AMARELO 6X5 AZUL/PRETO
GOLS:
AMARELO: Everton; Fábio; Veni (1º, 6º); Diogo (2º, 4º - contra -, 7º); Cristhian; Fabiano (8º, 10º)
AZUL/PRETO: Vilnei; Marcelo (3º); Danilson (9º, 11º); Jairo; Márcio; Evandro (5º)
Vallejo, Carniça, Cavalão, Capitão Raí. Nomes, sobrenomes e alcunhas que, ao longo destes 15 anos, honraram (e alguns ainda honram) o nome da Junção. Bravas nomenclaturas que na base da raça imprimiram os principais traços identificatórios da Junção. Nomes que para sempre ecoarão pelos quatro cantos de La Juncianeira (uma singela homenagem ao maior e mais mítico estádio de todos os tempos, o La Bombonera). Nomes que lembram histórias pautadas em noites de carrinhadas, sangue e suor; em terças de fibras despedaçadas e músculos postos aos limites de suportabilidade.
Escrevo-lhes tudo isso para justificar o porquê de não podermos aceitar na Junção qualquer nome ou algo que o valha. Nomes, volto a frisar, são brasões, escudos, honrarias, histórias veladas de dores e alegrias por vitórias emblemáticas e derrotas contidas. Portanto, caros juncianeiros, ao menos da minha parte, quero deixar registrado que Cueca deve ser um nome veementemente proibido de sequer ser proferido na Junção, sob pena de estarmos praticando blasfêmia contra todos os deuses juncianeiros. Será uma desonra inominável a Simon Bolívar, General – mor da Junção. Se permitirmos que tal nomenclatura passe a fazer parte de nossa história, estaremos sendo coniventes com o futebol arte, o de firulas e circense, uma praga que dizimou grande parte do potente futebol aguerrido e de resultados, o que procuramos ardentemente praticar na Junção.
Tudo isso escrito para dizer que o Cueca – ao menos na Junção – será chamado, e assim reconhecido, por, simplesmente, Márcio, seu nome de batismo.
Seu nome tem que condizer com suas credenciais, mostradas nesta sua estréia: marcação forte, bom posicionamento e o mais interessante: o aguerrimento necessário para ser um juncianeiro.
Tratativas feitas, seja bem-vindo, (agora) Márcio!
O Amarelo começou arrasador. Jairo errou o passe e Veni (1º) avançou para abrir o placar: 1 a 0.
Em seguida, Diogo (2º) driblou a marcação e fuzilou Vilnei : 2 a 0.
Com Cristhain, Diogo e Veni inspirados, o Amarelo ensaiava uma vitória tranqüila. Contudo, aos poucos, o Bicolor ajustou seu sistema defensivo e, ainda no primeiro tempo, igualou o marcador em 2 a2, com gols de Marcelo (3º - pegou de primeira um cruzamento de escanteio) e de Diogo (4º - contra, após confusão na área).
Na etapa final, Evandro (5º) colocou seu time na frente. Em drible seco, bateu forte no contrapé de Everton: 3 a 2.
O Amarelo tratou de se mexer. Furar o bloqueio azul era uma tarefa difícil. Vileni, Marcelo e Márcio fechavam um forte triângulo defensivo. O jeito foi apelar para a jogada individual. Assim, Veni (6º) passou por dois antes de soltar o canudo no ângulo de Vilnei: 3 a 3. Depois, em passe de Veni, Diogo (7º) mandou de primeira, virando o placar.
Vencendo por 4 a 3, os Amarillos retomaram as ações ofensivas do jogo. Após boa jogada de cristhain, Fabiano (8º), com muita calma, engana adversário e bate forte no canto: 5 a 3.
Danilson (9º), até então apagado, arrisca chute forte no canto baixo de Everton: 5 a 4.
Mas quando o Bicolor esboçou uma retomada, a defesa, o ponto forte do time, falhou na saída de bola e Fabiano (10º), após defesa parcial de Vilnei em chute de Cris, completou para as redes: 6 a 4.
O gol de Fabiano, já nos minutos finais da partida, esfriou o que seria a reação azul e preta. Danilson (11º) ainda marcou outra vez, numa falha de Everton. Depois, algumas defesas de Vilnei asseguraram o placar final em 6 a 5.
No confronto em que o Amarelo bateu o Bicolor, Márcio, de boa estréia, deixou os tempos de Cueca para trás e foi rebatizado na Junção de Márcio Guerreiro.
CRISTHIAN – 7,75
DIOGO 7,60
VENI – 7,25
VILNEI – 7,15
EVERTON – 6,95
MÁRCIO GUERREIRO – 6,75
FABIANO – 6,75
DANILSON – 6,60
MARCELO – 6,55
EVANDRO – 6,50
JAIRO – 6,40
FÁBIO – 6,00
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