Não a procure em dicionários. Não a procure em livros de História. Tampouco perca seu tempo tentando encontrá-la em enciclopédias, almanaques e coisas do tipo. Não procure saber seu significado, muito menos o que ela representa. Tente apenas sentí-la o mais próximo possível de suas entranhas, lá onde suas vísceras habitam, onde a raça prolifera e a alma torna-se um mito.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
O calvário de Vilnei em 3 atos [Jogo 19 - 08/06/2010]
AZUL PRETO 6X4 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson [1º, 6º, 8º, 10º]; Charles [2º, 3º]; Evandro; Fábio; Vander
Amarelo: Vilnei; Marcelo; Preto [5º]; João Paulo; Veni [4º, 7º, 9º]
Além do potencial de um inimigo que conta em seu plantel com jogadores do quilate de Alex, Evandro e Danilson, o Amarelo teve que lidar com outro imprevisto: o cansaço. Sem suplentes, a equipe dourada cansou nos minutos finais de partida. Embora jamais tenha abdicado da busca pelo resultado positivo - foi emocionante sua bravura -, acabaram se ressentindo de, no mínimo, um jogador no banco de reservas. Pelearam até o fim. No entanto, não conseguiram reverter a vantagem final adversária.
Entretanto o que mais pesou para a derrota amarela foi a (má) atuação de seu goleiro.
Vilnei "contribuiu" para a derrota em 50% dos gols sofridos. Foram lances capitais, em momentos decisivos, justamente quando seu time tentava o empate. Foi uma noite muito infeliz para o arqueiro amarelo. Na verdade, Vilnei viveu sua noite de calvário.
Em contrapartida, Alex fez uma apresentação segura e eficaz. Praticou defesas difíceis em momentos de pressão inimiga. Passou tranquilidade a seus companheiros, sendo, ao lado de Danilson, decisivo na conquista azul e preta.
Perto dos cinco minutos iniciais, Danilson (1º) abriu o placar. Aproveitando-se do mal posicionamento adversário, Danilson entrou pelo meio, sem marcação, e, ao receber passe de Charles, bateu forte para marcar 1x0.
O jogo seguiu e com ele a melhor organização tática bicolor. Quando o Amarelo quis se ajustar em quadra levou seu segundo gol. Em lançamento de Danilson, Evandro, livre na frente da área, teve tempo de dominar a bola e ajeitá-la com carinho para Charles (2º) chegar batendo forte de direita no centro-alto, ampliando para 2x0 o escore.
Neste momento, então, Vilnei iniciava seu calvário:
Ato 1 - Em lançamento de Danilson para Evandro, Vilnei, ao tentar interceptar a bola com os pés, numa disputa que era mais sua do que do atacante azul, chutou a bola no corpo de Evandro. Na sequência da dividida a bola correu na direção de Charles que, livre, apenas empurrou-a para as redes: 3x0.
Aos poucos o Amarelo cresceu. Sem ritmo de jogo, Vander foi envolvido pelo ataque inimigo. Ainda mais quando, desorganizados na marcação, os Azuis deram generosos espaços para Veni avançar pelo meio e Preto pela ala direita. Pois, de tanto tentar, os Amarillos chegaram finalmente às redes adversárias. Veni (4º) iniciou a jogada pelo lado esquerdo driblando Evandro. Ao notar deslocamento de Preto, fechando da direita para o meio, lançou-o e, imediatamente, correu em diagonal para receber de primeira e tocar com categoria por cima, na saída de Alex, descontando em 3x1.
Em outra boa troca de passes entre Veni e Preto (5º), o primeiro fez um lançamento primordial da defesa para a ala direita na qual o segundo avançou com predestinação. O resultado? Um petardo cruzado e quase sem ângulo no canto de Alex: 3x2.
Ainda no primeiro tempo o Amarelo criou outras boas chances. Contudo, parou nas mãos de Alex.
Na etapa final, Vilnei fechou, em outros dois atos, sua melancólica performance.
Ato 2 - Início do segundo tempo. Charles recebeu lançamento na frente da área e, de costas para o gol, escorou para trás, pouco antes da meia-quadra. Danilson (6º) deu uma pequena ajeitada e mandou rasteiro, à meia-força. Vilnei até foi na bola, mas atrasado, não conseguiu atacá-la. Defensável, no entanto, lastimável: 4x2.
Com a volta de Fábio e a saída de Danilson logo após o quarto gol, o Bicolor ganhou em marcação, todavia perdeu em criação e finalização. Pressionado, evitou o pior graças ao calvário de Vilnei em seu terceiro e definitivo ato. Mas antes, Veni (7º), ao receber cobrança curta de escanteio, puxou da esquerda para o meio, deixando Fábio a ver navios, e fuzilou Alex no ângulo. O Amarelo estava mais vivo do que nunca: 4x3.
O empate dourado parecia ser uma questão de tempo. Foi então que Vilnei pecou outra vez. Esse o mais grotescos de seus três pecados. Justamente no melhor momento de seu time na partida.
Ato 3 - Ao tentar sair jogando com os pés, o arqueiro amarelo chutou a bola nas canelas de Danilson (8º) à sua frente - e que nem pressionando-o estava. A bola, mansamente, rolou para dentro de seu vazio gol. Um balde de água gelada no ânimo dourado: 5x3.
Com o cansaço já batendo e com Vilnei em noite trágica, o Az/Pr voltou a ameaçar. Num lance em que somente o árbitro viu, Preto, entre a linha lateral e a risca da área, recebeu passe lateral e um toco por trás de Fábio, fora da área. Incrivelmente o juiz interpretou como sendo infração máxima, pois, segundo ele, Preto estava dentro da área. Veni (9º), que não tinha nada a perder, bateu forte e alto a penalidade máxima: 5x4.
O clássico voltou a se tornar emocionante e cauteloso. O drama azul se resumia em avançar e marcar outro gol para fechar de vez com o placar, ou, então, fechar-se e assegurar a vitória por um gol apenas de diferença. Já o Amarelo, com nada a perder, foi pra cima. Pressionou bastante mas novamente sofreu o revés no final. Desta vez sem ter sido falha de seu arqueiro. Ficou a cargo de João Paulo a falha. Cansado, João foi tentar lançamento longo de sua defesa e a bola, no entanto, bateu em Charles. Na sequência, o pivô azul apenas rolou para Danilson (10º) bater e liquidar com a fatura: 6x4.
Em noite sofrida, Vilnei, muitas vezes Salvador, foi, em 3 atos, a face da desgraça que se abateu sobre sua equipe. Três atos, três gols. Uma só dor: a dor da derrota.
Gols:
Azul/Preto: Alex; Danilson [1º, 6º, 8º, 10º]; Charles [2º, 3º]; Evandro; Fábio; Vander
Amarelo: Vilnei; Marcelo; Preto [5º]; João Paulo; Veni [4º, 7º, 9º]
Além do potencial de um inimigo que conta em seu plantel com jogadores do quilate de Alex, Evandro e Danilson, o Amarelo teve que lidar com outro imprevisto: o cansaço. Sem suplentes, a equipe dourada cansou nos minutos finais de partida. Embora jamais tenha abdicado da busca pelo resultado positivo - foi emocionante sua bravura -, acabaram se ressentindo de, no mínimo, um jogador no banco de reservas. Pelearam até o fim. No entanto, não conseguiram reverter a vantagem final adversária.
Entretanto o que mais pesou para a derrota amarela foi a (má) atuação de seu goleiro.
Vilnei "contribuiu" para a derrota em 50% dos gols sofridos. Foram lances capitais, em momentos decisivos, justamente quando seu time tentava o empate. Foi uma noite muito infeliz para o arqueiro amarelo. Na verdade, Vilnei viveu sua noite de calvário.
Em contrapartida, Alex fez uma apresentação segura e eficaz. Praticou defesas difíceis em momentos de pressão inimiga. Passou tranquilidade a seus companheiros, sendo, ao lado de Danilson, decisivo na conquista azul e preta.
Perto dos cinco minutos iniciais, Danilson (1º) abriu o placar. Aproveitando-se do mal posicionamento adversário, Danilson entrou pelo meio, sem marcação, e, ao receber passe de Charles, bateu forte para marcar 1x0.
O jogo seguiu e com ele a melhor organização tática bicolor. Quando o Amarelo quis se ajustar em quadra levou seu segundo gol. Em lançamento de Danilson, Evandro, livre na frente da área, teve tempo de dominar a bola e ajeitá-la com carinho para Charles (2º) chegar batendo forte de direita no centro-alto, ampliando para 2x0 o escore.
Neste momento, então, Vilnei iniciava seu calvário:
Ato 1 - Em lançamento de Danilson para Evandro, Vilnei, ao tentar interceptar a bola com os pés, numa disputa que era mais sua do que do atacante azul, chutou a bola no corpo de Evandro. Na sequência da dividida a bola correu na direção de Charles que, livre, apenas empurrou-a para as redes: 3x0.
Aos poucos o Amarelo cresceu. Sem ritmo de jogo, Vander foi envolvido pelo ataque inimigo. Ainda mais quando, desorganizados na marcação, os Azuis deram generosos espaços para Veni avançar pelo meio e Preto pela ala direita. Pois, de tanto tentar, os Amarillos chegaram finalmente às redes adversárias. Veni (4º) iniciou a jogada pelo lado esquerdo driblando Evandro. Ao notar deslocamento de Preto, fechando da direita para o meio, lançou-o e, imediatamente, correu em diagonal para receber de primeira e tocar com categoria por cima, na saída de Alex, descontando em 3x1.
Em outra boa troca de passes entre Veni e Preto (5º), o primeiro fez um lançamento primordial da defesa para a ala direita na qual o segundo avançou com predestinação. O resultado? Um petardo cruzado e quase sem ângulo no canto de Alex: 3x2.
Ainda no primeiro tempo o Amarelo criou outras boas chances. Contudo, parou nas mãos de Alex.
Na etapa final, Vilnei fechou, em outros dois atos, sua melancólica performance.
Ato 2 - Início do segundo tempo. Charles recebeu lançamento na frente da área e, de costas para o gol, escorou para trás, pouco antes da meia-quadra. Danilson (6º) deu uma pequena ajeitada e mandou rasteiro, à meia-força. Vilnei até foi na bola, mas atrasado, não conseguiu atacá-la. Defensável, no entanto, lastimável: 4x2.
Com a volta de Fábio e a saída de Danilson logo após o quarto gol, o Bicolor ganhou em marcação, todavia perdeu em criação e finalização. Pressionado, evitou o pior graças ao calvário de Vilnei em seu terceiro e definitivo ato. Mas antes, Veni (7º), ao receber cobrança curta de escanteio, puxou da esquerda para o meio, deixando Fábio a ver navios, e fuzilou Alex no ângulo. O Amarelo estava mais vivo do que nunca: 4x3.
O empate dourado parecia ser uma questão de tempo. Foi então que Vilnei pecou outra vez. Esse o mais grotescos de seus três pecados. Justamente no melhor momento de seu time na partida.
Ato 3 - Ao tentar sair jogando com os pés, o arqueiro amarelo chutou a bola nas canelas de Danilson (8º) à sua frente - e que nem pressionando-o estava. A bola, mansamente, rolou para dentro de seu vazio gol. Um balde de água gelada no ânimo dourado: 5x3.
Com o cansaço já batendo e com Vilnei em noite trágica, o Az/Pr voltou a ameaçar. Num lance em que somente o árbitro viu, Preto, entre a linha lateral e a risca da área, recebeu passe lateral e um toco por trás de Fábio, fora da área. Incrivelmente o juiz interpretou como sendo infração máxima, pois, segundo ele, Preto estava dentro da área. Veni (9º), que não tinha nada a perder, bateu forte e alto a penalidade máxima: 5x4.
O clássico voltou a se tornar emocionante e cauteloso. O drama azul se resumia em avançar e marcar outro gol para fechar de vez com o placar, ou, então, fechar-se e assegurar a vitória por um gol apenas de diferença. Já o Amarelo, com nada a perder, foi pra cima. Pressionou bastante mas novamente sofreu o revés no final. Desta vez sem ter sido falha de seu arqueiro. Ficou a cargo de João Paulo a falha. Cansado, João foi tentar lançamento longo de sua defesa e a bola, no entanto, bateu em Charles. Na sequência, o pivô azul apenas rolou para Danilson (10º) bater e liquidar com a fatura: 6x4.
Em noite sofrida, Vilnei, muitas vezes Salvador, foi, em 3 atos, a face da desgraça que se abateu sobre sua equipe. Três atos, três gols. Uma só dor: a dor da derrota.
domingo, 6 de junho de 2010
XIX Mundial de Futebol: África do Sul
Caros juncianeiros, amantes e apaixonados por futebol, venho aqui lançar-lhes um desafio: quais seleções passam da primeira fase em seus grupos? Lembro-lhes que devem colocar por ordem de classificação, isto é, primeiro e segundo lugares, respectivamente.
Para auxiliá-los, divulgo-lhes, logo abaixo, os grupos:
GRUPO A
África do Sul
México
Uruguai
França
GRUPO B
Argentina
Nigéria
Coréia do Sul
Grécia
GRUPO C
Inglaterra
Estados Unidos
Argélia
Eslovênia
GRUPO D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
GRUPO E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
GRUPO F
Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
GRUPO G
Brasil
Coréia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
GRUPO H
Espanha
Suíça
Honduras
Chile
Os dados foram lançados.
Boa sorte a todos!
Para auxiliá-los, divulgo-lhes, logo abaixo, os grupos:
GRUPO A
África do Sul
México
Uruguai
França
GRUPO B
Argentina
Nigéria
Coréia do Sul
Grécia
GRUPO C
Inglaterra
Estados Unidos
Argélia
Eslovênia
GRUPO D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
GRUPO E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
GRUPO F
Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
GRUPO G
Brasil
Coréia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
GRUPO H
Espanha
Suíça
Honduras
Chile
Os dados foram lançados.
Boa sorte a todos!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Junho: início do fim [Jogo 18 - 01/06/2010]
AMARELO 7X6 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Vilnei; Charles [7º]; Marcelo [6º]; Evandro [3º, 13º]; Veni [8º, 9º]; Fábio [11º]
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Erlon [5º]; Diogo [1º, 10º]; Preto [2º]; Jairo [4º, 12°]
Metade. Exatamente a metade. Junho despontou no calendário da Junção. Daqui pra frente teremos apenas pouco mais de seis meses para definirmos os melhores e os piores da temporada 2010. E se depender do que foi apresentado neste confronto, a disputa será acirrada e decidida nos detalhes dos dígitos pós-vírgula, tanto para o bem quanto para o mal.
O frio outonal de junho não congelou a garra dos juncianeiros. Outra vez Bicolores e Amarelos travaram um jogo muito disputado e equilibrado. Vantagem amarela somente no final, quando num contra-ataque fulminante, Evandro selou o placar em 7x6. Um golpe fatal nas pretensões azuis, que já comemoravam o empate.
O Az/Pr iniciou na pressão. Bem postado taticamente criou as melhores chances para marcar quando no placar ainda constava o 0x0. João Paulo meteu duas bolas na trave. Evandro tirou, embaixo dos paus, o chute de Diogo. Fora estas oportunidades, Vilnei evitou, no mínimo, outras duas boas oportunidades, segurando a igualdade sem gols nos primeiros doze, treze minutos de bola rolando. No entanto, após tanto pressionar, o Bicolor abriu o placar. Diogo (1º) desarmou seu rival no meio, avançou e mandou um petardo de direita. A bola ainda resvalou na perna de Charles, tirando Vilnei do lance: 1x0.
Depois, num lance conturbado, Evandro cobrou a lateral rápido, Jairo, não dando o espaço necessário para a cobrança ser efetivada, ficou com ela e rapidamente serviu a Preto (2º) que num chute cruzado ampliou em 2x0 o escore.
Somente após estar em desvantagem de dois gols é que o Amarelo conseguiu se organizar em quadra. A partir daí passou a equilibrar as ações. Em outro lance de interpretação confusa por parte da arbitragem, os Amarillos descontaram. Em cobrança de falta ensaiada (infração marcada após suposto duplo recuo de bola para Alex), Veni rolou lateralmente para Evandro (3º) fuzilar e descontar em 2x1.
Agora, tendo que segurar a pressão amarela, o Bicolor passou a explorar melhor o intenso deslocamento de Jairo como pivô. O velhinho da Junção incomodou muito a defesa adversária. Num destes deslocamentos, João tocou na medida e Jairo (4º), com um sutil toque de biquinho na bola, tocou-a no cantinho direito de Vilnei, pegando-o no contrapé: 3x1.
Npo segundo tempo, logo de início, o Az/Pr já saiu marcando. Preto cobrou lateral para João que, entrando livre pelo meio da área inimiga - Veni não acompanhou sua subida -, chutou forte para defesa parcial de Vilnei. No rebote, João rolou para trás e Erlon (5º) chegou marcando 4x1.
Quando tudo parecia estar se encaminhando para uma vitória azul e preta, eis que o Amarelo rege de maneira estrondosa, virando o placar. Em passe de Evandro, Marcelo (6º) teve tempo de dominar antes de bater cruzado no ângulo de Alex: 4x2. Depois foi a vez de Veni, na ala esquerda, passar de viagem por Erlon e, da linha de fundo, tocar para Charles (7º), na carrinhada, dividir com seu martcador e, na raça, empurrar a bola para as redes de Alex: 4x3. O empate chegou num erro de passe de Diogo na frente do gol inimigo. No contragolpe puxado por Evandro, Veni (8º) ficou livre para empatar em 4x4 o confronto. Sem deixar o Bicolor respirar, os Amarillos viraram o escore. Fábio, numa grande jogada individual, entrou área adentro driblando dois marcadores e num leve toque de lado deixou Veni (9º) livre para fazer 5x4.
Mas a vantagem amarela durou somente até a bola ser posta novamente no centro. Em nova reposição de bola, quando o Yellow ainda comemorava seu quinto gol, Diogo (10º), do meio da quadra, acertou um forte chute que, ao chocar-se contra o poste de Vilnei, tocou nas costas deste e entrou para dentro de seu gol: 5x5.
Fábio (11º), numa bela cavadinha, tocou na saída de Alex, deixando em 6x5 o placar. Jairo (12º), não deixando por menos, recebeu lançamento de Alex e, de costas para o gol, tocou de calcanhar na saída de Vilnei, igualando o clássico em 6x6.
Foi então que, depois de Diogo ter desperdiçado a melhor chance para fechar o placar, Evandro (13º) puxou o contra-ataque, rolou para Veni e recebeu de volta para finalizar, com chute certeiro, a noite fria, porém internamente quente, do mês de junho. Um junho que começa amarelo e em contagem regressiva.
Gols:
Amarelo: Vilnei; Charles [7º]; Marcelo [6º]; Evandro [3º, 13º]; Veni [8º, 9º]; Fábio [11º]
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Erlon [5º]; Diogo [1º, 10º]; Preto [2º]; Jairo [4º, 12°]
Metade. Exatamente a metade. Junho despontou no calendário da Junção. Daqui pra frente teremos apenas pouco mais de seis meses para definirmos os melhores e os piores da temporada 2010. E se depender do que foi apresentado neste confronto, a disputa será acirrada e decidida nos detalhes dos dígitos pós-vírgula, tanto para o bem quanto para o mal.
O frio outonal de junho não congelou a garra dos juncianeiros. Outra vez Bicolores e Amarelos travaram um jogo muito disputado e equilibrado. Vantagem amarela somente no final, quando num contra-ataque fulminante, Evandro selou o placar em 7x6. Um golpe fatal nas pretensões azuis, que já comemoravam o empate.
O Az/Pr iniciou na pressão. Bem postado taticamente criou as melhores chances para marcar quando no placar ainda constava o 0x0. João Paulo meteu duas bolas na trave. Evandro tirou, embaixo dos paus, o chute de Diogo. Fora estas oportunidades, Vilnei evitou, no mínimo, outras duas boas oportunidades, segurando a igualdade sem gols nos primeiros doze, treze minutos de bola rolando. No entanto, após tanto pressionar, o Bicolor abriu o placar. Diogo (1º) desarmou seu rival no meio, avançou e mandou um petardo de direita. A bola ainda resvalou na perna de Charles, tirando Vilnei do lance: 1x0.
Depois, num lance conturbado, Evandro cobrou a lateral rápido, Jairo, não dando o espaço necessário para a cobrança ser efetivada, ficou com ela e rapidamente serviu a Preto (2º) que num chute cruzado ampliou em 2x0 o escore.
Somente após estar em desvantagem de dois gols é que o Amarelo conseguiu se organizar em quadra. A partir daí passou a equilibrar as ações. Em outro lance de interpretação confusa por parte da arbitragem, os Amarillos descontaram. Em cobrança de falta ensaiada (infração marcada após suposto duplo recuo de bola para Alex), Veni rolou lateralmente para Evandro (3º) fuzilar e descontar em 2x1.
Agora, tendo que segurar a pressão amarela, o Bicolor passou a explorar melhor o intenso deslocamento de Jairo como pivô. O velhinho da Junção incomodou muito a defesa adversária. Num destes deslocamentos, João tocou na medida e Jairo (4º), com um sutil toque de biquinho na bola, tocou-a no cantinho direito de Vilnei, pegando-o no contrapé: 3x1.
Npo segundo tempo, logo de início, o Az/Pr já saiu marcando. Preto cobrou lateral para João que, entrando livre pelo meio da área inimiga - Veni não acompanhou sua subida -, chutou forte para defesa parcial de Vilnei. No rebote, João rolou para trás e Erlon (5º) chegou marcando 4x1.
Quando tudo parecia estar se encaminhando para uma vitória azul e preta, eis que o Amarelo rege de maneira estrondosa, virando o placar. Em passe de Evandro, Marcelo (6º) teve tempo de dominar antes de bater cruzado no ângulo de Alex: 4x2. Depois foi a vez de Veni, na ala esquerda, passar de viagem por Erlon e, da linha de fundo, tocar para Charles (7º), na carrinhada, dividir com seu martcador e, na raça, empurrar a bola para as redes de Alex: 4x3. O empate chegou num erro de passe de Diogo na frente do gol inimigo. No contragolpe puxado por Evandro, Veni (8º) ficou livre para empatar em 4x4 o confronto. Sem deixar o Bicolor respirar, os Amarillos viraram o escore. Fábio, numa grande jogada individual, entrou área adentro driblando dois marcadores e num leve toque de lado deixou Veni (9º) livre para fazer 5x4.
Mas a vantagem amarela durou somente até a bola ser posta novamente no centro. Em nova reposição de bola, quando o Yellow ainda comemorava seu quinto gol, Diogo (10º), do meio da quadra, acertou um forte chute que, ao chocar-se contra o poste de Vilnei, tocou nas costas deste e entrou para dentro de seu gol: 5x5.
Fábio (11º), numa bela cavadinha, tocou na saída de Alex, deixando em 6x5 o placar. Jairo (12º), não deixando por menos, recebeu lançamento de Alex e, de costas para o gol, tocou de calcanhar na saída de Vilnei, igualando o clássico em 6x6.
Foi então que, depois de Diogo ter desperdiçado a melhor chance para fechar o placar, Evandro (13º) puxou o contra-ataque, rolou para Veni e recebeu de volta para finalizar, com chute certeiro, a noite fria, porém internamente quente, do mês de junho. Um junho que começa amarelo e em contagem regressiva.
domingo, 30 de maio de 2010
O jogo das penalidades máximas [Jogo 17 - 25/05/2010]
AZUL/PRETO 6X5 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Preto [2º, 11º]; Jairo [1º, 6º]; Danilson [5º, 9º]; Erlon; Charles
Amarelo: Vilnei; Veni [4º, 7º, 10º]; Evandro [3º, 8º]; Marcelo; Vander; Fábio
Foram três ao todo. Destes, dois convertidos. Outro, defendido. Dois a favor do Amarelo. Um feito, outro perdido, ou defendido por Alex. Ambos de autoria de Charles - uma mão e um carrinho imprudente. Os dois, porém, duvidosos. Um a favor do Az/Pr. Este, feito por Vander (mão) e convertido por Danilson.
Numa noite de penalidades máximas o que presenciamos não foram somente os pênaltis. tivemos o prazer de receber uma partida acirrada e de técnica apurada. Uma legítima partida platina.
Com boa movimentação do meio para a frente, o Bicolor começou ditando o ritmo do jogo. Jairo (1º), em jogada individual, desarmou seu adversário em seu campo de defesa, avançou e, já em campo inimigo, bateu forte de direita sem chances para Vilnei: 1x0.
Quando, aos poucos, o Amarelo começou a neutralizar as principais jogadas rivais, foi surpreendido por outro gol azul, desta vez marcado por Preto (2º), que, ao receber passe lateral, deu um corte seco em Marcelo e bateu forte no canto baixo de Vilnei: 2x0.
Logo em seguida, aconteceu a primeira penalidade máxima do confronto. Veni cruzou para a área e Charles, ao tentar afastá-la, acabou tocando com a mão na bola. Pênalti marcado. Charles reclamou muito. Evandro correu para a bola e... magnífica defesa de Alex. No rebote, Evandro chutou lateralmente pra fora.
No entanto, antes que o primeiro tempo terminasse, o Amarelo conseguiu igualar o placar. Em boa investida pelo flanco esquerdo, Fábio cruzou na medida para Evandro (3º) chegar do meio batendo e descontando em 2x1. Depois, num contra-ataque perfeito, Veni (4º) deixou pra trás Erlon, passou para Evandro que, de primeira, devolveu para Veni, já dentro da área, driblar Alex e tocar para o gol vazio: 2x2.
No início do segundo tempo, aconteceu a segunda penalidade máxima no clássico. Veni perdeu a bola e quando Danilson, ao receber passe, iria marcar, Vander, junto ao poste, evitou o gol tirando a bola com a mão esquerda. Na cobrança, Danilson (5º) não perdeu: 3x2.
A partir deste gol, o jogo cresceu ainda mais em emoção. Em metida de Danilson, Jairo (6º) fez 4x2. Com muito esforço e sem suplente (Vander se lesionou no final da etapa inicial) os Amarillos não se entregaram. Em passe de Fábio, Veni (7º) pegou de primeira para descontar em 4x3. Depois, na raça, Evandro (8º) desarmou Preto na linha lateral, evitou a saída da bola, avançou e num chute forte bate cruzado no canto de Alex: 4x4.
Cansados, os Amarelos foram perdendo boas chances de gol. Quando Alex não as defendia, os atletas, literalmente, amarelavam na cara do arqueiro azul. Assim, aquele velho ditado futebolês do "quem não faz, leva" voltou a fazer sentido.
Num segundo de descuido, Fábio não acompanhou Danilson (9º) numa cobrança lateral. A bola atravessou a quadra de um lado a outro até encontrar o pé direito do último artilheiro da Junção. Não é preciso dizer aonde ela foi parar. Um segundo que Fábio se descuidou foi o suficiente para Danilson marcar 5x4.
Inconformado com sua falha, Fábio foi autor do lance duvidoso que gerou o gol de empate amarelo. Veni avançou pela direita e ao notar que Fábio fechava pela esquerda lançou-o na medida. O fixo/ala amarelo entrou na área e quando enquadrou o corpo para bater sofreu a carrinhada de Charles. Sem titubear, o árbitro assinalou a penalidade máxima, a terceira do jogo. Veni (10º) foi lá e mandou ver: 5x5.
Se Veni e Evandro foram fundamentais para sua equipe, não é menos verdade que ambos também contribuiram para a derrota amarela. Evandro, ainda no primeiro tempo, perdeu um pênalti. Já Veni, em outro erro crasso, permitiu que Preto (11º) fizesse o gol da vitória bicolor. Como de costume nesta partida, tentou o drible na saída de bola e, desarmado, viu o ala azul tocar no canto de Vilnei, decretando o placar final do clássico em 6x5.
Portanto, com pênaltis ou sem pênaltis, sejam estes marcados certamente ou erradamente, o que prevaleceu mesmo foi o bom desempenho dos atletas bicolores, vitoriosos no clássico das penalidades.
Gols:
Azul/Preto: Alex; João Paulo; Preto [2º, 11º]; Jairo [1º, 6º]; Danilson [5º, 9º]; Erlon; Charles
Amarelo: Vilnei; Veni [4º, 7º, 10º]; Evandro [3º, 8º]; Marcelo; Vander; Fábio
Foram três ao todo. Destes, dois convertidos. Outro, defendido. Dois a favor do Amarelo. Um feito, outro perdido, ou defendido por Alex. Ambos de autoria de Charles - uma mão e um carrinho imprudente. Os dois, porém, duvidosos. Um a favor do Az/Pr. Este, feito por Vander (mão) e convertido por Danilson.
Numa noite de penalidades máximas o que presenciamos não foram somente os pênaltis. tivemos o prazer de receber uma partida acirrada e de técnica apurada. Uma legítima partida platina.
Com boa movimentação do meio para a frente, o Bicolor começou ditando o ritmo do jogo. Jairo (1º), em jogada individual, desarmou seu adversário em seu campo de defesa, avançou e, já em campo inimigo, bateu forte de direita sem chances para Vilnei: 1x0.
Quando, aos poucos, o Amarelo começou a neutralizar as principais jogadas rivais, foi surpreendido por outro gol azul, desta vez marcado por Preto (2º), que, ao receber passe lateral, deu um corte seco em Marcelo e bateu forte no canto baixo de Vilnei: 2x0.
Logo em seguida, aconteceu a primeira penalidade máxima do confronto. Veni cruzou para a área e Charles, ao tentar afastá-la, acabou tocando com a mão na bola. Pênalti marcado. Charles reclamou muito. Evandro correu para a bola e... magnífica defesa de Alex. No rebote, Evandro chutou lateralmente pra fora.
No entanto, antes que o primeiro tempo terminasse, o Amarelo conseguiu igualar o placar. Em boa investida pelo flanco esquerdo, Fábio cruzou na medida para Evandro (3º) chegar do meio batendo e descontando em 2x1. Depois, num contra-ataque perfeito, Veni (4º) deixou pra trás Erlon, passou para Evandro que, de primeira, devolveu para Veni, já dentro da área, driblar Alex e tocar para o gol vazio: 2x2.
No início do segundo tempo, aconteceu a segunda penalidade máxima no clássico. Veni perdeu a bola e quando Danilson, ao receber passe, iria marcar, Vander, junto ao poste, evitou o gol tirando a bola com a mão esquerda. Na cobrança, Danilson (5º) não perdeu: 3x2.
A partir deste gol, o jogo cresceu ainda mais em emoção. Em metida de Danilson, Jairo (6º) fez 4x2. Com muito esforço e sem suplente (Vander se lesionou no final da etapa inicial) os Amarillos não se entregaram. Em passe de Fábio, Veni (7º) pegou de primeira para descontar em 4x3. Depois, na raça, Evandro (8º) desarmou Preto na linha lateral, evitou a saída da bola, avançou e num chute forte bate cruzado no canto de Alex: 4x4.
Cansados, os Amarelos foram perdendo boas chances de gol. Quando Alex não as defendia, os atletas, literalmente, amarelavam na cara do arqueiro azul. Assim, aquele velho ditado futebolês do "quem não faz, leva" voltou a fazer sentido.
Num segundo de descuido, Fábio não acompanhou Danilson (9º) numa cobrança lateral. A bola atravessou a quadra de um lado a outro até encontrar o pé direito do último artilheiro da Junção. Não é preciso dizer aonde ela foi parar. Um segundo que Fábio se descuidou foi o suficiente para Danilson marcar 5x4.
Inconformado com sua falha, Fábio foi autor do lance duvidoso que gerou o gol de empate amarelo. Veni avançou pela direita e ao notar que Fábio fechava pela esquerda lançou-o na medida. O fixo/ala amarelo entrou na área e quando enquadrou o corpo para bater sofreu a carrinhada de Charles. Sem titubear, o árbitro assinalou a penalidade máxima, a terceira do jogo. Veni (10º) foi lá e mandou ver: 5x5.
Se Veni e Evandro foram fundamentais para sua equipe, não é menos verdade que ambos também contribuiram para a derrota amarela. Evandro, ainda no primeiro tempo, perdeu um pênalti. Já Veni, em outro erro crasso, permitiu que Preto (11º) fizesse o gol da vitória bicolor. Como de costume nesta partida, tentou o drible na saída de bola e, desarmado, viu o ala azul tocar no canto de Vilnei, decretando o placar final do clássico em 6x5.
Portanto, com pênaltis ou sem pênaltis, sejam estes marcados certamente ou erradamente, o que prevaleceu mesmo foi o bom desempenho dos atletas bicolores, vitoriosos no clássico das penalidades.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Um certo capitão Diogo [Jogo 16 - 18/05/2010]
AMARELO 10 X 7 AZUL/PRETO
Gols:
Amarelo: Alex; Marcelo; Vander [4º, 8º]; Diogo [2º, 9º, 12º, 13º]; Fábio; Jairo [3º, 5º, 11º, 15º]
Azul/Preto: Vilnei; Veni [6º, 10º, 16º]; Evandro [1º, 7º, 14º, 17º]; Preto; João Paulo; Charles
Fazia tempo. Fazia muito tempo que Diogo não jogava uma partida tão exuberante quanto essa. Diogo foi perfeito na armação, na contenção, na marcação, na mobilização e na finalização. Há muito o ala da Junção não tinha uma posição de destaque num clássico como a teve nesta partida. Preocupado em apenas jogar, Diogo foi o fator de desequilibrio de um jogo muito disputado.
Apostando em seu forte esquema defensivo, o Amarelo soube explorar bastante os atributos de seus atletas. Um ferrolho compacto se formou no escrete amarelo. O Az/Pr, apesar da boa qualidade de seus atacantes, pouco conseguia produzir em termos efetivos. Somente através da individualidade é que basicamente o Bicolor conseguiu algum efeito prático. Dos seus sete gols marcados, quatro foram de Evandro e três de Veni, mostras da dificuldade em que teve a equipe em consolidar um futebol mais coletivo.
Em lançamento de João Paulo, Evandro (1º) amparou a bola com o peito, tocando-a na saída de Alex. O Az/Pr, com um gol inusitado, abria a vantagem no placar em 1x0.
Apesar da derrota parcial, os Amarillos não abdicaram de seu estilo de jogo. Mantiveram-se fortes na defesa, explorando os contra-ataques. É preciso dizer que, depois de Diogo, Jairo fez uma partida muito satisfatória. Sua movimentação constante pelas alas e, por vezes, mais à frente foi fundamental. Abriu espaços na defesa inimiga, possibilitando investidas de seus companheiros.
Foi a partir dessa postura defensiva que o Amarelo numa sequência mortal virou o placar em 4x1. Foram quatro gols rápidos, quase um após o outro. Talvez neste momento é que os Amarelos tenham construído a base para sua vitória.
Diogo (2º) em potente investida pela ala direita - típica jogada sua - deixou Veni para trás antes de fuzilar Vilnei: 1x1. Em seguida, Diogo avançou pela esquerda, tocou para Fábio, que num corte seco passou por Charles antes de desferir um petardo pra cima de Vilnei, que, ao defender, proporcionou um rebote aproveitado por Jairo (3º): 2x1. Quando o Bicolor pensou em empatar, levou o terceiro gol. Contra-ataque fulminante. Triangulação entre Diogo, Jairo e Vander (4º). Conclusão do último: 3x1. Bola ao centro. Tentativa azul interceptada por Alex. Reposição deste em lançamento perfeito com as mãos para Jairo (5º) que, de costas para a meta adversária, tocou de calcanhar na saída de Vilnei. Golaço dos 4x1.
Atordoado pela mortífera sequência de gols do rival, o Bicolor pressionou e muito. Mas só conseguiu marcar outro gol nesta primeira etapa. Veni (6º) balançou a frente de Vander e da intermediária bateu rasteiro e forte no canto de Alex (a bola desviou ainda no defensor): 4x2.
No segundo tempo o clássico pegou fogo. diogo, então, assumiu a responsabilidade de levar seu time à vitória. Foi um genuíno capitão. Corajoso e seguro, conduziu com maestria seus companheiros à derrocada inimiga. Não foi nada fácil o caminho até lá. Precisaram suar sangue, os Amarelos, para solidificar tal conquista.
No início da etapa final, Evandro (7º) pôs medo ems eu rival quando, ao pegar rebote de Alex após chute de Charles, descontou em 4x3 o placar.
Por sorte, Vander (8º) acertou, num momento crítico às pretensões amarelas na partida, um de seus petardos de longa distância. Vilnei bem que tentou, mas não deu: 5x3.
Daí foi a vez de capitão Diogo (9º) mostrar todo seu empenho e destemor. Na linha de frente da batalha, desarmou Veni em sua saída de bola, marcando 6x3. Um ato de extrema coragem que somente os grandes capitães conseguem fazer.
O gol de Diogo novamente esfriou a reação Bicolor. Tanto é que nem mesmo o gol de Veni (10º), após passe lateral de Charles, evitou a saga vitoriosa de capitão Diogo e seus fiéis escudeiros. Em lance cirúrgico, Marcelo desarma ataque adversário na linha inimiga, toca para Diogo, que, da esquerda para a direita, deixa Jairo (11º) na cara do gol ampliar em 7x4 o escore.
Depois o capitão (12º e 13º), em dois golpes letais, deixou o inimigo combalido, mortalmente ferido, pronto para o golpe final: 9x4.
A partir daí foi só administar. Preto fez jogada individual pela linha de fundo e cruzou para a área. Evandro (14º) completou e descontou: 9x5.
Como a questão era administrar, o Amarelo, em triangulação dentro da área adversária, marcou outra vez. Jairo (15º) só completou passe de Fábio, deixando o escore em 10x5.
Veni (16º) e Evandro (17º) anotaram os dois últimos gols do confronto. Porém, só fez mudar o placar final do jogo, 10x7. O que não mudou foi a atuação de um capitão, um certo capitão chamado Diogo.
Gols:
Amarelo: Alex; Marcelo; Vander [4º, 8º]; Diogo [2º, 9º, 12º, 13º]; Fábio; Jairo [3º, 5º, 11º, 15º]
Azul/Preto: Vilnei; Veni [6º, 10º, 16º]; Evandro [1º, 7º, 14º, 17º]; Preto; João Paulo; Charles
Fazia tempo. Fazia muito tempo que Diogo não jogava uma partida tão exuberante quanto essa. Diogo foi perfeito na armação, na contenção, na marcação, na mobilização e na finalização. Há muito o ala da Junção não tinha uma posição de destaque num clássico como a teve nesta partida. Preocupado em apenas jogar, Diogo foi o fator de desequilibrio de um jogo muito disputado.
Apostando em seu forte esquema defensivo, o Amarelo soube explorar bastante os atributos de seus atletas. Um ferrolho compacto se formou no escrete amarelo. O Az/Pr, apesar da boa qualidade de seus atacantes, pouco conseguia produzir em termos efetivos. Somente através da individualidade é que basicamente o Bicolor conseguiu algum efeito prático. Dos seus sete gols marcados, quatro foram de Evandro e três de Veni, mostras da dificuldade em que teve a equipe em consolidar um futebol mais coletivo.
Em lançamento de João Paulo, Evandro (1º) amparou a bola com o peito, tocando-a na saída de Alex. O Az/Pr, com um gol inusitado, abria a vantagem no placar em 1x0.
Apesar da derrota parcial, os Amarillos não abdicaram de seu estilo de jogo. Mantiveram-se fortes na defesa, explorando os contra-ataques. É preciso dizer que, depois de Diogo, Jairo fez uma partida muito satisfatória. Sua movimentação constante pelas alas e, por vezes, mais à frente foi fundamental. Abriu espaços na defesa inimiga, possibilitando investidas de seus companheiros.
Foi a partir dessa postura defensiva que o Amarelo numa sequência mortal virou o placar em 4x1. Foram quatro gols rápidos, quase um após o outro. Talvez neste momento é que os Amarelos tenham construído a base para sua vitória.
Diogo (2º) em potente investida pela ala direita - típica jogada sua - deixou Veni para trás antes de fuzilar Vilnei: 1x1. Em seguida, Diogo avançou pela esquerda, tocou para Fábio, que num corte seco passou por Charles antes de desferir um petardo pra cima de Vilnei, que, ao defender, proporcionou um rebote aproveitado por Jairo (3º): 2x1. Quando o Bicolor pensou em empatar, levou o terceiro gol. Contra-ataque fulminante. Triangulação entre Diogo, Jairo e Vander (4º). Conclusão do último: 3x1. Bola ao centro. Tentativa azul interceptada por Alex. Reposição deste em lançamento perfeito com as mãos para Jairo (5º) que, de costas para a meta adversária, tocou de calcanhar na saída de Vilnei. Golaço dos 4x1.
Atordoado pela mortífera sequência de gols do rival, o Bicolor pressionou e muito. Mas só conseguiu marcar outro gol nesta primeira etapa. Veni (6º) balançou a frente de Vander e da intermediária bateu rasteiro e forte no canto de Alex (a bola desviou ainda no defensor): 4x2.
No segundo tempo o clássico pegou fogo. diogo, então, assumiu a responsabilidade de levar seu time à vitória. Foi um genuíno capitão. Corajoso e seguro, conduziu com maestria seus companheiros à derrocada inimiga. Não foi nada fácil o caminho até lá. Precisaram suar sangue, os Amarelos, para solidificar tal conquista.
No início da etapa final, Evandro (7º) pôs medo ems eu rival quando, ao pegar rebote de Alex após chute de Charles, descontou em 4x3 o placar.
Por sorte, Vander (8º) acertou, num momento crítico às pretensões amarelas na partida, um de seus petardos de longa distância. Vilnei bem que tentou, mas não deu: 5x3.
Daí foi a vez de capitão Diogo (9º) mostrar todo seu empenho e destemor. Na linha de frente da batalha, desarmou Veni em sua saída de bola, marcando 6x3. Um ato de extrema coragem que somente os grandes capitães conseguem fazer.
O gol de Diogo novamente esfriou a reação Bicolor. Tanto é que nem mesmo o gol de Veni (10º), após passe lateral de Charles, evitou a saga vitoriosa de capitão Diogo e seus fiéis escudeiros. Em lance cirúrgico, Marcelo desarma ataque adversário na linha inimiga, toca para Diogo, que, da esquerda para a direita, deixa Jairo (11º) na cara do gol ampliar em 7x4 o escore.
Depois o capitão (12º e 13º), em dois golpes letais, deixou o inimigo combalido, mortalmente ferido, pronto para o golpe final: 9x4.
A partir daí foi só administar. Preto fez jogada individual pela linha de fundo e cruzou para a área. Evandro (14º) completou e descontou: 9x5.
Como a questão era administrar, o Amarelo, em triangulação dentro da área adversária, marcou outra vez. Jairo (15º) só completou passe de Fábio, deixando o escore em 10x5.
Veni (16º) e Evandro (17º) anotaram os dois últimos gols do confronto. Porém, só fez mudar o placar final do jogo, 10x7. O que não mudou foi a atuação de um capitão, um certo capitão chamado Diogo.
O Exército Amarelo [Jogo 15 - 11/05/2010]
AZUL/PRETO 5X12 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Marcelo; Felipe [14º]; João Paulo [9º, 13º]; Veni [5º, 7º]; Fábio; Jairo
Amarelo: Alex; Preto [10º, 15º]; Diogo [17º]; Danilson [6º, 11º]; Evandro [2º, 3º, 12º]; Charles [1º, 8º]; Erlon [4º, 16º]
Os mongóis foram nômades das estepes da Ásia Central. Foram guerreiros ferozes que uma vez lutavam entre si por terras de pastagem, e invadiram civilizações desenvolvidas de leste a oeste.
No começo do décimo-terceiro século, os clãs mongóis uniram-se e deram início a uma campanha de conquistas territoriais.
Seguindo os passos dos hunos (seus predecessores em mil anos), eles esculpiram um dos maiores impérios que o mundo já viu.
Os mongóis habitavam as planícies ao sul do lago Baikal, na Mongólia atual.
No seu auge, o império alcançava terras na Coréia, através da Ásia, seguindo adentro da Rússia européia até a costa do Mar Báltico.
Eles possuiam a maioria da Ásia Menor, o atual Iraque, atual Irã, Afeganistão, Paquistão, Tibete, partes da Índia, partes de Burma, toda a China e partes do Vietnã.
Os clãs mongóis uniram-se sob a liderança de Temujin (pronunciado "Temutchin"), chamado de Genghis Khan ("Poderoso Soberano"), no início do século XIII.
Sua ambição era a de dirigir todas as terras entre os oceanos (Pacífico e Atlântico) e ele quase conseguiu.
Os mongóis deixaram sucessores. Como um exército imbatível, os Amarelos foram tão sanguinários quanto seus antepassados. Sem permitir reação alguma por parte de seus inimigos, devastaram com seus princípios defensivos. Golpearam sem piedade alguma as possibilidades bicolores. Não sobrou nada, além de restos de tentativas desfeitas, lamúrios em azul e preto sendo calados golpe a golpe.
Na volta de Danilson, voltaram também os gols. Muitos gols. Lesionado, o artilheiro ficou afastado por duas semanas e quando retornou trouxe consigo a marca dos gols em excesso. Assim foi o jogo, ou seja, com muitos gols. Assim foi o Amarelo, intenso feito ouro e ofensivamente brilhante como o sol.
Em contrapartida, o clássico não foi tão intenso e brilhante assim. O Az/Pr foi amplamente dominado pelo seu adversário. Em momento algum impôs qualquer dificuldade de ordem maior. Formado basicamente por defensores, o Bicolor pouco produziu em termos ofensivos, ficando, sobretudo, aos cuidados de Veni a tarefa de atacar.
Concentrando um equilíbrio notável entre ataque e defesa, o Amarelo construiu sua vitória de maneira tranquila. Com exceção de Alex, todos os demais seis atletas anotaram gols. O primeiro foi marcado por Charles (1º) que, escorando chute na entrada da área após cobrança de escanteio, presenciou a bola desviar em Marcelo e tirar Vilnei da jogada: 1x0.
Evandro (2º e 3º), duas vezes, ampliou em 3x0 o escore. Para isso, aproveitou-se de duas saídas mal adversárias. A primeira de Fábio - passe curto. A segunda de Veni.
Não restava outra alternativa ao Az/Pr que não a do ataque. Contudo, suas investidas ao gol de Alex, além de escassas, eram, muitas vezes, sôfregas e poucas perigosas. Já os Amarelos, descendentes legítimos dos mongóis, chegavam invadindo e saqueando tudo pela frente. A eles não importava a fragilidade de seus inimigos. Não havia compaixão alguma, muito menos misericórdia. Seus arremates a gol eram certeiros como o fio de suas espadas. Chegavam de bando: passe de Evandro, corta-luz de Diogo e petardo de Erlon (4º): 4x0.
Veni (5º) resolveu encarar sozinho o exército amarelo. Avançando pelo meio, passou pela marcação inimiga antes de desferir um golpe certeiro no ângulo de Alex: 4x1.
O gol de Veni despertou a ira no goleador mongol adormecido. Danilson (6º), recebendo passe de Evandro, bateu na saída de Vilnei, ampliando em 5x1 o escore.
Porém, Veni (7º) não se deu por vencido. Outra vez desafiou o perigo e a força amarela ao, através de jogada individual, anotar o segundo gol bicolor na partida, descontando em 5x2 o placar.
Antes que o primeiro tempo acabasse, o exército amarelo marcou novamente. Ataque pelo flanco esquerdo, triangulação envolvente, Charles (8º) entra pelo meio da área e, de letra, completa cruzamento à meia-altura: 6x2.
Como se fosse o exército de um homem só, Veni voltou a desafiar o reinado Amarelo. Em toque seu, João Paulo (9º) mandou chute de longe, vencendo Alex e descontando em 6x3 o placar do clássico.
Piedade foi uma palavra que jamais esteve presente no vocabulário dos mongóis. Em três golpes brutais, renderam de vez seu inimigo, colocando-o a seus pés. Erlon lançou, Jairo não acompanhou subida de Preto (10º) pelo meio que, de primeira, mandou para as redes de Vilnei: 7x3. Depois Danilson (11º) investiu pela meia-cancha, deixou dois marcadores para trás e bateu forte no canto inferior do arqueiro azul e preto: 8x3. O último dos três golpes surgiu após erro de Vilnei, que, ao tentar driblar Evandro (12º), perdeu a bola, deixando a "árdua" tarefa de empurrar a bola para o gol vazio a cargo do artilheiro amarelo: 9x3.
Em duas investidas, o Bicolor adiou seu fim, contendo um pouco o inevitável avanço amarelo. Em escanteio cobrado por Felipe, João Paulo (13º) entrou livre para descontar: 9x4. Num ato de extrema coragem, Felipe (14º) desafiou sua própria vida para diminuir a vantagem adversária em quatro gols: 9x5.
No entanto, a resistência azul e preta caiu de vez perante a soberania amarela. Em três investidas fatais, Preto (15º), Erlon (16º) e Diogo (17º) deceparam com as esperanças bicolores no jogo, fechando em 12x5 seu placar.
Frios, sanguinários, velozes e destemidos, assim eram os mongóis; assim fizeram os Amarelos.
Gols:
Azul/Preto: Vilnei; Marcelo; Felipe [14º]; João Paulo [9º, 13º]; Veni [5º, 7º]; Fábio; Jairo
Amarelo: Alex; Preto [10º, 15º]; Diogo [17º]; Danilson [6º, 11º]; Evandro [2º, 3º, 12º]; Charles [1º, 8º]; Erlon [4º, 16º]
Os mongóis foram nômades das estepes da Ásia Central. Foram guerreiros ferozes que uma vez lutavam entre si por terras de pastagem, e invadiram civilizações desenvolvidas de leste a oeste.
No começo do décimo-terceiro século, os clãs mongóis uniram-se e deram início a uma campanha de conquistas territoriais.
Seguindo os passos dos hunos (seus predecessores em mil anos), eles esculpiram um dos maiores impérios que o mundo já viu.
Os mongóis habitavam as planícies ao sul do lago Baikal, na Mongólia atual.
No seu auge, o império alcançava terras na Coréia, através da Ásia, seguindo adentro da Rússia européia até a costa do Mar Báltico.
Eles possuiam a maioria da Ásia Menor, o atual Iraque, atual Irã, Afeganistão, Paquistão, Tibete, partes da Índia, partes de Burma, toda a China e partes do Vietnã.
Os clãs mongóis uniram-se sob a liderança de Temujin (pronunciado "Temutchin"), chamado de Genghis Khan ("Poderoso Soberano"), no início do século XIII.
Sua ambição era a de dirigir todas as terras entre os oceanos (Pacífico e Atlântico) e ele quase conseguiu.
Os mongóis deixaram sucessores. Como um exército imbatível, os Amarelos foram tão sanguinários quanto seus antepassados. Sem permitir reação alguma por parte de seus inimigos, devastaram com seus princípios defensivos. Golpearam sem piedade alguma as possibilidades bicolores. Não sobrou nada, além de restos de tentativas desfeitas, lamúrios em azul e preto sendo calados golpe a golpe.
Na volta de Danilson, voltaram também os gols. Muitos gols. Lesionado, o artilheiro ficou afastado por duas semanas e quando retornou trouxe consigo a marca dos gols em excesso. Assim foi o jogo, ou seja, com muitos gols. Assim foi o Amarelo, intenso feito ouro e ofensivamente brilhante como o sol.
Em contrapartida, o clássico não foi tão intenso e brilhante assim. O Az/Pr foi amplamente dominado pelo seu adversário. Em momento algum impôs qualquer dificuldade de ordem maior. Formado basicamente por defensores, o Bicolor pouco produziu em termos ofensivos, ficando, sobretudo, aos cuidados de Veni a tarefa de atacar.
Concentrando um equilíbrio notável entre ataque e defesa, o Amarelo construiu sua vitória de maneira tranquila. Com exceção de Alex, todos os demais seis atletas anotaram gols. O primeiro foi marcado por Charles (1º) que, escorando chute na entrada da área após cobrança de escanteio, presenciou a bola desviar em Marcelo e tirar Vilnei da jogada: 1x0.
Evandro (2º e 3º), duas vezes, ampliou em 3x0 o escore. Para isso, aproveitou-se de duas saídas mal adversárias. A primeira de Fábio - passe curto. A segunda de Veni.
Não restava outra alternativa ao Az/Pr que não a do ataque. Contudo, suas investidas ao gol de Alex, além de escassas, eram, muitas vezes, sôfregas e poucas perigosas. Já os Amarelos, descendentes legítimos dos mongóis, chegavam invadindo e saqueando tudo pela frente. A eles não importava a fragilidade de seus inimigos. Não havia compaixão alguma, muito menos misericórdia. Seus arremates a gol eram certeiros como o fio de suas espadas. Chegavam de bando: passe de Evandro, corta-luz de Diogo e petardo de Erlon (4º): 4x0.
Veni (5º) resolveu encarar sozinho o exército amarelo. Avançando pelo meio, passou pela marcação inimiga antes de desferir um golpe certeiro no ângulo de Alex: 4x1.
O gol de Veni despertou a ira no goleador mongol adormecido. Danilson (6º), recebendo passe de Evandro, bateu na saída de Vilnei, ampliando em 5x1 o escore.
Porém, Veni (7º) não se deu por vencido. Outra vez desafiou o perigo e a força amarela ao, através de jogada individual, anotar o segundo gol bicolor na partida, descontando em 5x2 o placar.
Antes que o primeiro tempo acabasse, o exército amarelo marcou novamente. Ataque pelo flanco esquerdo, triangulação envolvente, Charles (8º) entra pelo meio da área e, de letra, completa cruzamento à meia-altura: 6x2.
Como se fosse o exército de um homem só, Veni voltou a desafiar o reinado Amarelo. Em toque seu, João Paulo (9º) mandou chute de longe, vencendo Alex e descontando em 6x3 o placar do clássico.
Piedade foi uma palavra que jamais esteve presente no vocabulário dos mongóis. Em três golpes brutais, renderam de vez seu inimigo, colocando-o a seus pés. Erlon lançou, Jairo não acompanhou subida de Preto (10º) pelo meio que, de primeira, mandou para as redes de Vilnei: 7x3. Depois Danilson (11º) investiu pela meia-cancha, deixou dois marcadores para trás e bateu forte no canto inferior do arqueiro azul e preto: 8x3. O último dos três golpes surgiu após erro de Vilnei, que, ao tentar driblar Evandro (12º), perdeu a bola, deixando a "árdua" tarefa de empurrar a bola para o gol vazio a cargo do artilheiro amarelo: 9x3.
Em duas investidas, o Bicolor adiou seu fim, contendo um pouco o inevitável avanço amarelo. Em escanteio cobrado por Felipe, João Paulo (13º) entrou livre para descontar: 9x4. Num ato de extrema coragem, Felipe (14º) desafiou sua própria vida para diminuir a vantagem adversária em quatro gols: 9x5.
No entanto, a resistência azul e preta caiu de vez perante a soberania amarela. Em três investidas fatais, Preto (15º), Erlon (16º) e Diogo (17º) deceparam com as esperanças bicolores no jogo, fechando em 12x5 seu placar.
Frios, sanguinários, velozes e destemidos, assim eram os mongóis; assim fizeram os Amarelos.
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