Finalmente! Jogo 05/10/2010
AZUL/PRETO 6X7 AMARELO
Gols:
Azul/Preto: Charles; Danilson; Marcelo [1º, 4º, 12º]; Fábio [10º]; Erlon [11º, 13º]; Jairo
Amarelo: Vilnei; Preto [2º, 7º]; Diogo [8º]; Cristiano [3º, 6º]; Evandro [5º, 9º]
O início foi tenso mas equilibrado. Primeiro 1 a 1. Depois, 2 a 2. Mas, aos poucos, o Amarelo, no primeiro tempo e enquanto teve fôlego, mostrou-se superior, abrindo uma vantagem de cinco gols perante seu rival. O Az/Pr, que contava com Charles no gol devido a ausência não justificada de Alex, teve em Marcelo seu melhor jogador. Aliás, Marcelo não foi somente o melhor atleta de seu time, foi o craque da noite. Marcou com eficiência seus adversários, foi autor de três gols e liderou com maestria de um exímio capitão sua equipe. Por tudo isto, Marcelo foi o nome do clássico. Só faltou-lhe a vitória para coroar sua grande performance.
Por falar em vitória, se no primeiro tempo o Amarelo foi superior, fazendo 7 a 2, no segundo, o Bicolor foi fantástico: marcou quatro vezes e por pouco não conseguiu o empate. Foram dois tempos distintos: o primeiro, amarelo; o segundo, azul e preto.
Entretanto, a despeito da marcante atuação de Marcelo e da partida ter tido emoção suficiente em dois tempos diferentes, o fato que não pode passar em branco diz respeito a finalmente, até que enfim, antes tarde do que nunca, vitória de Preto. Este, após longo jejum, voltou a saborear o doce gosto de vencer um clássico. Foram pouco mais de três meses sem saber mais o que era ganhar. Suada, difícil mas válida. Preto, depois de longo inverno, voltou a sorrir.
Em lançamento de Danilson, Marcelo (1º), de cabeça, tirou Vilnei do lance e abriu o placar em 1 a 0.
Preto (2º) balançou na frente de Fábio e soltou o canudo pra cima de Charles: 1 a 1.
A virada amarela aconteceu em boa tabela de Evandro com Veni (3º) que, aproveitando descuido de Erlon, recebeu a bola na frente, driblou Charles e tocou para as redes: 2 a 1.
Marcelo (4º) em tabela eficiente com Danilson, logo após desarme deste sobre um adversário, bateu forte da entrada da área. A bola tocou num poste, bateu no outro e, por último, tocou em Vilnei antes de entrar: 2 a 2.
Com duas falhas gritantes de Erlon, só deu Amarelo até o final da primeira etapa. Vilnei lançou com as mãos Evandro (5º) que, entre Erlon, à sua frente, e Charles, às suas costas, venceu-os de cabeça póor cima e, ao caírem, marcou, mesmo deitado, o terceiro gol de seu time: 3 a 2. No primeiro erro grotesco de Erlon (estava com a bola dominada dentro da área e não a deixou para Charles e muito menos para Fábio que estava livre na ala pedindo o passe), Cristiano (6º) ficou fácil com a bola, ampliando em 4 a 2 o escore. Não demorou muito para Preto (7º), num contra-ataque (receber passe de Cristiano numa dividida que estava bem mais para Erlon do que para o ala marelo), fazer 5 a 2. Depois foi a vez de Jairo não acompanhar a subida de Diogo (8º) ao ataque, que, ao receber virada de bola de Evandro de uma ala à outra, afundou Charles: 6 a 2. Em seguida, em novo erro de Erlon, Evandro (9º), desta vez na saída de bola, finalizou em 7 a 2 o escore do primeiro tempo. O Bicolor acusou o golpe.
Será que teria forças para reagir na etapa final? Será que Preto finalmente voltaria a vencer? Questões que ficaram para a eletrizante parte final do jogo.
O Az/Pr não conseguiu reverter a situação desfavorável. Embora Marcelo tenha conduzido com muito empenho e eficiência seu time nesta segunda parte do clássico, não foi o suficiente para uma virada – que seria algo da ordem do extraordinário. Mas foi por pouco...
Fábio (10º) tentou o passe, do meio da quadra, para Danilson dentro da área que não alcançou a bola mas atrapalhou Vilnei: 7 a 3. Em escapada pela ala direita, Marcelo cruzou rasteiro para Erlon (11º) chegar batendo: 7 a 4. Do meio da quadra Marcelo (12º) fuzilou Vilnei, assinalando um golaço: 7 a 5. Numa eficiente triangulação entre Marcelo, Danilson e Erlon (13º), este teve que bater duas vezes (na primeira Vilnei defendeu parcialmente) para marcar: 7 a 6.
A essa altura, Preto já sentia o pior acontecendo. O gosto amargo do empate lhe revoltava o estômago. A pressão Bicolor era enorme. Vilnei fechou o gol nos minutos finais, praticando defesas importantes. Mas no fim deu tudo certo para Preto e seu time. Não amarelaram e seguraram a vitória até o apito terminal. Preto, depois de um longo tempo, voltou a ter uma noite de sono tranquila. E quem disse que seria fácil?
Charles 6,5
ResponderExcluirDanilson 6,4
Marcelo 7,8
Fábio 6,5
Erlon 5,2
Jairo 6,1
Vilnei 6,8
Preto 6,2
Diogo 6,3
Cristiano 6,3
Evandro 6,6