Ao voluntarioso, goleador, raçudo e, também, mestre cerimonial da Junção, nossos mais afetuosos parabéns por mais um ano de vida.
Só falta agora calçar o tênis, vestir o calção e as meias, zerar a cabeça, suportar as críticas e voltar para La Bomobonera. Pouca coisa para quem tem a Junção cravada na pele.
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