AMARELO 9X9 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; Evandro [2º, 6º, 13º, 16º]; Veni [7º, 10º, 18º]; Charles; Fábio; Jairo [4º, 5º]
Azul/Preto: Vilnei; Marcelo [9º]; Danilson [11º, 15º, 17º]; Diogo; Vander [1º, 3º, 12º, 14º]; Preto [8º]; João Paulo
Numa partida de dois tempos distintos - o primeiro comandado pela equipe amarela e o segundo pelo time Az/Pr -, o que não faltou foram gols. Com Evandro e Veni concentrando em si as articulações e as jogadas da equipe amarela, não demorou muito para assumirem, ao lado de seus companheiros, o domínio da partida. Mesmo que o Az/Pr tenha largado na frente, logo no início do jogo, através de um petardo de Vander (1º), o time dourado não só equilibrou as ações como também passou a liderar o ritmo do confronto. Em lançamento de Alex com os pés, Evandro (2º) tocou de cabeça na saída equivocada de Vilnei, deixando o escore em 1x1. Em boa jogada de Diogo, este driblou Fábio dentro da área, bateu forte e no rebote da defesa de Alex, Vander (3º) completou para as redes: 2x1.
Finalmente o domínio amarelo se converteu em gols. Em novo lançamento de Alex por cima, Veni dominou e inverteu para Evandro, de cabeça, escorar na medida para Jairo (4º) empatar em 2x2. Mal sobrou tempo para o Bicolor se recompor do gol sofrido e Jairo (5º) já anotava outro. Em chute forte de Evandro, Vilnei fez defesa parcial e Jairo, num devir oportunista, pegou rebote para assinalar 3x2.
A dupla Veni e Evandro voltou a mostrar sua eficiência. Dessa vez Veni saiu driblando pelo meio, entrou área adentro e rolou para Evandro que, de costas para o gol, fez o pivô, escorando para Jairo bater prensado com um defensor rival. Na sequência, Evandro (6º) ficou com a bola livre para ampliar em 4x2.
Atônitos, os Azuis passaram a bater cabeça na defesa. Marcelo, em passe apertado na saída de bola, tentou tocar para Danilson, atravessando a bola, de uma ala à outra, pelo meio da área. Veni (7º), prevendo a oportunidade, interceptou o passe, fuzilando Vilnei antes que a bola chegasse até Danilson: 5x2.
O Az/Pr, aos poucos, passou a esboçar uma reação, que se fortaleceu apenas na etapa final. Em passe de Danilson, Preto (8º) bateu forte e rasteiro, descontando em 5x3 o escore. Depois Preto, pelo lado esquerdo, avistou a chegada em velocidade de Marcelo (9º) pela ala direita. O passe foi perfeito, e o chute cruzado também: 5x4.
Num descuido de marcação de Diogo, Veni (10º) se desvencilhou para, ao receber passe de lateral, bater forte no ângulo superior de Vilnei, selando em 6x4 o placar da primeira etapa.
No segundo tempo, as coisas mudaram. Mais ousado e correndo atrás do placar desfavorável, o Bicolor partiu pra cima. Em duas cruzadas para a área, chegou ao empate. Na primeira, João Paulo bateu lateral para dentro da área e Danilson (11º), em disputa de bola com Veni, levou a melhor, descontando em 6x5. Na segunda cruzada, Danilson bateu escanteio e Vander (12º), sozinho, entrou batendo, empatando em 6x6 o confronto.
Esse empate fez o Bicolor crescer de vez na partida. Jogando pra frente, o Az/Pr passou a explorar melhor a velocidade de Danilson. Dessa maneira, por pouco não saiu vencedor de quadra. Afirmo por pouco porque voltou a cometer erros infantis. Marcelo, dentro de sua área e na linha de fundo, tinha a bola dominada, mas demorou demais para passá-la. Sob pressão da marcação inimiga, recuou-a apertada para Vilnei que não conseguiu afastá-la, ficando para Evandro (13º) a tarefa fácil de interceptá-la no caminho e, de biquinho, tocar no cantinho do arqueiro azul: 7x6.
Mesmo falhando, o Bicolor era melhor nesta etapa final. O empate veio através de um pênalti sofrido por Danilson no momento em que ele se preparava para marcar e foi impedido, por uma carrinhada de Jairo, a fazê-lo. Diogo (14º), não desperdiçou: 7x7.
Em contra-ataque puxado por Diogo, este bateu forte mas Alex defendeu, espalmando pra frente. O rebote caiu nos pés de Danilson (15º) que não perdoou: 8x7.
Alex, funcionando como mais um jogador de linha, carregou a bola até o meio, passou para Jairo que, de primeira, tocou para Evandro (16º) bater e igualar o escore em 8x8
Em outro contragolpe o Az/Pr chegou a mais um gol. Danilson (17º), ao ver a bola sendo espirrada por sua defesa, dominou-a na intermediária e, partindo pra cima de Fábio, deixou este pra trás na linha divisória da quadra. Veni, na cobertura, tentou interceptar seu chute da ala esquerda em vão. A bola resvalou na perna de Veni antes de encontrar as redes de Alex: 9x8.
Quando se imaginava tudo decidido, eis que Fábio larga de trás e, feito um touro esvaecido, vai trombando com seus rivais até a bola sobrar na entrada da área para Veni (18º), no rebote, mandar um torpedaço no canto alto de Vilnei: 9x9.
Numa partida em que sobraram gols mas faltaram maiores emoções, Azuis e Amarelos celebraram o empate como uma não derrota. Ao menos por ora.
Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Veni e Evandro: uma dupla em sintonia (Jogo 7 - 16/03/2010)
AZUL/PRETO 12X9 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Evandro (13º, 15º, 18º, 21º); Veni (9º, 10º, 16º, 19º); Jairo (2º); Fábio; Charles (1º, 3º, 17º)
Amarelo: Vilnei; Erlon (5º, 8º, 12º, 20º); Danilson (6º, 7º, 11º, 14º); Marcelo; Preto (4º); Vander
Numa partida dura e bastante disputada, Bicolores e Amarelos travaram outra batalha pela vitória. Apesar do excesso de gols (21 no total), o jogo se definiu praticamente nos últimos dez minutos. Tempo este em que o Az/Pr, sem abdicar da técnica, mostrou-se bastante competitivo por virar um placar desfavorável em uma vitória consistente. Assim como na semana passada, nesta a dupla Veni e Evandro foi eficiente. Cada qual marcou quatro vezes (Danilson também fez quatro gols), fato que contribuiu de maneira significativa no resultado final. Destaque também para Charles, que, além de assinalar três vezes, jogou bem, especialmente no primeiro tempo.
Rápidos e ofensivamente agressivos, os Amarelos tomaram as ações iniciais do jogo. Chegavam bem à frente, mas defensivamente vazavam. Outra situação que os prejudicou foi a falta de comunicação. Ou falha na comunicação. Tanto é que, no mínimo, uns dois gols sofridos na primeira etapa foram fruto desta comunicação ruidosa.
Bem, se os Amarillos não aproveitaram suas oportunidades, os Azuis souberam como aproveitar as suas. Em escanteio cobrado por Evandro, Charles (1º), sem marcação alguma, entrou pelo meio da defesa e com um leve toque tirou Vilnei do lance, marcando 1x0 para seu time.
Em outra lateral, dessa vez no campo de defesa Bicolor, Erlon afirmou, depois, ter escutado Danilson avisar que a lateral seria deles. Contudo, na verdade, a lateral era do Az/Pr, que rapidamente a cobrou. Charles, ao receber a bola livre na frente, tocou-a para Jairo (2º), que, pela esquerda, chegou batendo e ampliando em 2x0 o placar.
Após perder duas boas chances, os Amarillos sofreram outro revés. João Paulo bateu fraco, Vilnei soltou e Charles (3º), como um goleador nato, completou para as redes: 3x0.
Se Vilnei falhou, Alex não deixou por menos. Em sua velha deficiência em sair jogando com os pés, o arqueiro azul entregou a bola de bandeja para Preto (4º) descontar em 3x1, encerrando, assim, o placar da primeira etapa.
No egundo tempo, os Amarillos corrigiram alguns erros de posicionamento. Conseguiram, então, não somente empatar mas também passar à frente no placar. O jogo, nesta etapa, ficou mais acirrado, aumentando as disputas e também o número de gols. Agora, quem passou a falhar foi o Az/Pr. Veni perdeu a bola na frente, no contra-ataque puxado por Danilson, este serviu, de calcanhar, a Erlon (5º) que não perdoou: 3x2. Fábio, ao tentar sair jogando, perdeu a bola na intermediária, e Danilson (6º) não perdeu o foco para empatar em 3x3.
Avassalador, o Amarelo seguiu marcando. Primeiro com Danilson (7º) - em outra falha defensiva Bicolor. Depois com Erlon (8º), escorando cobrança de escanteio: 5x3.
Por sorte, o Bicolor ajustou-se novamente. Veni (9º e 10º), em dois lances magistrais, declarou a igualdade no placar de La Bomobonera. No primeiro, assim como uma águia em busca de sua presa, antecipou-se a Vander, roubando-lhe a bola e tocando na saída de Vilnei. No segundo gol fez uma jogada sensacional ao aplicar uma janelinha em Vander, driblar Vilnei e rolar para as redes.
Nem bem havia comemorado seu quarto gol, o Bicolor já vibrava com o empate em 5x5. No entanto, o Amarelo voltou a abrir vantagem de dois gols novamente no placar. Vander fez falta em Fábio bem no círculo central da quadra (o árbitro mandou seguir) e tocou para Danilson (11º) marcar 6x5. Em toque de Danilson, Erlon (12º) ficou cara a cara com Alex. Resultado: 7x5.
Foi aí, então, que a partida pegou fogo. Em tabela com Veni, Evandro entrou área adentro e, sob marcação de Marcelo, passou por este para, em seguida, trombar com Vilnei. Diogo (lesionado), de árbitro, marcou a penalidade máxima. Bate-boca, catimba, discussão, nervos à flor da pele, bola chutada pra longe... Pênalti batido e convertido por Evandro (13º): 7x6.
Mas quando o Az/Pr parecia que iria engrenar, Alex voltou a falhar. Em chute de longe, na saída de bola amarela após o gol sofrido, Danilson (14º) fez 8x6. Estava tudo se encaminhando para uma conquista amarela. Quando o Bicolor arrancou, na raça, a vitória. Num lançamento em profundidade de Fábio, Evandro (15º) descontou em 8x7. Logo depois, Veni (16º) tabelou com Evandro para marcar e empatar o clássico em 8x8.
Embalados por uma raça descomunal (João Paulo deu carrinhada de tudo quanto era tipo), os Azuis chegaram à virada. Charles (17º) roubou a bola de Prewto e tocou no canto de VIlnei, deixando o escore em 9x8. Atônitos, os Amarelos viram Evandro (18º) assinalar um golaço de voleio após a bola ter sido espirrada mal pela defesa rival: 10x8. Para completar o bom momento e, praticamente, consolidar seu resultado positivo, os Bicolores ampliaram para 11x8, através de Veni (19º). Bola ao centro e Erlon (20º), em chute cruzado, descontou em 11x9. No entanto, Evandro (21º) recebeu livre no meio e mandou ver no canto inferior de Vilnei: 12x9.
Na raça, com todas as dificuldades possíveis, o Bicolor selou com uma vitória convicente o placar do clássico. Evandro e Veni fizeram um dueto em grande sintonia, contribuindo de maneira direta para tal resultado.
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Evandro (13º, 15º, 18º, 21º); Veni (9º, 10º, 16º, 19º); Jairo (2º); Fábio; Charles (1º, 3º, 17º)
Amarelo: Vilnei; Erlon (5º, 8º, 12º, 20º); Danilson (6º, 7º, 11º, 14º); Marcelo; Preto (4º); Vander
Numa partida dura e bastante disputada, Bicolores e Amarelos travaram outra batalha pela vitória. Apesar do excesso de gols (21 no total), o jogo se definiu praticamente nos últimos dez minutos. Tempo este em que o Az/Pr, sem abdicar da técnica, mostrou-se bastante competitivo por virar um placar desfavorável em uma vitória consistente. Assim como na semana passada, nesta a dupla Veni e Evandro foi eficiente. Cada qual marcou quatro vezes (Danilson também fez quatro gols), fato que contribuiu de maneira significativa no resultado final. Destaque também para Charles, que, além de assinalar três vezes, jogou bem, especialmente no primeiro tempo.
Rápidos e ofensivamente agressivos, os Amarelos tomaram as ações iniciais do jogo. Chegavam bem à frente, mas defensivamente vazavam. Outra situação que os prejudicou foi a falta de comunicação. Ou falha na comunicação. Tanto é que, no mínimo, uns dois gols sofridos na primeira etapa foram fruto desta comunicação ruidosa.
Bem, se os Amarillos não aproveitaram suas oportunidades, os Azuis souberam como aproveitar as suas. Em escanteio cobrado por Evandro, Charles (1º), sem marcação alguma, entrou pelo meio da defesa e com um leve toque tirou Vilnei do lance, marcando 1x0 para seu time.
Em outra lateral, dessa vez no campo de defesa Bicolor, Erlon afirmou, depois, ter escutado Danilson avisar que a lateral seria deles. Contudo, na verdade, a lateral era do Az/Pr, que rapidamente a cobrou. Charles, ao receber a bola livre na frente, tocou-a para Jairo (2º), que, pela esquerda, chegou batendo e ampliando em 2x0 o placar.
Após perder duas boas chances, os Amarillos sofreram outro revés. João Paulo bateu fraco, Vilnei soltou e Charles (3º), como um goleador nato, completou para as redes: 3x0.
Se Vilnei falhou, Alex não deixou por menos. Em sua velha deficiência em sair jogando com os pés, o arqueiro azul entregou a bola de bandeja para Preto (4º) descontar em 3x1, encerrando, assim, o placar da primeira etapa.
No egundo tempo, os Amarillos corrigiram alguns erros de posicionamento. Conseguiram, então, não somente empatar mas também passar à frente no placar. O jogo, nesta etapa, ficou mais acirrado, aumentando as disputas e também o número de gols. Agora, quem passou a falhar foi o Az/Pr. Veni perdeu a bola na frente, no contra-ataque puxado por Danilson, este serviu, de calcanhar, a Erlon (5º) que não perdoou: 3x2. Fábio, ao tentar sair jogando, perdeu a bola na intermediária, e Danilson (6º) não perdeu o foco para empatar em 3x3.
Avassalador, o Amarelo seguiu marcando. Primeiro com Danilson (7º) - em outra falha defensiva Bicolor. Depois com Erlon (8º), escorando cobrança de escanteio: 5x3.
Por sorte, o Bicolor ajustou-se novamente. Veni (9º e 10º), em dois lances magistrais, declarou a igualdade no placar de La Bomobonera. No primeiro, assim como uma águia em busca de sua presa, antecipou-se a Vander, roubando-lhe a bola e tocando na saída de Vilnei. No segundo gol fez uma jogada sensacional ao aplicar uma janelinha em Vander, driblar Vilnei e rolar para as redes.
Nem bem havia comemorado seu quarto gol, o Bicolor já vibrava com o empate em 5x5. No entanto, o Amarelo voltou a abrir vantagem de dois gols novamente no placar. Vander fez falta em Fábio bem no círculo central da quadra (o árbitro mandou seguir) e tocou para Danilson (11º) marcar 6x5. Em toque de Danilson, Erlon (12º) ficou cara a cara com Alex. Resultado: 7x5.
Foi aí, então, que a partida pegou fogo. Em tabela com Veni, Evandro entrou área adentro e, sob marcação de Marcelo, passou por este para, em seguida, trombar com Vilnei. Diogo (lesionado), de árbitro, marcou a penalidade máxima. Bate-boca, catimba, discussão, nervos à flor da pele, bola chutada pra longe... Pênalti batido e convertido por Evandro (13º): 7x6.
Mas quando o Az/Pr parecia que iria engrenar, Alex voltou a falhar. Em chute de longe, na saída de bola amarela após o gol sofrido, Danilson (14º) fez 8x6. Estava tudo se encaminhando para uma conquista amarela. Quando o Bicolor arrancou, na raça, a vitória. Num lançamento em profundidade de Fábio, Evandro (15º) descontou em 8x7. Logo depois, Veni (16º) tabelou com Evandro para marcar e empatar o clássico em 8x8.
Embalados por uma raça descomunal (João Paulo deu carrinhada de tudo quanto era tipo), os Azuis chegaram à virada. Charles (17º) roubou a bola de Prewto e tocou no canto de VIlnei, deixando o escore em 9x8. Atônitos, os Amarelos viram Evandro (18º) assinalar um golaço de voleio após a bola ter sido espirrada mal pela defesa rival: 10x8. Para completar o bom momento e, praticamente, consolidar seu resultado positivo, os Bicolores ampliaram para 11x8, através de Veni (19º). Bola ao centro e Erlon (20º), em chute cruzado, descontou em 11x9. No entanto, Evandro (21º) recebeu livre no meio e mandou ver no canto inferior de Vilnei: 12x9.
Na raça, com todas as dificuldades possíveis, o Bicolor selou com uma vitória convicente o placar do clássico. Evandro e Veni fizeram um dueto em grande sintonia, contribuindo de maneira direta para tal resultado.
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