveitou para, de bico, tocar no canto de Vilnei: 1 a 0.
Mais difícil ficou a situação quando Cristhian – talvez em sua única falha mais pontual na partida -, tentou sair driblando pela ala e Danilson (2º), mais ligeiro, roubou-lhe a bola para ampliar em 2 a 0 o marcador.
A reação amarela iniciou numa versão oposta ao da relatada acima. Ou seja, desta vez foi Danilson que forçou passe no meio, e Preto (3º) chutou para corta-luz providencial de Cristhian, o essencial para tirar Fábio da jogada: 2 a 1.
Preto (4º), pegando rebote da defesa parcial de Fábio em chute de Evandro, igualou em 2 a 2 o placar ainda no primeiro tempo, onde ocorreu o gol mais bonito do confronto. Gol marcado por Veni (5º) depois de belo drible pra cima de Cristhian na ala esquerda, seguido de toque magistral por cima de Vilnei, deixando o Bicolor em vantagem de 3 a 2.
Em nenhum momento do clássico pareceu que o Amarelo havia perdido o foco. Para eles, a vitória aconteceria de qualquer maneira. Já o Bicolor, não. Vander representava o nervosismo da equipe. Como já é notório, pegava a bola e... “bum”, lá mandava um daqueles seus bicões sem maiores preocupações para Vilnei. Essa atitude de Vander foi minando as forças de seus companheiros. A discussão entre estes então começou a imperar. Em entrevero dentro da área azul, Preto dividiu com Marcelo e a bola sobrou livre para Cristhian (6º) empatar em 3 a 3 o placar.
Num momento melhor, o Amarelo chegou à virada. Diogo (7º) foi levando pela ala e soltou um petardo para cima de Fábio: 4 a 3.
Em boa jogada de Veni, Danilson (8º) mostrou o porquê de ser um dos maiores goleadores da Junção. No lugar certo e na hora certa, embora numa jornada muito aquém de sua capacidade técnica, apenas completou para as redes: 4 a 4.
A vitória amarela começou a se desenhar a partir dos últimos minutos da primeira etapa, quando Vander grotescamente atrasou uma bola muito mal, e Jairo, em tabela com Evandro (9º), deixou este na cara de Fábio para vencê-lo: 5 a 4.
No segundo tempo, o Amarelo tomou conta de vez das ações. Já de início, Cristhian fez estupenda jogada pelo lado esquerdo de ataque e centrou na medida para Jairo (10º), sempre oportunista, apenas desviar para dentro: 6 a 4.
Em seguida, Fábio cometeu penalidade máxima sobre Evandro, em jogada que envolveu quase todo o time amarelo. De passe me passe chegaram à cara do gol. Cristhian (11º), como um legítimo capitão, ajeitou a bola e mandou forte, no alto: 7 a 4.
Para demonstrar de vez a péssima performance de Vander neste jogo, fechando com chave de ouro sua jornada, eis que surge, logo em seguida ao do adversário, um pênalti a favor de seu time, cometido por Vilnei sobre Márcio. Vander (não entendo até agora o porquê de o deixarem cobrar a penalidade) ajeitou a bola com carinho, tomou distância, correu e... isolou pra bem longe a redonda. Seria cômico, caso não fosse trágico. Para amenizar a situação, Fábio (12º) arrisca chute forte do meio da quadra e desconta a favor do AZ/PR: 7 a 5.
Contudo, em seguida, Evandro (13º), livre na área, recebe e toca no canto de Fábio: 8 a 5. Veni (14º), em tabela rápida com Danilson, desconta em 8 a 6. No entanto, Fábio, para encerrar o show de horrores do Bicolor, sai jogando mal com os pés, entregando a bola livre nos pés de Cristhian que, rapidamente, dribla o arqueiro improvisado e deixa Diogo (16º), livre, fazer o gol mais fácil da noite.
Placar final na Juncianeira: Amarelo 9x6 Azul/Preto. Numa noite de “outras vezes”, Cristhian jogou muito, Fábio foi improvisado como goleiro e Vander teve uma péssima jornada.
CRISTHIAN – 7,95
EVANDRO – 7,60
DIOGO – 7,52
VILNEI – 7,42
PRETO – 6,95
VENI – 6,60
DANILSON – 6,22
JAIRO – 6,17
MARCELO – 6,15
MÁRCIO GUERREIRO – 6,12
FÁBIO – 6,07
CHARLES – 5,87
VANDER – 4,97
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