AMARELO 9X9 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Vilnei; Vander; Fabrício (8º, 13º); Filipe (3º, 4º); Cristiano (1º, 10º - contra); Evandro (5º, 11º, 16º, 18º); Charles
AZUL/PRETO: Fábio; Marcelo (15º, 17º); Preto; Diogo; João Paulo (6º); Cristhian (7º, 14º); Jairo (9º); Veni (2º, 12º)
Crise. Saída de Alex. (Possível) saída de Diogo. Desleixo dos jogadores em geral (tênis inadequado, falta de comprometimento...). Outra vez a Junção passa por um momento de instabilidade. Não é a primeira vez. Não será a última. Mas, no entanto, preocupa. Duas situações ocorridas no jogo desta noite ilustram a nova crise que se instarou na Junção:
1º) Num gesto insano, Diogo por pouco não quebra a perna de Filipe. Indignado, deixou a quadra bem antes do final da partida.
2º) Após alguns jogos atuando como goleiro, Charles se recusa a permanecer exercendo tal função. Então, num gesto de puro amor a Junção, dediquei-me neste confronto a encarar as agruras das traves, a fim de que a bola pudesse rolar.
Caros juncianeiros, é hora de juntarmos forças para que a Junção não sucumba. Essa crise tem que passar (como tantas outras que já passaram). Para tanto, precisamos definir a escolha de um novo goleiro urgente, pois pelo comentário produzido na postagem anterior, Alex desisitiu de jogar conosco. Além disso, vale lembrar, que todos temos problemas que nos assolam diariamente. Problemas que são piores do que as marcações implacáveis de João Paulo, de Diogo e de Marcelo, mas nem por isso desistimos de lutar contra tais adversidades, e muito menos descontar nossas frustrações diárias distribuindo coices e pontapés gratuitos em nossos amigos. Raça, garra, determinação e entrega não são sinônimos de selvageria e pancadaria. Nada de fair play; mas, também, nada de violência gratuita. Esta é tão vergonhosa e ridícula quanto o detestável fair play.
Apesar dos pesares, o embate desta noite foi bom. O empate do placar registrou a dimensão justa de uma partida jogada no seu limite, em suspiros de dor (Filipe que o diga), angústia e decepções (Diogo e Alex). Destaques para Cristhian e Evandro, adversários que enalteceram suas equipes com um futebol ofensivo e aguerrido. A decepção ficou a cargo de Diogo, que, de cabeça quente, chutou covardemente Filipe sem bola. Por pouco não aconteceu algo mais grave com o atacante amarelo. No entanto, sem um goleiro, com Diogo descontrolado e com uma certa apatia e desencanto geral, o confronto aconteceu. Creio que as divindades pagãs da Junção entraram em ação, abençoando, com seus mantras milenares, essa partida. Pois, do contrário, não teríamos bola rolando.
Quanto a partida em si, transcorreu numa disputa equilibrada que, como já ocorrera no jogo anterior, teve seu escore fechado somente no último lance (naquela ocasião aconteceu a vitória do Amarelo; nesta, o empate).
Aproveitando-se do fato de que Fábio era o arqueiro azul, o Amarelo arriscava chutes de todos os cantos da quadra. Mas somente de perto é que conseguiu vencê-lo. Charles roubou a bola no meio e a passou para Cristiano (1º) marcar 1 a 0. Em seguida, o mesmo Cristiano derrubou Veni dentro da área. Veni (2º) cobrou o pênalti e empatou o placar em 1 a 1.
Marcando sob pressão, o Amarelo induziu seu rival ao erro. Assim, Marcelo, ao cobrar lateral próximo a sua área, entregou a bola na fogueira para Fábio, que, sob a custódia de Filipe (3º), não teve tempo de desarmálo, contentando-se em vê-lo tocar a bola para suas redes: 2 a 1.
Filipe (4º), embalado pelo gol, recebeu lançamento de Vilnei e, de primeira, ampliou em 3 a 1 o marcador. Num lance infortúnio, Veni tentou passar por Cristiano, mas não teve sucesso. Pior, na sequência, Cristiano tocou para Evandro (5º) livre marcar 4 a 1.
Com a entrada de João Paulo, o Bicolor firmou melhor sua defesa. Marcelo, tendo João como apoio defensivo, ganhou confiança. Dessa maneira, o AZ/PR estancou os avanços frequentes do rival. E mais: antes que o primeiro tempo terminasse, descontou para 4 a 2 através de João (6º), que recentemente havia entrado.
No segundo tempo, o Bicolor manteve seu sistema de jogo avançado. A partida creseceu em emoção, com os dois times buscando incessantemente o gol. Cristhain (7º), de boa atuação, roubou a bola de Evandro e assinalou outro gol azul: 4 a 3. Porém, Fabrício (8º), em passe de Evandro, tocou na saída de Fábio: o Amarelo mantinha a vantagem; 5 a 3.
Jairo (9º), de muita transpiração, manteve o embate equilibrado: 5 a 4. Num contra-ataque, o AZ/PR chegou ao empate de uma maneira inusitada. Cristhian bateu cruzado e Cristiano (10º - contra) ao tentar cortar pôs a bola para dentro de suas próprias redes: 5 a 5.
Decidido a reabilitar-se do erro cometido, Cristiano (11º) foi para cima e após uma confusão na defesa azul, ficou com a sobra para pôr seu time em vantagem outra vez: 6 a 5. Mas Cristhian escorou na medida exata para Veni (12º) soly=tar a bomba e igualar em 6a 6 o escore.
Logo em seguida, no entanto, numa desatenção coletiva da defesa bicolor, Fabrício (13º) aparou cobrança de lateral de Cristiano e fez 7 a 6. O empate azul aconteceu novamente com a dobradinha Cristhian (14º) e Veni, só que desta vez este escorou para aquele assinalar 7 a 7.
Encaminhando-se para seu final, o embate presenciou o lance descontrolado de Diogo sobre Filipe. Porém nem isto foi capaz de manchar a partida; ela seguiu, especialmente em seus minutos finais, num ritmo eletrizante. Nada estava decidido. E assim prosseguiu até seu derradeiro lance.
Marcelo (15º), em chute forte de longa distância, venceu Vilnei, e, pela primeira vez na partida, colocou seu time em vantagem no placar: 8 a 7. Contudo, logo em seguida, Charles tabelou com Evandro (16º) e este, às costas de Veni que não o acompanhou, igualou em 8 a 8 o escore. Entretanto, Marcelo (17º), no rebote da defesa, fez 9 a 8 e praticamente garantia a vitória bicolor. Praticamente... Pois não é que na saída de centro o Amarelo, em jogada de linha de fundo, chegou ao empate? E praticamente da mesma maneira que havia feito seu último gol?
Charles foi à linha de fundo e cruzou para Evandro (18º), às costas de Veni novamente, chegar batendo e decretando o placar final do clássico em 9 a 9.
No que tange todas as dificuldades encontradas neste confronto (goleiro improvisado, descontrole de Diogo, tênis inadequados...), a Junção, acima de tudo, resiste, persiste e insiste.
CRISTHIAN - 7,23
ResponderExcluirEVANDRO - 7,20
VENI - 6,90
CRISTIANO - 6,83
FILIPE - 6,70
VANDER - 6,60
FÁBIO - 6,60
MARCELO - 6,53
CHARLES - 6,53
JAIRO - 6,36
FABRÍCIO - 6,03
VILNEI - 6,00
PRETO - 5,96
JOÃO PAULO - 5,93
DIOGO - 5,33